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Livros e HQ's

Amazon e editoras disponibilizam eBooks grátis durante quarentena

Editoras e fãs de livros estão divulgando diversos títulos gratuitos para download.

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Com o decreto de quarentena instituído pelo Governo Federal devido à pandemia de coronavírus, aqueles que resolveram acatar a ordem e ficar em casa estão procurando maneiras de se distraírem para não prejudicarem a sua saúde mental. Por conta disso, diversas empresas estão adotando a medida de disponibilizarem seus produtos e serviços gratuitamente a fim de ajudarem o público a se entreter.

A Amazon, um das maiores empresas do mundo, entrou nessa campanha e disponibilizou, nesta semana, centenas de títulos para serem baixados gratuitamente. São obras de ficção fantástica, clássicos nacionais, young adults e livros acadêmicos. Para ter acesso, basta entrar no site da empresa, baixar o arquivo mobi e ler em seu kindle.

Coronacon

Outra iniciativa que está bombando no Twitter é a hashtag #Coronacon. Editoras e autores nacionais de quadrinhos e HQs estão usando a tag para divulgar links de download gratuito de suas obras.

A Editora Dracon, por exemplo, que é dedicada a publicações independentes brasileiras de ficção fantástica, terror e entre outros, lançou um formulário no qual o leitor preenche com informações básicas para receber três títulos de graça. Para acessar o formulário clique aqui.

Para ter acesso a outras obras, é só pesquisa no Twitter pela hashtag. Além das editoras, usuários também estão usando do espaço para divulgar seus trabalhos.

De fã para fã

E livro grátis é o que não falta. Os fãs de literatura também entraram na campanha e resolveram facilitar para quem está a procura de títulos para passar o tempo. O Coletivo Fantasias compilou algumas obras de ficção fantástica para download. Livros como A Casa de Vidro, da Anna Fangundes Martino, é uma das obras disponíveis. Clique aqui para acessar.

Outro que está facilitando e muito a vida dos leitores durante este período é o Sem Spoiler, perfil do Twitter voltado para notícias, lançamentos e divulgações literárias. Nesta semana, o perfil está realizando threads com links de livros gratuitos de diversas editoras.

Outras iniciativas

O Scribd, uma plataforma de compartilhamento de livros, pesquisas e demais documentos eletrônicos, disponibilizou um pacote gratuito de 30 dias para usuários não cadastrados na plataforma e de 60 dias para quem realizar o cadastro.

Para as crianças que não estão indo a escola, a Auti Books, empresa de audiobooks, está oferecendo dez audiolivros infantis. Para baixar, é só entrar no site da empresa e usar o cupom VAMOSAJUDAR. Clique aqui para acessar.

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Livros e HQ's

Livros de autores locais serão distribuídos a bibliotecas maranhenses

Ao todo, 4.173 novos livros de escritores maranhenses serão distribuídos no Estado.

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O edital “Fomento à Literatura Maranhense” selecionou 25 autores locais para receberem apoio financeiro devido às dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19, a partir da aquisição, pelo Poder Público Estadual, de obras literárias a serem destinadas para bibliotecas e espaços de leitura em todo o Maranhão.

Ao todo, foram adquiridos 4.173 novos livros de escritores maranhenses, que serão distribuídos no Estado. A ação faz parte da Lei Aldir Blanc (Lei de Emergência Cultural nº 14.017/20).

Livros

Entre os maranhenses que terão seus livros disponibilizados às bibliotecas estaduais estão os autores Wilson Marques e Victor Azulay. Marques é autor de livros infantis inspirados na história e cultura popular maranhense, como “Quem tem medo de Ana Jansen?” e “O segredo da serpente encantada”.

Já Victor Azulay, que ficou conhecido por usar a literatura para mostrar como superou por duas vezes Acidente Vascular Cerebral (AVC), entregou em dezembro edições do livro “Vitorioso”, obra em que ele conta como um jovem de 18 anos mudou sua vida após sofrer um acidente neurológico que o deixa paraplégico.

