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Filmes

Cinema e TV suam para driblar pandemia de coronavírus e não prejudicar projetos

Com home office e reuniões por videochamadas, estúdios fazem de tudo para não atrasar roteiros e projetos futuros.

Produções de Os Eternos (Marvel) e Amor de Mãe (Globo) estão se virando como podem (Foto: Fanart/Divulgação/Globo)

Que o vírus covid-19 tem atrapalhado grande parte dos eventos sociais que tendem a aglomerar muitas pessoas no mesmo espaço, como visto AQUI, isso todo mundo já sabe. Alguns trabalho da TV, como exemplo da novela Amor de mãe tiveram suas mudanças para se adequar ao surto de coronavírus, devido a preocupação com toda staff por trás do trabalho. A novela da rede Globo de televisão, teve que ganhar um fim de temporada, sendo substituída pela reprise da novela Fina Estampa. É a primeira vez na história que o Brasil fica sem exibir um capítulo inédito de uma novela das 21hr, o horário nobre.

Mas alguns trabalhos, principalmente na área televisiva e cinematográfica, ainda podem ser feitos de casa, de forma virtual, como exemplo da criação do roteiro, que podem ser passados por e-mails e trabalhados com ajuda de aplicativos de transmissão de videoconferência.

O trabalho continua no Brasil

Ainda sobre a Amor de Mãe, novela de Manuela Dias que não parou completamente seu trabalho. A autora, em entrevista para o site UOL disse: “Acho que a Globo demonstrou responsabilidade, competência e preocupação com o ser humano exemplares nesse momento de pandemia. Nós roteiristas podemos escrever de casa e fazer reuniões virtuais. Assim vamos manter a novela ativa adiantando os roteiros, o que depois favorece a produção.”

Casos semelhantes ocorrem com produções independentes, como exemplo das filmagens da segunda temporada de “Aruanas”, série do Globoplay estrelada por Camila Pitanga, Taís Araújo e Leandra Leal. Embora a Marinha Farinha Filmes, produtora independente por trás de Aruanas tenha parado as gravações da série, ainda tem conseguido trabalhar com outros projetos como é o caso do documentário “Longevidades”.

“Por sorte, havíamos dobrado o nosso núcleo de desenvolvimento nos últimos meses. Roteirista e pesquisadores estão trabalhando de casa, em novas séries, filmes de ficção e documentários. Montadores, produtores, coordenador de pós, financeiro estão trabalhando de casa. Cada departamento está se organizando e se encontrando diariamente online”. Explica Mariana Oliva, CEO da produtora.

O mesmo procedimento está sendo utilizado pela O2 Filmes, de Fernando Meirelles. As filmagens da segunda temporada de “Segunda chamada”, exibida pela Globo, foram paralisadas por conta do surto. “Os roteiristas continuam trabalhando de casa. A pós-produção também permite que sejam feitos vários trabalhos remotos. O que não estamos fazendo é aglomerar pessoas. Pouquíssima gente está indo para a produtora.” Diz a sócia Andrea Barata Ribeiro sobre a pausa das gravações.

Roberto D’Ávila, diretor da Moonshot Pictures, responsável por filmes como “Última parada 174” e programas como “The Taste Brasil”, do GNT, fala sobre grandes projetos que a empresa tem trabalhado de casa:

“Seguimos com trabalhos de desenvolvimento, que envolve pesquisa, concepções, escrita, revisão, aprimoramento de roteiros e desenvolvimento de novas histórias e propriedades intelectuais. Essa frente, aliás, segue com muita força, aproveitando inclusive o momento de reclusão. Seguimos também com alguns processos de pré-produção para um filme e uma série, no limite do possível, mas já avançando bastante com pesquisa, concepção e desenho de arte, estudo de referências de linguagem, pesquisa e desenvolvimento de casting.”

Cada produtora tenta se adequar em meio à crise, criando novas maneiras para lidar com a situação sem precisar parar seus avanços. A Maria Farinha, por exemplo, utiliza a plataforma Videocamp para disponibilizar suas produções. “É uma forma que acreditamos que pode ajudar a fortalecer a nossa saúde mental nesse momento tão difícil para todos”, diz Mariana.

