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Coberturas

AF 2019 | Sucinta, NewPOP anuncia três novos títulos

Editora foi a primeira a trazer novidades dentro do Anime Friends

Começou nesta sexta-feira (12) o Anime Friends 2019, clássico evento de Cultura Pop com foco especial no público otaku brasileiro. A 17ª edição do evento acontece desta vez no Espaço Anhembi, São Paulo-SP e termina no domingo (14).

O evento contou com um primeiro dia com entrada gratuita para 20 mil fãs, graça a uma ação da Prefeitura de São Paulo e algumas das empresas patrocinadoras do evento.

Destaque deste ano, a cantora japonesa Mika Kobayashi (Attack on Titan e Nanatsu no Taizai) é a principal atração musical do evento, que conta com o girl group Faky e a estrela sul-coreana Nada.

Além das atrações musicais e bate-papo com cosplayers, dubladores e youtubers, o evento conta com uma rodada de palestras com representantes das principais editoras de mangá do país, além de empresas responsáveis por licenciamento e distribuição de animês no Brasil.

No primeiro dia foi a vez da Editora NewPOP, que trouxe para o palco novidades sobre suas publicações de mangás e light novels e tirou dúvida do público sobre outras demandas.

Confira abaixo alguns dos destaques da palestras da NewPOP que foi apresentada pelo seu editor-chefe, Júnior Fonseca:

— Mangás ainda não publicados:

Júnior Fonseca trouxe uma lista de obras licenciadas pela editora que ainda não foram publicadas. Entre os títulos: Clockwork Planet do brasileiro naturalizado japonês, Yuu Kamiya (autor de No Game No Life, publicado pela editora), a versão em mangá de Shakugan no Shana (no momento só a light novel foi publicada) e a adaptações em mangá e light novel de FireWorks, filme de Akiyuki Shinbo lançado em 2017 e disponível no catálogo da Netflix. Outro título anunciado e ainda não publicado é a light novel The Record of Lodoss War de Ryo Mizuno e Yoshihiko Ochi, que foi anunciada em março deste ano. O editor informou que a empresa pretende retomar os projetos o mais breve possível.

— Edições de Luxo:

Sobre os itens em publicação da empresa e algumas novidades, Júnior Fonseca tratou de tirar dúvidas sobre a publicação do ArtBook de Re:Zero, light novel publicado pela editora anunciado durante o Anime Friends do ano passado e ainda não foi publicado. Júnior lembrou que o produto é especial (vem com duas novels extras) e disse que o preço será compatível com a realidade do mercado nacional. Ele não revelou preços, no entanto. Re:Zero é publicado desde 2018 e já conta com 10 volumes disponíveis no mercado brasileiro.

Já sobre o clássico de Go Nagai, Devilman, terá uma nova edição especial com direito a nome dos compradores que adquirem o título impresso no material.

— Novos títulos:

Como não poderia faltar a editora trouxe novidades para o público do Anime Friends 2019. Entre os anúncios:

Houseki no Kuni (Land of the Lustrous)

Série de mangá escrita e ilustrada por Haruko Ichikawa e publicada desde 2012. É publicado pela Kodansha na revista Monthly Afternoon. Em 2017 um animê híbrido em 2D/3D foi ao ar na temporada de outono japonesa com produção do estúdio Orange. o mangá conta com oito volumes publicado até o momento.

The King of Fighters – A New Beginning

Essa é para os fãs do clássico da SNK. Publicado pela revista Pocket Shonnen Magazine desde janeiro de 2018 é a versão adaptada da história do game The King of Fighters XIV. O mangá é assinado por Kyotarou Azuma e já conta com 3 volumes compilados. A trama reúne todos os principais personagens da famosa franquia de arcade.

Uchuu Sentai Yamato (Space Battleship Yamato)

Um dos clássicos do universo dos mangás, Space Battleship Yamato, é uma das obras mais celebradas do gênero ficção científica no formato. Com 3 volumes, o mangá de 1974 é a versão adaptada posteriormente do sucesso homônimo lançado na TV japonesa no mesmo ano. Essa é a segunda obra da franquia originada da criação de Leiji Matsumoto a ser licenciada pela NewPOP. Yamato 2199 é um dos títulos já licenciados que aguarda vez para ser publicado pela editora.

