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Filmes

5 estrelas de Hollywood que quase foram Vingadores

Vamos supor que este é o elenco dos Vingadores num mundo paralelo.

Emily Blunt seria a primeira opção para viver a Viúva Negra nos cinemas (Foto: Fanart/Google)

Tudo poderia ter sido diferente. Responsável por bilhões importantes para o Marvel Studios e Disney, a franquia Vingadores quase teve rostos protagonistas diferentes dos já carimbados Robert Downey Jr, Chris Evans e Mark Ruffalo. Durante a escalação de elento, nomes de muitas outras estrelas foram cogitados e sondados, mas que, por algum motivo, recusaram a oportunidade. Vamos conhecer esses nomes?

Tom Cruise seria o Homem de Ferro

No início da década passada, Tom Cruise era uma das celebridades mais populares do mundo. Havia sido indicado ao Oscar algumas vezes, vencia prêmios em festivais e colhia os louros da fama por Top Gun (1986) e Missão Imposível (1990/2000).

Quando recebeu o convite da Marvel, Cruise até curtiu a ideia de interpretar o herói, mas o roteiro apresentado para ele não foi um dos melhores. “Quando faço algo, quero fazer o certo. Se me comprometer com algo, isso deve ser feito de uma maneira que eu saiba que será algo especial. E como estava alinhando, simplesmente não me parecia que ia funcionar”, disse ele em entrevista na época. Ou seja: ele não curtiu o roteiro e não topou.

O ator Sam Rockwell foi outro que foi cotado para o papel. Mas no final das contas, Robert Downey Jr. foi e escolhido e acabou se tornando o rosto do bilionário Universo Cinematográfico Marvel nos anos seguintes.

Channing Tatum seria o Thor

Channing Tatum começou a carreira no cinema na década passada e seu primeiro filme com maior alcance foi a comédia “Ela é o Cara” (2006) e “Ela Dança, Eu Danço” (2006). O ator parecida ter o perfil certo para interpretar o deus Thor, mas o Tatum pareceu não concordar tanto.

“Acho que eles estão procurando alguém com aparência mais nórdica “, disse ele a MTV News antes do lançamento do filme.

Outro ator que fez o teste para Thor foi Tom Hiddleston, que acabou ficando com indomável irmão adotivo de Thor, Loki.

Emily Blunt seria a Viúva Negra

A britânica Emily Blunt ficou conhecida no mundo inteiro pelo seu papel na comédia “O Diabo Veste Prada” (2006). A Marvel estava, mesmo, empenhada em convidar a atriz para viver a sua Viúva Negra. No entanto, Blunt não só recusou uma como duas vezes o papel da espiã do MCU.

“Parece que nunca veio na hora certa [o convite] e simplesmente não deu certo conciliarmos as nossas agendas”, disse ela sobre seus papéis não muito claros como Peggy Carter e Viúva Negra.

John Krasinski seria o Capitão América

Sucesso como Jim Halpert em The Office, John Krasinski quase interpretou o lendário soldado da Marvel, o Capitão América. Em entrevista ao Digital Spy, o ator disse: “Eu me diverti muito fazendo o teste e pude usar o uniforme, fazer o teste de tela e assinar contratos para não contar a ninguém – então eles vão me matar agora, obrigado”, brincou o ator quando revelou o teste para o personagem.

O final dessa história você já sabe, Chris Evans foi escolhido no final das contas para viver o personagem. “Chris é um bom amigo e muito bom no que faz, então fiquei muito feliz em vê-lo ficando com o papel”, disse John.

Joaquin Phoenix seria o Hulk

Quando começou a arquitetar o Universo Cinematográfico Marvel, Kevin Feige havia declarado, ainda na década passada, que gostaria de escolher um novo Hulk. Descartanto, assim, qualquer possibilidade de aproveitar Edward Norton, que havia protagonizado um filme do gigante esmeralda algum tempo antes.

O nome de Joaquin Phoenix foi o mais cogitado. Mas, naquela época, o ator não tinha tanto interesse em adaptações de quadrinhos e estava muito ocupado fingindo que estava se aposentando da carreira de ator. Ele também recusou o papel de Doutor Estranho. Bem, bós já sabemos o final dessa história. Pelo menos, Phoenix conseguiu fazer bilhões sem precisar destruir Nova York inteira.