A O2, foca na publicidade, que atende clientes como a marca de beleza Neutrogena, o banco Santander e a operadora de TV por assinatura SKY. “A publicidade está trabalhando em alguns formatos que possam ser feitos à distância. Dá pra fazer pequenas coisas, mas mesmo sendo pequeno, você pode gerar impacto”, conta Andrea.

Enquanto isso, Roberto da Moonshot afirma: “A maior preocupação de fato, como em outros setores, é gerenciar as condições para atravessar esse período. Apoiar os colaboradores para que consigam se sustentar e passar bem por esse problema, ao mesmo tempo que buscamos recursos para sobreviver e sair com plenas condições operacionais.”

O trabalho continua fora do Brasil

Não apenas no nosso país as empresas têm usado a criatividade para continuar os trabalhos na época do coronavírus. Embora grande parte dos filmes tenham suas estreias adiadas, notícias sobre o esperado filme “Eternos” da Marvel, já comentado AQUI no site Volts, e que tem previsão para sair aos cinemas em outubro de 2020, mostra que o filme continua em plena produção.

O longa de Chloé Zhao já finalizou as filmagens principais, e está atualmente na fase de pós-produção. A empresa Scanline VFX, que trabalha nos efeitos especiais do filme, colocou todos seus funcionários em trabalho home office durante a pandemia.

São 650 colaboradores na Scanline, que trabalham em sete escritórios ao redor do mundo e que agora trabalharão de casa. A empresa tem sedes em Los Angeles (EUA), Vancouver e Montreal (Canadá), Londres (Reino Unido), Munique e Stuttgart (Alemanha) e Seoul (Coreia do Sul). “Isso nos dá independência das restrições dos governos locais, e permite que todos trabalhem em segurança”. Afirmam.

Em comunicado, a Scanline afirma que os projetos que estavam em desenvolvimento continuarão em progresso, porém a empresa está aberta a novas comissões. “Se você precisa de colaboradores confiáveis neste momento, não hesite em falar conosco”, escreveram.

Além dos efeitos especiais de “Os Eternos”, a empresa tem trabalhado ainda com possíveis refilmagens, edição e mixagem de som, além da montagem de todo filme em si. O longa, que tem data prevista para estreia no dia 29 de outubro no Brasil, continua com a data sem mudanças.

Em contra parte, dois filmes de super heróis foram adiados esse ano, sendo Viúva-Negra, da Marvel, que chegaria no final de abril e ainda não tem uma nova data e Mulher-maravilha 1984, da DC, que teve sua estreia transferida para agosto.

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Mickey Mouse corre risco de cair em domínio público?

A obra da Disney tem proteção dos direitos autorais até o ano de 2023.

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Nascido no ano de 1920, em 18 de novembro de 2018, o ratinho mais amado do mundo completou 90 anos, desde a sua primeira aparição, no filme “Steamboat Willie”, em Nova York.

Nos últimos anos, muitas pessoas têm comentado sobre a possibilidade real do referido curta ter seus direitos de propriedade intelectual expirados em três anos, ou seja, no ano de 2023.

Para entender melhor essa longa história, iniciamos dizendo que a proteção dos direitos autorais varia de acordo com cada país. No Brasil, segundo a lei, o autor terá a sua obra protegida durante toda a sua vida e mais 70 anos após a sua morte, a contar do dia 1º de janeiro, do ano subsequente à morte. Nos Estados Unidos, o prazo é diferente e sofreu diversas alterações por conta de nada mais nada menos do que o ratinho mais famoso do mundo, o Mickey Mouse.

Quando a lei entrou em vigor, pela primeira vez, nos EUA, em 1970, a proteção era de 14 anos, renovável por um período de mais 14 se ao final do primeiro período o autor ainda estivesse vivo. Era exigido o cumprimento de alguns requisitos, sob pena da obra entrar, imediatamente, em domínio público.

