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Música

COMEÇA A PRÉ-VENDA DA VERSÃO FÍSICA DE “LOVER”, ÁLBUM DE TAYLOR SWIFT

Os fãs da cantora norte-americana Taylor Swift têm mais um motivo para comemorar. A pré-venda da versão física do álbum “Lover”, seu mais recente disco, lançado no final de agosto, já começou na plataforma de vendas diretas da Universal Music. “Lover”será distribuído nos formatos Standard e Deluxe 1, 2, 3 e 4.

O formato Standard do álbum é a versão tradicional do CD, contendo um encarte especial com as letras e 18 músicas no compilado, incluindo os singles “ME!” , “You Need To Calm Down” e “Lover“.

Já a versão Deluxe chega em quatro diferentes formatos, todos contendo o CD, dois áudios-bônus das sessões de composição da artista, páginas exclusivas dos diários de Taylor Swift, letras manuscritas e fotos exclusivas da cantora. As edições Deluxe 1, 2, 3 e 4 também contém um pôster, variando a foto de acordo com a versão do formato escolhido, além de folhas em branco de diário para os fãs escreverem o que quiserem e um encarte com todas as letras das músicas presentes em “Lover”.

Acesse aqui para encontrar todas as versões e os diferentes formatos físicos do sétimo álbum da cantora.

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Música

Billie Eilish, Demi Lovato e homenagens a Kobe Bryan marcam Grammy 2020

Cerimônia foi apresentada pela cantora Alicia Keys e consagrou Eilish como artista do ano.

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Billie Eilish ganhou cinco estatuetas no Grammy 2020 (Foto: FREDERIC J. BROWN / AFP)

Billie Eilish fez um rapa na cerimônia de entrega dos prêmios do Grammy Awards 2020, realizado na noite desse domingo (26), no Staples Center, em Los Angeles, Estados Unidos. A cantora de 18 anos se tornou segunda artista na história – e agora a mais jovem – a ganhar nas quatro grandes categorias da premiação: revelação, melhor álbum, melhor gravação e melhor música do ano. Antes, o título pertencia a Christopher Cross (1981).

Em uma noite de performances de Lizzo, Usher, Aerosmith, Camila Cabello, Lil Nas X, BTS, Gwen Stefani, Sheldon Blake e mais, o amor a Kobe Bryant ficou em destaque. O jogador de basquete morreu ainda no domingo, em decorrência de um acidente de helicóptero. Todos os artistas fizeram menções ao atleta em suas performances.

Demi Lovato foi uma das performances mais aguardadas da noite. Visivelmente emocionada, Demi teve dificuldades para cantar no início da apresentação, mas logo a intérprete de “Anyone” entregou, além de uma música inédita, a mais emocionante apresentação da noite.

Veja abaixo os vencedores nas principais categorias:

Gravação do ano

  • “Hey, Ma” – Bon Iver
  • “Bad Guy” – Billie EiIish
  • “7 Rings” – Ariana Grande
  • “Hard Place” – H.E.R
  • “Old Town Road” – Lil Nas X ft.Ray Cyrus
  • “Talk” – Khalid
  • “Truth Hurts” – Lizzo
  • “Sunflower” – Post Malone & Swae Lee

Álbum do ano

  • “I, I” – Boniver
  • “Norman F***ing Rockwell” – Lana Del Rey
  • “When We all Fall Asleep, Where Do We Go” – Billie Eilish
  • “Thank U, Next” – Ariana Grande
  • “I Used to Know Her” – H.E.R
  • “7” – Lil Nas X
  • “Cuz I Love You” – Lizzo
  • “Father on the Bride” – Vampire Weekend

Revelação

  • Black Pumas
  • Billie Eilish
  • Lil Nas X
  • Lizzo
  • Maggie Rogers
  • Rosalía
  • Tank and the Bankas
  • Yola

