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Eventos

Cantinho do Choro e Carol Cunha cantam na Esquina da Arte neste sábado

O projeto cultural Esquina da Arte será realizado neste sábado (5), na rua da Cozinha Artesanal Casa Di Amici, Rua das Hortênsias, 4 Ponta D’areia, Península, em São Luís (MA). O evento ocorrerá entre 17h e 22h.

O Esquina da Arte terá como atrações musicais o Cantinho do Choro, Carol Cunha, Ana Tereza Cunha, Isabel Cunha, Wanda Cunha, Alunos da Escola de Música Carol Cunha.

O grupo Cantinho do Choro trará clássicos do chorinho, abrindo a noite de shows e trazendo um lindo pôr do sol acompanhando da melhor música instrumental brasileira.

As irmãs Isabel Cunha e Wanda Cunha, filhas do poeta, jornalista e professor maranhense Carlos Cunha farão uma participação super especial na Esquina, trazendo para o público composições da nova parceria da dupla, que recentemente lançaram o Clipe Xote da Carangueiada, trarão ao palco o bom humor, talento e muita poesia.

Carol Cunha traz um show recheado do melhor da música popular brasileira, e também cantará músicas do seu repertório autoral, entre elas Você vai lembrar de mim, composição de Selma Delago, que esteve na Semi-final do Festival Nacional da Canção este ano em Minas Gerais: O Maior Festival de Música do Brasil, e virou um Clipe lindo que já está disponível no You tube e em todas as plataformas digitais!

Ana Tereza Cunha vem com toda a sua versatilidade de instrumentista e cantora nos presenteando ao som do cavaquinho e violão.

Haverá também participação especial dos Alunos da Escola de Música Carol Cunha.

Sobre o Esquina da Arte

O Esquina da Arte é um projeto cultural que abraça a arte em todas as suas vertentes, valorizando o que é genuinamente maranhense: artesanato, arte, música, poesia, gastronomia típica, danças folclóricas, teatro e design, na esquina mais charmosa de São Luís. Neste mês a Esquina virá com o tema: Amigos na Esquina.

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Coberturas

Lista de Cinco | BR 135 e pontos positivos e negativos do festival

A 8ª edição do BR 135 consagrou o festival musical como o maior do estado.

Foto: Laila Razzo

A última semana de novembro marcou o ano dos maranhenses e o Festival BR 135 é o responsável. Os dias 28, 29 e 30 foram aguardados com muita expectativa e cumpriram com êxito o quê haviam prometido. Pela tarde, o Conecta Música, que abriu as programações dos três dias de festival, promoveu uma série de palestras, rodas de conversas e workshops em pontos específicos da Praia Grande. Já no período da noite, os vocais dos artistas se uniram como com os do público e tornaram as noites de São Luís ainda mais quentes. Um verdadeiro ritual de celebração e amor à cultura.

Com prós e contras, o festival saiu com saldo positivo e, com certeza, ampliou o leque de eventos anuais para por no calendário, principalmente do público que experimentou pela primeira vez o quê a festa teve a oferecer. Saca só alguns pontos positivos e negativos da 8ª edição do BR 135.

1. Espaço

Quando divulgado o local que receberia o BR deste ano, alguns não receberam a notícia da melhor forma. Parte do público afirmou que a escolha foi fruto de um processo de higienização.

E essa afirmação não foi necessariamente vazia. Nos últimos meses, o Centro Histórico de São Luís, antiga sede do festival, e ponto de realização de eventos populares e gratuitos, vem recebendo cada vez menos a programação que há anos dava vida ao local.

Contudo, é inegável que o novo espaço do BR foi um dos pontos mais fortes desta edição. A Praça Maria Aragão e a Praça Gonçalves Dias trataram de consolidar o BR como o maior festival de música do Estado. Foram dois espaços destinados à música eletrônica e às atrações principais. Além disso, por ser mais amplo, o local permitiu que o público pudesse transitar por todo o evento sem dificuldades, se deslocar até a praça de alimentação e voltar para acompanhar os shows tranquilamente e ainda tirar boas fotos para publicar no Instagram (A decoração estava massa).

