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Tech

Apple divulga o preço do iPhone X no Brasil

O aparelho chega ao Brasil com o já conhecido precinho Apple.

Comecem a jogar na loteria! Depois de anunciar a chegada do iPhone 8 e iPhone 8 Plus no Brasil, a Apple divulgou o preço nada animador do aguardado iPhone X.

O iPhone que comemora os 10 anos da linha de smartphones da Apple chega custando inacreditáveis R$ 6.999 na sua versão mais básica, deixando o Brasil no topo na lista de iPhones mais caros do mundo novamente.

Confira as configurações do aparelho e os preços:

iPhone X

  • Tela OLED Super Retina HD de 5,8″ HDR com tecnologia Dolby Vision (2436 x 1125 pixels)
  • Processador Apple A11 Bionic 64-bit com seis núcleos
  • 3 GB de RAM
  • 3D Touch
  • 64 e 265 GB de armazenamento
  • Câmera traseira dupla de 12 MP com abertura f/1.8 e f/2.4 e gravação de vídeo 4K a 60 fps e TrueDepth (frontal) de 7 MP com abertura f/2.2 e gravação de vídeos HD de 1080p
  • Certificação IP67 contra água e poeira
  • Face ID
  • Carregamento sem fio
  • iOS 11

Versão de 64 GB: R$ 6.999
Versão de 256 GB: R$ 7.799

Se a compra for feita a vista, o cliente ganha até 10% de desconto.

O iPhone X foi apresentado ao mundo juntamente com o iPhone 8 e iPhone 8 Plus em setembro, no Steve Jobs Theater, no Apple Park. A principal novidade do aparelho fica na tela que ocupa toda frontal do aparelho e um sistema que reconhece o rosto do usuário.

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Séries

Personagens de GoT idosos são o melhor do FaceApp

É a sequência de Game of Thrones que o George R.R. Martin jamais escreverá

Depois de treinar de graça e de forma imprudente a Inteligência Artificial de monitoramento de pessoas que o aplicativo FaceApp possui, postando fotos de nossos rostos para serem envelhecidas, agora os personagens de Game of Thrones passarem pelo mesmo tratamento.

O Instagram Kingdom of Thrones fez uma compilação com sete dos principais senhores e senhoras de Westeros envelhecidos pelo FaceApp. É a sequência de Game of Thrones que o George R.R. Martin jamais escreverá.

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Lords and ladies of Westeros in 30 years.

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É importante lembrar que ao colocar sua foto no aplicativo para ser envelhecida ou rejuvenescida, o usuário está fornecendo dados preciosos e que podem ser usados de forma maliciosa por terceiros. É divertido e perigoso, como a Guerra dos Tronos.

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Tech

6 tendências dos smartphones para 2019

Com base nos lançamentos tímidos de 2018, listamos seis características que devem estar mais presentes nos aparelhos de 2019.

A tecnologia vem avançado de maneira cada vez mais rápida e inusitada. Os aparelhos celulares em 2019 prometem trazer algumas tendências que foram apresentadas de forma tímida em 2018. Portanto, agradaram um público e agora devem ter um espaço maior no mercado.

Entre smartphones top de linha e intermediários, o Volts resolveu listar algumas características que devem estar presentes na maioria dos aparelhos apresentados neste ano. Saca só a lista abaixo:

Recortes de tela variado

A Apple, ao lançar o iPhone X, em 2017, surpreendeu por apresentar um formato de tela diferente do usual, com a incrementação do notch, espaço reservado para câmera frontal e alto falantes.

Diversas outras empresas tomaram o notch como exemplo e vêm apresentando modelos variados e até menores do que o feito pela empresa da maça, com o objetivo de dar o maior espaço de tela possível aos clientes.

Em 2019, esses formatos prometem algumas nomenclaturas como “infinity-U”, “infinity-V”, “infinity-O” e “new-infinity”. A Samsung deve apresentar aparelhos com as telas “infinity-O”, com o aparelho A8S, e “new-infinity”, com o Galaxy S10.

Leitor de digitais embaixo da tela

Parece ficção científica, mas isso já é uma realidade. Ele utiliza ultrassom para realizar o reconhecimento da melhor maneira possível. O celular Oneplus 6T, lançado em 2018 e ainda indisponível no Brasil, já utiliza tal tecnologia.

Vale ressaltar que algumas empresas, como a Motorola com o aparelho Z3, possuem leitor de digitais na lateral direita do celular, com o objetivo de dar maior espaço para a tela.

Sistema de visão noturna

O Pixel 3XL abriu, em 2018, as portas para esse sistema, que deve aparecer em alguns lançamentos de 2019. O modo retrato foi um diferencial que já está presente em muitos aparelhos, inclusive em intermediários. Agora, a funcionalidade noturna deve ser o novo investimento de 2019.

