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Música

Clipe de ‘Piscininha Amor’ lidera o ranking de audiência do TVZ em 2019 no Multishow

“Piscininha Amor” viralizou nas redes sociais, e foi transformada em música por Whadi Gama.

O hit do verão “Piscininha Amor” é a grande surpresa do ranking de audiência de 2019 no TVZ – o clipe alcançou a primeira posição da lista. A canção é baseada no vídeo feito pelo jogador de futebol Egídio, produzido enquanto ele estava com a namorada em Bahamas, e divulgado nas redes sociais do jogador Fred.

“Piscininha Amor” viralizou nas redes sociais, e foi transformada em música por Whadi Gama, um artista de 17 anos e até então desconhecido. O segundo clipe mais assistido foi “Que tire Pa’ ´Lante”, de Daddy Yankee, seguido por “Espaçosa Demais”, de Felipe Araújo.

Kevin O Chris também marca presença no ranking com o sucesso “Vamos pra Gaiola”, e, na sequência, “Combatchy”, da parceria de Anitta, Lexa, Luísa Sonza e MC Rebecca, aparece na quinta posição da lista. 

No dia 30 de dezembro, segunda-feira, às 19h, o especial “Melhores Clipes TVZ 2019” trará uma retrospectiva musical do ano com a exibição dos trinta clipes de maior audiência no programa. O público poderá comentar cada detalhe com a hashtag #MelhoresDoTVZ2019.

Ranking:

1° Whadi Gama – “Piscininha Amor”

2° Daddy Yankee – “Que tire Pa’ ´Lante”

3° Felipe Araújo – “Espaçosa demais”

4° Kevin O Chris – “Vamos Pra Gaiola”

5° Anitta, Lexa, Luísa Sonza e MC Rebecca – “Combatchy”

6° Maiara & Maraisa – “Não Abro Mão”

7° Kevinho e Gusttavo Lima – “Salvou Meu Dia”

8° PK – “Quando a Vontade Bater”

9° Matuê – “Kenny G”

10° Anitta e Ludmilla – “Favela Chegou”

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Coluna Lucas Nash

Lista de 5 | Os álbuns mais esperados para o mês de fevereiro

O ano de 2020 promete o retorno de grandes nomes da música.

O ano de 2020 já começou prometendo o retorno de artistas de peso no mercado musical. Na semana passada, Selena Gomez lançou ‘Rare’, terceiro álbum da cantora desde que rompeu com sua banda. Mas as novidades não param por aí. Nomes como Justin Bieber, Dua Lipa e Kesha já anunciaram material novo para este ano.

A lista é grande, indo do pop americano ao sul coreano, passando pelo punk-rock e pelo psicodélico. Para sentir o gostinho do que vem por aí, confira os principais lançamentos para o mês de fevereiro.

1. #; LOONA

O ano de 2019 trouxe diversas conquistas para as meninas do LOONA. O grupo sul-coreano de música pop lançou em fevereiro um dos melhores MVs do ano passado, tendo a coreografia de Butterflyconquistado diversos prêmios. Além disso, após meses de lançamento, sem nenhuma divulgação, o grupo alcançou o primeiro lugar no Top 200 álbuns do iTunes norte-americano, com o mini-álbum ‘[X X]’ (2019).

Desde o fim das promoções de ‘Butterfly‘, a BBC, empresa responsável pelo grupo, divulgou as teasers do próximo comeback. Os três vídeos trazem elementos presentes nos MVs solos de alguns membros e, também, dos dois últimos MVs do grupo. Infelizmente, neste comeback, o LOONA retornará com apenas 11 membros. A integrante Haseul precisou se afastar devido crises de ansiedade.

# está previsto para 5 de fevereiro.

2. Father Of All Motherfuckers; Green Day

Com mais de duas décadas na ativa, os estadunienses do Green Day vão voltar mais dosados. O 13º álbum de estúdio contem 10 faixas e irá ter 26 minutos de duração. A decisão foi do próprio Billie Joe Armstrong, vocalista da banda, que confessou ter, hoje em dia, preferência a musicas com menos de três minutos.

Antes do lançamento do álbum, o Green Day deve divulgar, no dia 16 deste mês, o próximo single do disco, que será a faixa ‘Oh Yeah‘.

Father Of All Motherfuckers está previsto para 7 de fevereiro.

3. High Road; Kesha

Após o ótimo ‘Raibow‘ (2017), álbum que marca o retorno de Kesha após os problemas enfrentados com Dr. Luke, a norte-america já está pronta para entregar novo material. Assim como no registro anterior, Kesha segue mais orgânica e, pelos singles já lançados, deve preservar as batidas dançantes que tanto embalaram os primeiros trabalhos de sua carreira. 