Melhor perfomance de rap/vocal

  • “Higher” – DJ Khaled ft. Nipsey Hussle & John Legend
  • “Drip Too Hard” – Lil Baby & Gunna
  • “Panini” – Lil Nas X
  • “Ballin” – Mustard ft. Roddy Ricch
  • “The London” – Young Thug ft. J. Cole & Travis Scott

Música do ano

  • “Always Remember Us This Way” (gravada por Lady Gaga)
  • “Bad Guy” (gravada por Billie EiIish)
  • “Bring My Flowers Now” (gravada por Tanya Tucker)
  • “Hard Place” (gravada por H.E.R)
  • “Lover” (gravada por Taylor Swift)
  • “Norman F***ing Rockwell” (gravada por Lana Del Rey)
  • “Someone You Loved” (gravada por Lewis Capaldi)
  • “Truth Hurts” (gravada por Lizzo)

Melhor álbum rap

  • “Revenge of the Dreamers III” – Dreamville
  • “Championships” – Meek Mill
  • “I am > I was” – 21 Savage
  • “Igor” – Tyler, The Creator
  • “The Lost Boy” – YBN Cordae

Melhor performance de pop solo

  • “Spirit” – Beyoncé
  • “Bad Guy” – Billie Eilish
  • “7 Rings” – Ariana Grande
  • “Truth Hurts” – Lizzo
  • “You Need to Calm Down” – Taylor Swift

Melhor álbum pop

  • “The Lion King: The Gift” – Beyoncé
  • “When We all Fall Asleep, Where Do We Go” – Billie Eilish
  • “Thank U, Next” – Ariana Grande
  • “No. 6 Collaborations Project” – Ed Sheeran
  • “Lover” – Taylor Swift

Melhor álbum pop com vocal tradicional

  • “Sì” – Andrea Bocelli
  • “Love (Deluxe Edition) – Michael Bublé
  • “Look Now” – Elvis Costello & The Imposters
  • “A Legendary Christmas” – John Legend
  • “Walls” – Barbra Streisand

Melhor performance de duo/grupo pop

  • “Boyfriend” – Ariana Grande & Social House
  • “Sucker” – Jonas Brothers
  • “Old Town Road” – Lil Nas X featuring Billy Ray Cyrus
  • “Sunflower” – Post Malone & Swae Lee
  • “Señorita” – Shawn Mendes & Camila Cabello

Melhor música de R&B

  • “Could’ve Been” – H.E.R ft. Bryson Tiller
  • “Look At Me Now” – Emily King
  • “No Guidance” – Chris Brown ft. Drake
  • “Roll Some Mo” – Lucky Daye
  • “Say So” – PJ Morton ft. JoJo

Melhor álbum de R&B

  • “1123” – BJ The Chicago Kid
  • “Painted” – Lucky Daye
  • “Ella Mai” – Ella Mai
  • “Paul” – PJ Morton
  • “Ventura” – Anderson .Paak

Melhor álbum de música urbana

  • “Apollo XXI” – Steve Lacy
  • “Cuz I love you (Deluxe)” – Lizzo
  • “Overload – Georgia Anne Muldrow
  • “Saturn” – NAO
  • “Being human in public” – Jessie Reyez

Melhor performance de R&B tradicional

  • “Time Today” – BJ The Chicago Kid
  • “Steady Love” – India.Arie
  • “Jerome” – Lizzo
  • “Real Games” – Lucky Daye
  • “Built for Love” – PJ Morton Featuring Jazmine Sullivan

Melhor performance de R&B

  • “Love Again” – Daniel Caesar & Brandy
  • “Could’ve Been” – H.E.R featuring Bryson Tiller
  • “Exactly How I Feel” – Lizzo featuring Gucci Mane
  • “Roll Some Mo” – Lucky Daye
  • “Come Home” – Anderson .Paak ft. André 3000

Melhor álbum de música alternativa

  • “U.F.O.F.” – Big Thief
  • “Assume Form” – James Blake
  • “I,I” – Bon Iver
  • “Father of the bride” – Vampire Weekend
  • “Anima” – Thom Yorke

Melhor álbum de rock

  • “Amo” – Bring Me The Horizon
  • “Social Cues” – Cage The Elephant
  • “In the end” – The Cranberries
  • “Trauma” – I Prevail
  • “Feral Roots” – Rival Sons

Melhor música de rock

  • “Fear Inoculum” – Tool
  • “Give yourself a try” – The 1975
  • “Harmony Hall” – Vampire Weekend
  • “History Repeats” – Brittany Howard
  • “This land” – Gary Clark Jr.