Muitas câmeras

Aparelhos com uma, duas, três, CINCO LENTES. Isso, as empresas estão investindo nisso para tentar dar maiores e melhores funcionalidades às câmeras de seus smartphones. Visualmente falando, essa evolução incomoda quem vos escreve. Porém…

Fim da entrada de fones P2

Para aumentar a capacidade interna dos aparelhos e, ainda assim, deixá-los finos e leves, a Apple retirou a entrada de fones p2 de seus smarphones desde 2017. Agora, outras empresas já estão dando indícios que farão o mesmo.

Os aparelhos Samsung e Motorola lançados em 2019 devem vir apenas com a nova entrada USB-C, que deverá ser incrementada em todos os aparelhos Android por conta da redução de espaço tomada. Os fones devem começar a vir com a saída USB-C, aumentando o espaço interno do aparelho.

Celular com tela dobrável

Não podemos afirmar que isso será uma tendência tomada por muitas empresas, mas a Samsung deve apresentar ao mundo o seu aparelho com tela dobrável, que já é um rumor de anos.

O aparelho ainda não tem nome nem data de lançamento, porém investidores e especialistas na área afirmam que o smartphone deve chegar no segundo semestre de 2019, após os lançamentos do Samsung A8S e do Samsung Galaxy S10.

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Especiais

Histórias interativas e o futuro da narrativa

Imersivo e revolucionário, o novo formato pode ganhar ainda mais espaço entre os meios de comunicação.

Foto: Divulgação/Square Enix

Consegue imaginar uma história que está inteiramente em suas mãos? Onde os desdobramentos da trama, o destino dos personagens e desfechos ficam sob sua responsabilidade?

Caso não, imaginem a seguinte situação: Após um longo dia de trabalho, você senta-se no seu confortável sofá, ao lado de seu carinhoso e folgado gato. Ligando a TV, você decide analisar o catálogo da Netflix e após 55 minutos procurando aquele filme (quem nunca?), você escolhe um sobre apocalipse de zumbis.

Após frequentes cenas de ação e suspense, chega um momento em que a protagonista do longa, Sue, corre para um estacionamento repleto de zumbis. A sua melhor amiga, que está próxima dela, de repente cai e tenta, em seguida, levantar em desespero. Portanto, ela é pega por uma das aberrações e imediatamente mordida no braço. Desesperada pelo ocorrido, Sue corre até a amiga, mas o zumbi não a larga. Com um machado em mãos, a protagonista deve decidir o que fazer para ajudá-la. Sem pensar muito, Sue encontra três saídas: fugir e deixar a sua amiga para trás; cortar o braço dela, o que pode, posteriormente, precaver a transformação e a morte da garota; ou matar o zumbi para que ambas corram e fujam, com o ferimento da mordida sendo um problema para ser resolvido posteriormente.

Estando confortáveis no sofá de casa, nós apenas esperaríamos ansiosamente pelo desfecho da cena. Mas, caso de repente, a cena fosse congelada e uma mensagem surgisse na tela pedindo para VOCÊ decidir o que fazer. O que você faria?

Uma escolha difícil, certo? Mas deveras impactante.

O que faz desta experiência tão singular é o seu fator interativo, que transforma o telespectador em uma espécie de coautor da trama. Dessa forma, ele é capaz de intervir em seus desfechos e, consequentemente, nos personagens que o integram. No caso acima, o telespectador definiria o destino da melhor amiga de Sue, de acordo com a sua decisão tomada.

Caso desconheça, uma situação similar ocorre em The Walking Dead: Season 2. Todo o peso dessa escolha é transferido para o jogador, que deve lidar com a situação rapidamente para encarar, adiante, as árduas consequências de seus atos.

O jogo The Walking Dead, da Telltale Games, é caraterizado por ser uma trama construída continuamente pelos jogadores por meio de escolhas e consequências. 

DRAMAS INTERATIVOS EM JOGOS DIGITAIS

Com o exemplo acima, é notável como os jogos são um dos meios eficazes para construírem narrativas neste formato. Aqui, a interatividade é um recurso comum entre todos os gêneros (FPS, Ação, Terror, etc), mas é manifestada com mais sofisticação naqueles que são essencialmente focados na narrativa, como os jogos de RPG e Dramas Interativos.

Nesses últimos, os jogadores possuem uma liberdade maior de intervenção sobre os desdobramentos do enredo, acontecimentos e eventos gerados em um ambiente digital. Ao contrário do cinema e da literatura, em que seus caminhos comumente se direcionam a um final único, os jogos possibilitam uma gama de possibilidades e variantes, que podem ou não divergirem em graus rasos ou elevados, como cenas, diálogos, diferentes destino de personagens secundários e finais diversificados.

As decisões dos jogos variam entre questões simples e complexas. 

Em outras palavras, a narrativa interativa trata-se um espaço navegável, na qual o jogador transita quase que livremente. Isto graças ao seu caráter não linear, que acarreta em uma gama de possibilidades e escolhas dentro dos jogos digitais, o que contribui para uma experiência rica, imersiva e, que acima de tudo, consegue integrar o espectador com a trama.

E o principal efeito desses atos é a construção de um enredo singular e exclusivo para cada um que interaja com ele.

