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Listas

7 melhores clipes de quando Anitta tinha ‘sangue nos olhos’

Saudosa época em que Anitta planejava grandes lançamentos, né?

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Anitta é um fenômeno. Um furacão, como dizem por aí. Desde 2013, quando surgiu na mídia, até o mundo pré-pandemia, a cantora correu atrás do sucesso com sangue nos olhos. Entre 2014 e 2017, lançou hit atrás de hit. De 2017 para cá, fez lançamentos de diversas parcerias internacionais. Mas do fim de 2019 para cá, a cantora diz que cansou e chegou a dar entrevistas falando que já está planejando o fim da carreira como cantora.

Em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as fragilidades do mundo vieram à tona e a vida de muita gente ficou bastante difícil. A arte tem tentado minimizar esse sofrimento através de lives na internet, onde artistas cantam em troca de doações para entidades que atendem aos mais variados perfis de necessidades. Linkando com a recente fase cansada da cantora, Anitta disse que não pretendia fazer uma apresentação cantando os próprios sucessos para não expor a equipe ao vírus.

Bem, se ela falou, tá falado. O fato é que os fãs estão saudosos da época em que a cantora tinha sangue nos olhos para planejar os grandes lançamentos que a colocaram no patamar das A-Lists brasileiras. Os mais recentes não foram atraentes, então, para não deixarmos essa lembraça dos bons tempos morrer, listamos os seis melhores clipes de Anitta:

Veneno (2019)

Bang (2015)

Vai Malandra (2017)

Downtown (2017)

Sua Cara (2017)

Medicina (2019)

Sim ou Não (2016)

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Filmes

Filmes em 2021: veja os lançamentos do cinema em cada mês

Depois de um ano quase sem filmes, 2021 tem dezenas de longas programados.

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Após 2020 ser marcado por cinemas fechados em virtude da pandemia, cerca de 130 filmes devem estrear nas salas de cinema em 2021. Com a população em fase de vacinação, as datas de lançamento ainda correm risco de serem alteradas devido às restrições impostas para conter o avanço da pandemia de Covid-19.

Veja, abaixo, a previsão de estreias do ano:

Janeiro

  • “Legado explosivo”
  • “Skin – À flor da pele”
  • “Um tio quase perfeito 2”
  • “Monster Hunter”
  • “A mensageira”
  • “Ema”
  • “A delicadeza é azul”
  • “O império de Pierre Cardin”
  • “Pinóquio”
  • “A mulher que fugiu”
  • “A boa esposa”
  • “#Semsaída”
  • “The little things”
  • “Que mal eu fiz a Deus? 2”
  • “Dente por dente”
  • “O bom médico”
  • “Os melhores anos de uma vida”

Fevereiro

  • “Cinderella”
  • “Veneza”
  • “A viúva das sombras”
  • “Verão de 85”
  • “King’s Man – A origem”
  • “Depois a louca sou eu”
  • “Tom & Jerry”
  • “Alice e Peter – Onde nascem os sonhos”
  • “O atirador”
  • “Notre Dame”
  • “Quando Hitler roubou o coelho cor-de-rosa”
  • “Cash truck”
  • “Amarração do amor”

Março

  • “Mundo em caos”
  • “Raya e o último dragão”
  • “Mais que especiais”
  • “The father”
  • “Anônimo”
  • “Intervenção”
  • “Mães de verdade”
  • “The many saints of Newark”
  • “O auto da boa mentira”
  • “Crocodilos – A morte te espera”
  • “Nomadland”
  • “Morbius”
  • “Além das montanhas”
  • “Bela vingança”
  • “Boss level”
  • “45 do segundo tempo”
  • “Ainbo – A menina da Amazônia”

Abril

  • “007 – Sem tempo para morrer”
  • “Pedro Coelho 2 – O fugitivo”
  • “SuperNova”
  • “Quem vai ficar com Mario?”
  • “Bagdá vive em mim”
  • “Predestinado”
  • “Marighella”
  • “Bios”
  • “Mortal Kombat”
  • “Um pai extraordinário”
  • “Um lugar silencioso 2”
  • “Ron’s gone wrong”
  • “Viúva negra”
  • “Stardust”
  • “Dois + dois”
  • Big pai, big filho 2

Maio

  • “Blackbird”
  • “Case comigo”
  • “Godzilla vs Kong”
  • “Espiral – O legado de Jogos Mortais”
  • “Free guy – assumindo o controle”
  • “Velozes e furiosos 9”
  • “Abe”

Junho

  • “Cruella”
  • “Invocação do mal 3 – A ordem do demônio”
  • “Spirit – O indomável”
  • “Ghostbusters – Mais além”
  • “Turma da Mônica – Lições”
  • “Venom – Tempo de carnificina”