Além dos anúncios feitos e das poucas novidades reveladas, Júnior Fonseca ainda falou sobre o hiato na publicação do mangá Great Teacher Onizuka – GTO, que chegou no 12º volume e não deve aparecer no checklist da editora NewPOP por enquanto, mas que ao retornar continuará com publicação mensal.

No sábado (13) é a vez das editoras JBC e Panini, além da distribuidora audiovisual Sato Company. No domingo (14) o palco é do serviço de streaming Crunchyroll.

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Agradecimentos ao perfil do Twitter @maisdeoitomil pela animada cobertura em tempo real.

Coberturas

FASE QUATRO & ALÉM | Tudo sobre o Universo Cinematográfico Marvel nos próximos anos

A Fase Quatro foi finalmente anunciada e com ela muitas surpresas esperam os próximos dois anos do MCU

Com o anúncio chocante feito por Kevin Feige na Comic Con, temos oficialmente os filmes e séries que farão parte da consolidação do legado do MCU e constituirão a tão aclamada e, agora, esperada fase quatro. Essa nova era vai contar com um total de dez projetos, havendo uma divisão igualitária entre os filmes da Marvel e agora o novo sistema de streaming, o Disney +, onde cada uma dessas plataformas vai contar com cinco projetos cada. Além disso, algo que ficou claro com o anúncio desse novo catálogo do que esperar da Marvel, é o tempo de duração dessa nova fase. Enquanto os ciclos anteriores (fases 1-3) contavam com longos anos de produção, tendo a última levado quatro anos para se concretizar, a fase quatro da Marvel vai se passar num espaço de tempo de somente dois anos, tendo seu inicio em Maio de 2020 e finalizando em Novembro de 2021.

  • Viúva Negra ( 1.5.2020)

Iniciando essa nova fase da Marvel temos o filme solo da Viúva Negra, um projeto que tem sido demandado por anos pelos fãs, e especialmente, por Scarlett Johansson. O filme entretanto não vai servir de ponto de partida na questão de construção de mundo, visto que o filme vai explorar elementos do passado da personagem, especialmente seu relacionamento com o treinamento que recebeu do quarto vermelho KGB. Viúva Negra vai contar também com a presença da expansão no legado do título da agente, visto que a personagem de Florence Pugh foi confirmada como Yelena Belova, outra agente do quarto vermelho que também é designada de Viúva Negra, forçando assim a Romanoff encarar seu passado e o significado de suas origens.

  • O Falcão e o Soldado Invernal (2020)

O primeiro show do Disney+ não poderia ser nenhum outro se não aquele que continuaria o legado de seu Capitão América. Nessa nova propriedade, vemos Bucky Barnes e Sam Wilson seguindo suas aventuras em eventos pós Ultimato, onde não temos mais a presença do símbolo de liderança que era Steve Rogers. O relacionamento entre os personagens vai sofrer alterações, criando uma nova dinâmica, onde não somente os heróis vão sair da sombra do Capitão América como especialmente Sam Wilson, que vai aprender a se tornar seu próprio simbolismo de liberdade e coragem, assumindo de vez o escudo que o foi deixado no final da Saga do Infinito. Além disso, uma das notícias mais interessantes dessa série é o retorno de Daniel Bruhl como Barão Zemo, tendo ainda sido confirmado que o personagem vai ser muito mais fiel aos quadrinhos do que em sua primeira aparição, usando desta vez o traje roxo tão característico do vilão.

  • Eternos (5.11.2020)

Os Eternos são na verdade um grande mistério dentro do MCU, servindo como uma história de origem séculos antes de qualquer evento já apresentado dentro do universo consolidado da Marvel. O filme vai abordar a história de seres celestiais, que possuem grandes poderes e a habilidade de alterar o universo ao seu redor da maneira como bem entenderem. O longa é uma propriedade espacial do MCU, avançando esse ponto focal que tivemos com filmes como Capitã Marvel, Thor e Guardiões da Galáxia. Além de ter uma responsabilidade imensa, sendo um filme que pode alterar nossa visão do MCU e de razões por eventos passados terem acontecidos, Eternos conta com um elenco de peso, tendo nomes importantes como Richard Madden e especialmente Angelina Jolie associados ao projeto.

