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As 7 melhores de Rupaul’s Drag Race All Stars 4

Vem comentar com a gente quais suas favoritas nessa temporada!

As drags do Rupaul’s Drag Race All Stars 4 tão disputando a tapas o posto de mais poderosa do Estados Unidos e claro não íamos deixar passar batido aqui no canal. Vem comentar com a gente quais suas favoritas nessa temporada. Vem ver nossa análise no vídeo acima.

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Música

Lista de 5 | Álbuns para iniciar no mundo do K-pop

Cinco disco que podem te introduzir a esse universo sem te tirar da sua zona de conforto.

Foto: Cena do clipe 'How You Like That' do BLACKPINK| Reprodução

Nas últimas semanas, os kpoppers, fãs do pop sul-coreano, tornaram-se assunto nos noticiários do mundo. Nos EUA, eles se mobilizaram para enviar fancams e sobrecarregar o sistema de um aplicativo da polícia de Dallas, que buscava informações sobre os manifestantes nos protestos #blacklivesmatter. Outro fato recente foi a compra de ingressos do comício de Trump. Devido ao grande número de ingressos vendidos, a equipe do presidente dos Estados Unidos ampliou a capacidade do evento, mas, no final, foi um grande fracasso de público graças aos kpoppers.

Esses e outros motivos levaram diversas usuários do Twitter, que odiavam os fãs do gênero por flodar a rede social, a pedir desculpas e até a se propor a conhecer melhor o som produzido pelos grupos coreanos. Pensando nisso, o Volts selecionou cinco discos que podem te introduzir a esse universo e mostrar que, diferente do que você pensa, o K-pop não é um monstro de sete cabeças.

4 Walls; F(x)

Ano: 2015

Faixas: 10

Gênero: Pop, EDM; Deep-House

Para quem ouve: Lady Gaga; Dua Lipa; Rihanna

4 Walls é o primeiro álbum de estúdio do F(x) após a saída de uma das integrantes mais queridas do grupo, a Sulli, que recentemente veio a falecer vítima de suicídio. Muito se especulava como essa saída afetaria a popularidade do girlgroup. Contudo, com o lançamento do quarto álbum de inéditas, as meninas restantes comprovaram que o grupo estava longe de ser esquecido. O registro é um completo amadurecimento do som experimental testado nos trabalhos anteriores e o estabelecimento de uma fórmula que seria muito explorada por outros nomes do cenário.

São faixas que se apropriam do que há de melhor na música eletrônica ocidental, que vão desde as batidas extravagantes do EDM a sutileza sintética do deep-house. A faixa-título, single de divulgação desse trabalho, é um exemplo assertivo da incorporação desses gênero no som pop do F(x). São instantes em que as batidas crescem de forma gradativa para entregar um refrão contido, mas ambicioso. Há também momentos de completa explosão nas pistas de dança, caso das ótimas “Papi” e “Rude Love”.

Reboot; Wonder Girls

Ano: 2015

Faixas: 12

Gênero: Pop; New Wave; Synth.

Para quem ouve: Dua Lipa; Carly Rae Jepsen; Katy Perry

Wonder Girls é um dos nomes mais importantes e influentes do pop sul-coreano. Infelizmente, o grupo encerrou suas atividades em 2017, mas algumas de suas integrantes continuam em projetos solo. E, assim como F(x), o terceiro álbum de estúdio do quarteto veio antecedido de especulações sobre um possível disband. Mas as meninas surpreenderam e retornaram em formato de banda, entregando um dos exemplares mais divertidos do pop coreano e, além disso, assumindo toda a produção do álbum, com exceção do single.

O disco resgata os sintetizadores e melodias oitentistas de forma despretensiosa e brinca com gêneros típicos do momento, como a new wave, synth e o citypop. É um catálogo de faixas que carrega fórmulas e clichês sonoros dos anos 1980 e que assumem um papel quase lúdico nesse registro. Um completo exercício de como seria os grupos de K-pop se tivessem surgido naquela época. “I Feel You” é faixa que mais se aproxima dessa simulação e que abre caminho para outros ótimos momentos do disco, caso de “Rewind”, “Baby Don’t Play” e “John Doe”. Um álbum que marca a autonomia das integrantes em um cenário tão controlado pelas agências.

Goodbye 20; Lim Kim

Ano: 2013

Faixas: 14

Gênero: Pop; Pop-Rock.

