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Música

Ariana Grande e Taylor Swift lideram indicações ao VMA 2019 – veja a lista

A cerimônia de premiação acontece no dia 26 de agosto em Nova Jersey.

A MTV americana divulgou, nesta terça-feira (23), a lista de indicados ao VMA 2019. Taylor Swift e Ariana Grande lideram os indicados, com dez nominações cada uma. A novata Billie Eilish foi indicada a nove prêmios.

A cerimônia de premiação acontece no dia 26 de agosto em Nova Jersey, nos EUA, e será exibida pela MTV Brasil. Veja a lista completa de indicações abaixo:

CLIPE DO ANO

  • “Old Town Road” – Lil Nas X feat. Billy Ray Cyrus
  • “You Need to Calm Down” – Taylor Swift
  • “A Lot” – 21 Savage ft. J Cole
  • “thank u, next” – Ariana Grande
  • “bad guy” – Billie Eilish
  • “Sucker” – Jonas Brothers

ARTISTA DO ANO

  • Jonas Brothers
  • Shawn Mendes
  • Ariana Grande
  • Billie Eilish
  • Cardi B
  • Halsey

MÚSICA DO ANO

  • “thank u, next” – Ariana Grande
  • “In My Feelings” – Drake
  • “Sucker” – Jonas Brothers
  • “Shallow” – Lady Gaga & Bradley Cooper
  • “Old Town Road” – Lil Nas X feat. Billy Ray Cyrus
  • “You Need to Calm Down” – Taylor Swift

REVELAÇÃO

  • Ava Max
  • Billie Eilish
  • H.E.R.
  • Lil Nas X
  • Lizzo
  • Rosalía

MELHOR PARCERIA

  • “Boy With Luv” – BTS & Halsey
  • “I Don’t Care” – Ed Sheeran & Justin Bieber
  • “Shallow” – Lady Gaga & Bradley Cooper
  • “Old Town Road” – Lil Nas X & Billy Ray Cyrus
  • “Señorita” – Shawn Mendes & Camila Cabello
  • “ME!” – Taylor Swift & Brendon Urie

ARTISTA EM ASCENSÃO

  • Bazzi
  • Billie Eilish
  • CNCO
  • H.E.R.
  • Lauv
  • Lizzo

MELHOR NO POP

  • “Easier” – 5 Seconds of Summer
  • “thank u, next” – Ariana Grande
  • “bad guy” – Billie Eilish
  • “Please Me” – Cardi B & Bruno Mars
  • “Sucker” – Jonas Brothers
  • “You Need to Calm Down” – Taylor Swift

MELHOR DO POPB

  • “Raise a Man” – Alicia Keys
  • “Make it Better” – Anderson.Paak feat. Smokey Robinson
  • “Feels Like Summer” – Chilkdish Gambino
  • “Trip” – Ella Mai
  • “Cold’ve Been” – H.E.R. feat. Bryson Tiller
  • “Waves” – Normani feat. 6LACK

MELHOR DO HIP-HOP

  • “Rule The World” – 2 Chainz feat. Ariana Grande
  • “A Lot” – 21 Savage feat. J Cole
  • “Money” – Cardi B
  • “Higher” – DJ Khaled feat. Nipsey Hussle & John Legend
  • “Old Town Road” – Lil Nas X feat. Billy Ray Cyrus
  • “Sicko Mode” – Travis Scott feat. Drake

MELHOR MÚSICA LATINA

  • “Secreto” – Anuel AA & Karol G
  • “Mia” – Bad Bunny feat. Drake
  • “I Can’t Get Enough” – benny blanco feat. Tainy, Selena Gomez & J Balvin
  • “Con Calma” – Daddy Yankee & Snow
  • “Mala Mía” – Maluma
  • “Con Altura” – Rosalía feat. J Balvin & El Guincho

MELHOR DO K-POP

  • “Kill This Love” – BLACKPINK
  • “Boy With Luv” – BTS ft. Halsey
  • “Tempo” – EXO
  • “Who Do U Love” – Monsta X ft. French Montana
  • “Regular” – NCT 127
  • “Cat & Dog” – Tomorrow x Together

MELHOR DO ROCK

  • “Love It If We Made It” – The 1975
  • “Bishops Knife Trick” – Fall Out Boy
  • “Natural” – Imagine Dragons
  • “Low” – Lenny Kravitz
  • “High Hopes” – Panic! At The Disco
  • “My Blood” – twenty one pilots

