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TV

Com GoT e Chernobyl, HBO volta ao topo das indicações no Emmy

Drama de Fantasy varreu as indicações em sua última chance de brilhar

A edição deste ano do Emmy Awards traz de volta ao topo das indicações a veterana HBO que, empurrada pela última temporada de Game of Thrones e a aclamada minissérie Chernobyl, coleciona mais um recorde: 137 chances de ganhar o prêmio que já tem aos baldes.

Game of Thrones chegou para sua última aparição no prêmio sufocando a concorrência com fumaça de dragão. São 32 indicações ao todo, incluindo a sua primeira vez nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Ator de Drama, concorrendo Emilia Clark (Daenerys Targaryen) e Kit Harington (Jon Snow). Atriz coadjuvante conta com Maisie Williams, Gwendoline Christie, Lena Headey e Sophie Turner. Carice van Houten, a Melisandre, aparece ainda em atriz convidada.

O drama de fantasia que mudou a TV também concorre como Melhor Série Dramática, disputando com Bodyguard, Ozark, Pose, Succession, This is Us e Killing Eve

Já Chernobyl está concorrendo em 19 categorias, incluindo Melhor Minissérie, melhor Atriz e Ator Coadjuvantes com Stellan Scarsgard e Emily Watson, e Melhor Ator com Jared Harris.

Ainda com destaque nas indicações estão Marvelous Mrs Maisel e Fleabag, do Amazon Prime Video, When They See Us e Russian Doll, da Netflix.

Voltando para Killing Eve, produção da BBC criada por Phoebe Waller-Bridge, levou duas indicações para Jodie Comer e Sandra Oh, ambas concorrendo como Melhor Atriz em Série Dramática. Waller-Bridge também concorre como Melhor Atriz em comédia por Fleagbag.

Já as notáveis ausências vão de Julia Roberts, que fez o seu debut na TV no Prime Vídeo com Homecoming, e Emma Stone e Jonah Hill, por seus personagens em Maniac da Netflix.

Falando em Netflix, a pioneira do streaming segue no calcanhar da HBO, com 117 indicações, mas bem à frente da Amazon, que tem apenas 47 chances de brilhar.

A 71ª cerimônia do Emmy ocorre no dia 22 de setembro, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Confira a lista com as principais indicações:

Melhor série de drama

Better call Saul (AMC)
Bodyguard (Netflix)
Game of thrones (HBO)
Killing Eve (AMC/BBC America)
Ozark (Netflix)
Pose (FX)
Succession (HBO)
This is us (NBC)

Melhor atriz de drama

Emilia Clarke (Game of thrones)
Jodie Comer (Killing Eve)
Viola Davis (How to get away with murder)
Laura Linney (Ozark)
Mandy Moore (This is us)
Sandra Oh (Killing Eve)
Robin Wright (House of cards)

Melhor ator de drama

Jason Bateman (Ozark)
Sterling K. Brown (This is us)
Kit Harington (Game of thrones)
Bob Odenkirk (Better call Saul)
Billy Porter (Pose)
Milo Ventimiglia (This is us)

Melhor ator coadjuvante de drama

Jonathan Banks (Better call Saul)
Giancarlo Esposito (Better call Saul)
Alfie Allen (Game of thrones)
Nikolaj Coster-Waldau (Game of thrones)
Peter Dinklage (Game of thrones)
Michael Kelly (House of cards)
Chris Sullivan (This is us)

Melhor atriz coadjuvante de drama

Gwendoline Christie (Game of thrones)
Lena Headey (Game of thrones)
Sophie Turner (Game of thrones)
Maisie Williams (Game of thrones)
Fiona Shaw (Killing Eve)
Julia Garner (Ozark)

Melhor ator convidado de drama

Michael McKean (Better call Saul)
Bradley Whitford (The handmaid’s tale)
Glynn Turman (How to get away with murder)
Ron Cephas Jones (This is us)
Michael Angarano (This is us)
Kumail Nanjiani (The twilight zone)

Melhor atriz convidada de drama

Jessica Lange (American horror story: Apocalypse)
Carice van Houten (Game of thrones)
Cherry Jones (The handmaid’s tale)
Cicely Tyson (How to get away with murder)
Laverne Cox (Orange is the new black)
Phylicia Rashad (This is us)

