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Listas

5 Motivos para se animar com o Aranhaverso da Sony

NÃO CHORE ! O Volts vem te dar cinco motivos para se animar com o Aranhaverso da Sony e mostrar que a quebra de contrato com a Disney não é o fim.

COM GRANDES PODERES, VEM GRANDE RESPONSABILIDADES ! Depois de três anos, de um acordo entre a Marvel e a Sony que teve seu início durante a produção de Capitão América: Guerra Civil, para que a Disney pudesse compartilhar os direitos criativos do personagem Homem-Aranha, incluindo assim Peter Parker no MCU, finalmente chegou ao fim de maneira trágica. De acordo com fontes, o presidente geral da Disney, Bob Iger, entrou em conflito com a Sony por questões monetárias, especificamente na maneira como o lucro dos filmes protagonizados pelo Cabeça de Teia estavam sendo repartidos entre as companhias. Iger procurou que a divisão da bilheteria fosse feita de maneira igualitária (50%), demanda que abrangia também a participação de Kevin Feige e seu envolvimento com a franquia do Homem-Aranha, no sentindo de que se tal exigência não fosse atendida, o visionário por trás da Marvel não representaria mais o Homem-Aranha dentro do MCU. Com isso, Kechiro Yoshida, o presidente executivo da Sony, apenas reforçou seu acordo original com Iger e a Disney, com a qual a companhia tinha direito somente a 5% da bilheteria dos filmes.

O fim desse acordo marca a conclusão de uma era para ambas as companhias e as consequências da recisão desse acordo são imensas. Com isso, Tom Holland está oficialmente fora do MCU, restringindo dessa maneira que a Marvel tenha qualquer direito sobre o personagem e qualquer título associado a ele, visto que a Sony quando comprou os direitos do Homem-Aranha foi além, comprando não somente de maneira superficial (como feito pela 21th Cenntury Fox com X-Men e Quarteto Fantástico), mas adquirindo também os direitos criativos do personagem dentro da mídia. Por outro lado, pela quebra desse contrato, a Sony perde o direito de utilizar ou referenciar qualquer personagem que seja parte do MCU, tornando dessa forma uma participação de personagens como Nick Fury, Maria Hill e Tony Stark inviável.

No entanto, o Volts vai tentar ser otimista e trazer para vocês uma lista de motivos para se animar com essa quebra de contrato, mostrando que a divisão da Sony que lida com o Universo do Homem-Aranha tem se mostrado extremamente capaz e sagaz nas decisões feitas com a propriedade, agradando não somente os fãs, mas também a própria Hollywood.

  • 1. AMY PASCAL

Kevin Feige, o produtor executivo da Marvel, se tornou um dos maiores titãs da indústria cinematográfica, deixando sua marca de forma lendária ao construir um universo em constante expansão. Atualmente, o MCU é a maior referência de franquia, tendo inclusive entre seus filmes, a maior bilheteria mundial (Vingadores: Ultimato), com impressionantes 2.795 bilhões de dólares. Feige, entretanto assim como Thanos, pode ser inevitável, mas não soberano e a sombra do poder emergente que Amy Pascal e seu Aranhaverso lançam sobre o MCU é constantemente sentida. Pascal já brilhava dentro da Sony, tendo produzido todos os filmes de ”Homem de Preto”, o aclamado ”A Rede Social”e até mesmo, dois dos mais famosos James Bond, tendo sido uma das mentes por trás de ”Casino Royale” e ”Spectre”. No entanto, a produtora encontrou notoriedade ao se tornar a mente por trás de todos os projetos que envolvessem Peter Parker e seu universo, batendo de frente e de maneira sagaz com Feige e o MCU. Dentro do acordo Sony/Disnney, os filmes do Cabeça de Teia tinham a marca dos dois produtores, com Feige e Pascal dividindo o cenário criativo de como proceder com Peter Parker, porém, fora dos filmes compartilhados, a decisão de como construir um universo referente ao Homem-Aranha é todo dela. Pascal, que deixou recentemente a Sony, mas ainda controla a divisão do Homem-Aranha é essencial para o novo Aranhaverso, sendo a mente visionária que irá moldar todo o conceito desse novo domínio. Além disso, a presença de Amy Pascal mostra a força que as mulheres adquiriam dentro do universo não somente de filmes, mas mostrando seu poder como conhecedora de quadrinhos e de heróis, destruindo esteriótipos de que o foco dos quadrinhos é o público masculino.