As obras dos escritores maranhenses foram depositadas na Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL), que coordena e operacionaliza o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Maranhão.

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Livros e HQ's

Dia do Leitor | Compromisso que vai além de apenas ler, é preciso incentivar

Pesquisa mostra que entre 2015 e 2019 o Brasil perdeu cerca de de 4,6 milhões de leitores.

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Hábito. Hobby. Válvula de escape. Companhia. A leitura é capaz de assumir diferentes formas e significados para cada indivíduo que deixa sua alma ser engrandecida pelos livros e permite que eles façam parte de seu dia-a-dia.

Este indivíduo, que ganha o título de leitor, é homenageado neste dia 7 de janeiro. Independente do gênero preferido, quantidade de livros lidos e autores conhecidos, o leitor, antes de tudo, sabe reconhecer o valor que a literatura carrega.

Lista de 5 | Livros nacionais contemporâneos incríveis para conhecer no Dia da Literatura Nacional

Volts na literatura: Saylon Sousa, do Volts Podcasts, lança seu primeiro romance de literatura fantástica

Maranhense é selecionada como embaixadora de prêmio literário

Apesar disso, o Brasil ainda enfrenta uma realidade difícil quando se fala em acesso aos livros, como mostra a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que em 2019 registrou uma perda de 4,6 milhões de leitores em relação ao ano de 2015.

Ou seja, além de ler, um dos papéis dos leitores assíduos deve ser incentivar as pessoas que estão ao seu redor a adquirirem esse hábito, contribuindo assim para a formação de novos leitores. Tarefa fácil para quem tem a leitura como um prazer.

Afinal, que tipo de leitor não gosta de passar um bom tempo conversando sobre seus hábitos de leitura e suas histórias pessoais com os livros, não é mesmo? E que tal começar agora a ouvir um pouquinho dessas experiêcias?

Listamos aqui alguns episódios do LiteraPop, podcast de literatura do Volts, para você ouvir e comemorar conosco o Dia do Leitor.

1 – Como superar a ressaca literária

2 – Adaptações Literárias: TV vs Cinema

3 – Há como separar autor da obra?

4 – Taxação de livros e elite literária

5 – Estamos vivendo em uma distopia?

Nossos podcasts

“220 Podcast” é o primeiro podcast do Volts, lançado em 2017, para debater os temas mais quentes da cultura pop e também sobre cotidiano da equipe Volts. Nesse programa você encontra muita informação e risada garantida.

O “Podcast Otaku” é o primeiro podcast do Maranhão a debater cultura pop japosesa com jornalistas especializados no assunto. Animes, mangás e tudo que é destaque nesse universo passa pela análise do nosso podcast.

O “LiteraPOP” é o nosso podcast, em parceria com o Litera Clube, voltado para literatura e cotidiano de leitores. Todo mês um tema em que nossos apresentadores e convidados compartilham suas experiências e promovem um intercâmbio de universos literários, diminuindo as fronteiras entre a solidão dos leitores.

“Com Elas” é o podcast do Volts sobre ficção especulativa na televisão. É derivado do sucesso programa “GOT com Elas”, também apresentado por Alessandra Medina e Tayna Abreu, que teve até evento de transmissão dos episódios de Game of Thrones e um viral mundial. Agora, o papo se estendeu e você vai adorar!

Onde ouvir

Todos os podcasts do Volts são disponibilizados em uma mesma conta intitulada Volts Podcasts no Spotify. Para ouvir, é só buscar o termo “Volts Podcasts” no sistema de buscas do aplicativo e clicar em “seguir”. Lá, você pode ouvir os episódios via streaming ou fazer o download para escutar depois.

