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Séries

Assista ao teaser do episódio ‘Open Your Eyes’, de Westworld

A primeira temporada está disponível na HBO Go.

Na noite de ontem (27), após a sua exibição na HBO, foi liberado o teaser de Open Your Eyes, sétimo episódio da segunda temporada de Westworld. Assista no topo.

O novo capítulo vai ao ar em 2 de junho.

Westworld é transmitida aos domingos pela HBO, às 22h. A primeira temporada está disponível no serviço de streaming HBO Go.

Séries

Cinco anos após o término de Glee, elenco continua se envolvendo em polêmicas

Desta vez, um comportamento de Lea Michele revelado por Samatha Marie foi apontado como racismo.

Samatha Marie e Lea Michele estão no centro da discussão mais recente envolvendo o seriado. (Foto: reprodução)

Na ficção eles cantavam Don’t Stop Believin e encorajavam uns aos outros a enfrentarem seus problemas. Mas, na realidade, lidavam com aspectos negativos que geravam e continuam gerando problemas entre o elenco.

Glee, seriado de 2009, durou até o ano de 2005 e tem diversas marcas negativas em seu histórico. E não são problemas de direção, roteiro e muito menos atuação. O lado sombrio do seriado é fruto de acontecimentos dos seus bastidores.

O público e fã da série já precisou enfrentar, por exemplo, a confissão de Mark Salling, o Noah Puck, quando relatou seu envolvimento com pornografia infantil que resultou na prisão do ator. Mais tarde, aos 35 anos, Mark foi encontrado morto em sua residência, em janeiro de 2018.

Além disso, outro episódio traumático já havia acontecido em 2013, quando Cory Monteith, que interpretava Finn Hudson morreu por overdose. Na série e na vida real ele possuía um relacionamento amoroso com Lea Michele, a Rachel. A atriz ja teve seu nome mencionado pela equipe de Glee por comportamentos de alguém que se considerava superior aos demais, papel não muito diferente do desempenhado por ela nos episódios do seriado.

Um desses comportamentos veio à tona ontem (1º) e continuou ressoando hoje (2) nas redes sociais após Lea ter feito uma publicação sobre a morte de George Floyd, nos EUA em que se posicionou contra o acontecido. “George Floyd não merecia isso. Não foi um incidente isolado e isso deve acabar”, escreveu ela.

Foi, então, quando Samantha Marie, que contracenou com Lea Michele em alguns episódios de Glee, compartilhou a publicação da atriz e a acusou de ter feito de sua estreia na televisão um inferno. “Rindo muito! Você se lembra de quando fez do meu primeiro trabalho na TV um inferno? Porque eu nunca vou esquecer. Acho que você disse para todo mundo que, se tivesse a oportunidade, ‘cagaria na minha peruca’, entre outras pequenas agressões traumáticas que me fizeram me questionar sobre a carreira em Hollywood”, disse Samantha.

O comentário de Samantha foi seguido de manifestações de outros integrantes da série. Entre eles Alex Newell, Amber Riley e Dabier Snell, que apoiaram o comentário de Samantha. Até o momento, Lea não se manifestou sobre o assunto. De acordo com a revista americana Variety, a assessoria da atriz não retornou às tentativas de contato da imprensa.

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Crítica

Crítica | Em Defesa de Jacob

A minissérie de suspense foge dos padrões que o gênero possui e entrega um enredo surpreendente e cheio de reviravoltas.

Dramas familiares sempre chamam a atenção e cativam o público, principalmente aqueles que envolvem todas as esferas familiares. Entretanto, essas produções podem se tornar bem mais interessantes quando novos elementos são inseridos na narrativa, como por exemplo, um assassinato. É exatamente isso – e um pouco mais – que a minissérie ‘Em Defesa de Jacob’, a nova produção original da Apple TV+ leva ao público.

