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5 álbuns maranhenses para você ouvir durante a quarentena

O atual cenário da música maranhense traz trabalhos que aliam o pop aos ritmos regionais.

A nova safra de artistas maranhenses é marcada por um importante elemento no processo de produção: a criatividade. São nomes que buscam no dialogo entre as referências locais e do mundo as bases que alimentam o seu som, dando vida a registros marcados pelo que há de melhor na música pop atual, sem deixar de transmitir a regionalidade típica do estado. E esse dialogo assertivo reflete em cada minuto de audição dos discos e EPs lançados por eles e, também, em cada componente visual presente em seus videoclipes.

Em um momento que o distanciamento social é recomendação vital para assegurar a não proliferação do coronavírus, a falta daquele abraço e calor humano parece triplicar a cada segundo de isolamento. Para amenizar essa sensação, uma boa recomendação é ouvir música e melhor ainda é ouvir a música da nossa gente.

Elementos e Hortelã na Terra dos Eucaliptos; Vinaa

O mais recente álbum de inéditas de Vinaa é um passeio pelos ritmos latinos. É um catálogo de canções que trilha por gêneros com salsa, tango, cumbia e muitos outros, criando pequenos experimentos que apontam para clássicos do ritmo. Além disso, o maranhense não deixa de exaltar a própria terra ao trazer faixas que recorrem ao cacuriá e tambor de crioula para dá bases à estética sonora proposta em seu disco.

Já o trabalho visual dessa obra é lapidado por pinceladas de tons quentes, uma clara alusão aos gêneros que alimentam às canções, completa oposição ao seu disco anterior, que mergulha em tonalidades mais frias. Vinaa ainda conduz a sua narrativa lírica para identidade visual, que leva o ouvinte para as conexões com as divindades dos mares e a exploração do estrangeiro.

Special Power; Paulão

Após três anos de lançamento do Faz Escuro Mas Eu Canto (2016), Paulão retornou com o ótimo EP Special Power (2019), trabalho em que ele assina a produção das faixas, além da composição das letras. São cinco canções que crescem de forma gradativa, detalhando cada componente instrumental de forma democrática. Beats eletrônicos, acordes tênues e, por vezes, festivos do teclado, além de uma percussão que vai desde os tambores maranhenses a música jamaicana, dão contornos de malemolência às faixas, e que facilmente colocam qualquer um para dançar.

O mesmo detalhamento é visto nos registros visuais que acompanham o EP, caso dos videoclipes para as faixas “Special Power” e “TQT”. Trabalhos que se instalam no cotidiano e na cultura maranhense para realçar o som carregado pela regionalidade de Paulão. São instantes em que festas, frutas, legumes e o vai e vem e das feiras estampam o vídeo de forma aparentemente aleatória, mas com um carga narrativa visual que por si só fala do povo maranhense e seus costumes.

Preta Velha; Camila Reis

Em seu primeiro álbum de inéditas, Camila Reis traz um importante elemento para a construção lírica e sonora de sua obra: a espiritualidade. Desde o nome do disco ao arsenal de instrumentos, Reis deixa evidente sua forte ligação com as religiões de matrizes africanas. As sete faixas que compõem o disco, todas de autoria da cantora, facilmente provocam no ouvinte o resgate do imaginário dos terreiros e celebrações religiosas.

Além disso, cada verso entoado pela maranhense retrata a força da mulher por meio da saudação às divindades femininas afro-brasileiras. E tal proposta ganha ainda mais vida graças aos nomes que colaboram nas faixas do álbum, como Ana Regina Arcanjo e Rosa Reis. Um completo retrato das personagens e narrativas da cultura local enraizada nos costumes africanos, que continuam vivos nas manifestações culturais maranhenses.

Pandú; Enme

Destaque na Vogue Itália, videoclipe premiado, mais de 100 mil plays no Spotify e shows pelo Brasil. Esses são só alguns dos grandes feitos advindos com o lançamento de Pandú (2019), primeiro EP de Enme. A drag queen se tornou um dos nomes mais fortes da música atual maranhense não foi por acaso. O primeiro EP veio anos depois da maranhense despontar no meio musical e revela o refinamento artístico de Enme ao longo desses anos.