Filmes

5 filmes e séries na Netflix para você refletir sobre racismo

O assunto é grave e, como precisa ser discutido. A ficção ajuda.

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Get Out é um filme de terror escrito e dirigido por Jordan Peele (Foto: Divulgação/Universal Pictures)

O reflexo da evolução da humanidade é sentida nos cinemas, nos quadrinhos, no teatro e também na televisão. Personagens refletem os grandes dilemas, esperanças e medos que a sociedade sentia na época em que cada obra foi escrita. O racismo, no entanto, infelizmente faz parte das grandes feridas abertas que a humanidade tem dificuldade em cicatrizar.

O assunto é grave e, como precisa ser discutido, listamos cinco filmes e séries da Netflix para fazer você refletir um pouco mais sobre o tema:

Olhos que Condenam (2019)

Cinco jovens negros do Harlem foram injustamente acusados de estuprarem uma mulher no Central Park.
Eles só foram inocentados em 2014, depois que evidências de DNA comprovaram que o grupo não estava conectado ao brutal crime contra Trisha Meili.

Histórias Cruzadas (2011)

Nos anos 60, no Mississippi, Skeeter é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark, a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.

Corra! (2017)

Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

Cara Gente Branca (2017)

Uma guerra cultural entre negros e brancos vem à tona em uma universidade predominantemente branca quando uma revista de humor organiza uma polêmica festa de Halloween.

Cidade de Deus (2002)

Nas favelas do Rio de Janeiro dos anos 1970, dois rapazes seguem caminhos diferentes. Buscapé é um fotógrafo que registra o cotidiano violento do lugar, e Zé Pequeno é um ambicioso traficante que usa as fotos de Buscapé para provar como é durão.

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Colunas

Força do Snyder Cut é resultado de crise mal gerida pela Warner

Companhia fez anúncios, criou expectativa e desistiu do DCEU no meio do caminho. Foi quando a fanbase entrou em ação.

Tons escuros sempre foram um dilema no universo Snyder (Foto: Reprodução)

Era maio de 2017, quando a substituição de Zack Snyder por Joss Whedon (“Os Vingadores” e “Vingadores: Era de Ultron”) na direção de Liga da Justiça começava a levantar debates entre fãs da DC a respeito da identidade criativa do projeto. Na época com o DCEU marcado pela frieza no tom, coube a Whedon, por pressão da Warner, aproveitar a saída do então mentor do universo DC para tornar a produção mais agradável aos olhos dos público que recebera tão bem o colorido do Universo Cinematográfico Marvel. Literalmente, esses foram momentos antes da desgraça acontecer.

Em 16 de novembro de 2017, entrava em cartaz uma Liga da Justiça bem diferente do que se esperava e não empolgou tanto — mesmo com o alerta que a troca de diretores já tinha ligado. Com a fanbase insatisfeita, logo surgiu o desejo de que a Warner lançasse a versão planejada por originalmente por Zack Snyder, que, diferente do filme exibido, tinha como diferenças:

  • A presença de Darkseid como o grande vilão
  • Cyborg guiaria a trama em busca das Caixas Maternas
  • Superman com uniforma preto, em referência à HQ “A Morte do Superman”
  • Mulher-Maravilha mataria o Lobo da Estepe
  • Participação de novos heróis como Caçador de Marte, Ryan Choi (Eléktron) e, segundo rumores, algum membro da Tropa dos Lanternas
  • Amazonas teriam mais tempo de tela
  • Elenco de apoio de Aquaman e Flash também teriam mais espaço
  • Ganchos no final do filme para linkar com uma trilogia

Passados dois anos e meio da campanha pelo Snyder Cut, a Warner, interessada em bombar o novo serviço de streaming, HBO Max, resolveu aproveitar a repercussão como um “click bait” da plataforma para obter assinantes e aprovou a tão comentada versão do diretor, com estreia previsa já para 2021. A versão, que recebeu um investimento adicional de US$ 30 milhões, por enquanto, não é tratada como um grande lançamento da casa, mas para os fãs trata-se de um verdadeiro marco. Vamos lá.

Ben Affleck agradece aos fãs pela Snyder Cut de Justice League ...