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Listas

8 quadrinistas maranhenses incríveis para você conhecer e valorizar

Do mangá aos Comics, os artistas mesclam os vários estilos dentro do mundo dos quadrinhos

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Quadrinhos de Wagner Elias, Ronilson Freire e Zilson Costa (Foto: Reprodução)

Quando se pensa no Maranhão, automaticamente somos levados às belezas naturais, comida típica, atrações culturais da região e acervo arquitetônico histórico. O que muitos não sabem é que nossa terra também guarda muitos talentos em diversas áreas que, normalmente, têm destaque em outros estados e países, mas que merecem grande visibilidade aqui, como é o caso dos artistas que produzem histórias em quadrinhos. Por isso, trouxemos uma lista com alguns talentosos quadrinistas das terras maranhenses.

Wagner Elias

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Wagner é professor de desenho e quadrinista desde 2009, quando começou a publicar seus trabalhos em plataformas digitais. Seu interesse pelo desenho veio desde a infância por influência do pai, que também desenhava. O primeiro contato que teve com os quadrinhos foi com as histórias clássicas do Pato Donald e Zé Carioca, conhecendo em seguida os super heróis na adolescência e depois desenvolvendo a paixão pelos mangás, que são a principal influência em seu trabalho. Em 2015 ganhou dois concursos de mangás nacionais, o Brazil Mangá Awards, promovido pela editora JBC, e o Dracomics Shonen, realizado pela editora Draco, com o mangá Divisão 5, que está com seu segundo volume em produção.

Entre 2016 e 2019 foi destaque no Silent Mangá, seletivo realizado pela editora japonesa Comix Corp of Japan, dirigida pelo ex-diretor chefe da revista Weekly Shonen Jump, Nobuhiko Horie. Atualmente Wagner trabalha em alguns títulos publicados online, como Kenzo, na plataforam Shanda Comics; Metal Riders, publicado pela Shonen Comics; e Divisão 5, pela editora Draco.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Rom Freire

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Rom Freire desenha de forma autodidata desde a infância, mas, antes de seu trabalho profissional, publicava em fanzines e revistas amadoras. Foi ilustrador e diagramador em uma agência de publicidade durante 17 anos, entrando para o mercado profissional de quadrinhos em 2009, fazendo seu primeiro trabalho para a editora norte americana 12 COMICS. Em 2013, quadrinizou a obra Fausto, de Göethe, adaptada por Leonardo Santana e colorida por Dinei Ribeiro. Publicada pela editora Peirópolis em 2017, recebeu no ano seguinte, do Instituto Interdisciplinar de Leitura da PUC-RIO e da Cátedra Unesco de Leitura, o Selo Seleção Cátedra 10 pelo seu valor literário, plástico e editoral, que se tornou um artefato indispensável para a arte-educação.

Ele criou os personagens Guerreiros de Glaatu, Khronos, Loonar e Grimorium, que foi lançado em revista própria em 2016. Atualmente desenha a revista Dreadlocks para a Urban Style Comics, de Detroit, além de várias outras revistas de autores independentes brasileiros.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Iramir Araújo

(Foto: Imirante/Divulgação)

A trajetória artística de Iramir iniciou desde a infância, quando começou a aprender a ler e fazendo da leitura o centro da sua vida. Aos 8 anos teve contato com os primeiros quadrinhos, ajudando ainda mais no processo de aprendizagem. A partir daí, começou também a desenhar, copiando os desenhos das revistas que lia na época, como Tio Patinhas, Tarzan e Batman. Iniciou o trabalho com os desenhos e quadrinhos fazendo fanzines, transformados depois em quadrinhos mais compatíveis com o que era visto no mercado da época.

Ao lado de amigos e também quadrinistas, como Rom Freire, Beto Nicácio e Ronilson Freire, formaram o grupo Singular Plural, criando a revista com o mesmo nome derivada dos fanzines que eram feitos nos anos 90. Além dela, criaram a Revista Fusão, em que Iramir atuou como editor e escritor, dando vida ao delegado Augusto dos Anjos na revista Corpo de Delito, que trazia crônicas policiais da cidade.