BEVERLY HILLS, CA – MARCH 21: Amy Pascal attends “An Evening” benefiting The L.A. Gay & Lesbian Center at the Beverly Wilshire Four Seasons Hotel on March 21, 2013 in Beverly Hills, California. (Photo by JB Lacroix/WireImage)
  • 2. MILES MORALES

Talvez hoje, oito anos depois de sua criação, a presença de Miles Morales seja mais relevante do que nunca. O jovem, que nos quadrinhos surgiu como uma maneira de experimentar com a teoria do multiverso da Marvel, ganhou respeito de críticos e fãs, se tornando um dos personagens mais aclamados nos quadrinhos atualmente. Prestígio que transcendeu as páginas da HQ e passou para as telas de Hollywood em um filme tão bem executado, que se tornou um marco cultural. Homem-Aranha: No Aranhaverso conquistou diversos territórios para a Sony, não somente lançando uma franquia focado na divisão da animação da companhia, mas tirando a soberania de sete anos da Disney, quando conquistou o Oscar de Melhor Animação em 2019, derrubando até mesmo Os incríveis 2 e WiFi Ralph. Além de ser um filme no maior nível de qualidade em todos os quesitos, puxando o futuro de animação como um todo para outro patamar, a presença de Miles Morales e sua afro-latino descendência, em um filme que trata isso de maneira natural e não cria todo um espetáculo, mas respeitando e celebrando sua etnicidade é também um manifesto do que o futuro de Hollywood e do mundo tem de se espelhar para se tornar. Com isso, Pascal e a Sony já planejam uma expansão para o Aranhaverso, com os diretores por trás do primeiro filme tendo confirmado seu retorno para a sequência, além de um spin-off com o foco em três gerações de Mulheres-Aranhas (Gwen Stacy, Jessica Drew e Cindy Moon) também estar em produção pela companhia.

  • 3. VENOM

Venom é um filme extremamente controverso, tendo sido criticado desde antes de sua criação, por ser uma produção focado em um dos maiores vilões de Peter Parker, entretanto, num filme onde o mesmo não apareceria e transformaria a simbiose em um anti-herói. No entanto, esse sentimento de divisão se tornou ainda mais evidente, depois de diversos trailers terem animado a audiência, mas o filme ter recebido, na semana de sua estreia, uma nota de 27% no Rotten Tomatoes e comparações com o famoso Mulher-Gato de 2004. Porém, Eddie Brock deu a volta por cima, passando por cima de críticos de maneira exemplar, tendo arrecadado um total de 855 milhões de dólares em bilheteria e ter se tornado um dos filmes mais rentáveis de 2018. Aqui no Volts admitimos: Venom não é um filme perfeito. Entretanto, é uma produção extremamente carismática. que combina de maneira perfeita o charme de filmes dos anos noventa com a força em atuação que é Tom Hardy, criando um primeiro filme digno de se pagar o ingresso do cinema, mas ainda mais importante, um filme que apresenta potencial para sustentar seu próprio universo. Venom já tem duas sequências confirmadas, criando a primeira trilogia solidificada dentro do Aranhaverso da Sony e junto desse título, nomes de peso e respeito estão sendo agregados a produção, aumentando ainda mais o valor de interesse dos fãs nessa continuação. Em Agosto desse ano, Andy Serkis, conhecido por seus papeis em Senhor do Anéis e Pantera Negra, se juntou a esse universo e assumiu o posto de diretor, trazendo consigo um conhecimento em animação e CGI, por ser um dos pioneiros nesse tipo de tecnologia dentro de Hollywood, elevando assim as expectativas posta na produção de Venom 2. Além disso, essa semana, foi anunciado que o diretor de fotografia Robert Richardson, conhecido por trabalhar ao lado de Tarantino em diversos de seus filmes, incluindo o mais recente Once Upon a Time in Hollywood, se juntou a produção de Venom e consigo trazendo mais peso ainda para o nome do filme. Além disso, o futuro de Venom vai contar com mais personagens icônicos, com Woody Harrelson e Michelle Williams retornando para seus respectivos papéis e a possibilidade de vermos She-Venom mais uma vez com Williams e finalmente testemunharmos a força de um massacre, com o Carnificina de Harrelson.

