Connect with us

Listas

8 quadrinistas maranhenses incríveis para você conhecer e valorizar

Do mangá aos Comics, os artistas mesclam os vários estilos dentro do mundo dos quadrinhos

Quadrinhos de Wagner Elias, Ronilson Freire e Zilson Costa (Foto: Reprodução)

Quando se pensa no Maranhão, automaticamente somos levados às belezas naturais, comida típica, atrações culturais da região e acervo arquitetônico histórico. O que muitos não sabem é que nossa terra também guarda muitos talentos em diversas áreas que, normalmente, têm destaque em outros estados e países, mas que merecem grande visibilidade aqui, como é o caso dos artistas que produzem histórias em quadrinhos. Por isso, trouxemos uma lista com alguns talentosos quadrinistas das terras maranhenses.

Wagner Elias

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Wagner é professor de desenho e quadrinista desde 2009, quando começou a publicar seus trabalhos em plataformas digitais. Seu interesse pelo desenho veio desde a infância por influência do pai, que também desenhava. O primeiro contato que teve com os quadrinhos foi com as histórias clássicas do Pato Donald e Zé Carioca, conhecendo em seguida os super heróis na adolescência e depois desenvolvendo a paixão pelos mangás, que são a principal influência em seu trabalho. Em 2015 ganhou dois concursos de mangás nacionais, o Brazil Mangá Awards, promovido pela editora JBC, e o Dracomics Shonen, realizado pela editora Draco, com o mangá Divisão 5, que está com seu segundo volume em produção.

Entre 2016 e 2019 foi destaque no Silent Mangá, seletivo realizado pela editora japonesa Comix Corp of Japan, dirigida pelo ex-diretor chefe da revista Weekly Shonen Jump, Nobuhiko Horie. Atualmente Wagner trabalha em alguns títulos publicados online, como Kenzo, na plataforam Shanda Comics; Metal Riders, publicado pela Shonen Comics; e Divisão 5, pela editora Draco.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Rom Freire

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Rom Freire desenha de forma autodidata desde a infância, mas, antes de seu trabalho profissional, publicava em fanzines e revistas amadoras. Foi ilustrador e diagramador em uma agência de publicidade durante 17 anos, entrando para o mercado profissional de quadrinhos em 2009, fazendo seu primeiro trabalho para a editora norte americana 12 COMICS. Em 2013, quadrinizou a obra Fausto, de Göethe, adaptada por Leonardo Santana e colorida por Dinei Ribeiro. Publicada pela editora Peirópolis em 2017, recebeu no ano seguinte, do Instituto Interdisciplinar de Leitura da PUC-RIO e da Cátedra Unesco de Leitura, o Selo Seleção Cátedra 10 pelo seu valor literário, plástico e editoral, que se tornou um artefato indispensável para a arte-educação.

Ele criou os personagens Guerreiros de Glaatu, Khronos, Loonar e Grimorium, que foi lançado em revista própria em 2016. Atualmente desenha a revista Dreadlocks para a Urban Style Comics, de Detroit, além de várias outras revistas de autores independentes brasileiros.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Iramir Araújo

(Foto: Imirante/Divulgação)

A trajetória artística de Iramir iniciou desde a infância, quando começou a aprender a ler e fazendo da leitura o centro da sua vida. Aos 8 anos teve contato com os primeiros quadrinhos, ajudando ainda mais no processo de aprendizagem. A partir daí, começou também a desenhar, copiando os desenhos das revistas que lia na época, como Tio Patinhas, Tarzan e Batman. Iniciou o trabalho com os desenhos e quadrinhos fazendo fanzines, transformados depois em quadrinhos mais compatíveis com o que era visto no mercado da época.

Ao lado de amigos e também quadrinistas, como Rom Freire, Beto Nicácio e Ronilson Freire, formaram o grupo Singular Plural, criando a revista com o mesmo nome derivada dos fanzines que eram feitos nos anos 90. Além dela, criaram a Revista Fusão, em que Iramir atuou como editor e escritor, dando vida ao delegado Augusto dos Anjos na revista Corpo de Delito, que trazia crônicas policiais da cidade.

