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Tech

Confira a trajetória dos 10 anos do iPhone

Os novos aparelhos devem ser anunciados nesta terça (12).

Divulgação/Apple

O ano era 2007. Ano no qual celulares como Moto Q, Palm Treo e Nokia E62 reinavam no mundo tecnológico por trazem os primeiros conceitos do que hoje chamamos de smartphones: celulares que entregam recursos de “computadores com ajuda de programas/aplicativos”. O dia? Era 9 de janeiro.

O grande Steve Jobs entra no palco e começa a introduzir o que ele próprio tratou como revolucionário. A apresentação começa, ele traz a informação de que a Apple vai apresentar 3 produtos inéditos no mercado: um grande iPod com controles por toque; um revolucionário dispositivo celular e um avançado comunicador de internet. Contudo, estes dispositivos são um só e Jobs deu o nome de iPhone.

Steve Jobs brinca mostrando um iPhone de brincadeira.

O primeiro iPhone foi a revolução dos celulares, sem dúvida alguma. Pela primeira vez na história foi apresentado um dispositivo celular que não precisava de um teclado QWERTY ocupando a frontal do celular por inteira e uma tela minúscula ou de um dispositivo que precisava da ajuda de uma caneta stylus para navegar. Jobs também comentava que os sistemas operacionais da época eram coisas pequenas, sem grandes utilidades e fez a plateia aplaudir de pé quando avisou que o celular da Apple usava o já conhecido e avançado OS X 10.

O sucesso do aparelho foi imediato. Filas gigantescas se tornaram, tornando parte de um dia especial no calendário para os fãs do telefone móvel da Apple. Foram mais de um milhão de vendas da primeira versão do iPhone, em apenas três meses.

O iPhone não parou de evoluir desde então e trouxe consigo, a cada ano, uma novidade que seria adotada por várias empresas. Um exemplo mais claro disso é o multi-touch, a Siri, a sensor de digitais e agora o 3D Touch.
Este ano, o iPhone comemora o seu aniversário de 10 anos. Durante esta década mais de um bilhão de iPhones foram vendidos. Ter um iPhone se tornou sonho de consumo para muitos pela grande experiência passada para o consumidor.

Amanhã (12) a Apple apresenta para o mundo, os novos modelos do iPhone. Alguns rumores já estão quase confirmados e teremos um dispositivo em comemoração aos 10 anos da linha. Por isso, resolvemos lembrar a trajetória do celular da empresa! Confira o nosso infográfico sobre a evolução do smartphone da maçã. Clique aqui para ver em tamanho maior.

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Mercado

Lexa se une ao Instagram para lançar conteúdo sobre ferramenta

A artista aparece cantando sua nova música, “Chama Ela”, para mostrar a ferramenta ‘Música’.

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Nesta semana, os usuários do Instagram no Brasil irão visualizar entre os Stories de seus amigos e contas que seguem, o NOVO!, um Stories do Instagram que informa sobre as novidades mais divertidas da plataforma, convidando as pessoas a experimentarem as ferramentas de Música já disponíveis no Stories. Estrelado pela cantora Lexa, este é o primeiro conteúdo de NOVO! produzido no Brasil.

A artista, representada pela Som Livre e KondZilla Records, aparece cantando sua nova música, “Chama Ela”, para mostrar como as ferramentas de Música funcionam. “É muito bom ver uma artista consagrada como a Lexa participar de uma ação em uma plataforma tão relevante, convidando mais pessoas a experimentarem essa ferramenta que só fortalece cada vez mais a indústria da música” diz Konrad Dantas, fundador da KondZilla.

“Essa parceria unindo grandes marcas reflete mais uma tendência da nossa atuação. Amplificar o potencial da música na indústria do entretenimento com foco em oferecer grandes experiências para o público. É uma honra para nós ter a Lexa, com quem estamos desde o início de sua carreira, como a primeira artista brasileira a estrelar o NOVO! no Instagram”, avalia Fernanda Bas, gerente de marketing da Som Livre.

Desde junho deste ano, os usuários brasileiros podem adicionar músicas nas publicações que fazem no Stories do Instagram e Facebook. Para experimentar as ferramentas, basta abrir a câmera no Instagram ou Facebook, ou mesmo selecionar uma foto ou vídeo da sua galeria, tocar no ícone de adesivos e adicionar o adesivo de música. Após escolher a música e o trecho preferido, ainda é possível incluir Letras, recurso que exibe a letra do trecho escolhido no Stories.

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Séries

Personagens de GoT idosos são o melhor do FaceApp

É a sequência de Game of Thrones que o George R.R. Martin jamais escreverá

Depois de treinar de graça e de forma imprudente a Inteligência Artificial de monitoramento de pessoas que o aplicativo FaceApp possui, postando fotos de nossos rostos para serem envelhecidas, agora os personagens de Game of Thrones passarem pelo mesmo tratamento.

