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Teatro

Chico, Eu e Buarque se apresenta nesse final de semana em São Luís

Maior espetáculo de dança do Maranhão se apresenta no Teatro Arthur Azevedo sábado e domingo.

A poesia de Chico Buarque e a dança dos bailarinos do Núcleo Arte Educação (NAE/Teatro Arthur Azevedo). Essa é a fórmula do espetáculo “Chico, Eu e Buarque”, sucesso de público e de crítica, que retorna ao palco do Teatro Arthur Azevedo nos dias 1 e 2 de dezembro.

Após duas temporadas com lotação máxima no Teatro Arthur Azevedo, o espetáculo abriu o Festival Internacional de Dança de Fortaleza – FENDAFOR, em junho deste ano. Dançou também, no aniversário do Teatro Municipal Severino Cabral de Campina Grande – PB, nesta última quinta passada. O Espetáculo ainda tem dentro de sua Tournée Nacional compromisso com o Festival Internacional Janeiro de Grandes Espetáculos em Recife – PE dia 19 de Janeiro, dia 14 de abril fará a abertura Oficial do Festival Internacional da Bahia – VIVA DANÇA, em abril ainda passará por Brasília e em Junho fará Rio/São Paulo.

A cada apresentação o elenco demonstra um amadurecimento na fluidez de movimentos, o que já se tornou marca registrada do grupo coreografado pelo paulista Anderson Couto. A participação na XII Semana Maranhense de Dança, em outubro, coroou espetáculo que pretende levar ao público partilhas sensíveis entre a música, a dança e o cotidiano.

Este final de semana, para quem ainda não viu, tem mais essa oportunidade antes do retorno a tournée nacional e para quem viu e deseja ver novamente, haverá duas apresentações, dia 1º (sábado), a apresentação ocorre às 21h e no dia 2 (domingo) às 19h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Arthur Azevedo. Valores: Plateia e Frisa: R$ 50,00 Camarote: R$ 40,00 Balcão: R$ 30,00 Galeria: R$ 20,00 “Chico, Eu e Buarque” foi desenvolvido a partir da obra poética do compositor brasileiro Chico Buarque de Hollanda, idealizado pelo diretor do Teatro Arthur Azevedo, Celso Brandão, em homenagem aos 200 anos da casa que é berço do grupo NAE, formado por jovens bailarinos da turma de aperfeiçoamento em dança. Além de constituir um elo da obra do artista com o nosso Estado, o espetáculo se mostra indispensável à formação sensível dos bailarinos intérpretes.

Chico, Eu e Buarque é sem dúvida um grande espetáculo do Maranhão. Aja vista os convites que temos recebido para dançar em diversas cidades brasileiras, nos mais variados eventos de dança. Fazer sucesso com nosso trabalho e ainda com uma obra genuinamente maranhense, com elenco 100% da nossa terra é duplamente gratificante, quem assiste sempre sai do Teatro melhor do que chegou, é realmente uma obra de uma sensibilidade absurda, dirigido e coreografado de forma magistral pelo paulista Anderson Couto, ressalta o diretor do Teatro Arthur Azevedo, Celso Brandão.

O dinamismo entre o lado político, a trajetória poética também com influências da cultura popular do artista se associam à composição coreográfica de múltiplas camadas e significados, onde foram incitadas a dança visceral de cada intérprete para destacar a condição atemporal da obra de Chico Buarque.

Dividido em três atos, o espetáculo perpassa pela década de 60, período em que a conjuntura política motivou os jogos semânticos de Chico, explícitos em canções como “Construção”, “Cálice” e “Geni e o Zé Pelim”.

No segundo ato, os bailarinos envolvem-se num enredo que faz menção as relações humanas e à alteridade, com “Samba e Amor” e “João e Maria”, vinculando os intérpretes uns aos outros. O espetáculo finda mesclando clássicos do cantor com a cultura popular maranhense. Neste último ato, o diretor, Anderson Couto, e os intérpretes contam com o auxílio das bailarinas Lucena Marques e Elisete Campos para trazer traços do Bumba meu Boi, Tambor de Crioula e Tambor de Mina.

Teatro

Inscrições para pré-seleção do Bolshoi encerram nesta semana

Se aprovados, os candidatos têm a oportunidade de se formar gratuitamente.

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Encerram no próximo domingo (23) as inscrições para a pré-seleção de bailarinos para a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Se aprovados, os candidatos têm a oportunidade de se formar gratuitamente em uma das maiores escolas de ballet do mundo.

Os interessados em participar da pré-seletiva, que será realizada no dia 26 de junho, no Teatro Arthur Azevedo, devem acessar o site da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (escolabolshoi.com.br) e preencher o formulário disponível. Uma taxa de R$ 25,00 é cobrada, exceto para bailarinos participantes de projetos sociais.

A pré-seleção é uma parceria entre a Bolshoi Brasil e a Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Teatro Arthur Azevedo. Podem participar crianças e adolescentes que nasceram entre os anos de 2001 e 2010. Os cursos são tanto para iniciantes quanto para bailarinos que já têm algum nível de experiência em dança.

