Connect with us

Destaque

Confira algumas curiosidades sobre ‘Lover’, o sétimo álbum da carreira de Taylor Swift

Taylow Swift lançou, nesta sexta-feira (23), após uma super agenda de divulgação de singles, o sétimo álbum da carreira: “Lover”. O disco reúne outras 18 inéditas da norte-americana e muitas curiosidades. Separamos algumas para vocês entenderem todo o conceito por trás desse álbum que traz assuntos íntimos da cantora, incluindo o atual relacionamento com o ator Joe Alwyn. Vamos lá?

“ME!”

“Lover” é o sétimo álbum de Taylor e o primeiro agora sob a nova gravadora Universal Music Group.

O primeiro single do novo álbum foi “ME!”, com participação de Brendon Urie, vocalista do Panic! At The Disco. O clipe, dirigido pela própria cantora e por Dave Meyers, já começa com uma cobra virando uma borboleta.

A transição do animal representa a mudança da era “Reputation”, seu sexto disco, para a nova era de “Lover”. Logo no início do clipe, há um diálogo entre Taylor e Brendon, Durante a conversa, ela diz a frase “You need to calm down”, que seria o próximo single a ser lançado.

Super colorida e divertida, a produção de “ME!” ainda contém referências de grandes musicais da história do cinema, como “Moulin Rouge”, “Singing In The Rain”, “O Mágico de Oz”, “Hairspray” e “Mary Poppins”. O clipe ainda escondeu o nome do álbum, que representa a nova era da artista.

“You Need To Calm Down”

O segundo single, “You Need To Calm Down”, também chegou acompanhado de um videoclipe cheio de easter eggs. Logo no início, há uma referência a uma famosa frase que a cantora Cher usou durante uma entrevista no ano de 1996.

Além disso, na capa da nova música, Taylor remete novamente à transição de eras, de “Reputation” para “Lover”, ou seja, de cobra para borboleta.

Em seguida a cena do “Concurso de Divas Pop”, os fãs puderam ver as cantoras Ariana Grande, Lady Gaga, Adele, Cardi B, Taylor, Beyoncé, Katy Perry e Nicki Minaj sendo representadas em um palco.

Na letra de “ME!”, Taylor faz uma crítica sobre essa situação na qual diversas mulheres de sucesso são colocadas umas contras as outras. Ela entende que todas têm características que as tornam únicas e repudia este tipo de competição.

O clipe também é inteiramente pró-LGBT. O apoio à causa e à comunidade fica claro na produção, que conta com diversas referências e personalidades, como Ellen DeGeneres, o elenco da série Queer Eye, RuPaul, Laverne Cox, entre outras. O clipe ainda veio acompanhado de uma petição que exige proteções legais para gays, lésbicas e transsexuais.

Ao final do clipe, o ator Ryan Reynolds aparece pintando a fachada do Stonewall In, icônico bar de Nova Iorque onde aconteceu um dos eventos mais importante para os movimentos pelos direitos LGBT dos Estados Unidos.

Como os fãs de Taylor já sabem, ela é fascinada pelo número 13. E isso é visível nos detalhes do clipe de “You Need To Calm Down”. Em uma das cenas, ela deixou dados em ângulos bem estratégicos. Se você somar os números virados para cima dos dados que estão fora da caixinha, o resultado é 13. Se você for um pouco mais longe e somar o número de todos os dados, vai chegar no número 67. E ao somarmos 6 + 7, teremos 13.

Mais e mais easter eggs

A dica do próximo single também estava escondida ao longo de três minutos e no meio do vídeo. “The Archer” é mais um dos “easter eggs” presentes no clipe de “You Need to Calm Down”. Em um determinado momento, a cantora Hayley Kiyokolança uma flecha e o alvo é o número 5. Muita gente achou que isso significava um possível feat entre as duas artistas, mas a verdade é que o nome da canção era o que estava sendo revelado. Afinal, “The Archer” em português significa “o arqueiro”. O número 5 também é referente à quinta música do álbum, que é sempre uma música mais sentimental.