2. Localização e Mobilidade

A Praça Maria Aragão foi uma ótima escolha para quem quis transitar pelo festival sem ter que enfrentar muita muvuca. Por outro lado, para aqueles que dependiam do transporte público, foi uma faca de dois gumes.

Boa parte da galera que vai ao BR 135 é composta por jovens e universitários, oriundos de bairros distantes do centro de São Luís. Infelizmente, a capital ainda não possui uma logística de transporte eficiente que atenda às necessidades de eventos noturnos. Com a certeza de que várias linhas não iriam mais rodar em determinado período da noite, muitos tiveram que abrir mão de assistir os headliners para que pudessem chegar em casa.

E esse não é o único fato a se destacar. Além dessa problemática, a galera ainda enfrentou os ônibus que não paravam nos pontos da Rua Rio Branco e da Praça Maria Aragão, mesmo ao sinalizarem parada. No começo da noite também, por conta das ruas estreitas próximas das Praças, o vai e vem de quem estava no evento ocasionou trânsito lento naquela região, principalmente no sentido Centro/Beira-Mar.

3. Lineup

O BR 135 tem a proposta de trazer artista que, dificilmente, desembarcariam em São Luís para trazer seu show. A 8ª edição do festival não foi diferente, mas caprichou ao trazer uma lineup bem diversificada.

Funk carioca, MPB, ritmos baianos, música eletrônica, reggae e outros gêneros rechearam a programação dos três dias. Foi uma variedade de ritmos que atendeu a todos os gostos. Não foi difícil ouvir dos seus amigos o nome de apenas uma atração que eles estavam a fim de assistir. E, para quem não conhecia nenhuma, com certeza, deve ter saído apaixonado pelo som de algum artista/banda que subiu no palco principal ou, até mesmo, da vibe inclusiva e democrática transmitida pelo evento.

Foto: Laila Razzo

4. Público da quinta-feira

O festival foi esperado com muita expectativa por muitos, mas, infelizmente, isso não se refletiu no número de pessoas presentes no primeiro dia. Além disso, pelo tamanho da praça, a sensação se ampliou ainda mais.

Foi um tanto constrangedor presenciar as atrações da quinta-feira (28) se apresentarem para um pequeno aglomerado de pessoas próximas da grade. O pior foi ver alguns que estavam perto do palco de costas para os artistas (E isso não foi só na quinta). Mesmo assim, a situação não foi motivo para desanimar os nomes da noite, que entregaram apresentações fortes e marcantes.

5. Cidade Alta e muita música eletrônica

A Praça Goncalves Dias, que leva o nome de um dos principais poetas maranhenses, tornou-se num saral de beats e arranjos sintéticos. A Praça, batizada de Cidade Alta pelos três dias do festival, foi a principal porta de entrada para o novo público.

Vários Djs maranhenses e de outros estados trouxeram um set bem trabalhado, com remixes de músicas da cultura popular, do cenário pop e autorais, que colocou muito marmanjo duro para dançar. O resultado? Bem, teve gente que nem se quer pensou em sair do Cidade Alta enquanto grandes nomes subiam no palco principal.

Além disso, durante o intervalo das atrações na Maria Aragão, um dj comandava o palco para manter o ânimo e a empolgação da galera. A sexta-feira teve o melhor setlist da noite, que energizou ainda mais o público ansioso para ver a Potyguara Bardo e Atoxxa.

Foto: Laila Razzo
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Eventos

Racismo e questões de gênero são destaque na edição deste ano do Projeto Arte da Palavra promovido pelo Sesc

Evento traz nomes importantes da literatura afro-brasileira e feminista

Nos dias 19 e 22 de novembro, o Sesc promove o Circuito Oralidades e Circuito Autores 2019, ambos compõem o projeto Arte da Palavra. A programação ocorre em diversos pontos de São Luís e será marcada por bate-papos com autores literários, que vão abordar temas como discriminações sociais, raciais e de gênero. 

