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Apple lança a quarta versão beta para desenvolvedores

As versões finais devem ser lançadas em setembro

Depois de duas semanas da terceira versão beta e dois meses para o lançamento final, a Apple acaba de lançar para os desenvolvedores a quarta versão do iOS 11 (15A5327g), o macOS High Sierra 10.13 (17A315i), o watchOS 4 (15R5331g), o tvOS 11 (15J5333f) e o Xcode 9 (9M189t).

No iOS, a versão beta trouxe o remodelamento dos ícones para os contatos, notas e lembretes.

Os novos sistemas operacionais da maçã, devem ser lançados em setembro, juntamente com o novo iPhone.

 

 

 

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11 games maranhenses para você jogar e se divertir

Os jogos são uma ótima forma de se distrair, principalmente nos tempos atuais, e trouxemos uma variedade deles feitos por gente da nossa terra, totalmente gratuitos.

(Foto: Reprodução/AMAGames)

Foi-se o tempo em que jogos eletrônicos eram um nicho do mercado a ser explorado para um seleto grupo de consumidores. Nos dias de hoje, os games estão por toda parte, desempenhando as mais diversas funções, do entretenimento à educação. Apesar de ter deixado de ser um nicho mercadológico super fechado, dentro do próprio mundo dos games foram abertas milhares de possibilidades e nichos para atrair os diversos tipos de jogadores. Parte dessa fatia, que vem se transformando com o tempo e fazendo grande sucesso, são os jogos independentes, ou ”indie”.

Além de criar jogos com baixo custo, os desenvolvedores de games independentes conseguem produzir algo totalmente criativo e divertido que foge do que é feito pelas gigantes da indústria. Um exemplo bem conhecido de jogos simples que fizeram enorme sucesso foi o mobile Flappy Bird, que virou uma febre em 2014 mesmo com uma jogabilidade básica, mas criativa e viciante.

A criação de games por gente como a gente, fora do que é feito por gigantes como Sony e Microsoft, torna-se mais comum a cada dia e aqui no Maranhão isso não fica de fora. Em 2013 foi fundada a AMAGames (Associação Maranhense de Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos), criada com a missão de incentivar o desenvolvimento de jogos eletrônicos no estado por meio de oficinas, eventos e palestras em parceria com diversas instituições e empresas maranhenses.

A AMAGames também proporciona aos associados uma espaço de divulgação dos projetos em eventos e redes sociais, além de desenvolver eventos próprios, como Game Jams, encontros realizados periodicamente por desenvolvedores locais. E para conhecer o que é feito de melhor no mundo dos jogos eletrônicos em terras maranhenses, confira aí uma lista com 11 games super divertidos feitos aqui, todos disponíveis online e para download:

1 – Asteroids Deluxe

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Sua destreza vai ser testada pilotando as naves do Asteroids Deluxe!
Esse jogo te leva a uma viagem espacial cheia de perigos. Com dez naves desbloqueáveis e um especial que destrói todos os inimigos ao redor, o jogo também disponibiliza vidas extras e diferentes tipos de tiros que devem ser coletados no decorrer da sua jornada.”

Disponível para download AQUI.

2 – Bumba

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

”O Bumba é um jogo musical desenvolvido para uma competição de desenvolvimento de games promovida pelo instituto Geia em maio/2013, cujo tema era Mosaico Cultural (relativo ao estado do Maranhão).

O jogo possui cinco fases, cada uma delas contendo ritmos e paisagens características do estado e da cultura local. Ritmos como o tambor de crioula, sotaque zabumba e o próprio bumba-meu-boi misturam-se nesse jogo eletrizante cujo objetivo é completar o quebra-cabeças do boi (bumba) e quebrar seus próprios recordes.”

Disponível para download AQUI.

3 – Dragon Escape

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Em Dragon Escape você controla um dragão escapando de um poço de lava. Você pode bater para a direita ou para a esquerda e sua missão é evitar obstáculos ao longo do caminho. Quanto mais obstáculos você evitar, maior será sua pontuação. Desafie-se e compare a sua pontuação entre os seus amigos neste jogo surpreendente e viciante.”

Disponível para download AQUI.

4 – Flappin’ Sid

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Ajude o Sidney a voltar pra casa e evitar o ataque dos esgotos”

Disponível AQUI.

5 – Origami Flight

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Origami Flight é um shoot’ em up 2D horizontal onde você controla um avião de papel com uma simples porém desafiadora missão: salvar o mundo Origami. Para tal você precisa vencer 6 fases distintas com uma grande variedade de inimigos para salvar os Tsurus da maligna Raposa Origami.”

Disponível para download AQUI.

6 – Post Mortem

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Ivan é um soldado de comunicação soviético que foi capturado pelas tropas alemãs durante a Primeira Guerra Mundial no ano de 1917. A lenda é que o soldado vive em tormento eterno por ter morrido durante tortura e assombra os canais de comunicação da região europeia e russa, conhecida como Ghost. Rádio UVB-76.”

Disponível AQUI.

