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Listas

10 melhores mash-ups de Glee

Série vai completar 10 anos desde sua primeira exibição em maio de 2019.

A série Glee, em breve, vai completar 10 anos desde que foi lançada. Trazendo para a TV temas tabus na época, como deficiência, gravidez na adolescência, homossexualidade e, tudo isso regado a muita música e amor, decidimos entrar no clima de nostalgia e fazer uma listinha especial.

Glee ficou conhecida por fazer ótimos mash-ups durante todas as temporadas. A série, que saiu da mente brilhante de Ryan Murphy, juntou músicas icônicas e as transformou em algo quase inimaginável.

Foi lembrando desses momentos maravilhosos que o redator que vos escreve listou 10 mash-ups preferidos e marcantes. Vamos lá!

10 – Thriller / Heads Will Roll

9 – Start Me Up / Livin’ on a Prayer

8 – Stop! In The Name Of Love / Free Your Mind

7 – Americano / Dance Again

6 – Crazy / You Drive Me Crazy

5 – Survivor / I Will Survive

4 – Halo / Walking On Sunshine

3 – It’s My Life / Confessions

2 – Umbrella / Singing In The Rain

1 – Rumor Has It / Someone Like You

Games

Volts Pride | Relembre 14 personagens LGBTQs dos jogos eletrônicos

Celebre o mês do orgulho LGBTQ+ com alguns ícones dos jogos digitais.

Aos poucos o mundo gamer têm trabalhado de forma mais eficiente e representativa as questões de gênero. Os esteriótipos, marginalizações e “hiperssexualizações”, aos poucos, somem. Ainda não estamos no ponto ideal, claro, mas é um passo em direção ao rumo certo. E para celebrar o mês do orgulho LGBTQ+, reunimos, nessa lista, alguns dos personagens que conquistaram corações e fãs por todo o mundo. Segue a lista:

1.DORIAN PAVUS

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Lenda de Dragon Age: Inquisition e que, apesar de ser um poderoso mago e fiel companheiro da inquisição, sofre preconceito dentro de sua família conservadora. No jogo, o protagonista possui a chance de criar um relacionamento com o personagem, que irá explorar ainda mais as nuances da homofobia existente em Thedas.

2. ELLIE

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Interpretada pela atriz Ashley Johnson, Ellie, além de ser um ícone LGBTQ+, é uma peça fundamental para a trama de The Last of Us. Também já é prometido que a personagem seja a protagonista do segundo capítulo da franquia, que infelizmente ainda não possui data de lançamento.

3. KUNG JIN

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Protagonista de Mortal Kombat X, Kung Jin é primo de Kung Lao, que utiliza o arco e flecha como principal arma. Sua sexualidade foi tratada de maneira sutil na trama do jogo, mas, ainda sim, é representativa e impactante. Estamos no aguardo de seu retorno.

4. TRACER

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Ícone de Overwatch e uma das personagens mais amadas do jogo, Tracer, quando não salva o mundo, divide a vida (e um apartamento) com a sua namorada, Emily. A Blizzard declarou: “Tracer é lésbica. Assim como na vida real, sentimos que a variedade nos nossos personagens e as suas identidades ajudam a criar um universo de ficção muito mais rico e profundo“.

5 e 6. BLOODHOUND E GIBRALTAR

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Pouco após ser lançado, a companhia Respawn revelou que dois personagens de Apex Legends são LGBTQs. O primeiro, Gibraltar, é homossexual, inclusive um ex-namorado do personagem é citado no site oficial do jogo. Já Bloodhound é não-binário, ou seja, não se identifica com um gênero em específico.

6 e 7. AS TRACIS

Militância em forma de jogo, Detroit: Become Human retrata diversos tópicos sociais, como escravidão, racismo e, também, questões de gênero. Em um dado segmento do jogo, o protagonista Connor encontra duas divergentes (androides que se opõem às imposições de seus criadores humanos e buscam liberdade) lésbicas, que apenas desejam ficar juntas. A escolha, sobretudo, é nossa.

8 e 9. MAX E CHLOE

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Além de tratar temas como bullying e a depressão, Life is Strange pincela uma relação muito mais do que colorida entre Max e Chloe. Aliás, a trama do jogo centra-se principalmente em ambas e, independente de nossas ações no curso do jogo, o apreço entre as duas permanece intocável.

10. ANTHONY PRINCE

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Popularmente conhecido como Gay Tony, Anthony Prince é um empresário e dono de diversas casas noturnas em Liberty City. Além disso, seu arco narrativo em GTA IV dá nome a expansão do jogo, chamada The Ballad of Gay Tony.

11. LIARA T’SONI

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Além de incluir personagens LGBTQs, a Bioware também cria toda uma raça que sequer possui conceitos de gênero. As Asari, assim como a doutora Liara T’Soni, possuem uma aparência feminina, mas são de gênero único e podem se relacionar com outras raças do universo de Mass Effect.

12. IRON BULL

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Um Qunari e pansexual assumido, Iron Bull é um dos principais personagens de Dragon Age: Inquisition. E, assim como Dorian, ele também é uma opção de relacionamento para o protagonista do jogo. Além de líder nato do seu esquadrão, acolhe e protege o soldado trans Krem de qualquer um que ousar questioná-los ou enfrentá-los.

13. SOLDADO 76

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Soldado 76, ou Jack para os íntimos, contou um pouco sobre o seu ex-namorado Vincent no último conto oficial de Overwatch, Bastet. Um ponto interessante sobre o personagem é que ele está na casa dos 50 anos de idade, uma representatividade LGBTQ+ incomum nos jogos e mídias em geral.

14. CIRI

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Apesar de preferir mulheres, Ciri deixa clara a sua bissexualidade em The Witcher 3: Wild Hunt. No livro, a qual o jogo se baseia, as suas relações são ainda mais exploradas, principalmente com outras mulheres.

