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Séries

Conheça o universo compartilhado de princesas do Starz

Não há nada mais autoindulgente que acompanhar picuinha de gente rica

Antes mesmo da Disney colocar os pais de Elsa e Anna para morrerem em um naufrágio à caminho do casamento de uma outra princesa, confirmando assim o universo de princesas da Casa do Mickey, a BBC sorrateiramente e, aparentemente, sem grandes pretenções já havia começado o seu universo compartilhado de princesas da vida real, capitaneado pela showrunner Emma Frost.

Tomando como base os romances históricos da escritora britânica Phlippa Gregory, Frost já colocou no ar duas minisséries contando de forma vagamente precisa (como é comum no gênero) grandes momentos da história da Inglaterra: as Guerras das Rosas, com The White Queen (A Rainha Branca), e a ascensão Tudor, com The White Princess (A Princesa Branca).

Já na primeira instalação o Starz entrou como distribuidor nos Estados Unidos, e agora a parceria transatlântica prepara para colocar em cena mais uma princesa chave de um icônico período histórico da Europa, o começo do reinado de Henry VIII, com The Spanish Princess (A Princesa Espanhola).

As histórias de Gregory adaptadas por Frost são verdadeiras novelas, com direito a realismo mágico – pelo menos nas duas primeiras – e tomam fatos históricos como melhor lhe servirem. Elas deixam claro que não há nada mais autoindulgente que se sentar para acompanhar intrigas palacianas de pessoas extremamente ricas e já falecidas, quando tudo é embalado com exímio primor pelo design de produção e esforço de excelentes atrizes.

Se serve de comparação, é como se tirassem os zumbis e dragões de Game of Thrones, deixassem as batalhas bem menos dispendiosas, e focassem na política vista pelas abastadas mulheres marginalizadas, que foram essenciais para a ascensão e queda de homens poderosos. Mas pode deixar incesto e uma pitada de magia também.

A segunda série, The White Princess, dá ao expectador um vislumbre do quão boa atriz é Jodie Comer como Elizabeth de York, que agora deixa todo mundo confuso como a carismática assassina Villanelle de Killing Eve, e também serve para matar a saudade Michelle Fairley, como Margaret Beaufort, mãe de Henrique VII.

Para viver a princesa espanhola foi escalada Charlotte Hope, que os fãs de GoT reconhecerão como a namorada psicopata de Ramsay Bolton.

Uma particularidade das minisséries é que, estando todas bem separadas quanto ao ano de exibição, os mesmos personagem foram interpretados por atores diferentes. A única excessão é a atriz Caroline Gooddall, que interpreta a Duquesa de York, Cecily Neville, nas duas primeiras minisséries.

The White Queen (2013) – As Guerras das Rosas

Aqui o universo das princesas ganha seu primeiro capítulo, contando as Guerras das Rosas, conflito civil entre as casas de York e Lancaster. A história começa em 1464, quando o conflito já dura nove anos, e foca no relacionamento de Eduardo IV com Elizabeth Woodville.

TWQ usa como base a trilogia Guerra dos Primos, que compreende os romances A Rainha Branca, A Rainha Vermelha, e A Filha do Fazedor de Reis; nomeadamente Elizabeth Woodville, Margaret Beaufort e Anne Neville.

Nesta primeira fase somos apresentados à uma narrativa que mescla conflitos pessoais, a briga de parentes por um trono, uma nação inteira feita em pedaços pela ânsia de poder da classe dominante com nada menos que a vida privada de mulheres que mesmo no século XV, e marginalizadas pelo poder da coroa dos homens, ainda guardavam aspectos de religiões pagãs matriarcais.

O elemento místico está intimamente ligado ao feminino, quando mulheres que cultuam secretamente uma deusa das águas também conjuram feitiços e rogam pragas que, pelo menos na trama de Gregory e Frost, podem influenciar nas mesas de discussões políticas e nos campos de batalha.

A Rainha Branca vai até a morte de Eduardo IV, o sumiço dos príncipes na Torre e o início do conturbado reinado do infame Ricardo III. A produção é da Company Pictures com a Czar Television.

The White Princess (2017) – Ascensão Tudor

Aqui começa e, graças a Deus, logo termina a parte do incesto. Bem no comecinho aprendemos que Ricardo III foi tão infame ao ponto de ter um caso com a própria sobrinha, Elizabeth de York, deixando para trás, após sua morte, uma jovem perturbada pela obrigação de casar com o homem que matou seu tio e amante, Henrique Tudor, doravante Henrique VII.