O thriller de oito episódios é dirigido por Morten Tyldum (O jogo da Imitação), ganhou uma adaptação para TV feita por Mark Bomback (Planeta dos Macacos) baseada no livro de William Landay. O enredo conta a história de Jacob (Jaeden Martell), que tem a vida virada de cabeça para baixo após ser acusado de assassinar seu colega de classe. Ao lado dele, os pais Andy Barber (Chris Evans) e Laurie Barber (Michelle Dockery) vivem dias de aflição e tentam de todas as formas provar a inocência do filho.

A série acrescenta elementos interessantes, como o jeito antissocial de Jacob, as mensagens estranhas postadas por ele em uma rede social e o fato dele ter sofrido bullying por parte do colega que morreu, forçando a teoria de que ele pode estar envolvido com o crime. Além disso, a linha cronológica da história contada em duas versões: um tempo após o desfecho do caso e outra durante a investigação, prende a atenção do público que por várias vezes se pergunta: porque Andy está sendo interrogado? Jacob foi preso? Ele é culpado pelo crime?

Chris Evans vive Andy Barber, Jaeden Martell interpreta Jacob Barber e Michelle Dockery é Laurie Barber

Até o terceiro episódio, o enredo foge um pouco do que a série quer propor ao público – a dúvida se Jacob matou não o colega – e explora o passado um tanto conturbado de Andy e a relação ambígua de Laurie com seu filho. Mas tudo isso é proposital, afinal a partir daí, a série aposta no jogo psicológico, já que a inocência de Jacob é uma dúvida não só para o júri, mas para os pais do adolescente e agora para o público.

As revelações do passado obscuro de Andy com seu pai Billy Barber (J.K Simmons), preso há mais de 20 anos por homicídio, voltam a causar dúvidas e naturalmente, a novidade ajuda a criar uma ligação homicida entre o avô e o neto. Do outro lado, a fragilidade de Laurie em relação a descoberta sobre o passado do marido traz uma mudança no relacionamento dos dois como casal e com o filho, deixando os personagens centrais instáveis. Essa aspecto ajuda reforçar no telespectador a seguinte premissa: ele é culpado pelo crime.

Uma das coisas mais bem arrojadas do roteiro é que com o passar dos episódios, a perspectiva de Andy sobre Jacob vai mudando e isso reflete diretamente na maneira como o público vê o garoto. Lembra do jogo psicológico que falei no início da crítica? Pois então. Com isso, não se torna tão cruel aceitar que os próprios pais do garoto acreditam que ele é o verdadeiro responsável pelo crime.

O mix de sentimentos que ‘Em Defesa de Jacob’ proporciona é surpreendente, assim como o desfecho da série. As reviravoltas em relação ao crime – principalmente no último episódio – a viagem da família para o México e a revelação de novo segredo por Andy fazem você literalmente voltar à estaca zero. O suspense volta à tona e te faz pensar e repensar por várias vezes o que pode estar nas entrelinhas da história e qual é a verdadeira relação de Jacob com o crime.

As atuações acertadas de Evans, Dockery e Martell deram um diferencial acertado na produção. Com interpretações intensas, em alguns pontos bem frias e duvidosas, os personagens ajudaram a criar um clima de incerteza e reflexão, abrindo espaço, talvez, para uma segunda temporada. E com isso, teremos a chance de responder algumas dúvidas que a série deixou no ar, característica digna de uma boa trama de suspense.

Em Defesa de Jacob‘ está disponível na Apple TV+ e a assinatura pode ser feita por usuários no Brasil. Veja o trailer abaixo:

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Crítica

Crítica | Control Z – 1ª temporada

A produção fisga o público e garante boa recepção a uma próxima temporada, sem manchas na estreia.

A protagonista da série é a adolescente Sofia Herrena, vivida por Ana Valeria Becerril. (Foto: reprodução)

O enredo das produções mexicanas, de um modo geral, costuma pegar emprestado o tempero apimentado da culinária do país para incrementar narrativas. Com a série Control Z não foi diferente. O drama teen possui em sua receita escândalos picantes, traumas do passado e segredos sobre a vida dos adolescentes de ensino médio que formam seu elenco central.

