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CASTELOBRUXO | A história e curiosidades sobre a escola de magia e bruxaria do Brasil

O Brasil abre as portas de Castelobruxo, sua escola de magia, para Eddie Redmayne e o elenco de Animais Fantásticos em 2021

Em 2021, o mundo de magia e bruxaria de JK Rowling vai abrigar, com muito orgulho, as cores verde e amarelo, visto que na semana passada foi confirmado que o terceiro filme na franquia de Animais Fantástico e Onde Habitam se passará no Brasil, durante a década de 30. A mitologia criada por Rowling nos anos noventa continua se expandindo mesmo após o termino da saga aclamada de Harry Potter em 2011, com as produções focando em Newt Scamander expandindo o mundo bruxo e a visão dos fãs muito além de Hogwarts e a Inglaterra. Desde 2012 com a criação do Pottermore, a expansão desse mundo tem sido intensa, com a própria JK Rowling nós provendo de notícias e informações sobre seu universo, entre elas, a apresentação das escolas de magia situadas em países chave ao redor do mundo. E como já se era de esperar, o Brasil possui uma imponente escola de magia e bruxaria para chamar de sua, a Castelobruxo e pensando nisso, o Volts pede que vocês jurem solenemente não fazer nade bom, enquanto preparamos os Bruxos brasileiros para 2021 com a história e curiosidades sobre a nossa escola.

Castelobruxo é uma das escola de magia mais antigas do mundo, rivalizando com a própria Hogwarts. De acordo com registros, a escola é uma construção de origem indígena por volta do século X, com seu nome tendo sido dado oficialmente após a colonização e com a, infeliz, substituição do tupi pelo português. Assim como sua irmã britânica, Castelobruxo é protegida por um feitiço que a torna imperceptível aos olhos dos não bruxos, dando aspectos de uma civilização em ruínas. Castelobruxo é localizada dentro da floresta amazônica e é descrita como uma imponente construção em dourada, na imagem de um templo e por conta disso, muitos acreditam que a mesma seja a cidade presente na lenda do El Dourado contata por aqueles que não tem acesso a magia.

JK Rowling é conhecida por trazer elementos místicos da cultura para dentro do seu universo, dando um aspecto de verossimilhança para seus contos. Aqui não seria diferente, com a presença de muitas lendas do folclore brasileiro estando presente dentro de Castelobruxo. De acordo com a autora, os terrenos e os alunos da escola são protegidos por caiporas, criaturas travessas que saem a noite para patrulhar a floresta. Apesar de ser situada no Brasil, a escola é conhecida por abrigar alunos de toda a América Latina, criando suspeitas de que a língua oficial de Castelobruxo seja divida entre o português e o espanhol, visto que os países da América Latina em sua maioria apresentam o espanhol como dominância.

Diferentemente de Hogwarts e Ilvermorny, as escolas de Londres e Nova York respectivamente, Castelobruxo não é dividida por casas, fugindo um pouco do que os fãs estão acostumados. No entanto, Castelobruxo acaba sendo a a regra, visto que escolas como o Instituto de Durmstrang na Bulgária e a Academia de Magia Beauxbaton na França, apresentados em Harry Potter e o Cálice de Fogo, também não apresentam a segmentação por casas. Quanto a vestimenta, o uniforme oficial de Castelobruxo é uma homenagem a floresta que a cerca, sendo na cor verde cintilante.

A escola de magia e bruxaria Castelobruxo é também um dos locais mais procurados pelos alunos europeus, apresentando um programa de intercâmbio renomado. O motivo dessa demanda alta é dado pelas referencias pela qual a escola é conhecida, sendo referencia em Herbologia e Magizoologia, o último sendo o estudo de animais mágicos, especialidade do personagem de Eddie Redmayne nessa nova franquia. Apesar de ser algo relativamente nova para muitos, Castelobruxo já faz parte do universo de Harry Potter desde o lançamento de seu quarto livro, em 2000. Em o Cálice de Fogo, Gui Wesley relata trocar correspondência com uma aluna do Brasil, expressando o desejo de fazer o tão famoso intercâmbio entre escolas.

Por fim, Castelobruxo apresenta veteranos extremamente importantes para o mundo mágico, com alunos que se tornaram imagens celebres após se formarem na escola. A primeira é Benedita Dourado, que reside como diretora de Castelobruxo e é extremamente respeitada dentro da comunidade bruxa, especialmente em Hogwarts. Com a confirmação do filme, muito fãs começaram a petição para que a atriz Fernanda Montenegro interprete a personagem. Além dela, o livro utilizado pelo professor Horácio Slughorn em o Enigma do Príncipe foi escrito por Libatus Borage, um distinto mestre em poções formado de Castelobruxo. Por fim, na área em que o Brasil tem êxito, independente da mitologia, o jogador João Coelho que se formou na escola para se tornar capitão de um dos times mais importantes de quadribol no mundo.