Em 1831, o prazo de proteção aumentou para 28 anos permitindo uma renovação por mais 14 anos. Já no ano de 1909, a renovação dos direitos aumentou para 28 anos. Foi sob a vigência dessa lei que nasceu MICKEY MOUSE, através do desenho animado “Steamboat Willie”, portanto, seus direitos autorais perdurariam até o ano de 1984.

Foi, então, que a poderosa DISNEY iniciou um forte lobby para alterar a lei e preservar os direitos autorais da obra. Em 1976, o congresso nacional americano autorizou uma grande revisão do sistema de direitos autorais, garantindo à Disney uma extensão da proteção.

A lei que previa proteção máxima de 56 anos com as extensões, passou a proteção pelo tempo de vida do autor mais 50 anos. Para obras de autoria de empresas, a lei também garantiu uma extensão retroativa para as obras publicadas antes da nova legislação entrar em vigor. O período máximo para obras já publicadas aumentou de 56 para 75 anos, incrementando a proteção do Mickey Mouse para 2003.

Porém, mais uma vez a poderosa Disney se viu na iminência de perder os direitos autorais do seu amado ratinho. Por essa razão, restando apenas 5 anos de proteção, o congresso alterou, em 1998, novamente, a lei de copyright.

Essa legislação estendeu os direitos autorais para obras criadas em ou após 1º de janeiro de 1978, para “a vida do autor mais 70 anos” e estendeu os direitos autorais de obras de empresas para 95 anos do primeiro ano de publicação, ou 120 anos da criação, o que expirar primeiro.

Diante dessa nova regulamentação, a obra da Disney “Steamboat Willie” tem proteção dos direitos autorais até o ano de 2023.

E aí? Será que a Disney vai se insurgir, novamente, para buscar a alteração da lei? Há rumores de que a poderosa empresa não irá adotar nenhuma medida para estender a proteção da sua obra, o que significa que pouco mais de 3 anos “Steamboat Willie” estará em domínio público, podendo ser explorada comercialmente.

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Veja os títulos natalinos da Netflix em 2020

Vamos celebrar juntos esta que é uma das melhores épocas do ano?

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Uma Invenção de Natal

Ho, ho, ho! O Natal está chegando e, com ele, um montão de filmes e séries natalinos para todos os gostos – seja uma comédia musical ou um romance mágico. Nesta Newsletter Especial de Natal, você vai encontrar as datas de estreia, primeiras imagens, pôsteres e trailers desses lançamentos festivos. 

Vamos celebrar juntos esta que é uma das melhores épocas do ano?

28 de outubro

🎬 Amor com Hora Marcada

10 de novembro

📺 Dash & Lily

05 de novembro

🎬 Missão Presente de Natal

13 de novembro

🎬 Uma Invenção de Natal

18 de novembro

📺 Holiday Home Makeover with Mr. Christmas

19 de novembro

🎬 A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura

20 de novembro

🎬 O X do Natal

22 de novembro

🎬 Natal com Dolly Parton

24 de novembro

📺 Dragões: Equipe de Resgate: Dia de festa em Huttsgalor

25 de novembro

🎬 Crônicas de Natal 2

27 de novembro

📺 A Go! Go! Cory Carson Christmas

🎬 Dance Dreams: Hot Chocolate Nutcracker

📺 Sugar Rush Natal: 2ª temporada

29 de novembro

📺 Criaturinhas: É Tempo de Festa!

Chega em dezembro 

📺 Namorado de Natal: 2ª temporada

📺 How to Ruin Christmas: The Wedding

01 de dezembro

🎬 O Natal de Angela

📺 The Holiday Movies That Made Us

03 de dezembro

📺 Chico Bon Bon and the Very Berry Holiday

🎬 Tudo Bem No Natal Que Vem

04 de dezembro

📺 Capitão Cueca – Feliz Meganatal

05 de dezembro

📺 Mighty Express: A Mighty Christmas

08 de dezembro

📺 Super Monstros: Ajudando o Papai Noel

09 de dezembro

📺 Ashley Garcia: Genius in Love: Christmas

📺 The Big Show Show: Christmas 

11 de dezembro

📺 A Trash Truck Christmas

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Reinventada, Mostra de Cinema vai apresentar 198 filmes de 71 países

Mostra Internacional de Cinema de São Paulo será virtual .