Usada como elo de ligação entre os plantagenetas e a nova disnatia, vinda de um galês, Elizabeth de York tem que encontrar seu lugar ao lado do marido, desafiar a sogra e a própria mãe, ambas ainda ligadas ao passado da guerra dos primos, enquanto efetiva a união das duas Rosas e traz a paz para a Inglaterra.

Jodie Comer como a princesa do título está simplesmente espetacular, conseguindo fazer sobressair toda a fúria, inteligência e paixão da jovem rainha que não se deixou ser um peão no jogo dos mais velhos.

A minissérie é uma produção da Company Pictures e Playground, e  adapta o romance de mesmo nome e sua sequência, A Maldição do Rei.

The Spanish Princess (2019) – Dinastia Tudor

Esta é para os saudosos de The Tudors, já que serve como uma prequel para a série do Showtime. A princesa do título é ninguém menos que Catarina de Aragão, a filha dos reis de Aragão e Castela, dada em casamento ao herdeiro da coroa da Inglaterra, Arthur, o príncipe de Gales, mas que será depois conhecida como a esposa número 1 de Henrique VIII, famoso pelo divórcio, pelo Anglicanismo e pela coleção de malfadas esposas.

O casamento de Catarina com o herdeiro inglês foi encomendado ainda na sua infância, como é possível ver na minissérie anterior, mas todo o drama se dá pelo resultado de uma maldição rogada por Elizabeth Woodville ainda em The White Queen.

Mais uma vez a dança de atores traz Alezandra Moen como a quarta atriz a viver Elizabeth de York, se contarmos com sua versão criança, entre outros personagens recorrentes cujos atores mudaram. Elliot Cowan, por exemplo, será Enrique VII, papel antes dado a Jacob Collins-Levy.

The Spanish Princess estreia no dia 5 de maio nos Estados Unidos, com produção de All3 Media’s New Pictures e Playground.

Séries

Lucifer| Divulgado trailer oficial da 4ª temporada

A 4ª temporada de Lucifer estreia em 8 de maio.

Esta quinta feira (25), está animada, muitas divulgações e revelações, e a série Lucifer não ficou de fora. Foi divulgado o trailer oficial da nova temporada que vai estrear na queridíssima Netflix.

“Ainda abalado por Chloe ter visto sua forma demoníaca, Lucifer precisa encarar um novo desafio: Eva, a primeira pecadora, está de volta! Pode ser que ela queira vingança por ter sido expulsa do paraíso… Ou será que ela tem outros planos em mente?”, explicação segundo sinopse oficial.

Depois de cancelada pela Fox, Lucifer foi salva pela Netflix. A nova temporada do diabo mais querido da atualidade terá 10 episódios produzidos pelo streaming. Suas temporadas anteriores já se encontram na plataforma para aqueles que querem fazer uma maratona, antes da 4ª temporada sair.

No trailer podemos ver que o elenco vai voltar com tudo. Tom Ellis, o amado Lucifer, pelo visto viverá um triangulo amoroso com a Chloe, interpretada pela atriz Lauren German, e com a Eva (Sim, essa Eva que você pensou), que será interpretada pela atriz Inbar Lavi.

Confira o trailer abaixo:

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Artigo

Jenny of Oldstones e as canções em Game of Thrones

Analisamos a letra da canção e suas implicações no passado e presente de Game of Thrones

Por Tayna Abreu e Alessandra Medina

A música é um elemento importante em Game of Thrones. Algumas canções saem diretamente das páginas de As Crônicas de Gelo e Fogo, livro de George R. R. Martin que deu origem à série. Outras são compostas exclusivamente para o seriado. Há ainda a participação de cantores e bandas da vida real que tocam músicas para embalar casamentos sangrentos ou interpretam soldados Lannister que não sobrevivem a batalhas.

No último domingo (21), no episódio A Knight of  the Seven Kingdoms, os personagens estavam no que poderíamos considerar um último momento de paz antes da chegada do exército de White Walkers. Em frente a uma lareira em Winterfell, Tyrion, Jaime, Davos, Brinne, Tormund e Podrick bebiam e conversavam, em cenas que alternavam entre o cômico e o dramático.