Como fazia o curso de História na Universidade Federal do Maranhão, iniciou um projeto baseado nas histórias e aspectos da cultura maranhense. Depois de um grande processo de pesquisa, lançou o álbum em quadrinhos “Balaiada, a guerra do Maranhão”, no ano de 2010, em parceria com Beto Nicácio e Ronilson Freire. Ainda ligado ao elo da cultura maranhense no seu trabalho, Iramir lançou no ano de 2012, em parceria com Ronilson Freire, o álbum “Ajurujuba – a fundação da cidade de São Luís”. Em 2019, também ao lado de Ronilson Freire, lançou a quadrinização de uma das obras máximas da literatura brasileira: O Mulato, de Aluízio Azevedo.

Zilson Costa

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Como um dos fundadores do grupo Fator RHQ, Zilson começou a produzir quadrinhos no Maranhão em 1999. Com seu grupo, produziu o fanzine Área de Mancha até a edição 4, ganhando o prêmio de Melhor Revista Estrangeira em Língua Portuguesa no Festival de Amadora, em Portugal, no ano de 2003. Entre 2007 e 2009 publicaram a revista Comicstation até o número 8, sendo a revista em quadrinhos maranhense a durar mais tempo nas bancas.

Em 2012, Zilson começou a trabalhar para o mercado americano e permanece até hoje com editoras como Argo Comics, Grayhaven, Isle Squared Comis e Dojo Kun Comics. Também publica materiais autorais, como as revistas do Homem Caveira e a Evil Machines, revista inspirada na banda, de mesmo nome, em que é guitarrista e vocalista.

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Dreyce Lima

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Apaixonada pelo desenho logo na infância, começou a desenhar desde que aprendeu a pegar em um lápis, assim como os quadrinistas e ilustradores que admira, como diz. Tendo base os saudosos animes da Tv Manchete e Tv Globo, como Shurato, Dragon Ball, Sailor Moon e, sobretudo, Cavaleiros do Zodíaco, Dreyce tem como grande influência em seus traços Shingo Araki, responsável pelo design dos personagens da adaptação para anime do mangá de Masami Kurumada. Atualmente está focando em dois projetos autorais: As Crônicas de Elderland e The Bodyguards, ambos em fase de finalização dos scripts, conciliando seu trabalho artístico com a faculdade, estudo de design gráfico e pintura digital.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos da artista.

Ronilson Freire

(Foto: CCXP /Reprodução)

Iniciando seu trabalho como ilustrador de peças publicitárias no início dos anos 2000, Ronilson é hoje uma das maiores referências em quadrinhos do Maranhão e do Brasil. Participou da criação de fanzines junto de outros quadrinistas da região, como Beto Nicácio, Rom Freire, Iramir Araújo e Joacy James. Também com alguns deles trabalhou em projetos que retratavam histórias da cultura maranhense, como “Balaiada, a guerra do Maranhão” e “Ajurujuba – a fundação da cidade de São Luís”. A trajetória de Ronilson no mundo dos quadrinhos é extensa, passando por editoras como Dynamite, Titan Comics e Marvel Comics. Com 10 anos de carreira no mercado internacional, já trabalhou com personagens como Vampirella, Green Hornet, Justice INC- The Avenger, Swords of Sorrow: Miss Fury & Lady Rawhide.

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Osmael Santos

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Designer de formação, Osmael tem a paixão pelo desenho e pelos quadrinhos desde os 4 anos de idade, mas foi a partir dos 12 que começou a imaginar a possibilidade de ter o desenho como algo profissional para sua vida. A partir desse pensamento, começou os estudos mais profundos sobre a arte, sempre de maneira autodidata, reproduzindo seus desenhos preferidos da época, como Dragon Ball, Street Fighter e Yu Yu Hakusho.