O Instagram Kingdom of Thrones fez uma compilação com sete dos principais senhores e senhoras de Westeros envelhecidos pelo FaceApp. É a sequência de Game of Thrones que o George R.R. Martin jamais escreverá.

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Lords and ladies of Westeros in 30 years.

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É importante lembrar que ao colocar sua foto no aplicativo para ser envelhecida ou rejuvenescida, o usuário está fornecendo dados preciosos e que podem ser usados de forma maliciosa por terceiros. É divertido e perigoso, como a Guerra dos Tronos.

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Especiais

Histórias interativas e o futuro da narrativa

Imersivo e revolucionário, o novo formato pode ganhar ainda mais espaço entre os meios de comunicação.

Foto: Divulgação/Square Enix

Consegue imaginar uma história que está inteiramente em suas mãos? Onde os desdobramentos da trama, o destino dos personagens e desfechos ficam sob sua responsabilidade?

Caso não, imaginem a seguinte situação: Após um longo dia de trabalho, você senta-se no seu confortável sofá, ao lado de seu carinhoso e folgado gato. Ligando a TV, você decide analisar o catálogo da Netflix e após 55 minutos procurando aquele filme (quem nunca?), você escolhe um sobre apocalipse de zumbis.

Após frequentes cenas de ação e suspense, chega um momento em que a protagonista do longa, Sue, corre para um estacionamento repleto de zumbis. A sua melhor amiga, que está próxima dela, de repente cai e tenta, em seguida, levantar em desespero. Portanto, ela é pega por uma das aberrações e imediatamente mordida no braço. Desesperada pelo ocorrido, Sue corre até a amiga, mas o zumbi não a larga. Com um machado em mãos, a protagonista deve decidir o que fazer para ajudá-la. Sem pensar muito, Sue encontra três saídas: fugir e deixar a sua amiga para trás; cortar o braço dela, o que pode, posteriormente, precaver a transformação e a morte da garota; ou matar o zumbi para que ambas corram e fujam, com o ferimento da mordida sendo um problema para ser resolvido posteriormente.

Estando confortáveis no sofá de casa, nós apenas esperaríamos ansiosamente pelo desfecho da cena. Mas, caso de repente, a cena fosse congelada e uma mensagem surgisse na tela pedindo para VOCÊ decidir o que fazer. O que você faria?

Uma escolha difícil, certo? Mas deveras impactante.

O que faz desta experiência tão singular é o seu fator interativo, que transforma o telespectador em uma espécie de coautor da trama. Dessa forma, ele é capaz de intervir em seus desfechos e, consequentemente, nos personagens que o integram. No caso acima, o telespectador definiria o destino da melhor amiga de Sue, de acordo com a sua decisão tomada.

Caso desconheça, uma situação similar ocorre em The Walking Dead: Season 2. Todo o peso dessa escolha é transferido para o jogador, que deve lidar com a situação rapidamente para encarar, adiante, as árduas consequências de seus atos.

O jogo The Walking Dead, da Telltale Games, é caraterizado por ser uma trama construída continuamente pelos jogadores por meio de escolhas e consequências. 

DRAMAS INTERATIVOS EM JOGOS DIGITAIS

Com o exemplo acima, é notável como os jogos são um dos meios eficazes para construírem narrativas neste formato. Aqui, a interatividade é um recurso comum entre todos os gêneros (FPS, Ação, Terror, etc), mas é manifestada com mais sofisticação naqueles que são essencialmente focados na narrativa, como os jogos de RPG e Dramas Interativos.

Nesses últimos, os jogadores possuem uma liberdade maior de intervenção sobre os desdobramentos do enredo, acontecimentos e eventos gerados em um ambiente digital. Ao contrário do cinema e da literatura, em que seus caminhos comumente se direcionam a um final único, os jogos possibilitam uma gama de possibilidades e variantes, que podem ou não divergirem em graus rasos ou elevados, como cenas, diálogos, diferentes destino de personagens secundários e finais diversificados.

As decisões dos jogos variam entre questões simples e complexas. 

Em outras palavras, a narrativa interativa trata-se um espaço navegável, na qual o jogador transita quase que livremente. Isto graças ao seu caráter não linear, que acarreta em uma gama de possibilidades e escolhas dentro dos jogos digitais, o que contribui para uma experiência rica, imersiva e, que acima de tudo, consegue integrar o espectador com a trama.

E o principal efeito desses atos é a construção de um enredo singular e exclusivo para cada um que interaja com ele.

NARRATIVAS INTERATIVAS EM OUTRAS MÍDIAS

Os jogos de drama interativo reúnem características de tudo àquilo que integram o cinema, a TV, os quadrinhos, a literatura, a música e até a conversa. Por isso são mais suscetíveis a modelarem esse formato de narrativa entre os seus produtos.