Julho

  • “Minions 2 – A origem de Gru”
  • “Top Gun – Maverick”
  • “Uncharted”
  • “Space jam 2”
  • “Juntos e enrolados”
  • “Old”
  • “The tomorrow war”
  • “The Georgetown Project”
  • “Jungle Cruise”

Agosto

  • “Hotel Transylvania 4”
  • “Esquadrão Suicida”
  • “Terapia da vingança”
  • “Deep water”
  • “A liga de monstros”
  • “Em um bairro de Nova York”
  • “Dupla explosiva 2”
  • “Nas ondas da fé”
  • “A lenda de Candyman”

Setembro

  • “O livro dos prazeres”
  • “Paw Patrol – The movie”
  • “Don’t breathe 2”
  • “A sogra perfeita”
  • “Uma noite de crime – A fronteira”
  • “Respect – A história de Aretha Franklin”
  • “Morte no Nilo”
  • “L.O.C.A”
  • “Man from Toronto”
  • “The bad guys”
  • “Dragonkeeper”
  • “Dark harvest”
  • “Duna”

Outubro

  • “My little pony”
  • “Diários de intercâmbio”
  • “A família Addams 2”
  • “Halloween kills – O terror continua”
  • “The last duel”
  • “G.I. Joe – Snake eyes”
  • “Combinado não sai caro”
  • “Eternos”

Novembro

  • “Jackass 4”
  • “Untitled Elvis film”
  • “Missão: Impossível 7”
  • “Uma fada veio me visitar”

Dezembro

  • “King Richard”
  • “Amor, sublime amor”
  • “American underdog – The Kurt Warner story”
  • “Homem-aranha 3”
  • “Matrix 4”
  • “Sing 2”
  • “The nightingale”

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Filmes

O melhor da Pixar resumido em cinco curtas do projeto SparkShorts

O projeto do estúdio de animação norte-americano foi lançado em 2019 e segue liberando novas produções.

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Não é novidade para nenhum fã de animação o poder da Pixar em encantar espectadores de todas as idades com suas histórias carregadas de significados emocionais. Comover, aliás, é um verbo comum às narrativas produzidas pelo estúdio de animação norte-americano que por 19 vezes já recebeu uma estueta do Oscar.

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Há um projeto em especial que mostrou ainda mais a habilidade dos criadores por trás das animações digitais produzidas: o SparkShorts. Lançado em 2019, a série de curtas-metragens intependentes também é uma forma de destacar o trabalho da equipe de criadores da Pixar e promover futuras oportunidades a eles.

Veja o trailer sobre o projeto:

Para quem nunca assistiu a um dos curtas do projeto Pixar SparkShorts, separamos uma breve lista com as principais produções. Os curtas são publicados no canal do Youtube da Pixar, e também disponibilizados no streaming Disney+.

1 – Purl (2019)

O ponto de partida não poderia ser outro. Purl foi o primeiro curta da série publicado e rapidamente se propagou pela web após seu lançamento. O curta tem oito minutos e conta a história de uma novelo de lã contratada por uma empresa predominantemente masculina, onde precisa se esforçar para não passar despercebida durante o trabalho. A direção é de Kristen Lester.

2 – Smash and Grab (2019)

Logo após o sucesso de Purl, foi lançado Smash and Grab. Também com oito minutos de duração, a segunda produção do projeto SparkShorts é centralizada em dois robõs que após uma vida inteira de trabalho descobrem que existe um outro estilo de vida fora do trem onde desempenham suas funções. A direção é de Brian Larsen.

3 – Kitbull (2019)

A união improvável entre um felino perdido, mas muito independente e feroz, e um cachorro pit bull é história contada pelo curta de sete minutos dirigido por Rosana Sullivan. A relação estabelecida entre essas duas criaturas passam uma clara mensagem e reflexão sobre a amizade.

4 – Flutuar (2019)

Em seis minutos, o curta que é dedicado a famílias que possuem crianças consideradas “diferentes”, conta a história de um pai que descobre que seu filho possui uma habilidade incomum. Eles lidam com as escolhas e os desafios de aceitação, mas percorrem juntos essa jornada de descobertas. A direção é de Bobby Alcid e o curta está disponível no streaming Disney+.

5 – Toca (2020)

Lançado em 2020, Toca mostra uma coelhinha que aprende, de uma maneira um pouco difícil, o quanto pedir ajuda aos outros pode ser essencial em alguns momentos da vida. Quando aceita isso, ela conta com a ajuda de seus novos amigos para realizar o sonho de cavar um toca perfeita para ser o seu lar. A direção do curta de cinco minutos é de Madeline Sharafian, e está disponível no Disney+.