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Prêmio Volts | Nova geração alia criatividade e renovação na música maranhense

Comunidade LGBTQI+ e a sofrência embalaram a cena musical de 2019

Nos últimos anos, o mercado fonográfico maranhense vem passando por um incrível processo criativo e de renovação artística. O ano de 2019, por exemplo, foi marcado por nomes conhecidos, e também novos, engajados em enriquecer o cenário musical do estado. O resultado de todo esse trabalho culminou em lançamentos carregados de referências regionais e com boas doses do que há de melhor na música pop atual.

Ao longo deste ano, o Volts ficou ligado em tudo que rolou no cenário e, por meio de votação aberta ao público, totalizando mais de 34 mil votos, foram eleitos os nomes que estão concorrendo na fase final nas categorias “Cantor”, “Cantora”, “Dupla, Grupo ou Banda”, “Clipe Musical”, “Feat Musical”, “Música” e “Artista Musical”.  Vamos recapitular um pouco do trabalho produzido por alguns dos indicados?

A ascensão drag

No ano passado, Frimes causou reboliço com o lançamento do videoclipe de Fadinha. A produção, que se inspirou em filmes consagrados, como Matrix, foi destaque nos principais portais de música do país e teve exibição de lançamento no Cine Praia Grande, lotando a casa.

Neste ano, a cantora resolveu repetir a dose e lançou seu segundo videoclipe, para o single Pink Money. Entregando uma nova roupagem à música, Frimes, ao lado de Lucas Sá, mesmo diretor de Fadinha, trouxe a típica estética da sua persona drag, uma mistura de dominatrix futurística com paletas de um rosa bizarro.  Não é por acaso que o clipe está entre os indicados na categoria “Clipe Musical” do Prêmio Volts.

Outra concorrente nessa categoria é a drag queen Dominica, que lançou vídeoclipe para a faixa Mais Que Nada no começo deste ano. A produção foi dirigida pelo cineasta Mabu e contou com profissionais do curso de Cinema do IEMA. No clipe, Dominica brincou com diversas referências de produções das cantoras pop internacionais, como Britney Spears, no clipe Toxic, por exemplo.

Para completar a lista, Enme vem fazendo barulho e colocando todo mundo para dançar com a faixa Killa, presente em seu EP de estreia ‘Pandú’, que já possui mais de 100 mil execuções nas plataformas de streaming. O vídeoclipe de divulgação para o single, dirigido por Jessica Lauane, é recheado de elementos típicos do Maranhão, como as pitorescas radiolas de reggae e personagens da lenda do Bumba Meu Boi.

Em recente entrevista ao Volts, Enme revelou que o clipe era um sonho de infância e também a construção de uma identidade marcante que difunda o orgulho pelo Maranhão. Não é por acaso que as fotos de divulgação de ‘Pandú’ foram destaque no site da Vogue Itália. Além de “Videoclipe Musical”, Enme concorre nas categorias “Música”, também com Killa, e “Artista Musical”.

Sentimentos à flor da pele

Para os cantores e compositores do estado, 2019 também foi momento de explorar os tons amargos e dolorosos do amor. Na frágil Não Mate o Meu Querer, single lançado mês passado pela cantora Gabi Carvalho, a solidão e a efemeridade são os sentimentos que embalam os versos da canção. Com arranjo econômico, a faixa traz elementos contidos, como as cordas e as batidas pulsante, que criam uma atmosfera soturna e melancólica para melodia. Gabi Carvalho concorre na categoria “Cantora”, ao lado de Mairla Oliveira e Manú Moura.

Já Yhago Sebaz, indicado na categoria “Artista Musical”, usou desses mesmos sentimentos para dar vida ao álbum ‘Meio Amargo’. O disco resgata experiências conflituosas e vividas pelo cantor em seu último relacionamento. Com letras que retratam relações abusivas, Sebaz buscou no soul, blues e hip-hop as inspirações necessários para transformar a dor de outrora em um catálogo de canções que narram um processo de superação.

Prêmio Volts

A cerimônia da premiação realizada pelo Volts rola na próxima sexta-feira, 29, mas você pode votar até o dia 28. Ao todo, são sete categorias dedicadas exclusivamente à música. Não perde tempo e clique AQUI para votar no seu artista favorito.

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Lista de Cinco | Músicas para se preparar para a volta de My Chemical Romance

A banda se prepara para novos shows. Que tal matar a saudade?