Contudo, nada impede que outros meios de comunicação invistam na interatividade para suas narrativas. A Netflix, por exemplo, já visualizou este potencial e criou as Histórias Interativas, que também oferece aos espectadores a responsabilidade sobre a trama e os seus personagens.

Apesar do programa ser destinado ao público infantil, isso não o impediu de abrir ainda mais as portas para o gênero e o surgimento de novas possibilidades de narratividade no meio televisivo.

Em Histórias Interativas acompanhamos a jornada do popular Gato de Botas. 

Após o seu lançamento, a Netflix revelou que daria continuidade nas produções deste gênero, porém, explorando, dessa vez, o público adulto.

Dito e feito.

Em outubro foi divulgado que Black Mirror, uma das séries originais da companhia, possuiria um episódio inteiramente interativo em sua quinta temporada. Segundo o jornal Independent, o diretor David Slade filmou cinco horas de cenas para que o espectador possa decidir e encarar as diferentes rotas ao longo da trama.

Isto torna a adesão deste formato ainda mais interessante para a série, visto a sua proposta em explorar as consequências de tecnologias futuras na sociedade. A narrativa interativa propriamente dita, e a manipulação do usuário envolto das tecnologias, acabam sendo pautas no episódio.

Uma sacada genial Black Mirror!

Mas as coisas não param por aí, além dos casos referentes a Netflix, a Sony anunciou a produção de Erica, um filme interativo que será lançado exclusivamente no Playlink, um dos serviços oferecidos para o Playstation 4.

Em sua trama, encontraremos a jovem de mesmo nome, que deve lidar com uma experiência traumática do passado que ainda a assombra. A sua vida fica ainda mais agitada, quando um antigo amigo da família faz contato e diz acreditar que as memórias de Erica são a chave para identificar um assassino.

Neste contexto, junto de Erica, iremos traçar a sua história, decidir as suas principais ações, em quem confiar e o que fazer com o caso em mãos. As nossas decisões irão ditar o rumo da narrativa e consequentemente o destino da protagonista.

Segundo a Sony, a intenção em prosseguir com este formato é explorar as nuances de uma performance em live-action, que será decisiva para as escolhas dos espectadores. Através delas,  será possível notar os mínimos e sutis detalhes em gestos e articulações o que nos levará a interpretação de mentiras e verdades, que podem ou não estarem sendo ditas. Assim, a atuação e a nossa percepção acima delas, será primordial para a construção da trama de Erica.

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Apesar de sutil, é notável que há um crescente investimento nesse segmento narrativo. Aliás, as vantagens e qualidades dessa modalidade são muitas.

Nos dramas interativos, os espectadores são expostos a uma experiência mais vívida, na qual são capazes de interagir com outros personagens e até simpatizar com os mesmos. Sem contar que são suscetíveis a criarem laços com o ambiente e a própria trama do jogo. Além disso, com esses elementos imersivos, os espectadores são estimulados com uma sensação de pertencimento neste ambiente virtual, o que, consequentemente, torna a experiência narrativa mais pessoal e emotiva. Aliás, como um ser componente dessa história ele também anseia por descobrir onde as suas ações, interações e intervenções o levarão.

Por outro lado, há algumas adversidades. Na perspectiva de produção, deve-se preocupar com a criação e a gravação de diferentes cenas para cada situação; construir diálogos convincentes e condizentes para cada uma delas; e gerenciar um enredo que se desdobra em múltiplos desfechos e que, mesmo que apresente uma pluralidade de eventos, não possua furos de roteiro, ao mesmo tempo que seja capaz de exteriorizar todas as informações primordiais aos telespectadores.

Para exemplificar, o jogo de drama interativo Detroit: Become Human possui um roteiro com mais de 2 mil páginas, que necessitou de 250 atores interpretarem 513 papéis diferentes para ser contemplado. Tudo isso em cerca de 74 mil animações únicas, gravadas em 324 dias, em meio aos 4 anos de produção. (Quase nada, tsc)

Detroit: Become Human é um jogo de narrativa interativa produzido pela Quantic Dream. 

Ou seja, trata-se de um formato de produção que requer um gerenciamento e detalhamento de roteiro e produção mais cauteloso, o que consequentemente eleva os custos da produção.

São termos que pesarão na balança nas construções dessas histórias. Mas vale salientar o seu caráter inovador e revolucionário paras as mídias atuais. Aliás, é um formato que muda a forma como nós consumimos a narrativa, que sempre esteve presente na história da humanidade.

Com isso em mente, você considera que a narrativa interativa o próximo passo das histórias que nos rodeiam? Ou apenas uma alternativa para os mais famintos de uma narrativa imersiva? Já experimentou jogar ou assistir algum dos exemplos citados? Conte-nos!

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