Connect with us

Séries

As 10 melhores séries de 2018, segundo o Volts

Votação foi realizada pela equipe do Volts.

Tivemos gratas surpresas na televisão em 2018. Algumas adaptações bastante esperadas chamaram a atenção de muitos. Outras séries já consagradas tiveram temporadas estrondosas em 2018, além da estreia de alguns shows que, apesar de só possuírem um ano já ganharam nossos corações.

E foi neste turbilhão de sentimentos que a equipe do Volts decidiu quais foram as melhores séries deste ano. Veja só:

1º A Maldição da Residência Hill

Há muito tempo não se via uma série de terror que emplacasse tanto na internet quanto A Maldição da Residência Hill. Trata-se de uma recriação do romance The Haunting of Hill House, sobre cinco irmãos que cresceram na casa mal-assombrada mais famosa dos EUA. Cheia de acontecimentos surpreendentes e um elenco ótimo, a série cumpre o papel de causar a intriga em quem assiste – e distribuir uns belos sustos de vez em quando.

2º O Mundo Sombrio de Sabrina

Baseada na série dos anos 90 Aprendiz de Feiticeira, a série conta a história da jovem Sabrina Spellman que está prestes a completar 16 anos e é obrigada a tomar uma decisão crucial que mudará sua vida para sempre: escolher entre o mundo das bruxas e o mundo dos mortais. As personagens, o famoso gato Salém e a ambientação da série mudaram drasticamente e foram muito bem recebidos pelo público.

3º Sharp Objects

Comandado pelo mesmo diretor de Big Little Lies e baseado no livro de Gillian Flynn, mesma autora de Garota Exemplar, a série da HBO é eletrizante. A trama conta a trajetória de Camille Preaker, uma repórter que precisa retornar à sua cidade natal para acompanhar as investigações dos misteriosos assassinatos de duas adolescentes. O seu retorno também traz à tona acontecimentos de seu passado, já que ela lida com distúrbios emocionais após passar um tempo em uma instituição psiquiátrica.

4º The Handmaid´s Tale – Season 2

A 2ª Temporada de The Handmaid’s Tale provou-se um verdadeiro teste para os seus produtores. Após o inesperado e estrondoso sucesso da temporada de estreia, a série precisava mostrar força e relevância, fazendo valer todas as expectativas nela depositadas até então. E como era de se esperar, a reação passou por todos os lugares, dos positivos aos negativos. Mesmo com o final questionável, as expectativas permanecem altas e… nos vemos na 3ª temporada!

5º American Horror Story: Apocalypse

Talvez a maior obra prima do Ryan Murphy, o aguardado crossover entre duas das mais queridas temporadas pelo público – Coven e Murder House –, trouxe de volta a série à tona. Seus últimos anos não ganharam destaque, principalmente nas redes sociais, como os demais. Conquistando adolescentes e adultos e mantendo uma história pé no chão, Apocalypse se consagra como a maior temporada de AHS já feita.

6º La Casa de Papel

A série espanhola sobre um super assalto à Casa da Moeda consegue a proeza de ter ótimos personagens ao mesmo tempo que tem os piores. A série tem histórias incríveis e um monte de coisa que não faz o menor sentido, mas que diverte e chegou marcando os assinantes da Netflix neste ano.

7º Desencanto

Bean é uma princesa alcoólatra que vive no reino mágico de Dreamland ao lado de Luci, seu demônio pessoal, e de Elfo, seu melhor amigo. Além dos problemas com a bebida, essa jovem da realeza está disposta, juntamente com sua turminha, a viver as mais inusitadas aventuras, nem que para isso tenha que encarar terríveis ogros ou tolos humanos.

8º 9-1-1 – Season 1 & 2

O drama de Ryan Murphy explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

9º How To Get Away With Murder – Season 5

Com a vitória de Annalise no tribunal da Suprema Corte, ela, Michaela, Connor, Asher e Laurel finalmente fecham um capítulo de suas vidas. Mas a paz não reina por muito tempo, e um novo mistério decorrente de acontecimentos passados surge, à medida que outros segredos vêm a tona. A temporada, que está pausada por conta do inverno, já pode ser considerada como uma das melhores de todo o show.

10º Maniac

Owen é um jovem rico e esquizofrênico. Annie tem uma vida conturbada por sérios problemas familiares. Dois estranhos, eles se inscrevem numa bizarra experiência para compreender a mente humana, com o objetivo de terminar qualquer tipo de dor, misturando fantasia e realidade.

Menções honrosas

Elite

Sem demorar para se tornar febre entre os viciados em maratonas, a série mostra três alunos do ensino público que são transferidos para a escola Las Encinas, instituição onde os filhos da elite estudam. O conflito entre as classes sociais dos estudantes culminam em um assassinato e agora todos procuram o culpado pelo crime. Com uma premissa clichê, Elite parece ser simples, mas acaba tendo relevância ao abordar temas pouco falados em séries, como o Islamismo e a AIDS.