Melhor performance de metal

  • “Astorolus – The Great Octopus” – Candlemass Featuring Tony Iommi
  • “Humanicide” – Death Angel
  • “Bow Down” – I Prevail
  • “Unleashed” – Killswitch Engage
  • “7empest” – Tool

Melhor performance de rock

  • “Pretty Waste” – Bones UK
  • “This Land” – Gary Clark Jr.
  • “History Repeats” – Brittany Howard
  • “Woman” – Karen O & Danger Mouse
  • “Too Bad” – Rival Sons

Melhor música de rap

  • “Bad idea” – YBN Cordae ft. Chance The Rapper
  • “Gold roses” – Rick Ross ft. Drake
  • “A lot” – 21 Savage ft. J. Cole
  • “Racks in the middle” – Nipsey Hussle ft. Roddy Ricch & Hit-Boy
  • “Suge” – DaBabby

Melhor performance de rap

  • “Middle Child” – J. Cole
  • “Suge” – DaBaby
  • “Down Bad” – Dreamville ft. J.I.D, Bas, J. Cole, EARTHGANG & Young Nudy
  • “Racks in the Middle” – Nipsey Hussle ft. Roddy Ricch & Hit-Boy
  • “Clout” – Offset ft. Cardi B

Melhor clipe

  • “We’ve Got to Try” – The Chemical Brothers
  • “This Land” – Gary Clark Jr.
  • “Cellophane” – FKA Twigs
  • “Old Town Road (Official Movie) – Lil Nas X & Billy Ray Cyrus
  • “Glad He’s Gone” – Tove Lo

Melhor álbum de jazz latino

  • “Antidote” – Chick Corea & The Spanish Heart Band
  • “Sorte!: Music by JOhn Finbury” – Thalma de Freitas com Vitor Gonçalves, John Patitucci, Chico Pinheiro, Rogerio Boccato & Duduka Da Fonseca
  • “Una noche con Rubén Blades” – Jazz At Lincoln Center Orchestra com Wynton Marsalis ft. Rubén Blades
  • “Carib” – David Sánchez
  • “Sonero: The music of Ismael Rivera” – Miguel Zenón
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Coluna Lucas Nash

Grammy e racismo: o relacionamento mais duradouro do mundo da música

A década de 2010 termina sem nenhum artista negro ter ganhado o ‘Melhor Álbum do Ano’ no Grammy.

Há 12 anos, em Los Angeles, o pianista de jazz Herbie Hancock subia ao palco da 50ª cerimônia de premiação do Grammy para receber a estatueta de ‘Melhor Álbum do Ano’ pelo disco ‘River: The Joni Letters’, produzido em homenagem à cantora Joni Mitchell. O momento foi um balde de água fria para muitos que acompanhavam a cerimônia. As apostas estavam altas em ‘Back to Black’ de Amy Winehouse, que já tinha garantido três das principais categorias da noite.

O produtor Quincy Jones, ao entregar o prêmio a Hancock, não se mostrou muito contente com a vitória e muito menos se preocupou em disfarçar. Além de Amy, o pianista concorria com Kanye West e Foo Fighters. Hancock não era apontado por nenhum site especializado como vencedor e a própria indicação do artista na categoria não foi bem recebida pelos críticos.

Contudo, o ponto mais relevante desse fato não é o descontentamento do público, da crítica ou dos artistas com a vitória do pianista em 2008, e sim que Herbie Hancock foi o último artista negro a ter um álbum vencedor da principal categoria do Grammy. Mas o que isso significa? Em meio a uma período em que grandes nomes da Black Music lançaram diversos trabalhos, o Grammy finaliza a década de 2010 reafirmando uma problemática intrínseca da premiação: de que artistas negros, dificilmente, merecem o mérito por terem entregue grandes obras na história da música.