Como fazia o curso de História na Universidade Federal do Maranhão, iniciou um projeto baseado nas histórias e aspectos da cultura maranhense. Depois de um grande processo de pesquisa, lançou o álbum em quadrinhos “Balaiada, a guerra do Maranhão”, no ano de 2010, em parceria com Beto Nicácio e Ronilson Freire. Ainda ligado ao elo da cultura maranhense no seu trabalho, Iramir lançou no ano de 2012, em parceria com Ronilson Freire, o álbum “Ajurujuba – a fundação da cidade de São Luís”. Em 2019, também ao lado de Ronilson Freire, lançou a quadrinização de uma das obras máximas da literatura brasileira: O Mulato, de Aluízio Azevedo.

Zilson Costa

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Como um dos fundadores do grupo Fator RHQ, Zilson começou a produzir quadrinhos no Maranhão em 1999. Com seu grupo, produziu o fanzine Área de Mancha até a edição 4, ganhando o prêmio de Melhor Revista Estrangeira em Língua Portuguesa no Festival de Amadora, em Portugal, no ano de 2003. Entre 2007 e 2009 publicaram a revista Comicstation até o número 8, sendo a revista em quadrinhos maranhense a durar mais tempo nas bancas.

Em 2012, Zilson começou a trabalhar para o mercado americano e permanece até hoje com editoras como Argo Comics, Grayhaven, Isle Squared Comis e Dojo Kun Comics. Também publica materiais autorais, como as revistas do Homem Caveira e a Evil Machines, revista inspirada na banda, de mesmo nome, em que é guitarrista e vocalista.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Dreyce Lima

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Apaixonada pelo desenho logo na infância, começou a desenhar desde que aprendeu a pegar em um lápis, assim como os quadrinistas e ilustradores que admira, como diz. Tendo base os saudosos animes da Tv Manchete e Tv Globo, como Shurato, Dragon Ball, Sailor Moon e, sobretudo, Cavaleiros do Zodíaco, Dreyce tem como grande influência em seus traços Shingo Araki, responsável pelo design dos personagens da adaptação para anime do mangá de Masami Kurumada. Atualmente está focando em dois projetos autorais: As Crônicas de Elderland e The Bodyguards, ambos em fase de finalização dos scripts, conciliando seu trabalho artístico com a faculdade, estudo de design gráfico e pintura digital.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos da artista.

Ronilson Freire

(Foto: CCXP /Reprodução)

Iniciando seu trabalho como ilustrador de peças publicitárias no início dos anos 2000, Ronilson é hoje uma das maiores referências em quadrinhos do Maranhão e do Brasil. Participou da criação de fanzines junto de outros quadrinistas da região, como Beto Nicácio, Rom Freire, Iramir Araújo e Joacy James. Também com alguns deles trabalhou em projetos que retratavam histórias da cultura maranhense, como “Balaiada, a guerra do Maranhão” e “Ajurujuba – a fundação da cidade de São Luís”. A trajetória de Ronilson no mundo dos quadrinhos é extensa, passando por editoras como Dynamite, Titan Comics e Marvel Comics. Com 10 anos de carreira no mercado internacional, já trabalhou com personagens como Vampirella, Green Hornet, Justice INC- The Avenger, Swords of Sorrow: Miss Fury & Lady Rawhide.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Osmael Santos

(Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)

Designer de formação, Osmael tem a paixão pelo desenho e pelos quadrinhos desde os 4 anos de idade, mas foi a partir dos 12 que começou a imaginar a possibilidade de ter o desenho como algo profissional para sua vida. A partir desse pensamento, começou os estudos mais profundos sobre a arte, sempre de maneira autodidata, reproduzindo seus desenhos preferidos da época, como Dragon Ball, Street Fighter e Yu Yu Hakusho.

Com o tempo passou a criar seus próprios personagens baseados em outros de que era fã, como Spawn, Superboy e Impulso, produzindo histórias ao redor das suas criações. Uma das suas maiores influência nos quadrinhos é o autor Joe Madureira, quadrinista americano que tem como característica a união de elementos dos comics e mangás em seus traços.

O primeiro projeto profissional de Osmael foi ORB: Evolução Final, uma história de ficção científica, que sempre foi seu tema de maior interesse. Atualmente está trabalhando no segundo capítulo de ORB, estando já em desenvolvimento outras duas histórias: Ilha da Lenda, mangá que vai abordar as lendas de São Luís, e Últimas Sombras, história que vai se passar durante o apocalipse.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Beto Nicácio

(Foto: Imirante/Reprodução)

Professor, artista plástico, animador e quadrinista, Beto é outra grande referência dos quadrinhos maranhenses. Entre seus vários trabalhos, podemos destacar a participação na coletânea MSP+ 50, projeto realizado em 2010 que buscava recriar as clássicas histórias de Maurício de Sousa a partir da visão e arte de vários artistas de todo o Brasil. No projeto, Beto produziu uma história com a releitura do personagem pré-histórico Piteco.