Melhor série limitada ou minissérie

Chernobyl (HBO)
Escape at Dannemora (Showtime)
Fosse/Verdon (FX)
Objetos cortantes (HBO)
Olhos que condenam (Netflix)

Melhor ator de série limitada ou minissérie

Mahershala Ali (True detective)
Benicio Del Toro (Escape at Dannemora)
Hugh Grant (A very english scandal)
Jared Harris (Chernobyl)
Jharrel Jerome (Olhos que condenam)
Sam Rockwell (Fosse/Verdon)

Melhor atriz de série limitada ou minissérie

Amy Adams (Objetos cortantes)
Patricia Arquette (Escape at Dannemora)
Aunjanue Ellis (Olhos que condenam)
Joey King (The act)
Niecy Nash (Olhos que condenam)

Melhor ator coadjuvante de série limitada ou minissérie

Stellan Skarsgård (Chernobyl)
Paul Dano (Escape At Dannemora)
Ben Whishaw (A very english scandal)
Asante Blackk (Olhos que condenam)
John Leguizamo (Olhos que condenam)
Michael K. Williams (Olhos que condenam)

Melhor atriz coadjuvante de série limitada ou minissérie

Patricia Arquette (The act)
Margaret Qualley (Fosse/Verdon)
Patricia Clarkson (Objetos cortantes)
Marsha Stephanie Blake (Olhos que condenam)
Vera Farmiga (Olhos que condenam)

Melhor comédia

Barry (HBO)
Fleabag (Amazon Prime)
The good place (NBC)
The marvelous Mrs. Maisel (Amazon Prime)
Boneca russa (Netflix)
Schitt’s Creek
Veep (HBO)

Melhor ator de comédia

Anthony Anderson (Black-ish)
Don Cheadle (Black monday)
Ted Danson (The good place)
Michael Douglas (O método Kominsky)
Bill Hader (Barry)
Eugene Levy (Schitt’s creek)

Melhor atriz de comédia

Christina Applegate (Disque amiga para matar)
Rachel Brosnahan (The marvelous Mrs. Maisel)
Julia Louis-Dreyfus (Veep)
Natasha Lyonne (Boneca russa)
Catherine O’Hara (Schitt’s Creek)
Phoebe Waller-Bridge (Fleabag)

Melhor atriz coadjuvante de comédia

Sarah Goldberg (Barry)
Sian Clifford (Fleabag)
Olivia Colman (Fleabag)
Betty Gilpin (Glow)
Alex Borstein (The marvelous Mrs. Maisel)
Marin Hinkle (The marvelous Mrs. Maisel)
Kate McKinnon (Satuday night live)
Anna Chlumsky (Veep)

Melhor ator coadjuvante de comédia

Anthony Carrigan (Barry)
Stephen Root (Barry)
Henry Winkler (Barry)
Alan Arkin (O método Kominsky)
Tony Shalhoub (The marvelous Mrs. Maisel)
Tony Hale (Veep)

Melhor ator convidado em comédia

Luke Kirby (The marvelous Mrs. Maisel)
Rufus Sewell (The marvelous Mrs. Maisel)
John Mulaney (Satuday night live)
Matt Damon (Satuday night live)
Robert De Niro (Satuday night live)
Peter MacNicol (Veep)

Melhor atriz convidada de comédia

Fiona Shaw (Fleabag)
Kristin Scott Thomas (Fleabag)
Maya Rudolph (The good place)
Jane Lynch (The marvelous Mrs. Maisel)
Emma Thompson (Saturday night live)
Sandra Oh (Saturday night live)

Melhor telefilme

Black Mirror
Bandersnatch
Brexit
Deadwood
KingLear
My Dinner With Herve

Melhor reality de competição

The amazing race (CBS)
American ninja warrior (NBC)
Nailed It (Netflix)
RuPaul’s drag race (VH1)
Top chef (Bravo)
The voice (NBC)

Melhor talk-show

The daily show with Trevor Noah (Comedy Central)
Full frontal with Samantha Bee (TBS)
Jimmy Kimmel live (ABC)
Last week tonight with John Oliver (HBO)
Late late show with James Corden (CBS)
Late show with Stephen Colbert (CBS)

Filmes

Edital seleciona roteiristas iniciantes para receberem apoio financeiro

Os projetos passarão por formações e rodada de investimentos com produtoras brasileiras.

