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Autor de Percy Jackson mostra insatisfação com filmes da série

“Eles deveriam ter censurado tudo!”. Afirma Rick Riordan sobre os filmes.

Foto: Divulgação

Rick Riordan está claramente chateado com as adaptações cinematográficas de seus livros.

O criador do universo de Percy Jackson tem desabafado em seu twitter sobre o assunto.

Com o lançamento do filme no streaming Disney+, o autor foi questionado sobre uma cena deletada na plataforma. A cena que se passa dentro de um cassino foi retirada e Riordan escreveu em seu twitter: “Eles deveriam ter censurado tudo. Apenas duas horas de tela branca.”

Fãs da série questionaram sobre a falta da cena na plataforma e alguns até mesmo afirmaram se sentir aliviados por saber que o autor também não gosta das versões em filmes da história.

Riordan falou muito mal da adaptação, deixando claro que os filmes são muito diferentes dos livros e aproveitou o momento para se mostrar empolgado com a série que está sendo produzida.

Bom, para vocês, são algumas horas de entretenimento. Para mim, é o trabalho da minha vida passando por um moedor de carne quando eu implorei para eles não fazerem isso. Mas tudo bem. Tudo bem. A gente vai consertar isso em breve.

https://twitter.com/rickriordan/status/1269956493585068034?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1269956493585068034&ref_url=https%3A%2F%2Fjovemnerd.com.br%2Fnerdbunker%2Fautor-de-percy-jackson-volta-a-reclamar-dos-filmes-e-diz-que-serie-consertara-os-erros%2F

O autor revelou não ter assistido os filmes, mas que leu seus roteiros e deixou claro que não tem nada contra os atores da obra, defendendo que esses foram “arrastados para essa bagunça”, em palavras do próprio autor.

“Por fim, eu ainda não assisti aos filmes e nem pretendo de algum dia fazer isso. Eu os julgo pelos roteiros que li, porque a história é o que mais me importa. É claro que não tenho nada contra os talentosos atores. Não foi culpa deles. Apenas lamento que eles tenham sido arrastados para essa bagunça”, escreveu.

Os filmes adaptados da série Percy Jackson e os Olimpianos foram para o cinema em 2010 e 2013, tendo o ator Logan Lerman interpretando o protagonista. O universo de Rick Riordan vai além, com duas outras séries de livros inspirados na mitologia grega: Os Heróis do Olimpo e As Provações de Apolo. Os três fazem parte da franquia Crônicas do Acampamento Meio-Sangue.

O primeiro longa da série arrecadou US$ 266 milhões no mundo todo para um orçamento estimado em US$ 95 milhões. Sua sequência, três anos depois, teve um resultando ainda menor, com US$ 199 milhões de bilheteria para 90 US$ milhões de orçamento.

O autor revelou que em novembro de 2018 alertou os produtores da Fox sobre o roteiro fraco do primeiro longa e por não ser ouvido, decidiu se afastar do projeto.

Mergulhe nas novelas incrivelmente trabalhadas de Rick Riordan

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Flamengo inicia time oficial de Free Fire

Time participará da LBFF 2020.

Foto: Divulgação

Além dos campos de futebol, o Flamengo incentiva outros estilos de jogos, principalmente no E-sports.
Famoso pelo seu time no League of Legends, o “mengão” agora arrisca o cenário competitivo de Free Fire.

https://twitter.com/flaesports/status/1296481548875833344

Com anúncio no Twitter, o time acaba de entrar oficialmente no jogo de estilo Battle Royale, com jogadores escolhidos a dedo. 

DeadGOD, Minuzzi, Reei, Kauelok e Modéstia farão o time vermelho e preto, além do treinador Machado, que antes disputavam pela B4. Agora irão competir pelo novo time, B4 Flamengo, no segundo split da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) 2020, que começa nesse sábado (22). 

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Madagascar ganha série com personagens em versão criança

Série mostrará infância dos personagens originais.

Foto: Divulgação

Franquia de sucesso no cinema, Madagascar continua fazendo sucesso e ganhando algumas continuações, sendo por séries de TV e filmes derivados.
A nova ideia da DreamWorks é uma série reunindo o elenco original em versão criança.  

Veja o trailer abaixo: 

Madagascar: A Little Wild será apresentada no Hulu e no Peacock, serviços de streaming norte-americano. Na série, os personagens já conhecidos, Alex, Melman, Marty e Gloria, serão mostrados em aventuras de sua época quando crianças, já morando no zoológico do Central Park. 

A produção ficou por conta de Johanna Stein, da série de Kung Fu Panda e Dana Starfield de Monster High, e chegará nos Estados Unidos, por via straming, no próximo dia 7 de setembro. 

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Novo clipe de Katy Perry tem trabalho de animadores brasileiros

Smile traz a cantora jogando vídeo game e uma temática circense.

Foto: Reprodução/Smile

Se jogando no universo dos games, Katy Perry apresenta Smile, novo clipe com uma temática que mistura games e circo. 

O clipe foi inicialmente lançado no Facebook dia 13, graças uma parceria da cantora com a rede social, sendo liberado no Youtube apenas no dia seguinte (14). 

Experimentando um vídeo-game com um avatar inspirado nela própria, Perry se diverte e ostenta o belo barrigão de grávida.  

O arquétipo de palhaço, muito presente na nova fase de sua carreira, surge no jogo vivendo diferentes situações, todas contextualizadas na temática de circo.  

A produção mostra muitas cores, como típico de muitos trabalhos da cantora e tem como direção Matthew Cullen, responsável por grandes clipes de Katy, como Dark Horse (Feat. Juicy K) e California Gurls (feat. Snoop Dogg). 

Misturando cenas live-actions com animação, parte do trabalho de computação gráfica do clipe Smile foi feita por um estúdio brasileiro.  

A Flooul Animation trabalhou no clipe junto ao estúdio Nathan Love e Little Zoo, dos EUA. 

A produção ocorreu durante o período de isolamento social por conta da pandemia do COVID-19, e a equipe desenvolveu personagens, cenários, efeitos de iluminação e foi responsável pela finalização do vídeo. 

Pedro Conti, um dos criadores da Flooul Animation, comenta que a parceria foi uma iniciativa da empresa americana: 

A comunidade da animação tem conseguido posicionar o Brasil de uma forma relevante e positiva dentro de um cenário mundial. É muito legal ver uma empresa americana procurar um estúdio brasileiro pela qualidade do trabalho. Estamos sendo reconhecidos não só por fazer as coisas, mas por ter um diferencial de qualidade dentro de uma indústria onde a maioria dos estúdios são americanos.” Relata

O animador já trabalhou anteriormente nos efeitos visuais do filme Moana, da Disney. 

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