PLUS | Segredos Mágicos (2020)

Em 2020, o lançamento de mais um curta do projeto ganhou grande visibilidade ao apresentar o primeiro casal LGBT da Disney. “Segredos Mágicos” conta a história de Greg, que com a ajuda de seu cão especial (e um poquinho de magia) aprende a lidar melhor com as descobertas que ele pretendia apenas manter em segredo.

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Listas

Naya Rivera: relembre 10 grandes performances da atriz em Glee

Intérprete de Santana Lopez morreu em julho de 2020, quando se afogou em um lago na Califórnia.

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Uma das estrelas que nos deixaram em 2020 foi a atriz americana Naya Rivera, conhecida por interpretar o papel de Santa Lopez na série de televisão “Glee”, que morreu em julho de 2020. A produção foi ao ar de maio de 2009 até março de 2015 e promoveu apresentações impecáveis protagonizadas pela personagem.

Junto com o talento vocal, a personagem de Naya Rivera ganhou destaque com seu arco de redenção, que transformou a “vilania” inicial de Santana em uma personalidade complexa por representar com delicadeza a realidade da juventude LGBTQ+ na televisão.

Para homenagear Naya Rivera e sua importância de Santa Lopez para os fãs de Glee, reunimos dez performances icônicas da personagem na série de TV:

Valerie (ep. 09, temp. 02)

Primeiro solo da Santana em uma competição de coral. Um momento muito esperado pelos telespectadores, o que fez ser um marco para a personagem. O sucesso do cover foi tão grande que foi regravado na quinta temporada onde Santana estava se reconectando com Brittany (Heather Morris), ela decide cantar novamente essa música, dessa vez como dueto com sua amada, em uma tentativa de trazer de volta a paixão de Brittany pela música e dança.

If I Die Young (ep. 03, temp. 05)

Foi seu tributo para Finn/Cory, a própria atriz se emocionou tanto ao gravar a cena, não conseguindo nem terminar a canção, saindo aos prantos do set de filmagem.

Rumor Has It / Someone Like You (ep. 06, temp. 03)

Considerado como o melhor mash-up da série, ela cantou essa com a Mercedes (Amber Riley), depois de sua sexualidade ser exposta em rede nacional.

Girl On Fire (ep. 13, temp. 04)

Essa performance foi marcada por ter sido uma transição na vida da Santana, onde ela deixa tudo para trás ao seguir seus sonhos em Nova York.

Hand In My Pocket / I Feel The Earth Move (ep. 03, temp. 06)

Cantada junto ao ser par romântico na série, Brittany (Heather Morris), a personagem aproveitou a oportunidade para fazer o tão aguardado pedido de casamento.

Mine (ep. 04, temp. 04)

Santana coloca um ponto final na sua relação com Brittany nesse episódio com um cover da Taylor Swift.

Smooth Criminal (ep. 11, temp. 03)

Em uma de suas rivalidades musicais, com certeza a mais marcante foi com Sebastian (Grant Gustin), a performance contra o líder do coral dos Warblers é considerada por muitos como um dos melhores duetos da série.

Songbird (ep. 19, temp. 02)

O personagem de Naya vivia um dilema sobre se assumir lésbica na escola, pouco depois dela se assumir apenas para Brittany, ela canta então para a mesma sobre seus sentimentos.

Don’t Rain On My Parade (ep. 09, temp. 05)

Santana vai atrás de seus sonhos como atriz de musical fazendo um teste para ser substituta de Rachel (Lea Michele), colocando em risco até a amizade entre as duas colegas de quarto.

Our Day Will Come (ep. 08, temp. 06)

Depois de tantos altos e baixos em seu relacionamento, Brittana (ship do casal) finalmente tem seu final feliz em sua cerimônia de casamento, ainda que em grupo, com Brittany, Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss), é a última canção solada por Naya na série.

*Texto feito com colaboração com o leitor Victor Rivera

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Listas

5 álbuns maranhenses para você ouvir durante a quarentena

O atual cenário da música maranhense traz trabalhos que aliam o pop aos ritmos regionais.

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A nova safra de artistas maranhenses é marcada por um importante elemento no processo de produção: a criatividade. São nomes que buscam no dialogo entre as referências locais e do mundo as bases que alimentam o seu som, dando vida a registros marcados pelo que há de melhor na música pop atual, sem deixar de transmitir a regionalidade típica do estado. E esse dialogo assertivo reflete em cada minuto de audição dos discos e EPs lançados por eles e, também, em cada componente visual presente em seus videoclipes.