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Foi aberto um edital da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), voltado totalmente para roteiristas estreantes que possuam uma história original e inédita para filmes de longa e curta metragem, assim como séries.

Ao todo, 45 roteiros serão selecionados. Os projetos passarão por formações e rodada de investimentos com produtoras brasileiras. Os roteiristas também receberão treinamentos com os Script Doctors, profissionais que aperfeiçoam roteiros, além de participarem de conferências com grandes roteiristas do país.

Os selecionados pelo edital contarão com ajuda financeira, podendo chegar até R$ 15 mil, dependendo da categoria: longa, curta metragem ou série. O diretor e chefe da representação da OEI no Brasil Raphael Callou afirmou que o objetivo é revelar novos talentos que nunca tiveram a chance de ver seu roteiro produzido e apresentado em festivais, além de fomentar o mercado audiovisual brasileiro.

 A medida visa a motivar os roteiristas a colocar em prática suas habilidades empreendedoras e vislumbrar um primeiro contrato profissional para que as obras sejam produzidas e assistidas por todos”, diz nota da OEI.

Conforme a organização, após a formação, os roteiristas poderão participar também de evento promovido pelo Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (Icab) com produtoras independentes do país. Outras informações e o edital completo estão disponíveis no site do concurso.

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TV

‘Falcão e o Soldado Invernal’ e ‘Loki’ devem iniciar gravações até agosto

Produção de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ também têm previsão para retornar ainda este ano.

Foto: Divulgação.

As gravações das séries da Marvel Falcão e o Soldado Invernal e Loki têm previsão de serem retomadas até o início de agosto. A informação foi repassada por fontes do estúdio Pinewood e divulgada pela The Hollywood Reporter.

De acordo com as fontes, as séries entram em pré-produção ainda no mês de julho e o início das gravações não podem passar das primeiras semanas de agosto. As duas séries da Marvel Studios precisaram paralisar suas produções em março deste ano devido a pandemia do novo coronavírus. As gravações de Falcão aconteciam em Praga e de Loki em Atlanta.

Ainda de acordo com as fontes, o estúdio está tomando todas as medidas de prevenção a Covid-19, com o estabelecimento de novas condutas e protocolos. Anteriormente, Falcão e o Soldado estava previsto para ser lançado em agosto deste ano na Disney+ e Loki em 2021. As fontes não mencionaram se havia previsão para o fim das gravações no cronograma do estúdio.

Outra produção da Marvel que deve retomar as gravações é o longa Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis. Segundo o Deadline, o estúdio está tentando começar no final de julho, na Austrália. A produção foi interrompida também em março, quando o diretor do filme, Destin Daniel Cretton, decidiu se isolar e realizar o teste da Covid-19 como medida de proteção a seu filho recém-nascido. O diretor testou negativo.

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Tech

Dados apontam mudanças no consumo de vídeos e seus impactos para anunciantes durante a pandemia

Os dados são da pesquisa da empresa Kantar, especialista em medição de audiência televisiva.

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Que o coronavírus mudou diversos hábitos no dia a dia da população mundial, já sabendo. A principal mudança, claro, foi no que diz respeito aos hábitos de higiene, que estão agora redobrados como forma de prevenção à contaminação pelo novo vírus.

Contudo, outro hábito que sofreu mudanças, por consequência da pandemia, foi o de consumo de produtos audiovisuais. Além de ter impacto em plataformas que comercializam produtos de vídeo, também impacta em alguns pontos para os anunciantes.

Sobre isso, a Kantar Ibope Midia apontou quais mudanças de curto prazo nos hábitos de mídia e no consumo de vídeo foram essas, que se desencadearam em diversos mercados .

1. Mais pessoas assistindo TV, especialmente durante a semana

“Na Espanha, quando o governo espanhol anunciou um bloqueio nacional no sábado, 14 de março, os telespectadores passaram 100 minutos a mais assistindo TV em comparação com o sábado anterior (326 x 225 min). Temos visto aumentos significativos, em regiões diferentes. Na América Latina (+9% na semana passada) e Filipinas (+ 19%), enquanto na Noruega houve um aumento de 26% na visualização nos dois primeiros dias úteis após o bloqueio nacional”, revela a pesquisa da Kantar.