NARRATIVAS INTERATIVAS EM OUTRAS MÍDIAS

Os jogos de drama interativo reúnem características de tudo àquilo que integram o cinema, a TV, os quadrinhos, a literatura, a música e até a conversa. Por isso são mais suscetíveis a modelarem esse formato de narrativa entre os seus produtos.

Contudo, nada impede que outros meios de comunicação invistam na interatividade para suas narrativas. A Netflix, por exemplo, já visualizou este potencial e criou as Histórias Interativas, que também oferece aos espectadores a responsabilidade sobre a trama e os seus personagens.

Apesar do programa ser destinado ao público infantil, isso não o impediu de abrir ainda mais as portas para o gênero e o surgimento de novas possibilidades de narratividade no meio televisivo.

Em Histórias Interativas acompanhamos a jornada do popular Gato de Botas. 

Após o seu lançamento, a Netflix revelou que daria continuidade nas produções deste gênero, porém, explorando, dessa vez, o público adulto.

Dito e feito.

Em outubro foi divulgado que Black Mirror, uma das séries originais da companhia, possuiria um episódio inteiramente interativo em sua quinta temporada. Segundo o jornal Independent, o diretor David Slade filmou cinco horas de cenas para que o espectador possa decidir e encarar as diferentes rotas ao longo da trama.

Isto torna a adesão deste formato ainda mais interessante para a série, visto a sua proposta em explorar as consequências de tecnologias futuras na sociedade. A narrativa interativa propriamente dita, e a manipulação do usuário envolto das tecnologias, acabam sendo pautas no episódio.

Uma sacada genial Black Mirror!

Mas as coisas não param por aí, além dos casos referentes a Netflix, a Sony anunciou a produção de Erica, um filme interativo que será lançado exclusivamente no Playlink, um dos serviços oferecidos para o Playstation 4.

Em sua trama, encontraremos a jovem de mesmo nome, que deve lidar com uma experiência traumática do passado que ainda a assombra. A sua vida fica ainda mais agitada, quando um antigo amigo da família faz contato e diz acreditar que as memórias de Erica são a chave para identificar um assassino.

Neste contexto, junto de Erica, iremos traçar a sua história, decidir as suas principais ações, em quem confiar e o que fazer com o caso em mãos. As nossas decisões irão ditar o rumo da narrativa e consequentemente o destino da protagonista.

Segundo a Sony, a intenção em prosseguir com este formato é explorar as nuances de uma performance em live-action, que será decisiva para as escolhas dos espectadores. Através delas,  será possível notar os mínimos e sutis detalhes em gestos e articulações o que nos levará a interpretação de mentiras e verdades, que podem ou não estarem sendo ditas. Assim, a atuação e a nossa percepção acima delas, será primordial para a construção da trama de Erica.

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Apesar de sutil, é notável que há um crescente investimento nesse segmento narrativo. Aliás, as vantagens e qualidades dessa modalidade são muitas.

Nos dramas interativos, os espectadores são expostos a uma experiência mais vívida, na qual são capazes de interagir com outros personagens e até simpatizar com os mesmos. Sem contar que são suscetíveis a criarem laços com o ambiente e a própria trama do jogo. Além disso, com esses elementos imersivos, os espectadores são estimulados com uma sensação de pertencimento neste ambiente virtual, o que, consequentemente, torna a experiência narrativa mais pessoal e emotiva. Aliás, como um ser componente dessa história ele também anseia por descobrir onde as suas ações, interações e intervenções o levarão.

Por outro lado, há algumas adversidades. Na perspectiva de produção, deve-se preocupar com a criação e a gravação de diferentes cenas para cada situação; construir diálogos convincentes e condizentes para cada uma delas; e gerenciar um enredo que se desdobra em múltiplos desfechos e que, mesmo que apresente uma pluralidade de eventos, não possua furos de roteiro, ao mesmo tempo que seja capaz de exteriorizar todas as informações primordiais aos telespectadores.

Para exemplificar, o jogo de drama interativo Detroit: Become Human possui um roteiro com mais de 2 mil páginas, que necessitou de 250 atores interpretarem 513 papéis diferentes para ser contemplado. Tudo isso em cerca de 74 mil animações únicas, gravadas em 324 dias, em meio aos 4 anos de produção. (Quase nada, tsc)

Detroit: Become Human é um jogo de narrativa interativa produzido pela Quantic Dream. 

Ou seja, trata-se de um formato de produção que requer um gerenciamento e detalhamento de roteiro e produção mais cauteloso, o que consequentemente eleva os custos da produção.

São termos que pesarão na balança nas construções dessas histórias. Mas vale salientar o seu caráter inovador e revolucionário paras as mídias atuais. Aliás, é um formato que muda a forma como nós consumimos a narrativa, que sempre esteve presente na história da humanidade.

Com isso em mente, você considera que a narrativa interativa o próximo passo das histórias que nos rodeiam? Ou apenas uma alternativa para os mais famintos de uma narrativa imersiva? Já experimentou jogar ou assistir algum dos exemplos citados? Conte-nos!

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