Para entender o porquê, podemos refletir sobre a resposta dada pelo então presidente da Academia Fonográfica, responsável pela premiação, ao ser questionado pela ausência de nomes femininos nas principais categoria do prêmio em 2018. Neil Portnow, tentando defender o seu peixe, acabou afirmando que as mulheres precisam aumentar o nível. Seria esse também o motivo pelo qual artistas como Kendrick Lamar e Beyoncé, recordistas em indicações nas edições de 2016 e 2017, respectivamente, acabam perdendo nessa categoria?

A invisibilidade do Hip-Hop e as injustiça contra Lamar

Com ‘To Pimp A Butterfly’ (2015), Kendrick liderou o Grammy 2016 com 11 nomeações, entre elas a de melhor álbum do ano. A nomeação na categoria não pegou ninguém de surpresa, como no caso do pianista Hancock, muito pelo contrário, já era esperada. ‘To Pimp A Butterfly’ foi ovacionado no seu ano de lançamento, muitos críticos consideraram a obra com um experimento assertivo de renovação do Hip-Hop, indo além do gênero e explorando outros estilos.

Entre as rimas amargas que estampam a realidade da população negra e a criatividade experimental, o álbum figurou em primeiro lugar em diversas lista de melhores álbuns de 2015, conseguiu a nota média de 96/100 no Metacritc, com base em 44 críticas, e é, até hoje, considerado o mais importante álbum da cultura Hip-Hop/Rap. Contudo, no final da noite do 58ª Grammy, o rapper voltou para casa sem ganhar em nenhuma categoria principal e, dentre elas, bem… Vocês já sabem.

Sobre isso, o rapper Frank Ocean considerou com um dos momentos mais “defeituosos” da TV, ao rebater uma critica da própria bancada do Grammy a respeito de uma apresentação realizada por ele na edição de 2013. Além disso, o artista, em 2017, deixou de submeter o seu álbum ‘Blonde’ (2016) por não concordar com as políticas da premiação. Seguindo o caminho aberto por Ocean, Kanye West e Drake, também em 2017, resolveram boicotar o prêmio não indo à cerimônia, alegando a falta de espaço para os negros.

O icônico Snoop Dogg também levantou a bandeira naquele mesmo ano. O dono de parcerias consagradas mandou um belo f****se ao prêmio por não representar os artistas negros. “Que tal criamos uma premiação dos negros? Vamos dar a eles tudo o que eles merecem por ontem, hoje e amanhã”, afirmou o rapper em um vídeo divulgado em uma rede social.

E esse descontentamento é histórico. O empresário Jay Z deixou de comparecer em diversas edições, como forma de boicote, porque, no ano de 1999, a bancada não indicou o trabalho do rapper DMX, bastante elogiado na época. Jay Z aproveitou para reiterar que já é sistemático a prática de exclusão do Hip-Hop nas principais categorias do prêmio.

Outro exemplo de artistas negros sendo esnobados é Beyoncé. A cantora tem um total de 22 prêmios Grammy, mas, vejam só, dentre o total, 18 são de categorias de R&B e música urbana. Muitos apontam essas categorias como prêmios de consolação. Faz sentido. Em 2017, Beyoncé era líder em indicações e ‘Lemonade’ (2016) era um dos favoritos para ganhar álbum do ano, mas a cantora teve que se contentar com a estatueta ‘Melhor Álbum de Música Urbana‘.

Negros têm visibilidade na premiação?

Com todo esses momentos promovidos pelas últimas edições da premiação, a impressão é que, embora artistas negros tenham entregado obras aclamadas, que revolucionaram o mercado e a música, a bancada do Grammy ainda insiste em vê-los apenas como dignos de serem indicados, mas não de serem vencedores.

