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Séries

6 personagens que fariam diferença na 9ª temporada de The Walking Dead

Eles se foram, mas estarão sempre vivos em nossas lembranças (chorei).

Bem, se você é fã de The Walking Dead, deve saber que alguns personagens que se foram ainda fazem muita falta para a história pós-apocalíptica. Com as recentes saídas de Rick (Andrew Lincoln), Maggie (Lauren Cohan) e a já confirmada saída de Michonne (Danai Gurira), todo mundo está sem saber como a série seguirá à diante sem personagens-chave como esses.

Mas como eles não são os únicos dos quais sentimos falta, resolvemos lembrar alguns personagens que se estivessem presentes no momento atual da série poderiam fazer diferença.

Andrea

Bem, todos lembram que o início do apocalipse não foi nada fácil para Andrea (Laurie Holden), que morreu sem conseguir superar a morte do mundo como ele era. No entanto, se a trama da personagem tivesse tomado outro rumo, ela poderia ter dado continuidade à amizade que desenvolvera com Michonne em outros tempos, ter uma posição de destaque na realidade atual da série. Assim, Michonne não ficaria tão sozinha como agora.

Glenn

A morte de Gleen (Steven Yeun) é prova de que certas adaptações precisam ser feitas com cuidados redobrados. O quesito morte foi impecável, assustador, nota 10. Mas a onda de impacto que gerou nos outros personagens, ou na história, não chegou esteve ao nível de tamanha perda. Seria mais útil, para a ficção e relacionamento com o público, se ainda estivesse vivo.

Carl

Por ser filho de um personagem tão forte como Rick Grimmes, caia sobre Carl (Chandler Rigs) considerável atenção que outros personagens da série apenas sonhavam em ter. Entretanto, a postura pouco decisiva (até por ser muito jovem) fez muita gente torcer a boca para ele. Parecia superestimado. No entanto, o atual momento da série parecia ideal para mostrar o amadurecimento de Carl e de dar à ele condições de herdar o protagonismo do pai.

Beth

Nós conhecemos Beth (Emily Kinney) na segunda temporada, como parte da família de Hessel (Scott Wilson) e irmã de Maggie. A morte repentina entrou para a história da série, mas não exclui a importância que a personagem teria se estivesse hoje na trama. A saída de Lauren Cohan poderia ter sido amenizada com o crescimento de Beth, que poderia estar no lugar de Tara (Alanna Masterson) no comando de Hilltop.

Maggie

Desde que decidiu sair de The Walking Dead por conta de um impasse salarial, Lauren Cohan deixou um buraco enorme no atual contexto da série. O destino de Maggie foi alterado e toda a trama foi prejudicada. Com a saída de Rick do elenco principal, o público carece de personagens familiares par se apegar e a saída de Maggie neste momento crucial não ajuda em nada.

Rick Grimes

Depois de oito anos liderando o grupo de sobreviventes mais amados do apocalipse, Andrew Lincoln decidiu se afastar de The Walking Dead. O episódio de despedida foi o melhor da história da série e deixou uma grande incógnita na cabeça dos fãs sobre a capacidade da série reparar essa perda. Talvez, The Walking Dead até tenha condições de agigantar outros personagens para tapar os maiores buracos, mas o brilho que a série perdeu com esse afastamento vai ter que esperar mais alguns muitos episódios para tentar construir uma confiança parecida.

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Séries

Confira as novidades do catálogo da Netflix no mês de fevereiro

Mais de 30 novidades em seu catálogo de filmes, séries e documentários serão disponibilizados esse mês.

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O mês de fevereiro está chegando e, com ele, muitas novas séries, filmes e documentários no catálogo da Netflix. Atualizado mensalmente, esse mês o serviço de streaming preparou algumas boas novidades para os fãs de La La Land, Vikings, Pokémon, Altered Carbon, entre outros. Veja, abaixo, a lista completa de novidades da Netflix para fevereiro de 2020:

Séries

Locke e Key7 de fevereiro
Narcos: México13 de fevereiro
As telefonistas14 de fevereiro
Spectros21 de fevereiro
Better Call Saul24 de fevereiro
Aceleradas28 de fevereiro
Altered Carbon (2ª temperada)Não divulgado
Vikings (6ª temporada)Não divulgado
F1: Dirigir para Viver – (2ª temporada)Não divulgado