  • 4. MORBIUS, O VAMPIRO VIVO

Antes do acordo com a Marvel ser quebrado, a Sony tinha como objetivo de criar um universo focado em anti-heróis do Cabeça de Teia e uma de suas maiores apostas, especialmente após o sucesso de Venom, é Morbius. Apesar de ser um personagem mais obscuro da Marvel, essa produção casa com o universo mais grotesco e sombrio em desenvolvimento por Pascal e a Sony e assim como muitos projetos, esse também tem um aspecto de rendição. Em 2018, foi oficialmente anunciado que o ator escolhido para viver o vampiro de New York era Jared Leto, dando ao ator ganhador de Oscar, uma chance de se redimir com os fãs de quadrinhos depois do controverso e desastroso Coringa de Esquadrão Suicida. Morbius, no entanto, vai diferenciar de seu antecessor, com fortes rumores apontando que o filme vai receber a classificação indicativa R, para que dessa forma, a história possa ser explorada de maneira extensiva. Morbius, O Vampiro Vivo vai contar a história de um cientista (Michael Morbius, vivido por Leto), que na tentativa de curar uma rara doença sanguínea, passa a experimentar com morcegos hematófagos e eletroterapia até que em um acidente, o jovem cientista adquiri pseudo-vampirismo. Por conta disso, Morbius consegue voar e desenvolve super força, no entanto isso vem ao custo da necessidade de se alimentar de sangue e uma forte aversão a luz. Pouco ainda se sabe da produção em si, mas ela promete um filme de heróis como nenhum outro visto. O filme, além de contar com Jared Leto, tem nosso eterno Doctor Who, Matt Smith e Tyree Gibson associados ao projeto, ambos em papeis ainda não confirmados.

  • 5. GATA NEGRA

Por fim, Felicia Hardy já teve um pequeno momento dentro do mundo de Homem-Aranha, quando em O Espetacular Homem-Aranha 2 nós deu um gostinho da personagem na pele de Felicity Jones. No entanto, desta vez parece que veremos muito mais da anti heroína favorita do Cabeça de Teia, já que a Sony, reconhecendo a popularidade da Gata Negra, tem um filme focado nela como projeto para consolidar seu Aranhaverso. A personagem é uma das mais aclamadas dentro da mitologia do Homem-Aranha, tendo sido apresentada em diversas mídias foras dos quadrinhos, como os desenhos animados dos anos noventa e especialmente em todos os vídeo-games focados em Peter Parker. Felicia Hardy teve sua primeira aparição nos quadrinhos em 1979, seguindo a necessidade de introduzir um novo interesse amoroso para Parker seguindo a morte de Gwen Stacy, no entanto, a Gata Negra se tornou muito mais do que isso e ao se apoiar em uma personalidade forte e habilidades únicas, a femme fatale, se tornou um dos personagens mais bem construídos dentro de quadrinhos. Vindo de uma familia rica, Felicia Hardy é a filha de um chefe da mafia, que se torna ladrã, com o objetivo de atrapalhar os negócios de sua familia. Além disso, a Gata Negra conta com habilidades de manipulação de probabilidade, fazendo que eventos sejam favoráveis para ela e dando assim o aspecto da mesma ser ”sortuda”. Em 2017, um filme conjunto da Gata Negra e da Sabre de Prata tinha sido posto em produção, com o título de ”Black and Silver”, no entanto, a Sony reconhecendo o potencial da personagem, descartou a ideia e agora tem toda a intenção de focar em um filme focado somente na Gata Negra. Pelo peso do nome da própria personagem, assim como Venom, se é de esperar que uma atriz de peso seja considerada para vestir os cabelos prateados e as roupas pretas, dando vida dessa forma ao primeiro filme com uma heroína no título dentro do Aranhaverso da Sony.

Filmes

5 ótimos documentários para você assistir na Netflix

Política, história do mundo, bastidores de filmes. Tem documentário para todos os gostos.