Isso se torna mais palpável se formos ver em números. Entre os anos de 2010 e 2019, dos 53 indicados na categoria “Melhor Álbum do Ano”, 19 eram negros, mas nenhum se consagrou como vencedor. Já dos 50 indicados na mesma categoria, no período de 2007 a 2017, 10 eram negros, e apenas um conseguiu levar o prêmio, ainda que a contragosto de muitos. Se totalizarmos todas as edições do Grammy, que acontece desde 1959, apenas 10 artistas negros saíram com a estatueta de álbum do ano, sendo que, desses artistas, há apenas duas mulheres.

62ª edição do Grammy

A cerimônia de premiação deste ano acontece no próximo domingo (26) e, assim com nas edições de 20016 e 20017, são artistas negros que lideram as indicações. A cantora e rapper Lizzo totaliza oito nomeações, saindo na frente de nomes como Ariana Grande e Taylor Swift. Além dela, Lis Nas X é outro artista negro líder em nomeações, seis no total. Ambos estão concorrendo a ‘Melhor Álbum do Ano’.

Independente se Lizzo ou Lis Nas X saiam vitoriosos ou não na categoria, a realidade, para quem acompanhou de perto os lançamentos dos últimos 10 anos, é difícil de ser digerida. Na década marcada por movimentos como Black Lives Matter, pelo primeiro afro-americano ocupando o cargo de presidente dos Estados Unidos e Beyoncé marchando com seus bailarinos em homenagem aos Panteras Negras, no intervalo da final do Super Bowl, o Grammy se reafirma como uma instituição presa à sociedade segregacionista norte-americana do século passado, ao não permitir que artistas negros saiam do status de indicados e se tornem os grandes campeões da premiação.

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Música

‘Batidão’, novo single de Enme, está prestes a alcançar 10 mil plays no Spotify

O primeiro EP da maranhense já conta com mais de 154 mil execuções no serviço de streaming musical.

Enme não dá trégua para descanso!

Após entregar o primeiro EP autoral, ‘Pandú’ (2019), a cantora e drag queen maranhense Enme já colhe bons frutos da recém lançada ‘Batidão’. A faixa está prestes a alcançar 10 mil execuções no Spotify e é capa da playlist LGBT*, que conta com músicas de artistas como Pabllo Vittar e Gloria Groove, além de ser destaque em outras playlists do serviço de streaming. Até agora, ‘Batidão’ totaliza mais de 8 mil execuções.

A nova aposta da cantora é um verdadeiro intercâmbio regional entre o Maranhão e a Bahia, onde os tambores maranhenses dialogam com o pagode bahiano e dão vida a uma epifania de batidas eletrônicas e rimas ágeis. E esse resultado não é por acaso. ‘Batidão’ conta com a produção do bahiano Noise Man, nome responsável pela produção de sucessos como ‘Problema Seu’, da Vittar, e co-produção de Sandoval Filho, que trabalhou nas faixas ‘Killa’ e ‘Juçara’, presentes em ‘Pandú’.

No ano passado, Enme foi a grande vencedora do concurso novos talentos do Festival Sons da Rua. A maranhense concorreu com artistas de diversos estados do Brasil e, com a vitória, ela se apresentou na Arena Corinthias em São Paulo. A vitória também trouxe como prêmio a produção de um single, no caso, ‘Batidão’.

Já o primeiro EP da maranhense conta com mais de 154 mil execuções no Spotify. ‘Sarrar’ é a faixa mais escutada da cantora na plataforma, com 80 mil plays, seguida de ‘Killa’, com 70 mil.

Sucesso além do Maranhão

Neste ano, Enme já tem agenda de shows confirmados e Pernambuco é o próximo destino da ‘Juçara Tour’.No dia 15 de fevereiro, a maranhense desembarca em Recife para se apresentar no festival Porto Musical. O evento acontece desde 2005 e promove shows gratuitos, oficinas, seminários e outras ações de fortalecimento do mercado musical. Se apresentarão também no festival nomes como China e Luísa e os Alquimistas.

E taca stream em ‘Batidão’ :

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