Ao lado do Dj Brunoso, a cantora construiu um pequeno catálogo que se apropria de fórmulas conhecidas pelo público de forma criativa e completamente autêntica. O R&B, hip-hop, rap, reggae, cacuriá e tambor de criola se unem para dar forma a um ótimo exemplar da música pop, aliando as rimas ágeis e sorrateiras de Enme às batidas que dominam cada instante de audição do EP.

Meio Amargo; Yhago Sebaz

O maranhense Yhago Sebaz recolheu as desilusões amorosas, suas fragilidades e dores oriundas do fim de seu relacionamento para dar forma ao seu primeiro álbum de inéditas. Meio Amargo (2019) é um registro confessional de um artista negro e gay, que usou a arte para emoldurar seu processo de emancipação amorosa e regaste do controle sentimental.

Toda lírica marcada pela melancolia chega ao pública dentro dos caminhos traçados pela música pop. São canções que, mesmo fruto de um momento delicado, não deixam de trazer melodias acessíveis e versos chicletes. Além disso, Sebaz alia essa roupagem tão atual a boas doses de reggae, blues, soul, ritmos latinos e afros.

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Dia do orgulho nerd | 15 coisas que todo nerd já fez ou precisa fazer algum dia

De esperar ansiosamente pelo lançamento de um filme, HQ ou jogo, até fazer tatuagens em homenagens a personagens preferidos, todo nerd já fez ou deve fazer alguma dessas coisas.

(Foto: Reprodução/ Blog da Intelbras)

Hoje, dia 25 de maio, é comemorado o Dia do Orgulho Nerd/ Dia da Toalha em todo o mundo. Apesar da comemoração dupla, que possui dois significados um pouco distintos, mas que refletem o mesmo sentimento, o importante é que a data é uma homenagem a todos aqueles que um dia foram julgados por passar horas vidrados em um jogo, colecionando cartas, criando teorias, jogando RPG com os amigos, vestindo-se como seus personagens favoritos, entre várias outras coisas.

Mesmo que, atualmente, a definição do que é ser nerd tenha caído no gosto popular, tornando-se um foco em todas as áreas, tanto culturais como econômicas (principalmente), ser nerd é muito mais do que o esteriótipo que veio sendo propagado com os anos. Por isso, hoje trouxemos uma lista do que todo mundo que se identifica como nerd ou apenas está envolto nesse mundo PRECISA fazer e, se já fez alguma delas, PRECISA experimentar as outras!

  1. Esperar as cenas pós-crédito
Algumas cenas pós-crédito dos filmes da Marvel (Foto: Reprodução/ Tropa da Dercy)

Cenas pós-crédito nunca foram tão populares para aqueles que estão grudados nos cinemas quanto na última década. O recurso de dar pistas sobre o próximo filme da franquia ou apenas fazer alguma piadinha final com as cenas após o fim do longa é algo que já havia sido feito há muito tempo, como em Curtindo a Vida Adoidado, em que Ferris Bueller aparece de roupão falando com o público. No entanto, foi com a Marvel Studios que a prática de inserir essas cenas foi retomada com força e caiu no gosto do público. Pode ter certeza: sempre vai haver várias pessoas ao fim dos filmes da Marvel esperando as cenas pós-crédito.

2. Usar a paixão nerd no TCC

Não importa o curso de graduação que você faça, sempre vai ter como encaixar aquela sua paixão da cultura pop no seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Não tem nada melhor do que fazer com que a fase mais difícil de todo universitário se torne algo extremamente prazeroso quando se estuda cientificamente aquilo que se ama.

3. Fazer um DIY com alguma referência à cultura pop

Quando o amor por aquele filme, série, jogo, quadrinho ou livro ultrapassa as barreiras do ficcional, a gente sempre quer ter algo físico para sentir aquela história mais próxima. Uma das alternativas para isso é seguir os DIY (Do It Yourself ou Faça Você Mesmo) que estão espalhados pela internet, que são tutoriais detalhados para confeccionar seja lá o que for de maneira bem simples (às vezes nem tanto). Vale muito a pena!