Filmes

La La Land: Cantando Estações1 de fevereiro
O Estranho Noivo de Maya1 de fevereiro
Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você12 de fevereiro
Entre Realidades7 de fevereiro
Por Lugares Incríveis28 de fevereiro
Como Perder um Homem em 10 DiasNão divulgado
Superman: O RetornoNão divulgado
Soldado AnônimoNão divulgado

Documentários e especiais

Prescrição Fatal: Minissérie5 de fevereiro
Camino a Roma11 de fevereiro
Bebês em Foco21 de fevereiro

Crianças e famílias

#TeamKaylie (parte 3)3 de fevereiro
Shaun o Carneiro – A fazenda contra-ataca14 de fevereiro
Universo Ashley Gacia24 de fevereiro
Meu Malvado Favorito 3Não divulgado
Os Smurfs e a Vila PerdidaNão divulgado
Caçadores de BugsNão divulgado
Pokémon: Mewtwo contra-ataca – EvoluçãoNão divulgado
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Crítica

Crítica | She-Ra e as Princesas do Poder (4ª Temp.)

Nova fase da animação revelou alguns segredos e prepara público para ponto de virada na série.

A Honra de GraySkull está mantida? Talvez. A resposta para a pergunta somente na próxima temporada de She-Ra e as Princesas do Poder em 2020. Um ano depois da estreia da série, a 4ª temporada (que estreou 5 de novembro) deixou um sentimento de “e agora?” muito forte durante o processo de introdução de novos elementos.

Ressalto aqui também que quem leu a review da temporada anterior pode perceber que acertei na teoria. A antiga She-Ra daria as caras (embora somente em flashbacks da Madame Rizzo) e a aparição do Rei Micah seria agora justo após a morte de Ângela (que agora tenho minhas dúvidas!). Micah apareceu, mas não como o Cavaleiro Vermelho, como é na trama original. Nem um demérito ao reboot por causa disso. Só na traição de Sombria que minha pergunta permanece no ar. Seguindo!

Das quatro temporadas apresentadas até aqui, a última é a mais intensa. O fato de voltar a ter 13 episódios ajudou bastante. Mais tempo de tela reforça a construção de todas as personagens: protagonistas, coadjuvantes e antagonistas.

Foi o que Noelle Stevenson fez com a sua equipe de roteiristas. Para esse review focaremos em um trio de personagens e um extra: Cintilante, Mara e Scorpia, além de Hordak.

A coroação da jovem Cintilante, após o sacrifício de Ângela, deveria ter amadurecido a personagem. Cintilante, ao meu ver, foi a quem menos evoluiu nesta temporada. Ou melhor, até tenha evoluído, mas em consequência o seu lado mimado acompanhou o processo. Sua compostura diante dos amigos e aliados revela muita insegurança. Normal, se considerarmos que agora como rainha ela não estava preparada para o papel e a perda da mãe. No entanto, seus atos desesperados forçaram toda Etheria conhecer um obstáculo bem mais difícil que Hordak e Felina.

A nova rainha mudou o visual, mas não mudou as atitudes

Por outro lado, conhecemos Mara. Até então apenas citada ou em aparições rápidas, a personagem foi uma das protagonistas do episódio “Heroína” e nos ajudou a entender o que realmente estava se passando no planeta. A She-Ra anterior, que é um acréscimo bem válido à mitologia da franquia, resgata a personagem Mara com muito empenho e nos revela que os “Primeiros” (por que não Eternianos?) tem um propósito não tão nobre e abre espaço para novas apostas e teorias. Sua relação com a Esperança da Luz e Madame Rizzo chegam ao grau de melancolia na trama e dão o tom mais solene à temporada. Impossível não se identificar com ela.

Como já está bem claro, as chances de He-Man fazer ponta na série é mínima, quase zero, mas os elementos que o cercam não. Veremos na próxima fase o Castelo de GraySkull? A Espada do Poder? Ela, a espada, já existe ou será ainda criada? Essa última pergunta é um reboot de mais alto nível à mitologia e portanto pouco provável. O certo é que sabemos que Mara era dos Primeiros e eles serão o próximo foco da trama.

Das três personagens que destaco, Scorpia é quem mais curti na temporada (novamente me rendo ao seus pés garota!). O crescimento de sua personalidade, dado seu lado mais infantil, rendeu uma surpresa maravilhosa ao vermos ela compreendendo o quão tóxica é a figura da Felina. Parabéns Scorpia! E ela é tão amável! Mesmo reconhecendo a toxicidade da outra continua a amando (pode ser um ponto fraco dela, mas sem isso ela não seria a fofa que é). De quebra, não posso esquecer que acertei de novo aqui quando conjecturei que poderíamos vê-la com a Grande Rebelião. Mais um ponto para mim!