A banda norte-americana My Chemical Romance foi formada em 2001 e é composta pelo vocalista Gerard Way, o baixista Mikey Way e os guitarristas Ray Toro e Frank Iero. Classificada como banda de rock alternativo e emocore, MCR fez um grande passeio entre estilos musicais ao longo da sua trajetória, nos apresentando um punk melodioso em I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love, o álbum de estreia, e um hard rock oitentista com um quê de ópera em The Black Parade, terceiro disco do grupo.

No segundo lançamento, Three Cheers for Sweet Revenge, talvez seja possível encontrar alguns resquícios sonoros de Misfits, em um álbum gótico-punk, com letras sobre amores condenados e muitas referências ao horror. O quarto e último álbum de estúdio lançado foi Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys. Ele tem uma pegada mais despojada, com músicas mais pop e com sintetizadores e bipes eletrônicos.

Em março de 2013, MCR anuncia seu fim por meio de comunicado no site oficial. Para os fãs, foi um momento de dor. Para os integrantes, um momento para seguir projetos pessoais ou lançar alguns conteúdos especiais da banda. Mas 2019 chegou com uma surpresa: por meio das redes sociais, a banda anunciou o primeiro show do grupo em sete anos. A apresentação acontece no dia 20 de dezembro, em Los Angeles. O ano de 2020 também vai contar com shows no Japão, Austrália e Nova Zelândia. Os ensaios começaram, e a prova é uma foto publicada no Instagram do grupo, que mostra os quatro músicos reunidos em um estúdio.

Ainda sem uma confirmação se vão ser lançadas novas músicas ou até um novo álbum, nos resta matar a saudade de My Chemical Romance por meio de algumas canções.

1 – Mama

Essa música é uma carta e nela, filho conta para a mãe que, adivinha só, nós todos somos cheios de mentiras e vamos para o inferno. O assombro por ter ido a uma guerra acompanha o resto da vida deste filho. Ele sofre pelas decisões que tomou, pelos companheiros de batalha que perdeu, e se sente completamente condenado. A carta em sua maior parte é escrita por Gerard Way. Com essa música, podemos sentir o quão bom compositor é o vocalista.

2 – Drowning Lessons

Diretamente do primeiro álbum, essa canção traz em suas letras temas como insanidade, morte e celebração do fim. Temáticas mórbidas, com guitarras e vocais que não são tão darkness, mas reforçam um pouco da agonia das lições de afogamento.

3 – To the End

Aqui, os solos de guitarra de Ray Toro são o ponto alto, que criam uma identidade única ao My Chemical Romance. Misture o talento de Toro com a bem composta letra de Gerard Way e o resultado é To the End, do segundo álbum do grupo.

4 – Skylines and Turnstiles

Essa talvez possa ser chamada de primeira canção do My Chemical Romance. Gerard Way presenciou os ataques de 11 de setembro, a principal referência para essa música. Compôs a música e logo depois criou a banda ao lado do irmão e mais dois amigos.

5 – Welcome to The Black Parade

Welcome to the Black Parade é um espetáculo. A introdução da música é digna de uma apresentação com performances e muita teatralidade. Ela não precisava nem mesmo de um videoclipe para mostrar sua grandiosidade, mas ainda bem que teve um. A canção pode ser considerada o coração do álbum The Black Parade e convida o público a cantar e, quem sabe, desfilar junto.

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Berro de Carnaval dá início à temporada carnavalesca

Evento conta com show inédito da Banda da Escangalhada

A temporada carnavalesca de São Luís vai começar. A largada é dada pelo Berro de Carnaval, evento promovido pela Escangalhada que acontece no dia 23 de novembro no Espaço Baluarte. É nele que a banda da Escangalhada apresenta em primeiro mão o novo show, intitulado O Baile da Serpente.

No show, as lendas maranhenses são reconstruídas e inseridas no contexto de transformação social em que vivemos diariamente, o que torna O Baile da Serpente uma apresentação de representatividade, inclusão e acessibilidade unidos a elementos da cultura popular maranhense e brasileira.

O evento conta com participação especial do Grupo MOB, Enme Paixão e Fabrícia. Além disso, DJ set de Patrixia Ixia e do Trio Furdunço complementam a programação. Exposições, intervenções artísticas e exibição da Final da Libertadores também fazem parte das atividades.

O Berro de Carnaval acontece no dia 23 de novembro, a partir das 15h, no Espaço Baluart. Os ingressos podem ser adquiridos no aplicativo da Eventbrite, nos pontos fixos: Buriteco Café e Loja Salsa.

A Escangalhada

Nasceu a partir do Bloco Escangalhada durante o pré-carnaval de 2019, com o intuito de criar mais espaços de resistência e oferecer um ambiente confortável e seguro para quem deseja brincar o carnaval sem restrições e julgamentos. Em junho deste ano, promoveram o “Arraial da Escangalhada”, considerado o maior arraial LGBTI+ do Brasil, com mais de 2.000 pessoas

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