Reparação e riscos futuros

Quando o assunto são os heróis no cinema, tudo depende de como as histórias envelhecem. O que foi bem avaliado logo de cara, tende a virar um grande ícone no futuro. Quem tem uma recepção ruim, não demora muito para ser tratado como um grande lixo. Dentro dessa lógica leviana, os fãs não mentem ao tratar o Snyder Cut como um grande marco. Afinal, dentro dessa novela existe uma mágoa do público com a Warner, pelo fato da companhia ter negado a versão de Snyder aos fãs, por mais questionável que fosse. A liberação soa, então, também como um pedido de desculpas. Uma reparação histórica com o público, talvez.

A violência com que a Warner geriu essa crise em 2017, reforçou tanto o status de Snyder como o grande líder incompreendido do universo DC, quanto desmanchou, de maneira pouco cuidadosa, o laço que a companhia criava com o público que tanto abraçou a tentativa de construção de universo compartilhado, tão desejado desde Homem de Aço (2013).

Há quem diga que o Snyder Cut é um desrespeito com os demais diretores, como Patty Jenkins, David F. Sandberg, Cathy Yan e James Wan, que dificilmente receberiam esse tratamento. Há, ainda, quem diga que isso abre um precedente perigoso na Warner. Diretores insatisfeitos vão querer um Snyder Cut para chamar de seu. De fato. Mas o contexto, nesse caso, também pode apontar uma outra leitura.

This is why the Justice League trailer gives us hope that the ...

Ignorando completamente os bastidores que não temos acesso e tendo na mesa apenas a ideia acima, podemos refutar o argumento lembrando: Zack Snyder, presente há muito mais tempo que os outros, foi desrespeitado publicamente primeiro. Em seguida, a descontinuidade do DCEU só inflamou ainda mais as coisas. Outra decisão apressada de uma gestão de crise cheia de equivocos. E a gente colhe o que planta. A liberação do Snyder Cut, nesse sentido, também pode servir para que a companhia seja menos insensível ao clamor de diretores por liberdade criativa. Já serviu, na verdade.

No ano seguinte, o diretor James Wan gritava para quem quisesse ouvir que teve toda liberdade do mundo para criar Aquaman. “É muito louco. Com um filme tão grande quanto Aquaman, eu tive o máximo de liberdade possível. Eu tive à minha disposição todas as ferramentas e orçamento para pintar em uma tela enorme”, disse ao The New York Times, em 2018.

A própria Patty Jenkins, de Mulher-Maravilha, já comemorou o fato de poder criar um universo próprio para a personagem. “Acho que foi essa independência que contribuiu com o sucesso de Coringa, Aquaman e Mulher-Maravilha. Apesar de todos serem adaptações da DC, eles não se relacionam em nada e foi por isso que deram certo”, disse a diretora para a revista Total Film, em 2020.

Claro que em entrevistas de divulgação os diretores não reclamarão dos patrões, mas, como dizem, onde há fumaça, há fogo. De 2017 até a liberação do Snyder Cut, então, temos, independente das intenções de ambos os lados, o fechamento de um parêntese importante na história da DC nos cinemas. Talvez, a maior preocupação seja do Snyder Cut para frente. Se a fanbase barulhenta, aparentemente, tornou a versão do diretor uma realidade, imagina se ela cai no gosto popular… Espero que Matt Reeves e Robert Pattinson estejam preparados.

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Filmes

Netflix divulga data de estreia da ‘A Barraca do Beijo 2’

Data de lançamento foi revelada por Joey King, protagonista do filme.

O filme ‘A Barraca do Beijo 2‘, sequência do filme de grande sucesso da Netflix, ganhou uma data e deve chegar a plataforma de streaming no dia 24 de julho. A informação foi confirmada por Joey King, protagonista do filme, durante uma live na quinta-feira (21). Veja o vídeo do anúncio abaixo.

A sequência do filme mostra Elle Evans (Joey King) e Noah Flynn (Jacob Elordi), que depois de terem um verão super romântico, vão seguir caminhos diferentes. Dessa vez, Elle vai estudar em Harvard e Noah volta para o último ano do ensino médio. Com isso, ela vai precisar lidar com o relacionamento à longa distância e com alguns problemas causados pela situação.

Dirigido por Vince Marcello, o filme também conta no elenco com Joel Courtney, Maisie Richardson-Sellers, Meganne Yong e Molly Ringwald.

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