Doctor Who

A temporada introduziu Jodie Whittaker como a décima terceira doutora, a mais recente encarnação do Doutor, um Senhor do Tempo que viaja através do tempo e do espaço em sua TARDIS, uma máquina do tempo que se assemelha a uma cabine telefônica policial britânica dos anos 1960 em seu exterior. Baseia-se, inicialmente, na nova doutora procurando sua TARDIS perdida, onde acidentalmente leva Graham, Ryan e Yasmin em suas viagens, que mais tarde desejam retornar às suas vidas normais.

Killing Eve

Eve é uma funcionária do departamento de segurança do governo muito inteligente, mas frustrada, que fantasia em ser uma espiã enquanto trabalha em um burocrático escritório. Villanelle é uma psicopata assassina elegante e talentosa, apegada aos luxos que seu violento trabalho lhe oferece. A série explora o gênero do thriller de espionagem enquanto as duas mulheres, cada vez mais obcecadas uma pela outra, começam um jogo de gato e rato de escala internacional.

Críticas de Séries

Crítica | Love, Death + Robots

Além dos temas centrais, a diversidade, o senso de descoberta e a surpresa são as únicas características imutáveis do show.

Foto: Divulgação/Netflix

Para o diretor Tim Miller (Deadpool), a série Love, Death + Robots, que ele comandou ao lado do renomado cineasta David Fincher (Clube da Luta, Se7en, O Curioso Caso de Benjamin Button), é nada mais que “uma carta de amor aos nerds”. E ele não poderia estar mais correto.

Do passado ao futuro, entre a guerra e a extinção, os 18 contos animados apresentados na série exploram todos os temas de fascínio ao jovem geek fanático. Aliás, como uma produção antológica, que funciona de maneira semelhante a Black Mirror, cada história é marcada por sua particularidade, tendo consigo, tramas e universos muito mais do que distintos.

O que pode ser observado também nos traços das animações. Enquanto alguns episódios bebem de fontes japonesas ou poderiam facilmente ocupar a grade da TV aberta americana (se não fosse a sua classificação para maiores), outros parecem sair diretamente do mundo dos quadrinhos ou das telas do Playstation 4.

Como nota-se, as inspirações e técnicas vêm de toda a parte do globo. Fato atestado por sua produção mundial, que teve como berço os Estados Unidos, França, Hungria, Polônia, entre outros países.

Por tais razões, as tramas também variam e transitam entre o complexo e o simplório. Quando não surpreendem por suas reviravoltas impactantes e inesperadas, causam impacto com uma narrativa simples, mas intensa e eficiente.

Dito isso, prepare-se para encontrar, aqui, histórias psicodélicas, de drama, horror e sobrevivência, oras triunfadas sobre as verossimilhanças visuais, ora abstratas e cartunistas, seja em 2D ou em 3D. O steampunk e o gênero heist também fazem à festa em alguns episódios divertidos e muito bem executados. E o humor, ainda que breve e amargo, também garante um espaço tímido e satisfatório entre algumas animações.

Outro ponto importante é que apesar de curtos, com durações variando entre 6 e 17 minutos, os episódios nos fisgam quase que de imediato. São, em geral, intuitivos, e nos guiam com facilidade entre mundos fantásticos e repletos de detalhes a cada canto da tela. Enquanto os personagens, além de (quase sempre) fugirem dos estereótipos padrões da sociedade, são carismáticos e fáceis de serem interpretados, desde as suas motivações pessoais até os objetivos dentro de suas mini-histórias. Não a ponto de decidirmos decorar os seus nomes para todo o sempre, mas eles cumprem o seu papel e conseguem nos fazer sentir na pele as suas experiências nada usuais.

Por outro lado, o problema de uma série antológica, que abarca contos e estilos distintos em cada episódio, é que algumas coisas podem funcionar e outras não. Além disso, as três palavras-chaves da série (Amor, Morte e Robôs) sugerem e possibilitam uma infinidade de histórias. Por esta razão, os temas explorados nos episódios variam, indo de um ponto a outro em poucos instantes. Consequentemente, nem todas as histórias irão agradá-los. Não que isso seja necessariamente uma regra, isto dependerá do ponto de vista de cada espectador.

Aliás, Love, Death + Robots reúne propositalmente diferentes tribos em uma só produção. Aqui, gamers, otakus, nerds e cinéfilos terão a chance de aproveitar o deleite visual que os contos proporcionam em um curto período de tempo. Para as mentes mais abertas, a série é um convite para uma viagem transcendental entre o amor e a morte (e a robótica) em universos ricos e singulares.