Para os anunciantes, esse fato representa um grande valor, já que a entrega da publicidade para o público-alvo tem seu custo por mil reduzido, em especial nos horários durante o dia ao longo da semana.

2. Públicos mais jovens impulsionando aumento de audiência

Com escolas e universidades paralisadas, essa faixa etária mais baixa ganhou mais tempo dentro de casa procurando distrações.

“Entre jovens de 15 e 34 anos o aumento foi de 27%. Para os maiores de 65 anos, o aumento foi de 9% – ainda quase duas horas a mais de exibição de TV do que entre os menores de 35 anos. Enquanto isso, na Espanha, os minutos médios vistos na semana passada aumentaram 80% entre o público de 13 e 24 anos em março, em comparação com 23% entre maiores de 65 anos. No Brasil, quando analisamos os dados de 18 de março, o crescimento do público de 12-17 anos na audiência é de 30%, e podemos observar, também, aumentos consistentes em todas as faixas etárias”.

3. Recordes de audiência dos programas jornalísticos

Tratando-se de uma pandemia, há também o público que deseja frequentemente acompanhar os noticiários para saber da evolução do novo coronavírus e, também, ter acesso às recomendações das autoridades.

“Na China, o tempo gasto assistindo aos noticiários mais do que dobrou até agora (18,5 horas por semana em 2020 contra 9 horas no ano passado). Na Espanha vimos um aumento de 3,6x na exibição de notícias na TV no sábado, 14 de março, quando o governo anunciou o bloqueio nacional. Na Dinamarca, 3,3 milhões de pessoas assistiram a discursos do primeiro-ministro e da rainha anunciando o bloqueio nacional – um recorde em 28 anos, com uma audiência de 59,3%”.

A pesquisa acrescenta: “No Brasil, comparando a média de segunda e terça-feira (16 e 17 de março), com a média das outras segundas e terças-feiras do ano, a audiência dos programas jornalísticos cresceu 17%. Na PayTV o crescimento é ainda maior e a audiência dos programas jornalísticos quase dobrou quando comparados com a média destes programas no mês de março”.

4. O crescimento é identificado em plataformas lineares e não lineares, sendo compartilhado

Grande parte do aumento dessa audiência foi canalizada para as plataformas de streaming como Netflx, Amazon Prime Video, Telecine, HBO MAX, etc. “Vimos como a demanda pela Netflix levou a remoção do HD para manter a banda larga europeia, e a Disney fazendo um anúncio semelhante antes do lançamento do Disney + em muitos mercados no final deste mês”, destacaram.

“Nossos dados na Noruega sugerem que o aumento da visualização nas plataformas não aconteceu somente para os serviços de streaming. O aumento do tempo foi compartilhado nos primeiros dias úteis do bloqueio. A visualização linear – que representa cerca de 70% de todas as visualizações – aumentou 22%, em comparação com 29% para a Netflix, 30% para canais sob demanda e 39% para o YouTube”.

5. Setores econômicos que foram mais impactados reduziram publicidade na TV

“Na França, houve uma queda de 10% no número de anunciantes diferentes com atividade publicitária na TV ao longo de março. Automóveis, alimentos e lazer foram os três setores que apresentaram a maior redução. Isso também aconteceu quando observamos o online, com uma queda de 50% na atividade de “paid search” entre o setor de companhias aéreas”, aponta a pesquisa da Kantar.

“Em outras regiões, como nos EUA, vimos que restaurantes fast food e anunciantes de viagens  reduziram em dois dígitos a sua presença na TV. No Vietnã, os gastos do setor de viagens e turismo caíram 50% nas últimas cinco semanas, enquanto na China, nosso parceiro CTR observou reduções na publicidade no setor automotivo e de comércio eletrônico, mas, por outro lado, aumentos nos produtos de limpeza e produtos farmacêuticos. Nesse novo ambiente, com restrições de viagens, não é surpresa que esta categoria esteja reagindo rapidamente e diminuindo sua atividade publicitária. Precisamos, no entanto, observar que a atividade publicitária de outros produtos, como bens não duráveis (FMCG) ainda não apresenta um declínio consistente; de toda forma pode ser um problema anunciar produtos que não estejam mais disponíveis nas lojas (produtos que enfrentam problemas na cadeia de distribuição, por conta de restrições de locomoção)”, finaliza.

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