Em sua rede social, a cantora confessou que não sabe se esse será seu último registro pop, mas que ainda quer se despedir do gênero com um “estrondo”. O quarto álbum de estúdio de Kesha possui 15 faixas e contará com a participação inusitada de artistas como Ke$ha (é isso mesmo que você está lendo, Ke$ha).

High Road está previsto para o dia 13 de fevereiro.  

4. The Slow Rush; Tame Impala

Os australianos psicodélicos do Tame Impala possuem uma das melhores discografias da década e estão prestes aumentar o portfólio. ‘The Slow Rush‘ é o quarto disco da banda e já possui quatro singles lançados. Kevin Park (vocalista e produtor) mostra manter a mesma qualidade e a inclinação pop explorada em ‘Currents’ (2015).

Ainda que sejam um dos principais responsáveis pelo resgate do rock-psicodélico dos últimos 10 anos, Kevin Park teve que lidar com um sério bloqueio criativo, o que atrasou o lançamento do novo trabalho. Em uma entrevista, o australiano confessou ter se controlado para não fazer alterações em músicas que estarão presentes no novo álbum, caso da já conhecida ‘Patience’.

The Slow Rush está previsto para o dia 14 de fevereiro.

5. Miss Anthropocene; Grimes

Numa narrativa espacial repleta de seres alienígenas e alta tecnologia, Grimes faz o seu retorno. O novo álbum da cantora e produtora sucede o aclamado ‘Art Angles’ (2015), mas foge completamente da sonoridade apresentando no disco, levando Grimes a um universo mais sinteticamente sombrio, difícil não se lembrar da proposta presente em ‘Visions’ (2012).

Contudo, na semana passada, a internet foi pega de surpresa. No Instagram, Grimes publicou uma foto com os seios à mostra e um bebê desenhado na barriga e anunciou estar grávida do seu primeiro filho com o empresário Elon Musk. Rapidamente a cantora virou um dos assuntos mais comentados no Twitter, rendendo bons memes. Será que a gravidez vai afetar a divulgação do novo trabalho?

Miss Anthropocene está previsto para o dia 21 de fevereiro.       

      

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Música

Globoplay anuncia série documental sobre turnê de ‘Tardezinha’, do cantor Thiaguinho

Produção em quatro episódios traz bastidores do projeto encerrado com show no Maracanã no último domingo.

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O último show do projeto ‘Tardezinha’, do cantor Thiaguinho, realizado neste domingo, 15, no Maracanã, foi a ocasião escolhida para anunciar a nova série documental do Globoplay. “Tardezinha” será dividida em quatro episódios e traz imagens exclusivas captadas no show do Maracanã e nos bastidores dos shows, além de mostrar depoimentos do cantor, da equipe e de convidados.

Com ingressos esgotados, 40 mil pessoas participaram da última edição da festa, que reuniu o melhor do repertório do samba e pagode. Uma parceria com a Som Livre, a série, original Globoplay, conta, em quatro episódios, como uma festa criada em 2015 para ter apenas quatro edições se tornou uma das turnês mais bem-sucedidas do país, com quase 1 milhão de espectadores. A parte musical conta com a direção de LP Simonetti, já a documental fica por conta da Pindorama Filmes.

Idealizada pelo próprio Thiaguinho, o “Tardezinha” passou por 51 cidades do país, com 163 edições, e deu origem a dois álbuns ao vivo, lançados pela Som Livre.                   

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Coluna Lucas Nash

Lizzo e as reviravoltas no mercado fonográfico

A recordista de indicações ao Grammy 2020 nem sempre foi o centro dos holofotes

A indústria das grandes gravadoras, em certos aspectos, se assemelha a uma rede de fast food. Quando os empresários querem um hit para dominar as paradas musicais, rapidamente, são acionados os produtores, que recorrem aos ghostwriter ou aproveitam composições dos próprios artistas para dar início à produção do single. Todos ingredientes inclusos no pedido são colocados, desde letras chicletes até as batidas dançantes, e, às vezes, à critério do cliente, alguns adicionais são incrementados.  

E assim nasce um hit… Bem, nem sempre, e a rapper e cantora Lizzo é a prova disso. A recordista em indicações ao Grammy 2020 traçou um longo trajeto para torna-se o sucesso que é hoje. ‘Truth Hurts’, single que emplacou a cantora nas paradas musicais neste ano, foi lançado em 2017. Mas como ela conseguiu concorrer às principais categorias do Grammy com essa faixa?