4. Saber idiomas ficcionais

Idioma fictício utilizado em O Senhor dos Anéis (Foto: Reprodução)

As histórias do mundo nerd, principalmente aquelas ambientadas em mundos fantásticos, geralmente medievais, quase sempre possuem um idioma próprio do povo retratado naquele local. É uma forma incrivelmente elaborada de dar mais vida àquele universo e que gera a curiosidade e admiração dos fãs, que sempre tentam aprender alguma frase naquela língua. A exemplo disso, temos o clássico Klingon, da saga Star Trek; o Dothraki, de Game of Thrones; o Quenya e Sindarin, de Senhor dos Anéis e até o Na’Vi, linguagem utilizada pelos nativos de Pandora, no filme Avatar. O amor é tão grande por esses idiomas que possuem institutos, cursos e até faculdades especializadas em Klingon e Quenya.

5. Colecionar action figures

O que um dia foi considerado brincadeira de criança, hoje movimenta um mercado milionário com a venda de action figures, que são peças minimalistas de personagens da cultura pop em poses e movimentos clássicos. As peças variam muito de preço, chegando a custar milhares de reais! Outro item que também tem relação a colecionáveis do tipo é o Funko, que se tornou uma febre no mundo todo e que possui versões de todos os tipos, desde personagens fictícios até pessoas reais. Não é brinquedo não!

6. Escolher #TeamCapitão ou #TeamStark

(Foto: Reprodução)

Nem a batalha épica travada entre biscoito ou bolacha gerou tantas revoltas e posicionamentos diferentes. O embate entre Capitão América e Homem de Ferro nas HQs e filme de Guerra Civil com certeza é uma das lutas que mais dividiu os fãs da cultura nerd.

7. Fazer cosplay

Outra atividade que vem arrastando uma legião de fãs, mas que ainda tem uma visão um pouco atrasada por algumas pessoas, é o cosplay, que é quando você se fantasia daquele personagem preferido porque o amor é tanto que a vontade de dar vida a ele é maior. A prática é muito comum em eventos de cultura nerd e tem se tornado um grande nicho do mercado.

8. Ir a um evento de cultura pop

Cosplayers que foram atrações do OnPix 2019 (Foto: Reprodução/ OnPix)

As convenções de cultura pop se tornaram outro grande marco no calendário anual de todo nerd. Esse é o momento em que os fãs de todos os tipos, seja dos games, de séries, de livros, de cultura oriental, de filmes e de outras centenas de vertentes da cultura pop se reúnem para celebrar o amor por esse universo tão rico. Aqui em São Luís tivemos o nosso OnPix, que reuniu toda essa galera em um evento super legal no ano passado.

9. Platinar um jogo

Fã que é fã dos games nunca se contenta em apenas passar das fases principais dos jogos e chegar ao fim deles sem ganhar todos os troféus, né? Por isso platinar qualquer game é um desafio muito bom, às vezes eternamente cansativo, para explorar tudo o que aquela história proporciona, além de ter o prazer de ter aquele troféu principal na lista de platinas.

10. Chorar com a morte de um personagem

Quem nunca chorou ou ficou emocionado com a morte daquele personagem em uma história? Seja em um livro, HQ, jogo ou filme, as mortes de personagem queridos sempre são dramáticas e cheias de emoção.

11. Fazer uma tattoo nerd

(Foto: Reprodução)

Quando o amor por uma história é tanto e traz tanto significado para uma pessoa, uma das práticas mais comuns é fazer uma tatuagem em homenagem e gravar na pele toda a emoção que aquele personagem ou frase passam. Existem milhões de possibilidades de tatuagens do mundo nerd, basta escolher aquela com quem mais se identifica. No Brasil há até estúdios e tatuadores especializados nesse tipo de trabalho.

12. Assistir a O Mágico de Oz com a trilha de Pink Floyd

Reza a lenda que, se você colocar o disco Darkside of The Moon, do Pink Floyd, ao mesmo tempo em que inicia o filme O Mágico de Oz, a letra das músicas coincidem com os acontecimentos do filme. E isso é uma teoria já comprovada por muita gente, que testou e deu realmente certo. No Youtube tem várias versões disponíveis.

13. Acompanhar e-Sports

Essa é mais uma demonstração de que o mundo nerd hoje em dia se tornou o foco em muitas áreas. Basta olhar para os e-Sports, ou jogos eletrônicos, que se tornaram investimentos milionários e que até passaram a ser transmitidos por canais de esportes tradicionais. Apesar de ainda haver muito preconceito por não ser considerado um ”esporte de verdade”, é incrível poder acompanhar as competições de jogos que amamos. Por exemplo, temos campeonatos mundias de jogos como League of Legends, Counter Strike e até de jogos mobile, como Free Fire.