Entre todas as celebridades e personalidades que aparecem no vídeo há uma que merece uma menção especial, a cantora Katy Perry. Após alguns desentendimentos entre as duas, Taylor e Katy se abraçam e fazem as pazes neste clipe, que já ultrapassa a marca de 117 milhões de views, corroborando a mensagem de amor por trás do álbum.

“Lover”

No dia 16 de agosto, Taylor Swift lançou mais uma música do novo álbum, a faixa-título “Lover”, que está em 1º lugar nos Estados Unidos. Foram mais de 1 milhão de streams no país. Nas paradas mais ouvidas do mundo, a canção está em 4º lugar, com quase 5 milhões de reproduções.

O refrão do novo single é uma verdadeira declaração de amor. Taylor Swift mostra o quanto se sente íntima de seu amor (“have I known you 20 seconds or 20 years?”) e pede: “Can I go where you go? Can we always be this close forever and ever?” (Posso ir aonde você vai? Podemos sempre ficar perto assim?).

Segundo uma matéria da US Magazine, publicada na última sexta-feira (16), a faixa “Lover” traz diversos acenos para músicas anteriores de Taylor Swift. O verso “take me home” (me leve para casa), por exemplo, já foi cantado na música “Style” e os versos “friends crash in the living room / this is our place, we make the call” (a gente deixa nossos amigos dormirem no sofá, esse é nosso lugar, a gente decide) trazem uma nova situação para o que Taylor narrou em “New Year’s Day”, quando cantou “there’s glitter on the floor after the party / girls carrying their shoes down in the lobby” (há glitter no chão depois da festa / garotas carregando seus sapatos no saguão).

Na letra, ela pede para as pessoas  se levantarem (“ladies and gentlemen, will you please stand?”) para que ela faça um grande anúncio. E, então, canta: “I take this magnetic force of a man to be my lover. My heart’s been borrowed and yours has been blue. All’s well that ends well to end up with you”. Esta última frase é tanto uma referência a uma peça de Shakespeare (“All’s Well That Ends Well), quanto à música de 2012, “All To Well”. 

Eaí, empolgou pra ouvir o novo trabalho de Taylor Swift? Então aproveita!

Continue lendo
Advertisement Image Map

Destaque

UMA NOVA ERA DE MARAVILHA | Uma análise sobre o primeiro trailer de Mulher-Maravilha 84 (Parte 1)

Durante o último dia da CCXP 19 no domingo (8), o mundo foi finalmente agraciado com o antecipado trailer de Mulher-Maravilha 84, filme que depois de um adiamento em 7 meses, vai continuar a saga da Amazona Guerreira vivida por Gal Gadot em 2017. Seguindo o novo direcionamento que a DC tem tomado nos últimos anos, MM84 continua tomando um tom mais leve e dessa vez, se apoiando nas cores vibrantes dos anos 80, porém ainda enaltecendo os contextos de seriedade e senso de justiça que são tão característicos de seus heróis, mas especialmente de Diana Prince.

O trailer mostrou, de maneira orgânica, uma evolução no significado da Mulher-Maravilha para o mundo, mostrando não somente como Diana se adaptou ao mundo dos homens, mas ainda criando um paralelo a versão dela com a qual fomos introduzidos em Batman V Superman. MM84 é uma produção que vai demonstrar inúmeras camadas, agora tendo nós dado dois personagens chaves para a mitologia da Amazona, na forma de Maxwell Lord e Barbara Minerva, que realçam o paradoxo Mulher-Deusa tão conflitantes da personagem principal.

Durante o controverso filme da Liga da Justiça em 2017, vemos Bruce Wayne criticando a ausência da Mulher-Maravilha no mundo dos homens durante cem anos, a questionando por se afastar da imagem heroica e inspiradora tão característica do Superman. Porém, no trailer de 84, vamos que Diana estava bastante ativa nos anos 80, fazendo aparições inclusive em locais públicos, como shoppings. Porém é aí que vemos um dos momentos mais importantes do trailer, durante o encontro em que Diana está duelando contra assaltantes, a Amazona joga sua tiara nas câmeras de segurança, passando a ideia de querer passar despercebida do público em geral, algo que casa com a ideia apresentada na fase de Zack Snyder dentro do DCEU, que estabeleceu um personagem forte e como fonte de justiça, que jamais fugiria de uma batalha para proteger os inocentes, porém, fora dos holofotes.