Dentre as atrações confirmadas, está a rapper e poetisa Carol Dall Farra, integrante dos coletivos Poetas Favelados e do Slam das Minas, no Rio de Janeiro. Farra desembarca na capital para realizar no dia 19 duas apresentações, em que irá contar um pouco de sua trajetória e do importante papel que a poesia exerce na sociedade. A rapper estará às 9h30 no Centro Educa Mais Joana Batista Santos Silva (Cidade Olímpica) e às 18h30 na Lekti Sebo Livraria (ao lado da Fonte do Ribeirão). 

No último dia do evento, 22, será a vez das escritoras Cristiane Sobral e Eliana Alves Cruz, autora do livro “Água de Barrela”. As autoras vão apresentar ao público os seus trabalhos e, a fim de estimular a produção literária, irão debater sobre sobre temas importantes e que repercutem na sociedade brasileira atualmente, como racismo e feminismo. As escritoras estarão às 14h30 na Biblioteca Laura Rosa, no IEMA, e às 19h no Centro Pedagógico Paulo Freire, na UFMA.  

Projeto Arte da Palavra

O projeto Arte da Palavra da Rede Sesc de Leituras foi lançado em 2017 com o objetivo de levar literatura a todas as regiões do país. Além disso, o intuito é de fomentar novos leitores e de dar destaque a novos autores, por meio da divulgação de formas de produção na atualidade e do consumo literário. 

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Eventos

14ª Aldeia Sesc Guajajara de Artes conta com shows e programação para todos os públicos

Programação segue até dia 11 de outubro, com eventos gratuitos em vários pontos de São Luís.

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A abertura da 14ª Aldeia Sesc Guajajara de Artes acontece neste sábado, dia 05 de outubro, na Concha Acústica Reynaldo Faray, Lagoa da Jansen. A programação começa às 19h, com performance do Coletivo O Circo Tá na Rua, show da Orquestra Maranhense de Reggae, discotecagem com a DJ Fê Marques e show da carioca Alice Caymmi.

Dando destaque para os ritmos e artistas locais, a abertura terá o show da Orquestra Maranhense de Reggae/MA, projeto que tem a proposta de difundir a música jamaicana, brasileira e maranhense, fazendo uma releitura dos ritmos da cultura popular do estado na versão reggae. Logo após, fortalecendo a representatividade feminina, temos a DJ Fê Marques/MA, que irá apresentar um set que passeia por vários estilos musicais, conectando e animando o público. Logo após, sobe ao palco Alice Caymmi/RJ, cantora, compositora, musicista e performer, que começou a cantar e compor aos 10 anos. Com quatro discos lançados, Alice Caymmi/RJ vem pela primeira vez para São Luís apresentar um show pop, que reúne sucessos da sua discografia.

No domingo terá programação para as crianças. Em parceria com o Pátio Norte Shopping, será apresentado às 14h30, na praça de alimentação, o espetáculo circense “O Circo de Dois Palhaços Só”, da Cia. Cambalhotas/MA, que mostra a tentativa do Palhaço Carambela Guatchin em fazer um número solo, quando o mesmo é interrompido pelo Palhaço Coquinho Pitú. Ainda com a proposta de descentralizar as ações do evento, às 16h30 ocorre na praça Primeiro de Maio, na Vila Embratel, uma vivência circense com o Coletivo O Circo Tá na Rua/MA e contação de história com o grupo Xama Teatro/MA.

Encerrando o final de semana da Aldeia, será apresentado às 17h, o espetáculo musical “Cadê a herança” com a Cia. Encanto Coletivo/MA, no Teatro Sesc Napoleão Ewerton. É o primeiro espetáculo musical de texto autoral da companhia. O enredo narra o reencontro de uma família, embalada pela força das músicas de Rita Lee, Elis Regina e Roberto Carlos.

A 14ª edição da Aldeia Sesc Guajajara de Artes acontece até dia 11 de outubro, com programação gratuita em inúmeros espaços da cidade de São Luís. O evento possui ações em todos os horários e para todos os públicos, com o objetivo de ampliar o acesso às atividades culturais. A programação completa pode ser acessada no site www.sescma.com.br e nas redes sociais do evento.

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