Para quem ouve: Taylor Swift; Kelly Clarkson; Avril Lavigne

Não só de batidão e coreografias vive o K-pop. Lim Kim é um dos nomes que prefere transitar por composições mais melódicas, pelo menos durante seu álbum de estreia. A sul-coreana debutou em 2013 com dois EPs. No mesmo ano ela uniu os catálogos dos dois registro e adicionou composição inéditas, que deram vida a seu primeiro trabalho completo, o Goodbye 20. Com pouco mais de 56 minutos de audição, Kim mostra sua versatilidade musical, indo das baladinhas típicas do pop coreano, ao pop-rock meloso do início dos anos 2000 e até a bossa-nova.

São composições que trazem o espírito inquieto do fim da adolescência, marcado pelas confissões da transição para uma nova fase. Temas que facilmente lembram o que já foi testado por cantoras como Avril Lavigne, mas Kim adota uma postura mais contida e reflexiva. Postura facilmente identificada na melancólica “Without Knowing It All” ou em “Rain”, instante em que a sul-coreana desbrava a bossa-nova para criar uma das faixas mais interessantes do disco. Um catálogo demarcado por uma base instrumental orgânica, quase crua se comparada os grupos de K-pop, e que torna Kim até mais tangível para o público.

Max & Match; LOONA/ ODD EYE CIRCLE

Ano: 2017

Faixas: 8

Gênero:Synthpop; R&B; Alternativo.

Para quem ouve: Grimes; Carly Rae Jepsen; Kim Petras

Imagine um encontro entre os sintetizadores frenéticos de Grimes e o pop chiclete de Carly Rae Jepsen? Talvez essa não seja a comparação mais exata, mas é a que mais se aproxima do som dessas meninas. LOONA/ ODD EYE CIRCLE é um sub-grupo do LOONA, que debutou em 2017 com 12 garotas. Antes disso, cada integrante lançou um single solo e também outros em pequenas formações. Sonoramente, ODD EYE CIRCLE é um dos mais interessantes, pois mergulha o ouvinte num pop mais ‘experimental’, algo muito característico do grupo como todo e se assemelha ao que já foi testado pelo F(x).

Do começo ao fim do EP, o ouvinte tem uma experiência de completa imersão, começando pela atmosfera “ADD”, faixa em que os sintetizadores despontam de forma livre, apresentando as bases que sustentam esse registro. “Sweet Crazy Love|”, single de divulgação do trabalho, já inicia de forma grande graças às cordas, que se unem as linhas da guitarra e as inserções eletrônicas. A faixa seguinte, “Uncover” , com certeza é a mais interessante do catálogo. Um dream pop marcado por sintetizadores cósmicos, que dão forma a texturas rarefeitas, mas contornadas por batidas insistentes do R&B eletrônico, gênero bastante explorado nas faixas seguintes.

Crush; 2NE1

Ano: 2014

Faixas: 10

Gênero: Pop; R&B; EDM

Para quem ouve: Rihanna; Nick Minaj; Ariana Grande

Antes do BLACKPINK dominar a Coreia do Sul e o mundo com seu pop explosivo, as meninas do 2NE1 eram as responsáveis por isso. Em grau menor de popularidade mundial, o grupo dominou por diversos anos as paradas musicais na Coreia e lançaram hits que ultrapassaram as fronteiras, como a icônica “I AM THE BEST”. Infelizmente, assim como as Wonder Girls, o grupo também já encerrou suas atividades, mas deixou um legado que dificilmente outro nome sul-coreano poderá assumir, tanto no quesito sucesso comercial como autonomia artística.

Crush é o último álbum de inéditas do quarteto e um dos registros mais amados dos fãs, e mais escutado pelos não fãs de K-pop. Ainda que não seja um trabalho inventivo e recicle parte do que já foi apresentado por elas, o disco resume o que foi o 2NE1 durante os anos de carreira. São faixas que exageram, de forma positiva, nas batidas eletrônicas, como em “COME BACK HOME” e “GOTTA BE YOU”, canções que recorrem ao Trap e as rimas; ou trazem baladinhas R&B que facilmente remetem ao Good Girl Gone Bad (2007), da Rihanna. Há espaço também para composições marcada pelo pop chiclete, como na colorida “HAPPY”.

Ouça nosso podcast sobre música:

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‘Falcão e o Soldado Invernal’ e ‘Loki’ devem iniciar gravações até agosto

Produção de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ também têm previsão para retornar ainda este ano.