MELHOR DA DANCE

  • “Call You Mine” – The Chainsmokers & Bebe Rexha
  • “Solo” – Clean Bandit & Demi Lovato
  • “Say My Name” – David Guetta feat. Bebe Rexha & J Balvin
  • “Taki Taki” – Dj Snake feat. Selena Gomez, Ozuna & Cardi B
  • “Happier” – Marshmello & Bastille
  • “Electricity” – Silk City feat. Dua Lipa

MELHOR CLIPE COM MENSAGEM

  • “Nightmare” – Halsey
  • “Ruynaway Train” – Jamie n Commons, Skylar Grey feat. Gallant
  • “Preach” – John Legend
  • “Land of the Free” – The Killers
  • “Earth” – Lil Dicky
  • “You Need to Calm Down” – Taylor Swift

MELHOR DIREÇÃO

  • Billie Eilish – “Bad Guy” – Directed by Dave Meyers
  • FKA twigs – “Cellophane” – Directed by Andrew Thomas Huang
  • Ariana Grande – “thank you, next” Directed by Hannah Lux Davis
  • Lil Nas X ft. Billy Ray Cyrus – “Old Town Road (Remix)” – Directed by Calmatic​
  • LSD ft. Labrinth, Sia, Diplo – “No New Friends” – Directed by Dano Cerny​
  • Taylor Swift – “You Need to Calm Down” – Directed by Drew Kirsch & Taylor Swift
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Música

O que esperar de ‘The New Abnormal’, novo álbum dos The Strokes

Com uma discografia controversa, The Strokes se prepara para fazer seu retorno após quatro anos.

Na terça-feira (11) passada, a banda de indie-rock The Strokes divulgou o primeiro single da nova era, ‘At The Door’. A canção veio logo após a banda protagonizar um momento icônico em um show realizado no começo da semana anterior em New Hampshire, EUA. Ao notar que a polícia havia subido ao palco e estava pronta para barrar a apresentação, Julian Casablancas, vocalista da banda, convocou o público para ocupar o palco durante a música ‘New York City Cops’, canção que ironiza a polícia novaiorquina.

Voltando em grande estilo, os The Strokes também divulgaram o nome do seu sexto disco de inéditas, que se chamará ‘The New Abnormal’, e com previsão de lançamento para 10 de abril. Os fãs foram pegos de surpresa. O último trabalho do quinteto foi o elogiado EP ‘Future Present Past’ (2016). Mas o que os precursores do indie-rock vão trazer ao público após quatros anos sem entregar material novo?

Sonoridade retrô?

Desde o primeiro álbum, a banda formada por Julian Casablancas (voz); Albert Hammond Jr (guitarra); Nick Valensi (guitarra); Nikolai Fraiture (baixo); e o brasileiro Fabrizio Moretti (Bateria); pincela suas canções com sintetizadores tão característicos da new wave e dialoga com o legado sonoro deixado por bandas como The Velvet Underground. Contudo, eles sempre se propuseram a dar um acabamento mais moderno e orgânico ao seus trabalhos, os riffs entrecruzados dos dois guitarristas da banda é um bom exemplo.  

Mas isso parece se reverter logo nos minutos iniciais do novo single. Em ‘At The Door’, os sintetizadores são explorados de forma mais destacada, abrindo a canção com uma camada sintética robusta, que facilmente lembra os jogos de Atari, console de video-game famoso dos anos 1980. E a faixa vai se tornando num verdadeiro experimento imersivo, seja pelos vocais distorcidos ou pelos riffs de guitarra que despontam de forma singela durante a audição, criando uma sonoridade sutilmente atmosférica.       

Somado a isso, a banda entregou, no mesmo dia em que divulgou o single, o videoclipe para faixa. A produção é uma animação psicodélica recheada de cenários e personagens coloridos. O clipe dirigido por Mike Burkarof resgata os traços clássicos de animações oitentistas como He-Man e Thundercats.     

Será que vai dá ruim?

Por outro lado, quando os The Strokes se propuseram a inserir recursos eletrônicos em seus registros e trabalhá-los de forma mais destacada, a crítica e o público não gostaram nenhum pouco da proposta. Conhecidos pela rebeldia e as influência do pós-punk, logo quando surgiram, os Strokes foram aclamados por diversos veículos especializados em música, que os consideraram como a “salvação do rock”. O público também os adotou, dando origem a uma tribo um tanto peculiar no cenário musical: os indies.