Em um momento que o distanciamento social é recomendação vital para assegurar a não proliferação do coronavírus, a falta daquele abraço e calor humano parece triplicar a cada segundo de isolamento. Para amenizar essa sensação, uma boa recomendação é ouvir música e melhor ainda é ouvir a música da nossa gente.

Elementos e Hortelã na Terra dos Eucaliptos; Vinaa

O mais recente álbum de inéditas de Vinaa é um passeio pelos ritmos latinos. É um catálogo de canções que trilha por gêneros com salsa, tango, cumbia e muitos outros, criando pequenos experimentos que apontam para clássicos do ritmo. Além disso, o maranhense não deixa de exaltar a própria terra ao trazer faixas que recorrem ao cacuriá e tambor de crioula para dá bases à estética sonora proposta em seu disco.

Já o trabalho visual dessa obra é lapidado por pinceladas de tons quentes, uma clara alusão aos gêneros que alimentam às canções, completa oposição ao seu disco anterior, que mergulha em tonalidades mais frias. Vinaa ainda conduz a sua narrativa lírica para identidade visual, que leva o ouvinte para as conexões com as divindades dos mares e a exploração do estrangeiro.

Special Power; Paulão

Após três anos de lançamento do Faz Escuro Mas Eu Canto (2016), Paulão retornou com o ótimo EP Special Power (2019), trabalho em que ele assina a produção das faixas, além da composição das letras. São cinco canções que crescem de forma gradativa, detalhando cada componente instrumental de forma democrática. Beats eletrônicos, acordes tênues e, por vezes, festivos do teclado, além de uma percussão que vai desde os tambores maranhenses a música jamaicana, dão contornos de malemolência às faixas, e que facilmente colocam qualquer um para dançar.

O mesmo detalhamento é visto nos registros visuais que acompanham o EP, caso dos videoclipes para as faixas “Special Power” e “TQT”. Trabalhos que se instalam no cotidiano e na cultura maranhense para realçar o som carregado pela regionalidade de Paulão. São instantes em que festas, frutas, legumes e o vai e vem e das feiras estampam o vídeo de forma aparentemente aleatória, mas com um carga narrativa visual que por si só fala do povo maranhense e seus costumes.

Preta Velha; Camila Reis

Em seu primeiro álbum de inéditas, Camila Reis traz um importante elemento para a construção lírica e sonora de sua obra: a espiritualidade. Desde o nome do disco ao arsenal de instrumentos, Reis deixa evidente sua forte ligação com as religiões de matrizes africanas. As sete faixas que compõem o disco, todas de autoria da cantora, facilmente provocam no ouvinte o resgate do imaginário dos terreiros e celebrações religiosas.

Além disso, cada verso entoado pela maranhense retrata a força da mulher por meio da saudação às divindades femininas afro-brasileiras. E tal proposta ganha ainda mais vida graças aos nomes que colaboram nas faixas do álbum, como Ana Regina Arcanjo e Rosa Reis. Um completo retrato das personagens e narrativas da cultura local enraizada nos costumes africanos, que continuam vivos nas manifestações culturais maranhenses.

Pandú; Enme

Destaque na Vogue Itália, videoclipe premiado, mais de 100 mil plays no Spotify e shows pelo Brasil. Esses são só alguns dos grandes feitos advindos com o lançamento de Pandú (2019), primeiro EP de Enme. A drag queen se tornou um dos nomes mais fortes da música atual maranhense não foi por acaso. O primeiro EP veio anos depois da maranhense despontar no meio musical e revela o refinamento artístico de Enme ao longo desses anos.

Ao lado do Dj Brunoso, a cantora construiu um pequeno catálogo que se apropria de fórmulas conhecidas pelo público de forma criativa e completamente autêntica. O R&B, hip-hop, rap, reggae, cacuriá e tambor de criola se unem para dar forma a um ótimo exemplar da música pop, aliando as rimas ágeis e sorrateiras de Enme às batidas que dominam cada instante de audição do EP.

Meio Amargo; Yhago Sebaz

O maranhense Yhago Sebaz recolheu as desilusões amorosas, suas fragilidades e dores oriundas do fim de seu relacionamento para dar forma ao seu primeiro álbum de inéditas. Meio Amargo (2019) é um registro confessional de um artista negro e gay, que usou a arte para emoldurar seu processo de emancipação amorosa e regaste do controle sentimental.

Toda lírica marcada pela melancolia chega ao pública dentro dos caminhos traçados pela música pop. São canções que, mesmo fruto de um momento delicado, não deixam de trazer melodias acessíveis e versos chicletes. Além disso, Sebaz alia essa roupagem tão atual a boas doses de reggae, blues, soul, ritmos latinos e afros.

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