Perspectiva Internacional: filmes premiados e de diretores renomados integram a seleção

Com o fechamento de várias salas de cinema para evitar o contágio e a necessidade de ter que se reinventar para se adequar à pandemia do novo coronavírus, o maior e mais importante festival de cinema de São Paulo, a Mostra Internacional de Cinema, ocorre este ano de forma virtual ou por drive-in. Para esta 44ª edição do festival serão apresentados 198 filmes de 71 países, entre eles, de Lesoto, país que pela primeira vez aparece na seleção da mostra com o filme Isso Não é Enterro, é uma Ressureição (This Is Not A Burial, It’s A Resurrection).

A exibição dos filmes por streaming ocorre por meio de uma plataforma criada especialmente para a Mostra de Cinema. Todos os filmes desta edição do evento poderão ser acessados pelo site da Mostra (https://44.mostra.org/), que vai direcionar para as plataformas. Os títulos disponibilizados na plataforma Mostra Play vão custar R$ 6 por visualização.

As sessões drive-in serão realizadas no Belas Artes Drive-in, localizado no Memorial da América Latina, e no Cinesesc Drive-in, espaço que fica na unidade do Sesc Parque Dom Pedro II, no centro da capital. Haverá exibição gratuita de 30 filmes pelas plataformas SPCinePlay e Sesc Digital .

A Mostra de Cinema tem início no dia 22 de outubro e, para a abertura, a escolha foi por um filme violento e polêmico: o mexicano Nova Ordem, dirigido por Michel Franco, vencedor do Grande Prêmio do júri em Veneza. O filme é ambientado na Cidade do México e mostra protestos e revoltas na cidade. 

Segundo a diretora do festival, Renata de Almeida, a escolha de um filme polêmico para a abertura do evento gerou reflexões. “É ano de reflexão. Ano de luto. E vamos abrir [a mostra] com um filme forte. É um filme mexicano que reflete coisas que o Brasil tem também”, disse ela hoje (10), em entrevista coletiva virtual para jornalistas.

O filme será exibido às 19h30 no Belas Artes Drive-in e terá apresentação virtual de Serginho Groisman e de Renata de Almeida. O filme e a cerimônia de abertura da Mostra ficarão depois disponíveis em streaming na plataforma Mostra Play. No entanto, o cinéfilo deve ficar esperto: o filme de abertura terá acesso restrito a mil visualizações e ficará disponível apenas por um dia.

Destaques da 44ª edição

Entre os destaques está o vencedor do Urso de Ouro de Berlim, o filme Não Há Mal Algum (There is no Evil), dirigido pelo iraniano Mohammad Rasoulof. O artista e diretor chinês Ai Weiwei terá dois títulos exibidos no festival: o documentário Coronation, que retrata o confinamento em Wuhan durante o início do surto de covid-19, e o longa Vivos.

A Mostra também vai promover apresentações especiais de curtas como Escondida (Hidden), de Jafar Panahi; Uma Noite na Ópera (A Night at the Opera), de Sergei Loznitsa; e A Visita (Visit), do diretor Jia Zhangke, autor do pôster do ano e diretor do longa Nadando Até o Mar se Tornar Azul, confirmado para o evento.

Os homenageados deste ano são o diretor brasileiro Fernando Coni Campos (1933-1988), que terá seus longas Viagem ao Fim do Mundo (1968), Ladrões de Cinema (1977) e O Mágico e o Delegado (1983) exibidos no festival. A produtora Sara Silveira será homenageada com Prêmio Leon Cakoff. Em homenagem a ela, a Mostra ira exibir sua mais recente produção, o longa Todos os Mortos, de Marco Dutra e Caetano Gotardo.

O Prêmio Humanidade, por sua vez, será este ano entregue aos funcionários da Cinemateca Brasileira, que enfrenta dificuldades; e ao documentarista americano Frederick Wiseman, que terá seu filme mais recente, City Hall, exibido na plataforma da Mostra. 