Para marcar o momento, o pequeno Lannister solicita aos companheiros uma música, qualquer uma, para não acabarem a noite em um silêncio sepulcral. Para a surpresa de todos, Podrick Payne solta a voz com a canção Jenny of Oldstones, uma triste música que guia o telespectador por cenas que mais do que nunca mostram que o inverno chegou. Após episódio, a HBO oficialmente lançou a música, na versão de Florence + The Machine.

Para quem acompanha os livros, a música não é totalmente desconhecida. Em A tormenta das espadas, Arya Stark e a Irmandade sem Estandartes acampam em uma região das Terras Fluviais conhecida como Coração Alto. Lá eles esperam encontrar a Fantasma do Coração Alto, para ouvir suas previsões sobre o futuro e sobre o paradeiro de Beric Dondarrion. O pagamento pelas previsão é que seja cantada Jenny of Oldstones. Enquanto ela escuta a música, ela murmura palavras, gritos e choros.

Florence Welch com flores no cabelo, muito Jenny

Mas quem foi Jenny de Pedravelhas?

Jenny era uma jovem camponesa das Terras Fluviais que encantou Duncan Targaryen, o príncipe de Pedra do Dragão, filho mais velho e herdeiro de Aegon V, o Improvável (o Egg de O Cavaleiro dos Sete Reinos) em 239 DC. Jenny se dizia uma descendente dos reis dos Primeiros Homens e seu sobrenome fazia referência ao castelo em ruínas de Pedravelhas, antigo assento da Casa Mudd.

Os Mudd não existem mais nem no tempo de Jenny e quando governavam terras do Ramo Azul do Tridente se intitulavam Reis dos Rios e das Colinas. Pedras Velhas foi o nome dado apenas às ruínas do castelo por se relacionar com a sua decadência. Jenny andava com flores nos cabelos e tinha uma bruxa anã como companhia, a velha Fantasma de Coração Alto, que, por sua vez, se dizia descendente dos Filhos da Floresta.

Contra a vontade de seu pai e de todo o reino, Duncan quebra o noivado com filha de  Lyonel Baratheon, um importante aliado dos Targaryen, desposa Jenny e abandona seu direito à coroa dos dragões, passando a ser conhecido como o Príncipe das Libélulas (Dragonfly, em inglês).

Jenny, agora esposa de Libélula, levou para a corte sua amiga; essa é a bruxa que profetiza que o Príncipe Prometido nasceria da linhagem de Aerys e Rhaella Targaryen. Quando o pai das crianças, Prince Jaehaerys, ouviu a profecia arranjou que os irmãos se casassem.

O tempo passa, Aerys e Rhaella se casam e produzem um novo herdeiro. No fim da gravidez de Rahella, em 259 DC, toda a corte e descendentes Targaryen se reuniram na casa de veraneio da família, Solar de Verão (ou Solarestival), onde Aegon V inventou de levar sete ovos de dragão para serem eclodidos com fogo vivo.

Tragédia de Solar de Verão

Sete ovos para homenagear a fé dos Sete, mas o uso de fogo vivo foi repreendido pelo Alto Septão já que a substância era extremamente volátil. Dito e feito, acontece a tragédia de Solar Estival, quando quase toda a Casa Targaryen foi morta no incêndio causado pelo rei. O Príncipe das Libélulas pereceu, assim como seu pai e seu irmão Jaehaerys. A coroa passou então para o príncipe Aerys. Jenny não foi encontrada entre os corpos, mas também nunca mais foi vista, ao contrário de sua bruxa que segue vivendo até os dias da Guerra dos Cinco Reis.

Mas nem só de morte foi marcado o dia. Enquanto os velhos morriam, Rahella dava à luz ao novo Príncipe de Pedra do Dragão, Rhaegar Targaryen. O menino cresceu envolvo na história de seu nascimento e na profecia da Coração Alto, o que o fez acreditar que ele era o Príncipe Prometido.