7 – Quadra Monsters

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Eles são emotivos, fofos e deliciosos! Às vezes é até difícil lembrar de sua verdadeira natureza: eles são MONSTROS! Dos bonzinhos! Mas eles foram aprisionados em um mundo mágico por um mago malvado e precisam de sua ajuda para escapar! Pares de monstros vão cair do céu e seu trabalho é agrupar quatro ou mais para libertá-los da maldição do mago! Você pode os mover para a esquerda, para a direita e até rotacioná-los. Uma vez libertos, os monstros te darão pontos! E eles te darão ainda mais pontos se forem libertados em sequência! Mas tenha cuidado! O mago malvado vai tentar arruinar seus planos! Compare sua pontuação com seus amigos e aproveite este delicioso jogo match-4 com os monstros mais fofos do mundo!”

Disponível para download AQUI.

8 – Shinobi Run

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Nesse jogo de corrida infinita, você assume o papel de um ninja em treinamento. Supere os obstáculos e destrua os inimigos no caminho para marcar mais pontos e colocar seu nome no top do rank ninja.”

Disponível para download AQUI.

9 – Super Paçoca Ultimate

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Paçoquinha é um jovem que adora festas juninas. Uma das brincadeiras que ele mais gosta é de pular a fogueira. Pena que nem sempre as coisas dão certo. Em um erro de cálculo, Paçoquinha acaba pulando muito baixo e de repente uma labareda de fogo surge em seu traseiro. Cabe a você ajudar Paçoquinha a atravessar o arraial, desviando dos obstáculos, e salvar o traseiro!”

Disponível para download AQUI.

10 – Timeshift Rochoso’s Adventure

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“TimeShift – Rochoso’s Adventure conta a história de Rochoso, uma criatura alienígena da raça dos Pedregosos que habita no longínquo planeta de Dentifora em algum ponto distante de uma galáxia que gira em torno de um buraco negro chamado Birl.
Dentifora, o planeta, encontra-se próximo ao centro daquela galáxia e, portanto, está em algum lugar da borda do buraco negro sofrendo influências pontuais do horizonte de eventos. Essas influências fazem com que o tempo corra em velocidades diferentes em áreas diferentes do planeta. É neste ambiente fisicamente hostil que mora nosso rochoso herói.”

Disponível AQUI.

11 – Void

(Foto: Reprodução/ AMAGames)

“Não deixe o Void engolir tudo”

Disponível AQUI.

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Em entrevista, Josh Gad diz que Frozen não receberá terceiro filme

Produtor e roteirista afirmam uma ideia igual.

Foto: Divulgação/Frozen II

Frozen 2 já se tornou o filme animado com a maior bilheteria de todos os tempos, mas, provavelmente Frozen nunca será uma trilogia. Quem afirma isso é Josh Gad, ator responsável pela voz do icônico Olaf, o boneco de neve da animação apaixonado por “abraços quentinhos”.

Em entrevista ao site Pop Culture, Gad revelou que para ocorrer uma terceira parte das animações, tudo depende do surgimento de uma história que, segunda palavras do próprio, “valha a pena ser contada”.

“Não sei. Quer dizer, a questão é a seguinte: Frozen 2 não era Frozen 2 até haver uma razão para existir. E, igualmente, não sei se ou quando haverá um Frozen 3. Está muito acima da minha alçada, mas posso te dizer isso: houve uma oportunidade de pegar esses personagens e trazer novamente uma sensação de esperança e inspiração. E é por isso que o time da Disney e eu nos unimos nas últimas semanas para fazer At Home With Olaf. E então a saga Frozen continua, mesmo que não necessariamente na forma de um terceiro filme.”

O ator comenta sobre a série “At Home With Olaf” (Em casa com Olfa, em português), que foi ao ar em abril com o objetivo de entreter as crianças na quarentena. O ator ainda continuou:

“Mas veremos! Se houver uma história que valha a pena ser contada, tenho certeza que [a diretora e roteirista] Jennifer Lee e o incrível time no Disney Animation a contarão um dia.”

Na entrevista, o site questiona sobre um spin-off focado no boneco de neve Olaf e Josh Gad não hesitou em afirmar que não faria:

Provavelmente não, e vou te dizer por que. Sinto que Olaf é realmente parte da engrenagem de histórias que incluem Anna, Elsa, Kristoff e etc. E para mim, separá-lo desse grupo não é necessariamente garantido e não parece merecido. (…) Tendo dito isso, a única coisa que disse publicamente que faria, é alguma série em que Olaf pudesse recapitular outros filmes, como ele fez em Frozen 2. Isso é algo que eu faria.”

Em Frozen 2, Olaf e os outros personagens deixam o reino de Arendelle para viajar até uma antiga floresta de uma terra encantada. Quando chegam na floresta, o boneco de neve conta tudo que ocorreu antes de sua chegada, numa cena hilariante e única.

Quando questionados pelo Cinema Blend, Peter Del Vecho e Jennifer Lee, respectivamente, produtor e roteirista de Frozen 2, concordaram que a história de Elsa e Anna foi muito bem construída para durar apenas dois filmes, dando ainda mais força na negativa de tornar a animação uma trilogia.