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Listas são traiçoeiras, a gente sabe. Nunca são unanimidade e, por isso, quase sempre são diferentes (mas aqui você vê as melhores, rs). Já falamos várias vezes de filmes, de séries, de animes e agora é a vez dos documentários, quase sempre tão construtivos, indo desde os bastidores de histórias famosas até explicando sobre da extinção do partido comunista indonésio…

Separamos, então, uma lista rápida com 5 documentários que assistimos e sugerimos que você possa dar uma olhada assim que tiver um tempo livre:

Filmes que Marcaram Época (2019)

Série documental de quatro episódios que mostram os bastidores de blockbusters que uniram e divertiram gerações. Nele, você pode conhecer melhor os atores, diretores e outros profissionais do cinema que tornaram tudo possível.

Dont F**k With Cats trailer (2019)

Série documental pesada de três longos episódios que mostram quando um homem misterioso publica um vídeo em que mata dois gatinhos, usuários de internet do mundo todo entram em ação para tentar encontrar o culpado. Sentindo-se encorajado pela atenção recebida, o matador passa a postar vídeos cada vez mais perturbadores, até que comete homicídio.

Minha História (2020)

Esse filme documental é a segunda parceria dos Obamas com a Netflix e acompanha os bastidores da turnê de Michelle para seu livro em 34 cidades diferentes. Destacando o poder da união entre a comunidade durante os 8 anos de seu mandato e o de seu marido e o poder da conexão quando ouvimos histórias, o longa conta uma parte da jornada da advogada, escritora e ex-primeira-dama dos Estados Unidos.

História: Direto ao Assunto (2020)

Esse série documental funciona como aulas curtas, de 20 minutos, sobre a história do mundo. Cheia de infográficos e imagens de arquivo, esse excelente documentário fala sobre avanços da ciência, movimentos sociais e descobertas que mudaram o mundo.

Bandidos na TV (2020)

Uma série documental de sete episódios sobre assassinato, poder, uma celebridade e um império do crime. Conheça a história real do apresentador de TV acusado de literalmente matar para ganhar audiência e usar seu programa para esconder a verdade. Pode parecer um pouco arrastado na metade, mas termina com uma mensagem poderosa.

Bastidores de filmes, história do mundo, crimes bárbaros e política. Tem documentário para todos os gostos.
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Lista de 5 | Álbuns que salvaram o pop em 2020 e você nem percebeu

Além de Lady Gaga e Dua Lipa, há outros nomes que mantiveram o pop vivo em meio a pandemia do novo coronavírus.

Foto: Carly Rae Jepsen no ensaio fotográfico para o disco Dedicated (2019) [Foto: Divulgação].

Embora o primeiro semestre deste ano tenha sido assolado pela pandemia do novo coronavírus, que atingiu fortemente a indústria fonográfica, vários artistas não hesitaram em lançar seus trabalhos. Lady Gaga, Dua Lipa e The Weeknd são só alguns que lançaram bons discos e mantiveram o pop vivo durante esse momento de isolamento. Mas para além desses nomes, também tivemos ótimos registros do gênero que, por falta de público ou de uma grande gravadora, acabaram passando despercebidos, contudo merecem ser reconhecidos pela qualidade depositada.

SAWAYAMA; Rina Sawayama

Ano: 2020

Faixas: 13

Gênero: Pop, Eletrpop

Ouça: Spotify

Rina é uma cantora e produtora nascida no Japão, mas que viveu a maior parte da sua vida na Inglaterra. Em meio a esse choque cultural, Rina resgatou importantes momentos da sua vida para dar base à narrativa em torno de SAWAYAMA (2020), seu primeiro álbum de estúdio. O disco embarca o ouvinte nos relatos conflituosos da adolescência da cantora em busca da sua identidade, na transição para fase adulta e em pequenos conflitos familiares. O interessante é que, nesse disco, o ouvinte acompanha esses momentos não só pelas letras, mas nas múltiplas referências sonoras que alicerçam o trabalho, e que foram marcantes para trajetória de Rina até aqui.