Juntamente disso, aqui vemos uma Mulher-Maravilha extremamente diferente daquela que nós foi introduzida anteriormente. Diana não está mais em guerra, tendo derrotado o Deus Ares em 1917 durante a primeira Guerra Mundial, mas também tendo vivido no Mundos dos Homens durante o contexto da Segunda Guerra e os horrores Nazistas, mas não é só de forma física que a Amazona não está em conflito, mas esse aspecto é também traduzido para um aspecto psicológico. Em momento algum do trailer vemos a personagem empunhar sua espada, usando de arma somente o laço da verdade e os braceletes e isso é um reflexo da maturidade de Diana como personagem. Depois de tantos conflitos associados a guerra e armas de fogo, a Mulher-Maravilha reflete somente justiça e bondade, algo que é mostrado nas várias cenas de que Diana desarma seus combatentes e destrói seus revolveres.

O trailer de Mulher-Maravilha 84 continua com uma característica já extremamente estabelecida da personagem na forma de sempre ter um olhar no presente, mas justificando seu passado. Durante algumas cenas do trailer, vemos a competição das Amazonas, algo muito parecido com o programa American Ninja Warrior e, que moldou muito Diana como a guerreira que é. Esse aspecto do filme é uma menção a competição das Amazonas nos quadrinhos, que por muitas versões da personagem foi o que tornou seu ticket de passagem para o mundo dos homens e Steve Trevor. No original, após a queda de Trevor em Themyscira, uma competição é feita para eleger a melhor guerreira para viajar dentro do mundo dos homens e ajudar o piloto, feito que é dado a Diana.

Por fim, fechado o trailer de Mulher-Maravilha 84 com, literalmente, chave de ouro temos sua armadura de batalha em forma de águia. A roupa é uma referência a saga do Reino do Amanhã, ilustrada por Alex Ross em 1996 onde diversos heróis, incluindo Diana saem de sua aposentadoria para lutar uma nova geração de heróis que perdeu a fé pela humanidade. No contexto do filme, a Armadura do Amanhã pode apresentar vários significados, mas em especial, ele mostra o apreço de Diana pelo mundo dos Homens e apesar de ter presenciado inúmeros eventos destrutivos causados pelos mesmos, essa armadura em ouro ainda reluz a fé de Diana perante a humanidade.

Continue Reading

Artigo Otaku

Artigo Otaku | Mais um feito dos Sete Pecados Capitais

Mangá foi eleito pelo público como o “Livro do Ano” no Google Play.

Na última terça-feira (03) foram divulgados os resultados do Google Play Choice Awards 2019, uma premiação promovida pela Google junto aos usuários da sua loja oficial de aplicativos que define – em voto popular – os melhores do ano em quatro categorias: App, Game, Filme e Livro.

Entre os vencedores do ano destaque para Avengers: Endgame na categoria Melhor Filme. Nas categorias Melhor App o vencedor foi Dollify (app de criação de caricaturas) e em Melhor Jogo o vencedor foi Call of Duty Mobile. Na quarta e última categoria, Melhor Livro, uma surpresa chamou a atenção de todos.

O público que votou indicou o volume 30 do mangá The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai, no original) como o grande campeão do ano.

A partir dessa situação o breve artigo reflete agora sobre as consequências disso. Embora de início há quem defenda uma certa jocosidade por parte dos eleitores do prêmio (a qual não descarto), se faz mister dizer também que há nisso um prognóstico do que se esperar para o mercado.

Contextualizando o vencedor, o que se pode dizer é que The Seven Deadly Sins vol.30 foi publicado digitalmente no ocidente em 2019 (um anos depois do seu lançamento no Japão em 2018). No Brasil, o título é publicado tanto no formato físico quanto no digital pela JBC Editora. Aqui, vale ressaltar, além dos volumes compilados ainda podemos consumir os capítulos simultaneamente com o lançamento no Japão também no formato digital.