O extra pra essa review é Hordak. O lado passional do vilão nem de longe condiz com o bufão da série clássica e isso é maravilhoso. Sua melhor cena é aquela onde as lágrimas mistas de alegria pela não-traição de Entrapta e o ódio pelas mentiras de Felina ficam retidas sobre a face em poucos segundos. Mas não esqueçam: ele ainda é vilão!

Por fim, o que foi Double Trouble?! A nova personagem é o tipo de personagem que mais detesto. Contudo, o metamorfo foi o elemento mais significativo para todos os acontecimentos da temporada. Já espero mais canalhices. Sobre Double Trouble, é necessário dizer que sua introdução na trama, por parte de Noelle Stevenson, não é tão original assim como alguns sites anunciavam. Double Trouble já existia na franquia, mas apenas nos quadrinhos.

Dohble Trouble, em novo design, é símbolo de representatividade na animação de Noelle Stevenson

Antes chegou a ser a prima de Cintilante com altas habilidade de disfarce. Agora Noelle repagina a personagem dando-lhe um outra proposta e fazendo-o assumir características que acredito ser numa referência a uma personagem não-binária. O bônus aqui foi o fato dela representar em suas transformações outra personagem da franquia que ainda não havia aparecido: Flora, a princesa com asas de borboleta, embora ao que parece em apenas um fanservice. Assim como foi com Octavia, capitã das tropas navais da Horda, que também apareceu na série dos anos 1980.

She-Ra e as Princesas do Poder segue firme com uma trama convincente e equilibrada em drama, humor e fanservice (as referências a Vassorito, Corujito e Geninho me animaram). A chegada do Mestre da Horda revela que algo mais sombrio está por vir. Aviso que não acredito na Felina, logo aguardem mais atos egoístas dela.

Com a Espada da Proteção em frangalhos estamos sem She-Ra. Adora será capaz de restaurar a Honra de GraySkull? Esperemos.

Confira as reviews anteriores:

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Coluna Leandro Giometti

Crítica | Watchmen (piloto da série)

Derivado da famosa HQ, o piloto de Watchmen vai na onda de Coringa e entrega uma obra intensa e realista

Watchmen

O piloto de Watchmen termina e você entende exatamente qual é a proposta de Damon Lindelof: a fidelidade pelo conceito criado no universo da clássica HQ de Alan Moore e Dave Gibbons e promover uma trama envolta no mistério característico, marca registrada do diretor e roteirista, criador de Lost e The Leftovers.

De cara, vai chamar a atenção também o visual arrojado e a edição ousada, mas será na atualização relevante da narrativa – com comentários políticos e sociais diretos que podem ser lidos como críticas ao ultaconservadorismo atual – e a abordagem bastante realista a chave que atingirá mentes e corações. E, mesmo que a série se passe em uma realidade alternativa, assim como no filme de Zack Snyder, ela é muito mais semelhante à nossa.

Trinta anos após os eventos finais da HQ (e do filme), os vigilantes mascarados ainda estão nas ruas e ajudam a polícia. Eles são heróis anônimos, mas agora são pessoas comuns, que tem vidas normais, sem o culto de personalidade que outrora tinham Coruja, Comediante e Spectral. Os fãs certamente irão vibrar com a precisão dos detalhes e as referências – um tanto diferente da opção pela estilização do longa assinado por Snyder – onde está explícita a paixão de Lindelof pela obra de Alan Moore. Porém, aos não iniciados no universo da HQ, Watchmen também funciona muito bem como uma série derivada e independe, ainda que possam se sentir interessados a entender certas excentricidades.

Em um momento em que, as obras baseadas em quadrinhos podem entreter a partir de um novo conceito, embaladas pela visceralidade real de Coringa, Watchmen é brilhante na medida em que entrega uma experiência nessa mesma intensidade. Com momentos impactantes, ótimas atuações (Regina King, Jeremy Irons e Don Johnson excelentes) e elementos técnicos irrepreensíveis, a série da HBO sustenta uma história promissora cujo caminho ninguém faz ideia onde vai dar mas, de forma inteligente, instiga a pensar, mantendo a audiência interessada e atenta. 

Expectativa altíssima para os próximos 8 episódios.


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