  • Shang-Chi (12.02.2021)

O primeiro herói asiático a possuir um filme solo de todos, Shang-Chi conta como uma expansão literal, mas especialmente, econômico-cultural para o MCU. Com Simu Liu sendo escalado no papel título e Awkafina sendo sua protagonista oposta, o filme busca uma expansão para o mercado cinematográfico gigantesco da China, criando laços com essa cultura e expandindo a diversidade dentro do Universo da Marvel. O filme contará a história de Shang-Chi, um dos maiores lutadores de todo o universo, que é especialista em todos os tipos de artes marciais e é capaz de derrotar adversários poderosos e detentos de habilidades meta-humanas simplesmente usando seu treinamento. Esse projeto, além de servir como uma grande expansão cultural para a Marvel, vai servir de redenção para um dos personagens mais criticados já estabelecidos pela companhia, com a adição de Tony Leung como o vilão Mandarin, reabilitando assim a imagem do personagem após o fracasso de Homem de Ferro 3.

  • Wanda Vision (2021)

Seguindo o calendário de lançamentos do MCU, temos um dos show mais aguardados Disney+. Wanda Vision tem como foco o personagem de Elizabeth Olsen, Feiticeira Escarlate, e de Paul Bettany, o Visão, e no desenvolvimento do relacionamento dos dois personagens como casal, a série possivelmente vai se passar em flashbacks, usando do tempo que eles se aproximaram ainda mais em intimidade pós Guerra Civil. No entanto, a maior surpresa dessa série é na verdade a introdução de Monica Rambeau, que agora em sua versão adulta, será vivida por Teyonah Parris. A personagem foi nós apresentada primeiro em Capitã Marvel, sendo a “sobrinha” de Carol Denvers, que já apresentava tendências heróicas. Nos quadrinhos, Rambeau se torna agente da S.H.I.E.L.D e após desenvolver seus poderes cósmicos, assume o manto de Espectro. A série deve servir de ponto de origem para a personagem, mostrando seu crescimento desde agente até super heroína .

Teyonah Parris, atriz que foi escalada para dar vida a Monica Rambeau em Wanda Vision

  • Doctor Strange and the Multivers of Madness (7.5.2021)

Provavelmente um dos anúncios mais excitantes desse painel, a continuação da história de Stephen Strange vai contar com os elementos chave para a construção do tão aguardado Multiverso dentro do MCU e com ele um mundo inteiro de possibilidades. O filme, além de apresentar um dos títulos mais provocativos nesse catálogo, vai contar com a presença da Feiticeira Escarlate como uma das personagens principais dentro desse universo magico, confirmando assim as teorias de que Wanda Maximoff além de seus poderes derivados das jóias do Infinito, também praticava magia. A presença de Maximoff nesse filme é de suma importância, com muitos acreditando que seria ela a responsável pela criação da fenda do multiverso, devido a falta de controle que ela detém juntamente com um estado mental fragilizado, algo que já tem sido construído desde Guerra Civil e, agora, consolidado em Ultimato em sua batalha contra Thanos.

  • LOKI (2021)

Como já dizia Game of Thrones: ”O que está morto não pode morrer”. E é por isso que em 2021, juntamente do Disney+ teremos o retorno de um dos vilões mais celebrados da Marvel, com a série original focada no Loki. Pouco se sabe até então sobre o projeto, no entanto é confirmado de que Tom Hiddleston estará reprisando o papel e que ele retornará a suas origens, na forma de vilão. Essa série vai abordar uma linha alternativa, criada nos eventos de Ultimato, onde vemos o personagem de Hiddleston escapar com o Tesseract.

  • WHAT IF (2021)

What If é o primeiro projeto do MCU em animação. Seguindo os passos e sucesso de Homem-Aranha no Aranhaverso, o Disney+ juntamente com a Marvel vai focar numa série somente nesse formato. What If vai ser diferente de tudo já feito dentro da Marvel, servindo como uma forma de brincar com as histórias e respondendo perguntas como: E se o soro do super soldado fosse dado para a Peggy?. Essa nova série vai lidar com realidades alternativas ao mesmo tempo que trazendo elementos de nostalgia, com os atores já veteranos da casa, dublando suas versões animadas. Além disso, adicionando mais peso, histórias focadas em personagens como o Hulk e o Homem-Formiga já foram confirmadas por Feige.