Após entregar dois ótimos álbuns, consolidando a banda no topo da música alternativa dos anos 2000, ‘Angles’ (2011), quinto disco de estúdio da banda, reafirmou uma sensação já pressentida por muitos desde o trabalho que o antecedeu. O quinteto que revolucionou o rock na virada do século 21 estava se perdendo em meio ao seu processo criativo. Faixas que soavam como descarte de antigos trabalhos e o flerte com o synthpop deixaram a banda dividida entre uma aparente incapacidade inventiva e um errôneo desbravamento por territórios desconhecidos. O disco foi taxado como uma extensão do primeiro trabalho solo de Julian Casablancas, que também explorou a música eletrônica em seu registro. Enquanto poucos aprovaram a nova fase, mas ainda sim se propuseram a acompanhá-los, a maioria exigia pelo o espírito dos The Strokes presente nos dois primeiros registros.

Mas os donos de hits como ‘Last Nite’ conseguiram contornar os deslizes cometidos no álbum seguinte. ‘Comewdown Machine’ (2013) foi um registro para agradar gregos e troianos, graças a gradativa transição entre a agressividade de outrora com o imergir nas novas experimentações. Mas ainda que tenha uma estrutura coesa, o álbum não foi tão bem recebido pelos fãs veteranos. A repentina ascensão dos Strokes que, infelizmente, se encaminhou para uma estagnação musicalmente desde o seu terceiro álbum, deu vida a uma leva de fãs saudosistas, presos a crença de que tudo o que os norte-americanos poderiam entregar ficou em ‘Is This It’ (2001), primeiro álbum da banda.  

‘The New Abnormal’

Como já apresentado pelo primeiro single desta era, os veteranos não devem retornar a sonoridade que tanto lhe garantiram sucesso e influenciaram bandas que surgiram logo em seguida, como os Arctic Monkeys e os The Killers. O sexto álbum da banda deve empoeirar ainda mais o seu som e contorná-lo por sintetizadores oitentistas, mas, claro, sem deixar que as famosas guitarras de Albert Hammond Jr e Nick Valensi brilhem no novo catálogo de canções. E os brasileiros devem sentir o gostinho do novo material antecipadamente, afinal, a banda é uma das headliners do Lollapaloza 2020, que ocorre nos dias 3,4 e 5 de abril.

‘The New Abnormal’ será lançado em 10/4 via Cult Records. Confira a tracklist do álbum:

01 The Adults Are Talking
02 Selfless
03 Brooklyn Bridge To Chorus
04 Bad Decisions
05 Eternal Summer
06 At The Door
07 Why Are Sunday’s So Depressing
08 Not The Same Anymore
09 Ode To The Mets

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Listas

Lista de 5 | Álbuns para te acompanhar durante a bad

Muitos encaram a bad de forma humorada nas redes sociais, mas a verdade é que esse momento é doloroso.

Cena do clip 'I Miss That Feeling' do duo Tennis | Foto: Reprodução

Momentos de completa melancolia ou um tanto depressivos podem ser ocasionados por diversas situações, mas, convenhamos, que na maioria das vezes é aquela decepção amorosa a principal causa, seja pelo crush que não nos corresponde ou pelo rompimento de um relacionamento. Além disso, as responsabilidades excessivas e a dura realidade da vida adulta não ficam para trás quando o assunto é nos deixar na bad zone.

Ainda que muitos encaram esses momentos da vida de forma humorada na redes sociais, a verdade é que tudo isso é doloroso e essa dor, se não tratada de imediato, pode perdurar por bastante tempo. E não existe remédio melhor para curar as feridas do coração e da alma do que a música. Que tal uma pequena lista de álbuns para te acompanhar nos momentos tristes da vida?

1. Par de Olhos; YMA

Ano: 2019

Faixas: 9

Gênero: Pop; Alternativo; Indie

Momentos: Pré-final de relacionamento; insegurança no relacionamento; solidão.

A paulistana Yasmin Mamedio, nome por detrás do pseudônimo YMA, em seu primeiro álbum de inéditas expõe suas confissões e medos sobre o amor. São canções em que a cantora se vê dominada pelo conflito da incerteza romântica e do medo do abandono. Sentimentos que desencadeiam versos que transbordam insegurança, como na faixa de abertura ‘Evaporar‘. Guiada pelas guitarras ruidosas, das inserções dos sintetizadores e de suspiros angustiantes, Yasmin resgata a estética oitentista para entoar versos carregados pelo medo precoce da perda, como na faixa ‘Pequenos Rios’. ‘Par de Olhos’ é um registro marcado por paletas soturnas, uma sonoridade empoeirada e canções que, gradativamente, revelam um coração machucado à medida que Yasmim fala sobre suas dores. OUÇA.