Arya dançando com seus fantasmas

A canção

A música de Jenny de Velhas Pedras é uma das mais cantadas nos Sete Reinos e uma das histórias mais citadas nos livros. Apenas em A Tormenta das Espadas, Jenny e sua música são lembradas três vezes:

1 – Fantasma de Coração Alto pede que Tom Setecordas, da Irmandade Sem Estandartes, cante a canção no capítulo 43, Arya VIII;

2 – Robb Stark pede que se cante “Jenny de Pedras Velhas com Flores na Cabeça” (o nome completo nos livros) quando acampado nas ruínas do castelo de Pedravelhas;

3 – Tom Setecordas canta finalmente a tal Jenny esperando pela chegada de Merret Frey em Pedras Velhas no epílogo.

Em O Festim dos Corvos, Marillion coloca Jenny entre as canções de seu repertório com só as mais sofridas de Westeros enquanto está preso em uma das celas do Ninho da Águia. A última vez é no A Dança dos Dragões, no capítulo 67, O Derrubador de Reis, quando Barristan Selmy pensa sobre o término do romance entre Dany e Daario:

Melhor para Daenerys e para Westeros. Daenerys Targaryen amava seu capitão, mas essa era a garota nela, não a rainha. O Príncipe Rhaegar amou sua Senhora Lyanna, e milhares morreram por isso. Deamon Blackfyre amou a primeira Daenerys, e levantou-se em rebelião quando ela lhe foi negada. Açoamargo e Corvo de Sangue amaram Shiera Seastar e os Sete Reinos sangraram. O Príncipe das Libélulas amou tanto sua Jenny de Pedravelhas que deixou de lado uma coroa, e Westeros pagou o dote da noite em cadáveres. Todos os três filhos do quinto Aegon se casaram por amor, em desafio aos desejos do pai. E porque aquele monarca fora do comum tinha, ele mesmo, seguido seu coração quando escolheu sua rainha, permitiu que os filhos trilhassem seu caminho, fazendo amargos inimigos onde poderia ter tido bons amigos. Traição e tumulto se sucederam, como a noite segue o dia, terminando no Solar de Verão, em feitiçaria, fogo e lamento. O amor dela por Daario é um veneno. Um veneno mais lento do que os gafanhotos, mas no fim tão mortal quanto“.

Sobre a letra da canção nos livros há apenas uma linha, a primeira: “No alto dos salões dos reis que se foram, Jenny dançava com seus fantasmas…”; todo o resto cantado por Florence + the Machine foi composto em conjunto pelos produtores de Game of Thrones David Benioff e D.B Weiss, o compositor das músicas originais da série Ramin Djawadi, e George R.R. Martin, autor das Crônicas.

É interessante notar as duas referências que compõe apenas a melodia: a tradição Celta e as músicas de Game of Thrones. Florence contou em entrevista ao Consequence of Sound que ao ouvir a música pensou em uma melodia de ninar Celta. “Música Celta sempre esteve em meu sangue, então eu senti que poderia fazer algo com isso. A mágica e rituais em Game of Thrones, sem mencionar as roupas, sempre me fascinaram…”

Podrick canta “Jenny” em um dos salões de pedra de Winterfell e todo o norte da história é inspirado na Escócia e na tradição Celta, inclusive a religião dos Velhos Deuses, muito mais ligada à natureza que a Fé dos Sete. Mas Jenny e sua canção são sobre uma tragédia, sobre fantasmas dançando em salões de pedra úmida, sobre reis antigos e sobre o que o Meistre Aemon diz para Jon Snow “o amor é a morte da honra”.

Como tudo isso se relaciona com Jon Snow e Daenerys

É preciso aqui adaptar as palavras de Barristan. O cavaleiro achava que Dany amava Daario, mas na série sabemos que a rainha amou apenas dois homens: Drogo e Jon. Se transplantamos a preocupação de Selmy para o episódio em que Jenny of Oldstones foi cantada as coisas não parecem boas para o casal, mas isso não é exatamente novidade, certo?

Jon e Dany estão enfrentando simultaneamente a mesma questão que Duncan, o Libélula, teve de enfrentar por sua amada. Dany sempre quis o Trono de Ferro e foi levada pelo amor a Jon à lutar contra os White Walkers, postergar sua guerra contra Cersei, para então ficar sabendo que ele é o principal concorrente legítimo ao posto pelo qual ela foi no inferno e voltou.

O Guardião do Norte, por sua vez, ajoelhou para uma rainha estrangeira contra toda a recomendação daqueles que o coroaram para agora ficar sabendo que ela é sua tia, que ele é também da Casa que executou seu avô e seu tio, a casa para quem os Senhores do Norte juraram que jamais formariam aliança novamente após Lyanna ter sido supostamente sequestrada e estuprada dando início à Rebelião.