Foto: Divulgação.

As gravações das séries da Marvel Falcão e o Soldado Invernal e Loki têm previsão de serem retomadas até o início de agosto. A informação foi repassada por fontes do estúdio Pinewood e divulgada pela The Hollywood Reporter.

De acordo com as fontes, as séries entram em pré-produção ainda no mês de julho e o início das gravações não podem passar das primeiras semanas de agosto. As duas séries da Marvel Studios precisaram paralisar suas produções em março deste ano devido a pandemia do novo coronavírus. As gravações de Falcão aconteciam em Praga e de Loki em Atlanta.

Ainda de acordo com as fontes, o estúdio está tomando todas as medidas de prevenção a Covid-19, com o estabelecimento de novas condutas e protocolos. Anteriormente, Falcão e o Soldado estava previsto para ser lançado em agosto deste ano na Disney+ e Loki em 2021. As fontes não mencionaram se havia previsão para o fim das gravações no cronograma do estúdio.

Outra produção da Marvel que deve retomar as gravações é o longa Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis. Segundo o Deadline, o estúdio está tentando começar no final de julho, na Austrália. A produção foi interrompida também em março, quando o diretor do filme, Destin Daniel Cretton, decidiu se isolar e realizar o teste da Covid-19 como medida de proteção a seu filho recém-nascido. O diretor testou negativo.

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Joss Whedon é acusado de abuso no set de Liga da Justiça

Após comentário de Ray Fisher no twitter, novos rumores sobre atos do diretor aparecem.

Foto: Combinação/Ray Fisher chega à estréia da terceira temporada de "True Detective" em Los Angeles em 10 de janeiro de 2019, à esquerda, e Joss Whedon chega à estréia de "Avengers: Age Of Ultron" da Marvel no Dolby Theatre em 13 de abril de 2015 em Hollywood, Califórnia.

O ator Ray Fisher, o Ciborgue no DCEU, surpreendeu os fãs ao afirmar em suas redes sociais que o diretor Joss Whedon teve uma postura abusiva no set de Liga da Justiça.

Sem entrar em muitos detalhes o ator apenas afirmou que o abuso ainda teve apoio do então CEO da DC, Geoff Johns e do produtor Jon Berg.

Em seu twitter, o ator escreveu:

O tratamento que Joss Whedon seu ao elenco e à equipe no set de Liga da Justiça foi nojento, abusivo, antiprofissional e completamente inaceitável. Ele foi apoiado, de muitos modos, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade > Entretenimento”.

Não é a primeira vez que o ator Ray Fisher faz críticas a Whedon. Recentemente, o ator retirou elogios que fez ao diretor na San Diego Comic-Con em 2017, quando o chamou de “grande cara” e “uma pessoa para terminar liga da justiça”.

Após o comentário de Fisher, recentemente novos rumores sobre o comportamento do diretor surgiram nas redes sociais.

A Youtuber Grade Randolph afirmou que foi a primeira a divulgar que Gal Gadot havia se recusado a fazer uma cena em que o Flash cai em cima da Mulher-Maravilha e fica sem jeito porque encostou em seu seio. Seungo Randolph, a cena foi feita com uma dublê, motivo pelo fato do rosto da atriz não ser visto no momento da queda, enquanto Gadot aparece apenas depois, deitada e olhando para cima.

No mesmo posto de Randolph, o fotógrafo Jason Laboy, conhecido por seus trabalhos em eventos de cultura pop nos EUA, afirmou ainda que, para conseguir que a dublê aceitasse a cena, Joss Whedon a trancou em uma sala e a ameaçou sua carreira caso ela não aceitasse fazer.

Um post de 2017 na rede social Amino conta a mesma história revelada agora em 2020, afirmando que Gadot não estava no set quando a cena foi realizada por uma dublê. Em Vingadores: Era de Ultron, há, curiosamente, uma cena parecida e que também é dirigida por Joss Whedon. No trecho, no início do filme, Ultron ataca e Bruce Banner cai em cima dos seios da Viúva Negra e pede desculpas.

Importante: Toda história ainda não passa de um rumor. Embora Grace Randolph tenha acertado alguns casos, a youtuber não é uma fonte 100% confiável de notícias, da mesma forma que o fotógrafo e a usuária que postou o texto na rede social em 2017.

Gal Gadot ainda não comentou, até o momento, sobre o assunto e a único fato confirmado que temos é o twitter de Ray Fisher.

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