O volume em questão abrange os capítulos 241 a 249 incluindo dois extras. Seus principais ato são: o duelo entre o Rei dos Gigantes, Drole, e o Rei das Fadas, Gloxínia, contra o demônio Chandler; Meliodas e os poderes dos Dez Mandamentos e a verdadeira forma de Merlin. Até é um volume interessante, mas bem mediano num olhar mais apurado. The Seven Deadly Sins vem tomando a bastante tempo um caminho arrastado e pouco empolgante (na reta final melhorou um pouco, mas bem pouco mesmo!), o que nos leva a questionar a escolha do título para vencedor em Melhor Livro do Google Play Choice Awards.

Fonte: Google Play Choice Awards 2019

Não tenho dados, e nem é de meu interesse no momento refletir sobre eles, mas o que nos leva a crer é que a presença do mangá no formato digital não é uma aventura sem fundamento. Há público, e esse público responde colocando-o no mais alto lugar do pódio de uma premiação simbólica, mas de repercussão.

Ainda em novembro, a Japan House em São Paulo-SP, em virtude de sua exposição “Isto é Mangá” realizou algumas palestras com foco no tema onde profissionais de diversos setores da indústria editorial envolvidos com esse universo puderam falar abertamente com o público sobre isso. Uma dessas palestras focou justamente no assunto dos mangás digitais e reuniu representantes da própria JBC, além de Kobo Rakuten (empresa especializada em livros e leitores digitais) e BookWire (especializada em marketing e distribuição de livros digitais).

Conforme o relato feito pelo blog Mais de Oito Mil, entre os muitos assuntos levantados figuraram temas como “combate à pirataria” com os palestrantes lembrando que uma cultura de leitura do digital já existe entre fãs de mangás (os scanlators) e que o foco é pensar em como tornar o hábito de fazer isso por vias legais deve ser melhor pensado e aproveitado pelos licenciadores e editores. Outro tema é o que diz respeito a “desterritorialização dos espaços de venda” ao tornar mais prático e acessível a leitura digital do mangá, visto que para a indústria existe uma crise de mercado quando se fala de distribuição e material para confecção de versões físicas (o que está nos levando para um boom das edições de luxo, outra pauta importante que deve ser questionada, mas não aqui).

Dito isso, a aposta no mercado digital de mangás é uma realidade tão presente que The Seven Deadly Sins vence em popularidade justamente por atingir um público de fato interessado no conteúdo e no formato. É lógico que esse conteúdo pode – e será – questionado pelo próprio público, mas com o passar dos tempos poderemos ver mangás considerados de alto nível vencendo em outras ocasiões. Tudo depende do binômio investimento do mercado + aceitação do público quanto ao desapego com o físico.

Assim, seja para o bem ou para o mal, os sete pecados capitais deixam seu nome marcado por mais esse feito: agora fora do Reino da Liones.

Até a próxima e… Sayonara!

Continue Reading

Destaque

Lizzo e as reviravoltas no mercado fonográfico

A recordista de indicações ao Grammy 2020 nem sempre foi o centro dos holofotes

A indústria das grandes gravadoras, em certos aspectos, se assemelha a uma rede de fast food. Quando os empresários querem um hit para dominar as paradas musicais, rapidamente, são acionados os produtores, que recorrem aos ghostwriter ou aproveitam composições dos próprios artistas para dar início à produção do single. Todos ingredientes inclusos no pedido são colocados, desde letras chicletes até as batidas dançantes, e, às vezes, à critério do cliente, alguns adicionais são incrementados.  

E assim nasce um hit… Bem, nem sempre, e a rapper e cantora Lizzo é a prova disso. A recordista em indicações ao Grammy 2020 traçou um longo trajeto para torna-se o sucesso que é hoje. ‘Truth Hurts’, single que emplacou a cantora nas paradas musicais neste ano, foi lançado em 2017. Mas como ela conseguiu concorrer às principais categorias do Grammy com essa faixa?

Embora seja oriunda de dois anos atrás, ‘Truth Hurts’ só entrou na versão deluxe do álbum ‘Cuz I Love You’ (2019), versão que foi submetida para indicações da premiação. O single foi redescoberto por usuários do aplicativo TikTok, que logo trataram de usar incansavelmente a música em seus vídeos. E não deu outra, ‘Truth Hurts’ tornou-se um viral e trouxe para Lizzo diversas conquistas, entre elas o 1º lugar na Billboard Hot 100, a mais importante parada musical dos Estados Unidos.