Embora seja oriunda de dois anos atrás, ‘Truth Hurts’ só entrou na versão deluxe do álbum ‘Cuz I Love You’ (2019), versão que foi submetida para indicações da premiação. O single foi redescoberto por usuários do aplicativo TikTok, que logo trataram de usar incansavelmente a música em seus vídeos. E não deu outra, ‘Truth Hurts’ tornou-se um viral e trouxe para Lizzo diversas conquistas, entre elas o 1º lugar na Billboard Hot 100, a mais importante parada musical dos Estados Unidos.

 Ainda que vista por muitos, e até mesmo para bancada do Grammy, como novata, Lizzo já possuía dois discos antes de conseguir emplacar um hit, ‘Lizzobangers’ (2013) e ‘Big Grrrl Smal World’ (2015). Os trabalhos não foram o sucesso comercial como todo mundo já sabe e isso foi motivo para cantora querer desistir da carreira.

Melissa Viviane Jefferson, nome por detrás da persona artística da rapper, em meados de 2017, estava sem esperanças em conseguir destaque no cenário musical. Naquela época, era rotina que Melissa se trancasse em seu quarto para chorar devido as circunstâncias nada favoráveis. A artista concluiu que se desistisse da música, ninguém se importaria. Contudo, para felicidade de muitos, alguém se importou.

O produtor da cantora foi o principal responsável por tirar Lizzo daquela maré de pessimismo. Ele a fez vê o seu trabalho de outra forma ao mostrar a importância artística da música para além do sucesso comercial. Ao dar novo significado ao seu trabalho, a norte-americana prometeu não desistir. E todo esse esforço resultou à Lizzo o título de artista feminina de rap com música solo que ocupou por mais tempo o topo da principal parada da Billboard, sete semanas consecutivas com ‘Truth Hurts’.    

Empoderamento e amor-próprio

Trajando uma lingerie e acompanhada de dançarinas plus size, Lizzo já subiu diversas vezes no palco para mostrar ao mundo que ama a si mesma. Dona de curvas totalmente fora do padrão estético, a cantora ostenta em suas composições versos que falam sobre o empoderamento da mulher negra e gorda.

Mas nem sempre foi assim. Melissa já confessou em entrevistas que, quando mais nova, ela se odiava. Bombardeada pela imposição da mídia sobre o corpo perfeito, pelas pessoas na escola e por falta de representação na TV, a cantora começou a fantasiar em ser outra pessoa,  o que resultou a rejeitar mais ainda quem ela era.

O som que passeia pelo hip-hop e r&b, marinado com pitadas de música pop, é o retrato de uma Lizzo forte e divertida, mas a inspiração para produzi-lo vem de momentos dolorosos vivenciados pela norte-americana. E por evidenciar essas experiências na música, a rapper sempre destaca nas entrevistas a sua luta pelos grupos marginalizados.

Polêmicas

‘Truth Hurts’ trouxe o combo típico de qualquer hit. Além dos records e milhões de streams, também houve perrengues. Em outubro, o produtor Justin Raisen, que já trabalhou com as artistas Charlie XCX e Sky Ferreira, acusou a faixa de plágio.

Segundo ele, o single possui elementos de outra música da própria Lizzo, a faixa ‘Healthy’, cuja ele assina a composição e a produção. O verso ‘I just took a DNA test / Turns out I’m 100% that bitch’ (‘Acabei de fazer um teste de DNA / O resultado é que eu sou 100% vadia’) é um dos elementos acusados de terem sido copiados. O produtor afirmou em seu Instagram que nunca recebeu os créditos por terem usado o trecho de sua composição.

Grammy 2020  

Nas últimas semanas, a norte-americana foi notícia em diversos sites por liderar as indicações ao Grammy. Ao todo, Lizzo concorre em oito categorias, entre elas ‘Melhor Álbum’, ‘Música do Ano’ e ‘Gravação do Ano’. A cantora concorre também a ‘Artista Revelação’, mesmo tendo debutado há alguns anos. Porém, a premiação deve ter levado em conta o fato de ‘Cuz I Love You’ ser o único álbum de Lizzo a integrar o selo de uma grande gravadora.

Ainda que o pedido tenha atrasado um pouco (para não dizer muito), nenhum ingrediente foi esquecido. Pelo contrário, com ‘Truth Hurts’, Lizzo desbancou grandes nomes consolidados no mercado fonográfico. Cardi B perdeu seu record na Billboard, e Ariana Grande, mesmo tendo lançado dois álbuns num intervalo de curto período, ficou para trás no número de categorias a concorrer ao Grammy. Enquanto isso, Lizzo saboreia o gostinho de ser o centro dos holofotes.

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