“Acho que quando olhamos para estes dois filmes juntos, o que eu amo sobre eles é que nós fizemos um ótimo trabalho em juntá-los em uma história só, e tudo parece uma jornada completa”. Respondeu Vecho na entrevista.

Lee completou: “Parece completa para mim”. A diretora, no entanto, diz que Chris Buck, co-roteirista e co-diretor da animação pensa diferente: “Chris fala para perguntar novamente daqui um ano”.

Na ordem da esquerda para direita: Peter Del Vecho, Jennifer Lee e Chris Buck
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Crítica

Crítica | Chromatica – Lady Gaga

Sexto álbum de inéditas da Gaga é uma viagem pela house music dos anos 1990 em um estilo sci-fi

Há sempre uma cobrança excessiva aos artistas que produzem música pop, e ela intensifica quando a voz é feminina. Roupas extravagantes, singles explosivos que precisam dominar os charts, performances grandiosas e divulgação excessiva são só algumas das exigências que essas artistas precisam atender, caso contrário, são colocados no hall do esquecimento e suas músicas ignoradas nas rádios. 

A norte-americana Lady Gaga sentiu isso da pior forma. Fruto de uma ascensão explosiva e rápida que, com apenas um álbum e um relançamento, logo foi enquadrada como ‘rainha do pop’, Gaga se viu perdida no próprio mundo bizarro que criou por não corresponder às expectativas de um público ambicioso. Talvez, a própria Gaga tenha alimentado essa ambição ao prometer obras que revolucionariam a música pop, mas que não mostraram tal desempenho. 

Em meio a essa histórico, Chromatica, sexto e mais novo álbum de inéditas da cantora, se encaixa de forma assertiva e equilibrada em uma discografia que há anos afastou-se da música pop e das implicações que é ser uma cantora do gênero. É um disco que resgata as batidas dançantes e o pop teatral que Lady Gaga sustentou nos primeiros anos de sua carreira, entregando faixas radiofônicas e completamente viciantes. Tudo isso dentro de uma estética atrativa e bem construída, abandonando as extravagâncias de outrora e dando vida a um disco deliciosamente despretensioso. 

Ainda sim, Gaga não se poupa de utilizar elementos e referências em seu novo trabalho. A cantora cria um novo universo, onde cada batida e transição de faixa constrói os contornos que o delimitam e o caracterizam. Para isso, ela adota uma narrativa quase cinematográfica e torna Chromatica num experimento imersivo ao ouvinte, em que a estética sci-fi não se resume apenas à direção de arte dos registros visuais. E isso é audível nos segundos iniciais, quando a interlude ‘Chromatica I’ desponta como uma orquestra digna de trilha sonora de uma produção de ficção-fantástica e abre espaço para que as luzes rosa-neon de ‘Alice’ dominem e convidem o ouvinte às pistas de dança. 

Tudo torna-se ainda mais colorido e pop quando ‘Stupid Love’ surge, momento que os sintetizadores se expandem juntamente com os vocais e dissipam a atmosfera ficcional criada no início. Já ‘Rain On Me’, parceria com Ariana Grande, transita em uma das principais referências sonoras da nova era da Gaga, a House Music dos anos 1990. Durante todo o disco, a cantora passeia pela sonoridade noventista para levantar os alicerces que tornam esse trabalho tão coeso. Um catálogo repleto de hits efusivos que propõem um resgate ao passado, mas que soam tão atual. 

Faixas como ‘Replay’ e ‘Enigma’ reafirmam as referências retrô de Chromatica. São instantes em que a cantora mergulha o ouvinte em um setlist das boates e passarelas dos anos 1990. Os bailes também são resgatadas em ‘Babylon’, faixa de encerramento, que adota as batidas típicas das competições de vogue. Não é difícil se lembrar de hits da época, como ‘Supermodel (You Better Work)’ de Rupaul, por exemplo. 

Mesmo afastada da música pop, Lady Gaga se mantém como um grande nome do gênero e isso é notório nas parcerias feitas neste disco. Além de Ariana Grande, Gaga evoca a própria credibilidade em meio a artistas veteranos, com Elton Jhon, em ‘Sine From Above’, e mostra-se aberta às tendências atuais na parceria com o grupo feminino de K-pop BLACKPINK, na ótima ‘Sour Candy’. Verdadeiro exercício de renovação em meio a um mercado em constante mudança. 

Chromatica está longe de ser uma grande obra da música pop, mas, talvez, esse seja o trunfo do disco. Livre das expectativas infladas de trabalhos anteriores de Lady Gaga, o álbum chega despretensioso, divertido e dançante. É um exemplar que pulsa o pop-eletrônico típico da cantora do início ao fim, sem soar desconexo ou avulso. Ainda sim, há uma mensagem nesse disco e que reflete vivências difíceis da cantora. Em meio a tantas turbulências, Chromatica é um universo de escape para quem quer esquecer as dores enquanto se entrega a uma pista de dança.

Ano: 2020
Selo: Interscope
Gênero: Pop; Eletrônico
Faixas: 16
Duração: 43min

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