Na lista de cursos oferecidos pela instituição estão: Curso Básico em Dança Clássica e Curso Técnico de Nível Médio em Dança Clássica. Além das aulas os alunos também recebem alguns benefícios como alimentação, apoio psicológico, fardamento, transporte,  assistência médica, nutricional, odontológica, fisioterápica e outras.

Para receber isenção na inscrição, os candidatos devem solicitar junto ao projeto na qual participa uma declaração com a lista de todos os alunos que participarão da pré-seleção. No edital disponível no site da Bolshoi Brasil estão especificadas as vestes e demais informações sobre inscrições e o dia da pré-seleção.

Sobre a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil

Fundada em 2000, em Joinville, a Bolshoi Brasil é a única filial no país do Teatro Bolshoi da Rússia. Com metodologia Vaganova, a escola proporciona ensino totalmente gratuito aos alunos/bailarinos, no entanto, para o ingresso na instituição existem rotineiramente seletivas por todo o Brasil. As atividades educacionais são certificadas pelo Ministério da Educação.

Em caso de eventuais dúvidas sobre as inscrições da Pré-Seleção no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, basta entrar em contato pelo número (98) 991672696

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Na Ilha

O Despertar da Primavera| Novo espetáculo do Teatro Arthur Azevedo

“Não há regras no DESPERTAR DA PRIMAVERA, apenas a sensibilidade para ajudar a contar uma história e despertar afetos.” – Afirma produção.

Com direção de Constantino Isidoro, peça ‘O Despertar da Primavera’ fará sua estreia no dia 25 de abril, no Teatro Arthur Azevedo. Peça tem Hugo Zorzetti, como autor do espetáculo que foi inspirada na obra de Frank Wedenkigd, um dramaturgo alemão, em 1891, que mostra uma história que que circula na Alemanha envolvendo jovens, amor e sexualidade, numa sociedade repressiva.

Grupo de teatro de uma escola particular prepara a peça, que busca
mostra são os caminhos tomados pela nossa juventude, a vida moderna marcada pela violência das informações e a fragilidade dos valores.

“O espetáculo contará uma história que fará você voltar ao século XIX e ao mesmo tempo, vai observar que, mesmo dois séculos depois, não estamos tão longe do passado”, segundo sinopse oficial.

A apresentação da peça será no dia 25 de abril, às 15h e 19h30 (as duas sessões estão esgotadas), apenas para alunos da rede pública de ensino. Já no dia 26, às 20h, com intérpretes de libras, para o público em geral. O ingresso desse dia, custa R$ 20, a inteira e meia, R$ 10. Vendas na bilheteria do Teatro Arthur Azevedo. Classificação da peça é de 12 anos.

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Na Ilha

Imperatriz e Açailândia recebem o primeiro espetáculo do Palco Giratório 2019

O movimento acontece nos dias 15 e 16 de abril em Imperatriz e Açailândia, às 19h.

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O Palco Giratório inicia o a edição 2019 no Maranhão com o espetáculo “Realidade Apropriada Libera Evidência (RALE)”, montagem premiada construída a partir de uma pesquisa de improvisação em dança, onde a técnica do breaking (hip-hop) se une a ruídos do corpo no momento da ação e deslocamento para trazer à tona a diversidade do universo urbano. Os movimentos da dança são reproduzidos pelo artista Jessé Souza (AL) e acontecem nos dias 15 e 16 de abril em Imperatriz e Açailândia às 19h.

Com duração de 40 minutos e classificação 10 anos, a entrada é gratuita. Em Imperatriz, a apresentação acontece no Teatro Ferreira Gullar e em Açailândia no Cineteatro da Praça PEC Vila Ildemar

O espetáculo surgiu a partir da ideia de centro, periferia e fronteiras, sendo um trabalho autobiográfico sobre questões que rodeiam o artista Jessé Souza. Motivado pelos pensamentos dos antropólogos Marc Augé e Michel Agier, o início desse processo de criação é no solo Encenações Urbanas, em 2016, que surgiu por questionamentos sobre o movimento Hip-Hop e suas questões políticas e sociais.

Ressaltando que a periferia pode ser entendida em um sentido geográfico, mas também num sentido político e social, o espetáculo R.A.L.E representa um corpo aprisionado a um sistema que desfavorece um terço da imensa população brasileira, parcela tratada com descaso. Esse corpo é trazido para a cena como um dispêndio de energia muscular, em meio a ruas, avenidas, becos, vielas, subidas, decidas, em uma cidade desigual, a qual um dos maiores desafios é se sustentar.

Jessé Souza explica que a pesquisa questiona a desigualdade social causada não por fatores econômicos e sim por fatores que são reproduzidos desde seu gênese social, causadora de preconceitos e desigualdades. “Essa classe social que designamos como ‘ralé’ não tem o intuito de ‘ofender’ essas pessoas já tão sofridas, mas sim chamar a atenção, provocativamente, para nosso maior conflito: o abandono social e político”, explicou a artista sobre o título do espetáculo.

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