14. Gostar de Física mesmo depois da escola

Uma das atividades mais comuns para os fãs da cultura nerd, principalmente para aqueles que amam ficção científica, é estar por dentro de conceitos físicos para entender algumas das histórias preferidas. Por exemplo, que fã dos X-Men nunca quebrou a cabeça tentando entender as questões físicas envolvendo as milhares linhas do tempo das histórias? Ou ficar intrigado com as questões astronômicas envolvendo o filme Interestelar?

15. Ler O Guia do Mochileiro das Galáxias e saber qual a resposta para a Vida, o Universo e Tudo mais

(Foto: Reprodução)

Responsável pela celebração do Dia da Toalha, com certeza O Guida do Mochileiro das Galáxias, do escritor Douglas Adams, é um dos grandes marcos da cultura nerd. A saga, que acompanha o terráqueo Arthur Dent em aventuras espaciais incríveis, excêntricas e engraçadas, deve ser lida por todos aqueles que amam ficção científica. Além disso, em meio a tudo isso nós aprendemos a resposta para a Vida, o Universo e Tudo Mais, conceito apresentado na história e que faz todo sentido… ou não. Ficou curioso? 42.

*Texto feito baseado na edição “100 coisas que todo nerd deve fazer antes de morrer”, de 2017, da revista Mundo Estranho.

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7 melhores clipes de quando Anitta tinha ‘sangue nos olhos’

Saudosa época em que Anitta planejava grandes lançamentos, né?

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Anitta é um fenômeno. Um furacão, como dizem por aí. Desde 2013, quando surgiu na mídia, até o mundo pré-pandemia, a cantora correu atrás do sucesso com sangue nos olhos. Entre 2014 e 2017, lançou hit atrás de hit. De 2017 para cá, fez lançamentos de diversas parcerias internacionais. Mas do fim de 2019 para cá, a cantora diz que cansou e chegou a dar entrevistas falando que já está planejando o fim da carreira como cantora.

Em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as fragilidades do mundo vieram à tona e a vida de muita gente ficou bastante difícil. A arte tem tentado minimizar esse sofrimento através de lives na internet, onde artistas cantam em troca de doações para entidades que atendem aos mais variados perfis de necessidades. Linkando com a recente fase cansada da cantora, Anitta disse que não pretendia fazer uma apresentação cantando os próprios sucessos para não expor a equipe ao vírus.

Bem, se ela falou, tá falado. O fato é que os fãs estão saudosos da época em que a cantora tinha sangue nos olhos para planejar os grandes lançamentos que a colocaram no patamar das A-Lists brasileiras. Os mais recentes não foram atraentes, então, para não deixarmos essa lembraça dos bons tempos morrer, listamos os seis melhores clipes de Anitta:

Veneno (2019)

Bang (2015)

Vai Malandra (2017)

Downtown (2017)

Sua Cara (2017)

Medicina (2019)

Sim ou Não (2016)

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6 obras para conhecer a carreira de Henry Cavill

Nem só de Superman vive o homem; conheça outras produções que contaram com o britânico no elenco.

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Eterno Superman completa 37 anos nesta terça-feira (5) (Foto: Divulgação/Missão Impossível 6)

Atores que ganham popularidade através de personagens de heróis em quadrinhos têm um desafio em comum, além de derrotar os supervilões: mostrar que são mais que atores de filmes de heróis. Nesta teça-feira (5), o ator Henry Cavil completa 37 anos. Nascido em Bailiwick, em Jersey, país situado em uma ilha e de um bailiado no Canal da Mancha, uma dependência da Coroa Britânica, começou a atuar no cinema aos 17 anos, quando viveu Albert Mondego em O Conde de Monte Cristo (2002).

Para relembrar a carreira desse ator, que vai muito além do Superman, separamos uma lista com seis obras para você conhecer e, quem sabe, assistir quando estiver com tempo livre:

Castelo de Areia (2017)


Missão Impossível 6 (2018)


O Agente da U.N.C.L.E. (2015)


The Witcher (2019)


Homem de Aço (a partir de 2013)

O Conde de Monte Cristo (2002)

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