Por outro lado, certos episódios (para alguns) podem facilmente serem resetados da mente logo após serem executados. E parte da culpa é da própria produção. Aliás, a sucessão e a transição entre jornadas intensas e poéticas para outras que são nada mais que narrativas visuais muito bem construídas, fazem as expectativas dos espectadores irem por água abaixo.

No final, a principal dica para navegar pela série é manter-se aberto às experiências e ter em mente que cada uma das animações o guiará por um mundo espetacular de maneira totalmente adversa as aventuras anteriores. Quase nada, digo com tranquilidade, se repete ou torna-se habitual aqui.

Assim, além dos temas centrais, a diversidade, o senso da descoberta e a surpresa são as únicas variáveis imutáveis do show e cabe somente a você decidir o quão positivo ou negativo isto é.

Continue Reading

Livros

O thriller ‘Caixa de Pássaros’, de Josh Malerman, terá sequência em novo livro

Josh Malerman está escrevendo “Malorie”, sequência com previsão de lançamento para outubro.

Por

Lançado em 2015 pela Intrínseca, Caixa de Pássaros já vendeu mais de 200 mil exemplares no Brasil e virou um fenômeno quando a trama ganhou adaptação para a Netflix. Estrelado por Sandra Bullock, Bird Box foivisto por mais de 45 milhões de usuários em apenas uma semana. A trama, que se passa em um cenário pós-apocalíptico, vai ganhar mais um livro. 

Josh Malerman está escrevendo Malorie, sequência com previsão de lançamento em 1º de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, o livro será publicado pela Intrínseca, ainda sem data definida.

Em uma narrativa cheia de mistério e suspense, Caixa de pássaros conta a história assustadora de um mundo infestado por misteriosas criaturas. Em um surto inexplicável, todos que olham para elas se suicidam. Para sobreviver, Malorie e os dois filhos pequenos vivem escondidos. Quando surge a notícia de um lugar seguro longe dali, a família precisa remar por dias em um rio perigoso, de olhos vendados. 

Quando surgiu a pergunta se a origem das criaturas seria revelada, Josh não quis revelar muito, mas respondeu que serão dados mais detalhes tanto da protagonista quanto das criaturas.

JOSH MALERMAN também é autor de Uma casa no fundo de um lago e Piano vermelho. O último está com uma adaptação cinematográfica em desenvolvimento com produção a cargo da Scott Free, empresa do renomado diretor Ridley Scott. Ainda não há previsão de estreia para o filme.


Continue Reading

Séries

NCIS | 16ª temporada da série ganha data de estreia no Brasil

A tensão aumenta com a chegada de novos casos.

Por

Na 16º temporada da aclamada série policial NCIS, a equipe de investigação da agência federal de Washington continua investigando os principais crimes envolvendo a Marinha dos Estados Unidos e o Corpo de Fuzileiros Navais. Agora, com o agente especial supervisor, Leroy Jethro Gibbs (Mark Harmon), em nova posição, a equipe do NCIS investiga até a pista mais insignificante em busca de soluções para casos antigos e novos da trama, que está de volta ao AXN, a partir do dia 26 de março, às 22h.

Após o sequestro do Diretor Leon Vance (Rocky Carroll) no final da temporada anterior, Gibbs assume provisoriamente o cargo de diretor interino do NCIS, ao mesmo tempo que precisa conduzir seus agentes nas novas missões. Logo no primeiro episódio, Gibbs e sua equipe reúnem todas as habilidades numa busca incansável por Vance em todas as partes do mundo.

O 16º ano de NCIS ainda traz revelações surpreendentes sobre a morte de Ziva David (Cote de Pablo) e os casos que estavam sendo investigados pela agente especial na 13ª temporada. Outra novidade é que com a saída da excêntrica personagem Abby Sciuto (interpretada por Pauley Perrette nas 15 temporadas anteriores), a atriz Diona Reasonover, que já havia feito participações na série como a cientista forense, Kasie Hines, passa para o elenco regular.

A tensão aumenta com a chegada de novos casos, entre eles, o de um criminoso que busca vingança e ameaça acabar com os Estados Unidos, o de vizinhos peculiares de um tenente da Marinha que são os principais suspeitos de um assassinato e o de Washington sendo tomada por uma onda de ataques explosivos. Caberá somente a equipe do NCIS desvendar todos os crimes e impedir que mais mortes ocorram na cidade.

Na nova temporada apenas dois dos cinco membros originais, Mark Harmon e David  McCallum, permanecem no elenco. Juntam-se a eles: Sean Murray, Emily Wickersham, Brian Dietzen, Wilmer Valderrama e Maria Bello.

Continue Reading