Em 2013 lançou o álbum Proscritos, história típica brasileira com toques de horror. Além disso, em parceria com Iramir Araújo, lançou o álbum Jurados de Morte em 2017 e participou da revista Corpo de Delito. Beto também foi premiado três vezes em salões de Humor e quadrinhos do Brasil, em Volta Redonda, São Paulo e Pará. Além de três vezes nas Mostras Maranhenses de Humor-DAC/PROEX/UFMA, de 2004 a 2006.

Clique AQUI para conferir mais trabalhos do artista.

Filmes

5 ótimos documentários para você assistir na Netflix

Política, história do mundo, bastidores de filmes. Tem documentário para todos os gostos.

Por

Listas são traiçoeiras, a gente sabe. Nunca são unanimidade e, por isso, quase sempre são diferentes (mas aqui você vê as melhores, rs). Já falamos várias vezes de filmes, de séries, de animes e agora é a vez dos documentários, quase sempre tão construtivos, indo desde os bastidores de histórias famosas até explicando sobre da extinção do partido comunista indonésio…

Separamos, então, uma lista rápida com 5 documentários que assistimos e sugerimos que você possa dar uma olhada assim que tiver um tempo livre:

Filmes que Marcaram Época (2019)

Série documental de quatro episódios que mostram os bastidores de blockbusters que uniram e divertiram gerações. Nele, você pode conhecer melhor os atores, diretores e outros profissionais do cinema que tornaram tudo possível.

Dont F**k With Cats trailer (2019)

Série documental pesada de três longos episódios que mostram quando um homem misterioso publica um vídeo em que mata dois gatinhos, usuários de internet do mundo todo entram em ação para tentar encontrar o culpado. Sentindo-se encorajado pela atenção recebida, o matador passa a postar vídeos cada vez mais perturbadores, até que comete homicídio.

Minha História (2020)

Esse filme documental é a segunda parceria dos Obamas com a Netflix e acompanha os bastidores da turnê de Michelle para seu livro em 34 cidades diferentes. Destacando o poder da união entre a comunidade durante os 8 anos de seu mandato e o de seu marido e o poder da conexão quando ouvimos histórias, o longa conta uma parte da jornada da advogada, escritora e ex-primeira-dama dos Estados Unidos.

História: Direto ao Assunto (2020)

Esse série documental funciona como aulas curtas, de 20 minutos, sobre a história do mundo. Cheia de infográficos e imagens de arquivo, esse excelente documentário fala sobre avanços da ciência, movimentos sociais e descobertas que mudaram o mundo.

Bandidos na TV (2020)

Uma série documental de sete episódios sobre assassinato, poder, uma celebridade e um império do crime. Conheça a história real do apresentador de TV acusado de literalmente matar para ganhar audiência e usar seu programa para esconder a verdade. Pode parecer um pouco arrastado na metade, mas termina com uma mensagem poderosa.

Bastidores de filmes, história do mundo, crimes bárbaros e política. Tem documentário para todos os gostos.
Leia Mais

Listas

Lista de 5 | Álbuns que salvaram o pop em 2020 e você nem percebeu

Além de Lady Gaga e Dua Lipa, há outros nomes que mantiveram o pop vivo em meio a pandemia do novo coronavírus.

Foto: Carly Rae Jepsen no ensaio fotográfico para o disco Dedicated (2019) [Foto: Divulgação].

Embora o primeiro semestre deste ano tenha sido assolado pela pandemia do novo coronavírus, que atingiu fortemente a indústria fonográfica, vários artistas não hesitaram em lançar seus trabalhos. Lady Gaga, Dua Lipa e The Weeknd são só alguns que lançaram bons discos e mantiveram o pop vivo durante esse momento de isolamento. Mas para além desses nomes, também tivemos ótimos registros do gênero que, por falta de público ou de uma grande gravadora, acabaram passando despercebidos, contudo merecem ser reconhecidos pela qualidade depositada.