 Ainda que vista por muitos, e até mesmo para bancada do Grammy, como novata, Lizzo já possuía dois discos antes de conseguir emplacar um hit, ‘Lizzobangers’ (2013) e ‘Big Grrrl Smal World’ (2015). Os trabalhos não foram o sucesso comercial como todo mundo já sabe e isso foi motivo para cantora querer desistir da carreira.

Melissa Viviane Jefferson, nome por detrás da persona artística da rapper, em meados de 2017, estava sem esperanças em conseguir destaque no cenário musical. Naquela época, era rotina que Melissa se trancasse em seu quarto para chorar devido as circunstâncias nada favoráveis. A artista concluiu que se desistisse da música, ninguém se importaria. Contudo, para felicidade de muitos, alguém se importou.

O produtor da cantora foi o principal responsável por tirar Lizzo daquela maré de pessimismo. Ele a fez vê o seu trabalho de outra forma ao mostrar a importância artística da música para além do sucesso comercial. Ao dar novo significado ao seu trabalho, a norte-americana prometeu não desistir. E todo esse esforço resultou à Lizzo o título de artista feminina de rap com música solo que ocupou por mais tempo o topo da principal parada da Billboard, sete semanas consecutivas com ‘Truth Hurts’.    

Empoderamento e amor-próprio

Trajando uma lingerie e acompanhada de dançarinas plus size, Lizzo já subiu diversas vezes no palco para mostrar ao mundo que ama a si mesma. Dona de curvas totalmente fora do padrão estético, a cantora ostenta em suas composições versos que falam sobre o empoderamento da mulher negra e gorda.

Mas nem sempre foi assim. Melissa já confessou em entrevistas que, quando mais nova, ela se odiava. Bombardeada pela imposição da mídia sobre o corpo perfeito, pelas pessoas na escola e por falta de representação na TV, a cantora começou a fantasiar em ser outra pessoa,  o que resultou a rejeitar mais ainda quem ela era.

O som que passeia pelo hip-hop e r&b, marinado com pitadas de música pop, é o retrato de uma Lizzo forte e divertida, mas a inspiração para produzi-lo vem de momentos dolorosos vivenciados pela norte-americana. E por evidenciar essas experiências na música, a rapper sempre destaca nas entrevistas a sua luta pelos grupos marginalizados.

Polêmicas

‘Truth Hurts’ trouxe o combo típico de qualquer hit. Além dos records e milhões de streams, também houve perrengues. Em outubro, o produtor Justin Raisen, que já trabalhou com as artistas Charlie XCX e Sky Ferreira, acusou a faixa de plágio.

Segundo ele, o single possui elementos de outra música da própria Lizzo, a faixa ‘Healthy’, cuja ele assina a composição e a produção. O verso ‘I just took a DNA test / Turns out I’m 100% that bitch’ (‘Acabei de fazer um teste de DNA / O resultado é que eu sou 100% vadia’) é um dos elementos acusados de terem sido copiados. O produtor afirmou em seu Instagram que nunca recebeu os créditos por terem usado o trecho de sua composição.

Grammy 2020  

Nas últimas semanas, a norte-americana foi notícia em diversos sites por liderar as indicações ao Grammy. Ao todo, Lizzo concorre em oito categorias, entre elas ‘Melhor Álbum’, ‘Música do Ano’ e ‘Gravação do Ano’. A cantora concorre também a ‘Artista Revelação’, mesmo tendo debutado há alguns anos. Porém, a premiação deve ter levado em conta o fato de ‘Cuz I Love You’ ser o único álbum de Lizzo a integrar o selo de uma grande gravadora.

Ainda que o pedido tenha atrasado um pouco (para não dizer muito), nenhum ingrediente foi esquecido. Pelo contrário, com ‘Truth Hurts’, Lizzo desbancou grandes nomes consolidados no mercado fonográfico. Cardi B perdeu seu record na Billboard, e Ariana Grande, mesmo tendo lançado dois álbuns num intervalo de curto período, ficou para trás no número de categorias a concorrer ao Grammy. Enquanto isso, Lizzo saboreia o gostinho de ser o centro dos holofotes.

Continue Reading

Em alta agora