Produzida pela Lemon Studios para a Netflix, Control Z traz em oito episódios uma reviravolta na vida de estudantes, pais e funcionários da escola, causada pela ação de um hacker que começa a revelar publicamente os segredos de alguns alunos e até do diretor da instituição. Chantageados, eles precisam contribuir para a revelação de algo pessoal de outra pessoa para protegerem o próprio segredo das mãos do hacker.

Para sustentar a premissa de forma mais convincente, a série mostra uma escola bem estruturada, com cobertura de vidro, acesso liberado à internet e, consequentemente, alunos de famílias que têm absoluta condição de manter seus filhos matriculados nela. Isso contribui para que hajam subornos, festas, casas e carros luxuosos que movimentam as cenas em torno do eixo de ação principal: descobrir quem é o hacker.

Elementos secundários à parte, temos a protagonista Sofia Herrera (Ana Valeria Becerril), que antes de retornar às aulas naquele ano passou o verão na ala psiquiátrica de um hospital. Como é de se esperar, tendo em vista as últimas produções do gênero na Netflix, a personagem assume a figura de uma adolescente solitária, com aspectos depressivos e ansiosos que, durante crises, faz com que ela recorra a fazer cortes no prórprio corpo.

Para absorver as mensagens que a produção pretende passar, porém, o público precisa se voltar apenas à característica marcante da protagonista: a aguçada capacidade de observação. Já que, apesar de abordar temas pertinentes, Control Z não prende muito pelo diálogo e sim pelas suposições que desperta sobre a menina mais bonita da escola, que na verdade é um menino, pelo “malvadinho” que usa a valentia para encobrir aquilo que ele entende como uma fragilidade sua e pela menina boazinha que esconde a prática de fazer roubos.

Todos esses pontos são expostos pela ação do hacker. Em pararelo, a chegada do novato Javier Willians (Michael Ronda), filho de um famoso jogador de futebol faz com que Sofia, que decidiu descobrir quem está por trás do hacker, tenha agora um aliado nessa busca. O que ela não sabia no início é que até mesmo Javier tem envolvimento num terrível assassinato que foi silenciado com a fortuna e fama do pai.

A riqueza também apresenta papel importante na vida de Raul (Yankel Stevan), personagem de aparição tímida nos primeiros episódios da série para posteriormente se tornar o pivô de todas as mazelas ocorridas até então. A partir daí, a série dispara para a possível resolução do conflito principal e manobra com excelência a necessidade de abriar clichês como o fato de dois garotos, Javier e Raul, estarem apaixonados por Sofia enquanto os demais fatos de desenrolam em volta deles.

De maneira muito perspicaz, o sétimo episódio de Control Z é formado por flashbacks para instigar o público a pensar: “então é isso”. Contudo, não deixa a dedução vir de maneira fácil pela posterior sequência de acontecimentos em timelapse mostrando a realidade por trás das ações de cada personagem.

Já a revelação sobre quem é o hacker, nesse ponto, não poderia ser feita de outra forma senão pela dedução fato por fato de Sofia, nada imprevisível. Ainda mais quando se soma o fato de que mais uma vez era alguém que estava ali o tempo todo. Embora seja mais do mesmo, temos aqui os questionamentos provocados pelo último episódio: apesar das perdas, os personagens de fato viverão melhor com os seus segredos expostos? Valeu a pena mesmo fazer tudo isso?

Deixando várias questões no ar como, por exemplo, o que de fato acontece com o pai de Sofia e também como ficará a situação dela, de Javier e de Raul, a primeira temporada de Control Z consegue fisgar o público de maneira que este seja muito bem receptivo à sua próxima temporada, sem marcar de forma negativa sua estreia. Vale a maratona!

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