Sansa, que ficará segura com os fantasmas nas criptas

A Letra

Se a história por trás de tudo pode ser encontrada na letra da canção Jenny of Oldstones, o presente também pode ser. É impossível não pensar em Winterfell, ainda mais quando o vídeo oficial foi divulgado pela HBO.

A letra fala sobre salões de pedra de reis que se foram, o que pode ser tanto Solar de Verão, qualquer castelo antigo ou, como vamos sublinhar, as criptas de Winterfell, já que os salões tem pedra velha e molhada, como os níveis mais profundos do malcozeu Stark.

Jenny, veja só, não está dançando com os fantasmas destes reis, como a tradução em português da intro pode deixar implícito, mas com os fantasmas dela, os fantasmas das pessoas da vida de Jenny. Esses fantasmas podem ser o seu príncipe, mas podem ser também os fantasmas das pessoas que Dany, Jon e Cia perderam ao longo dos anos. Mais uma vez os fantasmas dos Stark que são caros para Sansa, Arya e Jon.

Enquanto ela dança, suas tristezas e dores são afastadas e ela nunca quis deixá-los. O corpo de Jenny nunca foi encontrado em Solar de Verão, mas ela foi dada como um dos mortos. Estes, aliás, se aproximam de Winterfell, sendo alguns deles pessoas queridas para os reclusos nas criptas, como toda a Casa Umber.

A dança com os fantasmas durou o dia todo e entrou pela noite, sem se importar com a neve que caía no salão. Não há neve em Solar de Verão, ele só era frequentado, como diz seu nome, nos momentos de calor, de festa, de férias. Segue a dança pelo inverno, passa pelo verão e vem o inverno novamente, até que as muralhas caiam sobre os dançarinos. Que muralhas? A Muralha e a muralha da vida. No juramento da Patrulha da Noite o termo usado é “muralhas” no plural. E o que também é uma dança? Uma batalha. Esta parte da letra parece lembrar que a Batalha da Aurora teria de se repetir, como será no terceiro episódio, mas desta vez com dragões dançando nos céus de inverno.

[Intro]

High in the halls of the kings who are gone

Jenny would dance with her ghosts

The ones she had lost and the ones she had found

And the ones who had loved her the most

[Verse 1]

The ones who’d been gone for so very long

She couldn’t remember their names

They spun her around on the damp old stone

Spun away all her sorrow and pain

[Chorus]

And she never wanted to leave, never wanted to leave

Never wanted to leave, never wanted to leave

[Verse 2]

They danced through the day

And into the night through the snow that swept through the hall

From winter to summer and winter again

‘Til the walls did crumble and fall

[Chorus]

And she never wanted to leave, never wanted to leave

Never wanted to leave, never wanted to leave

And she never wanted to leave, never wanted to leave

Never wanted to leave, never wanted to leave

[Outro]

High in the halls of the kings who are gone

Jenny would dance with her ghosts

The ones she had lost and the ones she had found

And the ones who had loved her the most

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Monstro do Pântano| Nova série da DC ganha trailer

Quando horrores inexplicáveis e arrepiantes emergem do pântano obscuro, ninguém está a salvo.

Nesta quarta (24), foi liberado o trailer da nova série da DC Universe, Monstro do Pântano (Swamp Thing). Ainda não se tem previsão de quando a série irá ser transmitida aqui não Brasil, mas nos EUA sua estreia está marcada para o dia 31 de maio.

Na trama será acompanhada a história de Abby Arcane, uma pesquisadora da Coordenadoria de Controle de Doenças, que irá ser interpretada pela atriz Cristal Reed. A personagem de Cristal irá com ajuda do cientista Alec Holland investigar um vírus originado de um pântano em Houma, Louisiana. Quando seu parceiro e interesse românico some misteriosamente, a cidade é tomada por organizações poderosas que querem explorar o pântano. Então, Abby percebe que talvez seu colega tenha se transformado em um monstro protetor do pântano.

A produção da série terá James Wan assumindo a produção-executiva junto a Mark Verheiden, Gary DaubermanMichael Clear. O projeto será roteirizado também por Verheiden e Dauberman.

Confira o trailer abaixo:

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