Com o tempo passou a criar seus próprios personagens baseados em outros de que era fã, como Spawn, Superboy e Impulso, produzindo histórias ao redor das suas criações. Uma das suas maiores influência nos quadrinhos é o autor Joe Madureira, quadrinista americano que tem como característica a união de elementos dos comics e mangás em seus traços.

O primeiro projeto profissional de Osmael foi ORB: Evolução Final, uma história de ficção científica, que sempre foi seu tema de maior interesse. Atualmente está trabalhando no segundo capítulo de ORB, estando já em desenvolvimento outras duas histórias: Ilha da Lenda, mangá que vai abordar as lendas de São Luís, e Últimas Sombras, história que vai se passar durante o apocalipse.

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Beto Nicácio

(Foto: Imirante/Reprodução)

Professor, artista plástico, animador e quadrinista, Beto é outra grande referência dos quadrinhos maranhenses. Entre seus vários trabalhos, podemos destacar a participação na coletânea MSP+ 50, projeto realizado em 2010 que buscava recriar as clássicas histórias de Maurício de Sousa a partir da visão e arte de vários artistas de todo o Brasil. No projeto, Beto produziu uma história com a releitura do personagem pré-histórico Piteco.

Em 2013 lançou o álbum Proscritos, história típica brasileira com toques de horror. Além disso, em parceria com Iramir Araújo, lançou o álbum Jurados de Morte em 2017 e participou da revista Corpo de Delito. Beto também foi premiado três vezes em salões de Humor e quadrinhos do Brasil, em Volta Redonda, São Paulo e Pará. Além de três vezes nas Mostras Maranhenses de Humor-DAC/PROEX/UFMA, de 2004 a 2006.

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Livros e HQ's

O Menino Maluquinho completa 40 anos e ganha edição comemorativa

A edição, com 120 páginas, mostra a história do personagem criado por Ziraldo.

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Um dos maiores clássicos da literatura infantil brasileira está completando 40 anos: O Menino Maluquinho, criado pelo escritor, desenhista, cartunista e jornalista Ziraldo, ganhou uma edição limitada e de luxo da Editora Melhoramentos para homenagear a data.

A obra está à altura da comemoração e do ilustre aniversariante. A edição, com 120 páginas, é marcante e mostra a história do personagem, que conquistou o público ao longo os anos, com hot stamping, acabamento cartonado, capa dura e miolo 4×4 cores. Os exemplares acompanham ainda um marcador de páginas tão maluquinho quanto o Menino e um paper art, para destacar e montar, que vira uma divertida lembrança.

O livro que marca o aniversário do menino mais maluquinho do Brasil pode ser considerado um item de colecionador. Um verdadeiro presente para quem cresceu lendo as aventuras do personagem, e as contou para filhos e netos. O Menino Maluquinho nasceu pelas mãos de Ziraldo e sempre vai existir no imaginário de fãs de várias gerações.

Desde seu lançamento, em 1980, o livro já teve 129 edições, espalhadas por mais de 10 países, vendeu 4 milhões de exemplares, teve duas adaptações para o cinema, versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.

O garoto que usava uma panela na cabeça, tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés fez a felicidade daqueles que com ele conviveram ao longo das últimas décadas e certamente continuará a incendiar a imaginação dos mais jovens.

Verdade que tantas estripulias, brincadeiras e invenções apontavam porque todos o chamavam de maluquinho, mas ele nada mais é do que uma criança alegre, amada e pronta para aprender, receber e partilhar. Como destaca o escritor e ilustrador Guto Lins, outro talento da literatura infantil nacional, esse personagem “brincalhão, bagunceiro, poeta e amigão era, acima de tudo, um menino feliz, especialmente comum”. E o livro, afirma, abriu caminho para muitos outros, enriquecendo a literatura infantil.

O Menino Maluquinho fala, de maneira direta, poética e divertida, de relações familiares, de amizade, afeto, perdas. E por isso, porque os sentimentos humanos não mudam, os novos tempos e novas tecnologias não foram e nem são barreiras para novos leitores. É um livro que não envelhece.

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