Além dos filmes, o evento deste ano vai promover a quarta edição do Fórum Mostra, promovendo encontros e debates de cinema, literatura e cultura. Este ano, o Fórum ocorre de forma virtual e ocorre entre os dias 28 e 30 de outubro e será exibida pela plataforma da Mostra e pelo site Itaú Cultural. Haverá também um curso sobre a arte cinematográfica, ministrado pelo cineasta Ruy Guerra

Mulheres

 
A Mostra deste ano destaca o trabalho feito por mulheres. Dos filmes exibidos, 25% são títulos dirigidos por mulheres. Entre eles Gato na Parede (Cat In the Wall), de Vesela Kazakova e Mina Mileva; Impedimento em Cartum (Khartoum Offside), de Marwa Zein; e  A Arte de Derrubar (The Art of Fallism), de Aslaug Aarsather e Gunnbjorg Gunnarsdottir. Além disso, o evento promove, entre os dias 29 de outubro e 3 de novembro, o Forum Nacional Lideranças Femininas no Audiovisual, destacando a diversidade na produção audiovisual do Brasil e no mundo.

Ingressos

A lista completa com todos os títulos da seleção deste ano estará disponível no site da Mostra a partir do dia 10 de outubro. Os ingressos vão poder ser adquiridos a partir do dia 22 de outubro. Após a aquisição dos ingressos, o espectador cria sua biblioteca e terá três dias para assistir aos títulos escolhidos e 24 horas para assistir depois de tê-lo iniciado. 

Alguns títulos estarão disponíveis apenas por 24 horas. E haverá limite de acessos para cada filme. A boa surpresa é que o número de acessos será maior do que era antigamente, em torno de 2 mil views, acima do limite de assentos das salas de cinema. “Vamos dar ao público a vantagem de ver filmes na hora que quiserem”, disse Renata.

Para os cinéfilos que quiserem adquirir o catálogo da Mostra, haverá uma loja virtual.

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Veja os bastidores do primeiro thriller original da Netflix no Brasil

Tainá Müller, Eduardo Moscovis e Camila Morgado revelam nuances de “Bom Dia, Verônica”.

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Quem é Verônica, e para onde essa mulher se encaminha na trama de Bom Dia, Verônica? Intérprete da escrivã da Delegacia de Homicídios de São Paulo, Tainá Müller dá pistas em vídeo inédito, que revela um pouco dos bastidores do primeiro thriller original da Netflix no Brasil – sem spoilers.

O featurette mostra também o que se passa na cabeça de Janete (Camila Morgado) ao longo de anos de abuso psicológico, verbal e físico perpetrados pelo próprio marido, Brandão (Eduardo Moscovis), um serial killer. E ainda as delicadas relações entre as vítimas despedaçadas, o ciclo da violência doméstica e a justiça – de tirar o fôlego!

Baseada no celebrado romance policial homônimo da criminóloga Ilana Casoy e do escritor Raphael Montes, Bom Dia, Verônica estreou em 1º de outubro, só na Netflix, recheada de suspense e ação.

A série foi criada e adaptada para a TV por Raphael Montes, com roteiro do próprio Raphael junto com Ilana Casoy, Gustavo Bragança, Davi Kolb e Carol Garcia. Na direção geral está José Henrique Fonseca, que é ainda produtor-executivo da série ao lado de Eduardo Pop, Ilana Casoy e Raphael Montes. Izabel Jaguaribe e Rog de Souza também assinam a direção. A produção é da Zola Filmes.

Sobre a série

Verônica Torres tem um trabalho burocrático na Delegacia de Homicídios de São Paulo. Após presenciar um suicídio, alguns traumas do passado vêm à tona. Na mesma semana, ela recebe um telefonema anônimo de uma mulher desesperada, com a vida em perigo.

Determinada, ela decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas mulheres: a jovem suicida enganada por um golpista na internet e a esposa subjugada pelo marido, um inteligente serial killer. Ao se aprofundar nas investigações, Verônica encara um mundo perverso, que põe em risco sua família e sua própria existência.

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