SAWAYAMA; Rina Sawayama

Ano: 2020

Faixas: 13

Gênero: Pop, Eletrpop

Ouça: Spotify

Rina é uma cantora e produtora nascida no Japão, mas que viveu a maior parte da sua vida na Inglaterra. Em meio a esse choque cultural, Rina resgatou importantes momentos da sua vida para dar base à narrativa em torno de SAWAYAMA (2020), seu primeiro álbum de estúdio. O disco embarca o ouvinte nos relatos conflituosos da adolescência da cantora em busca da sua identidade, na transição para fase adulta e em pequenos conflitos familiares. O interessante é que, nesse disco, o ouvinte acompanha esses momentos não só pelas letras, mas nas múltiplas referências sonoras que alicerçam o trabalho, e que foram marcantes para trajetória de Rina até aqui.

O álbum traz um catálogo de canções que se sustentam na música pop, mas que são alimentados por gêneros muito particulares, como o Nu Metal e até o rock japonês. Faixas como ‘Dynasty’, ‘Who’s Gonna Save U Now?’ e ‘STUF!’ são repletas de guitarras pesadas, samples de Metal e vocais típicos do gênero. Mas Rina também apresenta faixas que transitam entre o pop dos anos 1990 e início dos anos 2000, lembrando os bons momentos de nomes como Spice Girls, Britney Spears e Christina Aguilera, tão bem emoldurados em ‘XS’ e ‘Love Me 4 Me’.

HiRUDiN; Austra

Ano: 2020

Faixas: 11

Gênero: Pop; New Wave

Ouça: Spotify

Austra é uma banda canadense formada em 2009 e liderada pela vocalista Katie Stelmanis. Conhecidos pelo flerte com os anos 80 e seu pop de aspecto sombrio, os canadenses foram lançando materiais promissores e que logo garantiram seu nome no hall da música pop alternativa. HiRUDiN (2020), quarto álbum de inéditas da banda, reafirma a competência de Stelmanis e seus companheiros na construção de um pop permeado por uma atmosfera lúgubre, de vocalizações que se encaixam em cada brecha deixada pelos instrumentos e de sintetizadores que apontam paras as pistas de dança oitentista.

Os canadenses entregam todos esses elementos do início ao fim da audição, e ainda recorrem a pequenos experimentos de trabalhos anteriores, tornando o disco um ótimo compilado da discografia produzida para quem ainda é novato no som da banda. São canções que imergem o ouvinte em ambientes fantasmagóricos, em que os sintetizadores soam como o único componente vivaz, caso de ‘Anywayz’, e até o levem para instantes de puro ar fresco e tonalidades mais ensolaradas, na ótima ‘Mountain Baby’.

Cape God; Allie X

Ano: 2020

Faixas: 12

Gênero: Pop; Eletropop

Ouça: Spotify

Allie X, em seu mais novo trabalho, Cape God (2020), faz um convite sutil ao ouvinte para adentrar no universo criada para si mesma. São fragmentos das próprias inseguranças e medos sentidos durante a adolescência, fase em que a cantora ainda não se expressava liricamente. Assim, o que restou à canadense foi transportar-se a um mundo paralelo, cujo o cenário macilento reflete um espírito juvenil machucado e confuso. O ouvinte tem acesso a essa dimensão tão particular da cantora por meio de um pop sombrio e sorrateiro, que o fisga pelas beiradas.

No novo catálogo, os sintetizadores e batidas tão característicos do pop construído pela canadense cedem espaço para arranjos mais orgânicos. Guitarra, baixo, cordas e percussão assumem a responsabilidade de conduzir boa parte do registro, como se Alexandra guiasse o seu som para tornar sua lírica mais evidente e tangível. Leia nossa crítica completa do disco clicando AQUI.

Swimmer; Tennis

Ano: 2020

Faixas: 9

Gênero: Indie-pop

Ouça: Spotify

Tennis é um duo de indie-pop norte-americano formado pelo casal Alaina Moore e Patrick Riley. Desde sua estreia com Cape Dory (2011), a dupla sempre se dedicou a composições de teor romântico, em que Alaina, responsável pelos versos, preenchia as melodias das canções por um lírica inteiramente confessional a respeito de suas paixões. Em Swimmer (2020), quinto álbum de inéditas do Tennis, os temas trabalhados não são diferentes, mas apontam para outro momento da vida do casal: o amor construído durante mais de 15 anos de casamento.

São versos que perpassam momentos de deleite e conflitos vividos por ambos e embalados na típica atmosfera praiana do duo. Moore e Riley utilizam guitarras embriagadas pela nostalgia, sintetizadores que apontam para os anos 1970, cordas que despontam de forma tímida e pianos límpidos, elementos que se unem para criar arranjos que crescem de forma minuciosa. O duo também não deixa de preencher o catálogo com o seu pop dançante, caso de ‘Runner’ e ‘Need Your Love’.