O álbum traz um catálogo de canções que se sustentam na música pop, mas que são alimentados por gêneros muito particulares, como o Nu Metal e até o rock japonês. Faixas como ‘Dynasty’, ‘Who’s Gonna Save U Now?’ e ‘STUF!’ são repletas de guitarras pesadas, samples de Metal e vocais típicos do gênero. Mas Rina também apresenta faixas que transitam entre o pop dos anos 1990 e início dos anos 2000, lembrando os bons momentos de nomes como Spice Girls, Britney Spears e Christina Aguilera, tão bem emoldurados em ‘XS’ e ‘Love Me 4 Me’.

HiRUDiN; Austra

Ano: 2020

Faixas: 11

Gênero: Pop; New Wave

Ouça: Spotify

Austra é uma banda canadense formada em 2009 e liderada pela vocalista Katie Stelmanis. Conhecidos pelo flerte com os anos 80 e seu pop de aspecto sombrio, os canadenses foram lançando materiais promissores e que logo garantiram seu nome no hall da música pop alternativa. HiRUDiN (2020), quarto álbum de inéditas da banda, reafirma a competência de Stelmanis e seus companheiros na construção de um pop permeado por uma atmosfera lúgubre, de vocalizações que se encaixam em cada brecha deixada pelos instrumentos e de sintetizadores que apontam paras as pistas de dança oitentista.

Os canadenses entregam todos esses elementos do início ao fim da audição, e ainda recorrem a pequenos experimentos de trabalhos anteriores, tornando o disco um ótimo compilado da discografia produzida para quem ainda é novato no som da banda. São canções que imergem o ouvinte em ambientes fantasmagóricos, em que os sintetizadores soam como o único componente vivaz, caso de ‘Anywayz’, e até o levem para instantes de puro ar fresco e tonalidades mais ensolaradas, na ótima ‘Mountain Baby’.

Cape God; Allie X

Ano: 2020

Faixas: 12

Gênero: Pop; Eletropop

Ouça: Spotify

Allie X, em seu mais novo trabalho, Cape God (2020), faz um convite sutil ao ouvinte para adentrar no universo criada para si mesma. São fragmentos das próprias inseguranças e medos sentidos durante a adolescência, fase em que a cantora ainda não se expressava liricamente. Assim, o que restou à canadense foi transportar-se a um mundo paralelo, cujo o cenário macilento reflete um espírito juvenil machucado e confuso. O ouvinte tem acesso a essa dimensão tão particular da cantora por meio de um pop sombrio e sorrateiro, que o fisga pelas beiradas.

No novo catálogo, os sintetizadores e batidas tão característicos do pop construído pela canadense cedem espaço para arranjos mais orgânicos. Guitarra, baixo, cordas e percussão assumem a responsabilidade de conduzir boa parte do registro, como se Alexandra guiasse o seu som para tornar sua lírica mais evidente e tangível. Leia nossa crítica completa do disco clicando AQUI.

Swimmer; Tennis

Ano: 2020

Faixas: 9

Gênero: Indie-pop

Ouça: Spotify

Tennis é um duo de indie-pop norte-americano formado pelo casal Alaina Moore e Patrick Riley. Desde sua estreia com Cape Dory (2011), a dupla sempre se dedicou a composições de teor romântico, em que Alaina, responsável pelos versos, preenchia as melodias das canções por um lírica inteiramente confessional a respeito de suas paixões. Em Swimmer (2020), quinto álbum de inéditas do Tennis, os temas trabalhados não são diferentes, mas apontam para outro momento da vida do casal: o amor construído durante mais de 15 anos de casamento.

São versos que perpassam momentos de deleite e conflitos vividos por ambos e embalados na típica atmosfera praiana do duo. Moore e Riley utilizam guitarras embriagadas pela nostalgia, sintetizadores que apontam para os anos 1970, cordas que despontam de forma tímida e pianos límpidos, elementos que se unem para criar arranjos que crescem de forma minuciosa. O duo também não deixa de preencher o catálogo com o seu pop dançante, caso de ‘Runner’ e ‘Need Your Love’.