2. Shore EP; Daniela Andrade

 

Ano: 2016

Faixas: 4

Gênero: Pop

Momentos: Relacionamento à distância; solidão; autoconhecimento.

Em uma estrutura contida, presando por arranjos econômicos enquanto os vocais doces da interprete embalam o pequeno catálogo de canções, a canadense Daniela Andrade transforma seu EP de estreia numa curta narrativa acerca dos relacionamentos na era digital, diálogo que facilmente se estabelece com o ouvinte. Da abertura com ‘Digital Age’ a ‘Shore’, Andrade se questiona a cada verso sobre a ausência do contato físico pela prevalência das interações via aplicativos de mensagens. São momentos em que a cantora resolve se recolher nos próprios pensamentos para falar sobre a solidão amorosa ocasionada pelos tempos modernos. OUÇA.

3. O Que Existe Dentro de Mim; Adorável Clichê

Ano: 2018

Faixas: 9

Gênero: Indie-rock; Emocore

Momentos: Crises existenciais; excesso de responsabilidades; entrando na vida adulta

As angustias e conflitos presentes na transição entre a adolescência e a vida adulta é um processo confuso e, por vezes, doloroso. Os catarinenses da Adorável Clichê sabem bem o que é isso. Em seu álbum de estreia, a banda recolheu todos os fragmentos, experiências e sentimentos amargos dessa fase e os emoldurou num convidativo catálogo de 9 canções. O registro transita entre as reflexões do jovem-adulto que precisa encarar a solidão da cidade grande, aceitar a distância das amizades de outrora e lidar com novas responsabilidades. Tudo isso é entregue ao ouvinte de forma introspectiva, seja pelo bom uso do dream pop e, às vezes, pela agressividade das guitarras sujas. Vale destacar a nostalgia pelo tom melodramático dos versos que facilmente lembram bandas como NX Zero e Fresno. OUÇA.

4. Journal de Bad; Bárbara Eugênia

Ano: 2010

Faixas: 13

Gênero: Pós-MPB

Momentos: Apaixonado; amor não correspondido; embreagado para esquecer o crush

Logo que Bárbara Eugênia surgiu poucos sabiam que ela se tornaria um dos grandes nomes do romantismo da atual safra da música brasileira. Da lírica marcada pela dor aos momentos de completo êxtase, Eugênia construiu um catálogo de canções que sintetiza qualquer fase de um dos sentimentos mais agridoces da vida: a paixão. ‘Journal de Bad’ , primeiro disco da cantora, é uma imersão sonora na teia de sensações desencadeada por um amor não correspondido, daquele crush completamente alienada dos sentimentos direcionados a ele. E Eugênia reforça o melodrama ao usar o brega e a jovem guarda para dar bases as suas confissões embriagadas, tão bem demarcada na faixa ‘Por Aí’ . OUÇA.

5. SASAMI; SASAMI

Ano: 2019

Faixas: 10

Gênero: Indie-rock; Shoegaze; Alternativo

Momentos: Término de relacionamento, Baixa autoestima; culpa pelo término

Em seu álbum de estreia autointitulado, Sasami Ashworth, nome por detrás do pseudônimo, abre as feridas de um relacionamento amoroso de outrora, tornando as guitarras presentes em toda audição do disco na sua mais fiel amiga. Com composições bem particulares, mas que não deixam de refletir experiências vividas pelo ouvinte, SASAMI procura sua libertação do fardo da culpa. São versos marcados pela autoafirmação, em que a cantora lembra a si mesma de não carregar a responsabilidade pelo o fim do relacionamento. E é percepitível, a medida que o disco se desenvolve, o diálogo que a cantora estabelece entre os versos e os arranjos. São nos instantes dos pequenos ruídos, das guitarras carregadas, que quebram as melodias soturnas, que SASAMI expõe as feridas de um termino conturbado e da culpa (injusta) que incumbiu a si mesma. OUÇA.

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Música

Billie Eilish, Demi Lovato e homenagens a Kobe Bryan marcam Grammy 2020

Cerimônia foi apresentada pela cantora Alicia Keys e consagrou Eilish como artista do ano.