Dedicated Side B; Carly Rae Jepsen

Ano: 2020

Faixas: 9

Gênero: Pop, Synthpop

Ouça: Spotify

Carly Rae Jepsen já provou para o público e crítica que ela está além do título de one hit wonder. Nos últimos anos, a cantora e compositora canadense veio apresentando obras criativas e muito bem trabalhadas, responsáveis por uma gradual renovação na música pop. Dessa vez, ela entregou Dedicated Side B (2020), um registro composto por canções descartadas do disco Dedicated (2019). Porém, engana-se quem acha que esse registro traz um catálogo avulso, com canções pré-finalizadas.

O disco está além da condição de um lado b e apresenta canções pop redondinhas, coesas no decorrer da audição e até mais interessantes que muitas da versão lançada no ano passado. É um trabalho que, mesmo oriundo de descartes, possui sua própria autenticidade. Jepsen amplia suas referências pop dos anos 1970 e 1980 com faixas que transitam por uma disco music completamente colorida e remodelada para os tempos atuais, caso da ótima e dançante ‘This Is What They Say’, ou em baladinhas sintéticas tipicamente oitentista, em ‘Heartbeat’.

Leia Mais

Listas

Cinco dramas familiares para assistir na HBO GO

A HBO GO destaca boas histórias que giram em torno de laços familiares em suas diferentes configurações.

Por

I Know This Much is True, minissérie protagonizada por Mark Ruffalo, com roteiro e direção de Derek Cianfrance, mostra a indissolúvel relação fraternal entre Dominick e Thomas Birdsey. A história dos gêmeos é apresentada pela perspectiva de Dominick em várias etapas de suas vidas, começando pelo momento em que se aproximam da meia-idade.

Assim como I Know This Much is True, outras produções da HBO abordam a importância da família, além do respeito, o amparo e a união dentro dessas relações. A HBO GO destaca boas histórias que giram em torno de laços familiares em suas diferentes configurações.

THE NORMAL HEART

Também estrelado por Mark Ruffalo, o filme mostra a disseminação do HIV em Nova York nos anos 80 e a luta de ativistas para dar visibilidade à doença. THE NORMAL HEART destaca as dificuldades que a comunidade LGBT+ enfrentava nessa época para expor a verdade sobre a AIDS em uma nação que, até então, negava os fatos. Os personagens Ned Weeks e Felix Turner vivem uma história de amor, união e coragem em um mundo marcado por uma doença que está matando muitas pessoas a sua volta.

SHOW ME A HERO

Nick Wasicsko (Oscar Isaac) é o prefeito mais jovem eleito nos Estados Unidos e comanda a cidade de Yonkers, estado de Nova York. Desde o início, sua administração está envolvido em uma série de conflitos raciais que ameaçam tanto o futuro da cidade quanto a sua carreira política. Além de se aferrar à lei, Wasicsko terá que manter laços fortes com sua família para continuar de pé em um ambiente racista e de segregação.

OUR BOYS

Esta séria dramática retrata uma cruel realidade por trás dos fatos reais que levaram ao conflito de Gaza e aborda uma das disputas mais complexas e dilacerantes da história recente. Duas famílias – uma judia e uma muçulmana – e suas amizades, em diferentes lados do conflito, serão retratadas por quem deve se manter unido para não perder a razão.

YEARS AND YEARS

Em YEARS AND YEARS, as mudanças no Reino Unido são vistas e sentidas pela família Lyons, que vive tudo o que é esperado e temido no futuro com Vivianne Rook (Emma Thompson). Celebridade convertida em figura política, ela se candidata ao cargo de primeira-ministra e dividi a nação com opiniões controversas. A união será vital para a sobrevivência desta família ao longo de quinze anos em um mundo instável em função da política, da economia, dos avanços tecnológicos e das guerras iminentes.

OLIVE KITTERIDGE

A importância das relações familiares e da conexão com pessoas queridas é amplamente retratada em OLIVE KITTERIDGE. Esta minissérie protagonizada pela ganhadora do Oscar® Frances McDormand conta a vida de uma professora de matemática por meio da relação com o marido, Henry (Richard Jenkins), e o filho, Christopher. Tudo muda quando uma série de acontecimentos e situações inesperadas abalam a sua família e a vizinhança dessa pequena cidade da Nova Inglaterra.

Todas as séries estão disponíveis na HBO e na HBO GO.

Leia Mais