Dedicated Side B; Carly Rae Jepsen

Ano: 2020

Faixas: 9

Gênero: Pop, Synthpop

Ouça: Spotify

Carly Rae Jepsen já provou para o público e crítica que ela está além do título de one hit wonder. Nos últimos anos, a cantora e compositora canadense veio apresentando obras criativas e muito bem trabalhadas, responsáveis por uma gradual renovação na música pop. Dessa vez, ela entregou Dedicated Side B (2020), um registro composto por canções descartadas do disco Dedicated (2019). Porém, engana-se quem acha que esse registro traz um catálogo avulso, com canções pré-finalizadas.

O disco está além da condição de um lado b e apresenta canções pop redondinhas, coesas no decorrer da audição e até mais interessantes que muitas da versão lançada no ano passado. É um trabalho que, mesmo oriundo de descartes, possui sua própria autenticidade. Jepsen amplia suas referências pop dos anos 1970 e 1980 com faixas que transitam por uma disco music completamente colorida e remodelada para os tempos atuais, caso da ótima e dançante ‘This Is What They Say’, ou em baladinhas sintéticas tipicamente oitentista, em ‘Heartbeat’.

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Cinco dramas familiares para assistir na HBO GO

A HBO GO destaca boas histórias que giram em torno de laços familiares em suas diferentes configurações.

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I Know This Much is True, minissérie protagonizada por Mark Ruffalo, com roteiro e direção de Derek Cianfrance, mostra a indissolúvel relação fraternal entre Dominick e Thomas Birdsey. A história dos gêmeos é apresentada pela perspectiva de Dominick em várias etapas de suas vidas, começando pelo momento em que se aproximam da meia-idade.

Assim como I Know This Much is True, outras produções da HBO abordam a importância da família, além do respeito, o amparo e a união dentro dessas relações. A HBO GO destaca boas histórias que giram em torno de laços familiares em suas diferentes configurações.

THE NORMAL HEART

Também estrelado por Mark Ruffalo, o filme mostra a disseminação do HIV em Nova York nos anos 80 e a luta de ativistas para dar visibilidade à doença. THE NORMAL HEART destaca as dificuldades que a comunidade LGBT+ enfrentava nessa época para expor a verdade sobre a AIDS em uma nação que, até então, negava os fatos. Os personagens Ned Weeks e Felix Turner vivem uma história de amor, união e coragem em um mundo marcado por uma doença que está matando muitas pessoas a sua volta.

SHOW ME A HERO

Nick Wasicsko (Oscar Isaac) é o prefeito mais jovem eleito nos Estados Unidos e comanda a cidade de Yonkers, estado de Nova York. Desde o início, sua administração está envolvido em uma série de conflitos raciais que ameaçam tanto o futuro da cidade quanto a sua carreira política. Além de se aferrar à lei, Wasicsko terá que manter laços fortes com sua família para continuar de pé em um ambiente racista e de segregação.

OUR BOYS

Esta séria dramática retrata uma cruel realidade por trás dos fatos reais que levaram ao conflito de Gaza e aborda uma das disputas mais complexas e dilacerantes da história recente. Duas famílias – uma judia e uma muçulmana – e suas amizades, em diferentes lados do conflito, serão retratadas por quem deve se manter unido para não perder a razão.

YEARS AND YEARS

Em YEARS AND YEARS, as mudanças no Reino Unido são vistas e sentidas pela família Lyons, que vive tudo o que é esperado e temido no futuro com Vivianne Rook (Emma Thompson). Celebridade convertida em figura política, ela se candidata ao cargo de primeira-ministra e dividi a nação com opiniões controversas. A união será vital para a sobrevivência desta família ao longo de quinze anos em um mundo instável em função da política, da economia, dos avanços tecnológicos e das guerras iminentes.

OLIVE KITTERIDGE

A importância das relações familiares e da conexão com pessoas queridas é amplamente retratada em OLIVE KITTERIDGE. Esta minissérie protagonizada pela ganhadora do Oscar® Frances McDormand conta a vida de uma professora de matemática por meio da relação com o marido, Henry (Richard Jenkins), e o filho, Christopher. Tudo muda quando uma série de acontecimentos e situações inesperadas abalam a sua família e a vizinhança dessa pequena cidade da Nova Inglaterra.

Todas as séries estão disponíveis na HBO e na HBO GO.

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