  • Hawkeye (2021)

Baseado diretamente num dos arcos mais adorados pelos fãs do personagem, a série do Gavião Arqueiro vai pegar emprestado da mente de roteiristas Matt Fraction e David Aja para desenvolver uma história focada em legados. Nesse novo projeto, além do retorno de Jeremy Renner como Clint Barton e uma visão mais aprofundada no período em que o personagem se tornou Ronin, visto brevemente em Ultimato, seremos introduzidos a Kate Bishop, a prodígio que herda o manto de Gaviã Arqueira. Além de ser uma das personagens mais aclamadas pelos fãs na continuidade atual da Marvel, a dinâmica de mestre e aprendiz de Barton e Bishop se tornou um dos momentos mais memoráveis para consolidar o legado do Gavião Arqueiro nos quadrinhos.

  • Thor: Love and Thunder (5.11.2021)

Fechado a fase quatro do MCU, temos o retorno de um dos veteranos, com o anúncio de um quarto filme da franquia focado do Thor. Esse projeto quebra uma das regras não verbais da Marvel, que além de suas aparições dentro dos Vingadores, cada ator teria uma trilogia para chamar de sua. Love and Thunder entretanto não terá seu ponto focal no Thor de Hemsworth, mas sim na reintrodução do personagem de Natalie Portman dentro do MCU, após sua ausência em Ragnarok. Jane Foster, no entanto, agora não é mais a donzela em perigo e interesse amoroso do Thor, tendo seu personagem ganhando mais importância e complexidade, no momento em que um dos arcos mais consagrados dos quadrinhos vai tomar forma nas telas. Trazendo uma história focada no câncer terminal de Jane Foster e o encontro da mesma com Mjolnir e assumindo o manto da Deusa do Trovão, se tornando Lady Thor.

  • BLADE

No entanto, como todos nós já sabemos, Kevin Feige não se tornou o titã dentro da indústria cinematográfica de maneira leviana, tendo se apoiado na combinação em seu amor por quadrinhos e eu seu intelecto como empresário de maneira brilhante. E é por isso, que ao fim do painel apresentando a fase quatro do MCU, também se foi anunciado o que o futuro mais distante da Marvel tem reservado para nós. Mahershala Ali, ganhador de dois Oscars por papei em Green Book e Moonlight, foi oficialmente anunciado como Blade, o caçador de vampiros. Esse anúncio não somente adiciona um ator de peso dentro da família Marvel, como também introduz um dos personagens mais desejados pelos fãs dentro do MCU.

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Coberturas

SDCC 2019 | Painel de Westworld discute mudanças na série da HBO

Série volta em 2020 e ganhou trailer inédito

Com a presença de elenco e criadores, o painel de Westworld, hit distópico da HBO, discutiu a nova fase da história e a adição de um novo importante personagem, Cabeb, interpretado por Aaron Paul. Também foram liberados novos pôsteres promocionais da série e um trailer recheado de cenas.

O palco estiveram os atores Jeffrey Wright (Bernard), Thadie Newton (Maeve), Evan Rachel Wood (Dolores/Wight), Tessa Tompson (Charlotte/Dolores), Aaron Paul (Caleb) e os co-criadores Lisa Joy e Jonathan Nolan.

A conversa começou com Nolan e Joy deixando suspense sobre a volta de Logan, personagem de Ben Barnes. O pai dele pelo menos, William/Man in Black, estará de volta como mostrado no trailer. Segundo Joy e Nolan o subtítulo e tema central da nova temporada será “A New World”. Pode subir a eterna referência à A. Huxley.

Sobre os parques, Nolan disse que não confirmaria se a terceira temporada deixaria, mas, conforme mostrado no trailer, Maeve, personagem de Thandie Newton ainda está servindo como atracão num parque da Delos, ainda sem nome, mas que retrata a Segunda Guerra, repleto de nazis. O personagem de Rodrigo Santoro, Hector, também foi visto no trailer encontrando Maeve.

Rachel Wood falou sobre a nova empreitada de Dolores, agora no mundo real “ela é um peixe fora d’água nessa temporada. Ela está mesmo sozinha… Ainda é cheia de surpresas e implacável, mas eu acho que suas interações com Aaron (Paul) a farão reavaliar o que acha da humanidade”.

O personagem de Paul, Caleb, é um trabalhador da construção civil, cheio de mistérios, mas que não frequentaria parques da Delos. Ele tem um robô com cara de robô chamado George, que trabalha junto com ele nas obras. Robôs aliás, estão por toda parte no mundo real, não os andróides dos parques. Um deles é inclusive abatido por guardas em uma das cenas dos trailers.

Sobre o desenvolvimento da história de Westworld, Nolan disse que a série “comeu como uma distopia”, mas a terceira temporada é “o melhor cenário”. “As AI que temos são reflexivas, mortais, mas reflexivas”.