Por

Billie Eilish ganhou cinco estatuetas no Grammy 2020 (Foto: FREDERIC J. BROWN / AFP)

Billie Eilish fez um rapa na cerimônia de entrega dos prêmios do Grammy Awards 2020, realizado na noite desse domingo (26), no Staples Center, em Los Angeles, Estados Unidos. A cantora de 18 anos se tornou segunda artista na história – e agora a mais jovem – a ganhar nas quatro grandes categorias da premiação: revelação, melhor álbum, melhor gravação e melhor música do ano. Antes, o título pertencia a Christopher Cross (1981).

Em uma noite de performances de Lizzo, Usher, Aerosmith, Camila Cabello, Lil Nas X, BTS, Gwen Stefani, Sheldon Blake e mais, o amor a Kobe Bryant ficou em destaque. O jogador de basquete morreu ainda no domingo, em decorrência de um acidente de helicóptero. Todos os artistas fizeram menções ao atleta em suas performances.

Demi Lovato foi uma das performances mais aguardadas da noite. Visivelmente emocionada, Demi teve dificuldades para cantar no início da apresentação, mas logo a intérprete de “Anyone” entregou, além de uma música inédita, a mais emocionante apresentação da noite.

Veja abaixo os vencedores nas principais categorias:

Gravação do ano

  • “Hey, Ma” – Bon Iver
  • “Bad Guy” – Billie EiIish
  • “7 Rings” – Ariana Grande
  • “Hard Place” – H.E.R
  • “Old Town Road” – Lil Nas X ft.Ray Cyrus
  • “Talk” – Khalid
  • “Truth Hurts” – Lizzo
  • “Sunflower” – Post Malone & Swae Lee

Álbum do ano

  • “I, I” – Boniver
  • “Norman F***ing Rockwell” – Lana Del Rey
  • “When We all Fall Asleep, Where Do We Go” – Billie Eilish
  • “Thank U, Next” – Ariana Grande
  • “I Used to Know Her” – H.E.R
  • “7” – Lil Nas X
  • “Cuz I Love You” – Lizzo
  • “Father on the Bride” – Vampire Weekend

Revelação

  • Black Pumas
  • Billie Eilish
  • Lil Nas X
  • Lizzo
  • Maggie Rogers
  • Rosalía
  • Tank and the Bankas
  • Yola

Melhor perfomance de rap/vocal

  • “Higher” – DJ Khaled ft. Nipsey Hussle & John Legend
  • “Drip Too Hard” – Lil Baby & Gunna
  • “Panini” – Lil Nas X
  • “Ballin” – Mustard ft. Roddy Ricch
  • “The London” – Young Thug ft. J. Cole & Travis Scott

Música do ano

  • “Always Remember Us This Way” (gravada por Lady Gaga)
  • “Bad Guy” (gravada por Billie EiIish)
  • “Bring My Flowers Now” (gravada por Tanya Tucker)
  • “Hard Place” (gravada por H.E.R)
  • “Lover” (gravada por Taylor Swift)
  • “Norman F***ing Rockwell” (gravada por Lana Del Rey)
  • “Someone You Loved” (gravada por Lewis Capaldi)
  • “Truth Hurts” (gravada por Lizzo)

Melhor álbum rap

  • “Revenge of the Dreamers III” – Dreamville
  • “Championships” – Meek Mill
  • “I am > I was” – 21 Savage
  • “Igor” – Tyler, The Creator
  • “The Lost Boy” – YBN Cordae

Melhor performance de pop solo

  • “Spirit” – Beyoncé
  • “Bad Guy” – Billie Eilish
  • “7 Rings” – Ariana Grande
  • “Truth Hurts” – Lizzo
  • “You Need to Calm Down” – Taylor Swift

Melhor álbum pop

  • “The Lion King: The Gift” – Beyoncé
  • “When We all Fall Asleep, Where Do We Go” – Billie Eilish
  • “Thank U, Next” – Ariana Grande
  • “No. 6 Collaborations Project” – Ed Sheeran
  • “Lover” – Taylor Swift

Melhor álbum pop com vocal tradicional

  • “Sì” – Andrea Bocelli
  • “Love (Deluxe Edition) – Michael Bublé
  • “Look Now” – Elvis Costello & The Imposters
  • “A Legendary Christmas” – John Legend
  • “Walls” – Barbra Streisand

Melhor performance de duo/grupo pop

  • “Boyfriend” – Ariana Grande & Social House
  • “Sucker” – Jonas Brothers
  • “Old Town Road” – Lil Nas X featuring Billy Ray Cyrus
  • “Sunflower” – Post Malone & Swae Lee
  • “Señorita” – Shawn Mendes & Camila Cabello