Se a primeira temporada foi sobre o completo de divindade de Ford e o trato desumano de humanos para com andróides, a segunda sobre roubo de dados de clientes e vingança, a terceira será sobre “algoritmos deterministas”. Nolan, jogando um share na concorrência, disse que é o que a Netflix faz quando diz para o cliente o que deve assistir em seguida.

Jonathan adicionou que esta nova temporada é menos filosófica que as anteriores, lidando com coisas mais palpáveis. “Um das coisas divertidas da terceira temporada é que descartamos a ideia de metáfora e lidamos com o mundo como ele é, um enorme show de merda”.

A próxima a falar foi Tessa Thompson. Ela contou sobre como gostou de interpretar Charlotte por ser uma mulher de cor com muito poder dentro de uma empresa tão grande como a Delos. Thompson confessou que nem ela sabia que parte da segunda temporada ela era também Dolores, mas que agora pediu para Rachel Wood dicas sobre como interpretar a anti-heroína.

Jeffrey Wright se esquivou da questão sobre seu personagem, Bernard, ter sido programado para ser empático ou ter desenvolvido empatia. “Essa é a questão central da história, não?”.

Seguindo, Thandie Newton falou sobre os desafios que sua personagem passou na segunda temporada. Ela disse ter sido um dos momentos mais desafiadores de sua carreira. Newton deu pistas sobre a expansão da consciência de Maeve: “ela sabe agora que um peça de hardware muito cara, ainda assim ela é tratada com nenhum valor. Então eu amo como agora ela terá chance de barganhar seu valor pessoal”.

O moderador do painel perguntou aos conferencistas quais deles tinham auto-falantes inteligentes em casa, quais deles tinham carros automáticos e quais haviam se submetido aos testes de DNA em voga. A ideia foi mostrar para a plateia o quão próximos estamos do mundo de Westworld, uma visão do ano de 2050.

O último a falar foi Aaron Paul. Ele disse sempre ser atraído por personagens “com profundas e complicadas emoções”. Segundo ele, o papel de Caleb na história é “dar uma ideia de como é ser um humano vivendo nesse mundo louco e futurista”.

Westworld volta na HBO, HBO Go e HBO Max em 2020. Confira o trailer.

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Roteirista avisa que ‘The Witcher’ será para adultos

Trailer deve ser divulgado durante painel na SDCC

A peruca branca pode até não ter ficado boa, mesmo ele sendo especialmente lindo, mas Henry Cavill está muito feliz em ser Geralt Rivia na adaptação da Netflix de The Witcher, do polonês Andrzej Sapkowski.

Em entrevistas nas cabines da EW e ET, o britânico declarou que “é um sonho realizado”. Ele esteve acompanhado das colegas de série Freya Allan , Anya Chalotra, e a roteirista e showrunner Lauren S. Hissirch.

Questionado sobre se está preparado para (talvez) protagonizar a próxima Game of Thrones, Cavill (que já faz ninguém menos que o Superman na DC) disse que “não”.

Ele endereçou ainda os comentários sobre a fatídica peruca. “As descrições do livro são sempre sobre cabelo e olhos e cor da pele. Nós passamos por vários testes e decidimos por algo que estamos muito felizes com o resultado. É muito bacana. Tenho que usar as lentes de contato, então eu pareço fodão, mas meus olhos doem”, contou Cavill.

Sobre a trama, Hissirch disse que a série não tem um vilão específico na história e que é direcionada para um público adulto.

“É um show muito adulto. Acrescentarei que era importante para mim que qualquer violência ou sexo impulsionasse a história e não estivesse lá apenas pelo valor do choque. Eu acho que o público é muito experiente e sabe quando estamos fazendo coisas para apenas chocá-los contra coisas que realmente impulsionam a história.”, contou.

“Na verdade, não há um vilão. Uma das coisas que eu mais gostei de explorar é os vários tons dos livros. Os personagens que você estará torcendo no começo, podem não ser aqueles que você estará torcendo no final. E os personagens que você odeia e parecem terríveis são motivados por algo humano, empático e emocional. Eu percebi que nossas percepções sobre eles mudavam muito enquanto eu escrevia e assistia as gravações”, completou a roteirista e showrunner.

The Witcher estreia ainda este ano na Netflix, e o trailer deve ser divulgado na Comic-Con ainda hoje.

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