Melhor música de R&B

  • “Could’ve Been” – H.E.R ft. Bryson Tiller
  • “Look At Me Now” – Emily King
  • “No Guidance” – Chris Brown ft. Drake
  • “Roll Some Mo” – Lucky Daye
  • “Say So” – PJ Morton ft. JoJo

Melhor álbum de R&B

  • “1123” – BJ The Chicago Kid
  • “Painted” – Lucky Daye
  • “Ella Mai” – Ella Mai
  • “Paul” – PJ Morton
  • “Ventura” – Anderson .Paak

Melhor álbum de música urbana

  • “Apollo XXI” – Steve Lacy
  • “Cuz I love you (Deluxe)” – Lizzo
  • “Overload – Georgia Anne Muldrow
  • “Saturn” – NAO
  • “Being human in public” – Jessie Reyez

Melhor performance de R&B tradicional

  • “Time Today” – BJ The Chicago Kid
  • “Steady Love” – India.Arie
  • “Jerome” – Lizzo
  • “Real Games” – Lucky Daye
  • “Built for Love” – PJ Morton Featuring Jazmine Sullivan

Melhor performance de R&B

  • “Love Again” – Daniel Caesar & Brandy
  • “Could’ve Been” – H.E.R featuring Bryson Tiller
  • “Exactly How I Feel” – Lizzo featuring Gucci Mane
  • “Roll Some Mo” – Lucky Daye
  • “Come Home” – Anderson .Paak ft. André 3000

Melhor álbum de música alternativa

  • “U.F.O.F.” – Big Thief
  • “Assume Form” – James Blake
  • “I,I” – Bon Iver
  • “Father of the bride” – Vampire Weekend
  • “Anima” – Thom Yorke

Melhor álbum de rock

  • “Amo” – Bring Me The Horizon
  • “Social Cues” – Cage The Elephant
  • “In the end” – The Cranberries
  • “Trauma” – I Prevail
  • “Feral Roots” – Rival Sons

Melhor música de rock

  • “Fear Inoculum” – Tool
  • “Give yourself a try” – The 1975
  • “Harmony Hall” – Vampire Weekend
  • “History Repeats” – Brittany Howard
  • “This land” – Gary Clark Jr.

Melhor performance de metal

  • “Astorolus – The Great Octopus” – Candlemass Featuring Tony Iommi
  • “Humanicide” – Death Angel
  • “Bow Down” – I Prevail
  • “Unleashed” – Killswitch Engage
  • “7empest” – Tool

Melhor performance de rock

  • “Pretty Waste” – Bones UK
  • “This Land” – Gary Clark Jr.
  • “History Repeats” – Brittany Howard
  • “Woman” – Karen O & Danger Mouse
  • “Too Bad” – Rival Sons

Melhor música de rap

  • “Bad idea” – YBN Cordae ft. Chance The Rapper
  • “Gold roses” – Rick Ross ft. Drake
  • “A lot” – 21 Savage ft. J. Cole
  • “Racks in the middle” – Nipsey Hussle ft. Roddy Ricch & Hit-Boy
  • “Suge” – DaBabby

Melhor performance de rap

  • “Middle Child” – J. Cole
  • “Suge” – DaBaby
  • “Down Bad” – Dreamville ft. J.I.D, Bas, J. Cole, EARTHGANG & Young Nudy
  • “Racks in the Middle” – Nipsey Hussle ft. Roddy Ricch & Hit-Boy
  • “Clout” – Offset ft. Cardi B

Melhor clipe

  • “We’ve Got to Try” – The Chemical Brothers
  • “This Land” – Gary Clark Jr.
  • “Cellophane” – FKA Twigs
  • “Old Town Road (Official Movie) – Lil Nas X & Billy Ray Cyrus
  • “Glad He’s Gone” – Tove Lo

Melhor álbum de jazz latino

  • “Antidote” – Chick Corea & The Spanish Heart Band
  • “Sorte!: Music by JOhn Finbury” – Thalma de Freitas com Vitor Gonçalves, John Patitucci, Chico Pinheiro, Rogerio Boccato & Duduka Da Fonseca
  • “Una noche con Rubén Blades” – Jazz At Lincoln Center Orchestra com Wynton Marsalis ft. Rubén Blades
  • “Carib” – David Sánchez
  • “Sonero: The music of Ismael Rivera” – Miguel Zenón
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