Qual desses personagens é o seu favorito?

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Listas

Os gatos mais icônicos da cultura pop

Do Salem ao Meowth, conheça e relembre 5 gatos icônicos da cultura pop que marcaram gerações!

Mais do que adoráveis, os gatos são seres que deixam a marca onde quer que passam. Seja figurativamente ou de modo literal, do colo às telas do cinema, muitos são responsáveis por nos trazerem momentos únicos com as suas presenças insubstituíveis. E alguns dos que listarei adiante foram responsáveis por isso, por nos tirar gargalhadas e por nos trazer à tona o nosso lado “iti malia”.

Mas sem delongas, do passado ao presente, conheça e relembre cinco de algumas das figuras felinas mais icônicas da cultura pop!

GOOSE

Sim, começarei com ele, o estreante nos cinemas e já famoso: Goose!

O gato da Capitã Marvel, que tecnicamente nem gato é, é um célebre companheiro alienígena (Flerken) da heroína que possui umas habilidades a lá mirabolantes e extremamente fatais. É tranquilo dizer que no filme mais recente do MCU, ele rouba todas as cenas em que participa ao lado de seu (quase) novo fiel amigo, Nick Fury.

Outro detalhe que vale ressaltar é que o Goose nos quadrinhos se chama Chewie, que nada mais é do que uma homenagem ao personagem Chewbacca, de Star Wars! Infelizmente, até o momento, o seu nome nas telas se restringe a Goose por razões desconhecidas.

MEOWTH

O tagarela, mas o incrível e fiel companheiro da equipe Rocket não poderia estar de fora!

Meowth é um dos poucos pokemón que possui a habilidade de fala (e felizmente a utiliza com frequência). Mas, acima disso, também é, pela maioria das vezes, o cérebro do trio composto por ele, Jessie e James!

Outro fato curioso é que o pokemón de garras e línguas afiadas foi inspirado no Mankei Neko, um amuleto da sorte do folclore japonês!

SALEM

Outro gato dotado com a habilidade de fala (ou pelo menos, possuía antigamente) é Salem Saberhagen, um dos personagens mais carismáticos de Sabrina!

Historicamente, na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, de 1996, Salem é um bruxo que foi amaldiçoado a viver como um gato pela eternidade. Entre os quadrinhos e adaptações existentes, há algumas diferentes razões para ele ter encontrado este destino, como, por exemplo, ter tentado dominar o mundo ou ter feito uma humana se apaixonar por ele.

Por outro lado, na adaptação mais recente, “As Aventuras Sombrias de Sabrina”, da Netflix, isto ainda é um mistério. Além disso, nessa versão, o felino perdeu seu local de fala (ba dun ts) e até o momento é apenas o espírito familiar mudo de Sabrina.

GARFIELD

Garfield é definitivamente o gato protagonista de sua própria história, e que, entre os presentes da lista, representa mais fielmente o verdadeiro espírito felino com sua gula e preguiça.

O chane manhoso deu às caras pela primeira vez em 41 jornais dos Estados Unidos, em 1978. Fazendo as contas, são mais de 40 anos de histórias cômicas com o felino sacaneando o seu dono, Jon Arbuckle, e o cachorro da família, Oddie. Dentro desse período, dois filmes em live-actions foram produzidos e lançados nos cinemas, com mais 3 chegando posteriormente diretamente para DVD e Blu-Ray.

Por último, sempre vale lembrar que assim como para muitos de vocês (espero), o seu prato favorito é a Lasanha.

TOM
Do Goose ao Salem, conheça e relembre 5 gatos icônicos da cultura pop que marcaram e ainda marcam gerações!

Seria certo dizer que eu sempre torcia para Tom derrotar o Jerry de vez? Ou pelo menos saborear por alguns minutos o gostinho da vitória?

Ok, deixando de lado minhas pessoais decepções cartunistas, Tom sempre foi e sempre será um gato marcante da cultura pop. Talvez por causa de seus planos infalíveis, mas falíveis, contra o Jerry entre os seus 78 anos de existência.

Aliás, vale lembrar que ao lado de Jerry, Tom conquistou humildes 7 Oscars! Será que teria como ele emprestar alguns para Amy Adams ou Glenn Close?

MENÇÕES HONROSAS

Por fim, como menção horrorosa, também quero homenagear o nosso querido e icônico Frajola, outro premiado detentor de míseras 3 estatuetas do Oscar. Além deles, têm-se os fiéis guardiões Luna e Artemis, de Sailor Moon, que também merecem ser lembrados.

Qual desses é o seu favorito?

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Games

Especial Resident Evil | 5 lugares inesquecíveis

Cada canto, um poço de nostalgia para os fãs.

Foto: Divulgação/Capcom

Repleto de memórias nostálgicas, ou rancores de muitos fãs ao redor do globo, algumas locações de Resident Evil apresentam tudo que uma franquia de terror necessita para marcar, traumatizar ou nos deixar atônitos diante a perfeição arquitetônica, ou sinas perturbadoras do local.

E com a proximidade do lançamento de Resident Evil 2, nada melhor do que celebrar a franquia relembrando alguns desses locais que guardam melancolias, felicidades, traumas, e tudo que as fazem inesquecíveis para a nossa história e a história de Resident Evil.

Prontos? Vem com a gente!

MANSÃO SPENCER

Não há nada de aterrorizante em uma mansão abandonada em um canto isolado do mundo, repleta de armadilhas e monstruosidades mutantes prontos para nos assassinar. Eu toparia este passeio e vocês?

Infelizmente, esta não foi uma opção para a trupe de Jill Valentine, Chris Redfield, Albert Wesker e Barry Burton, que infelizmente não possuíam muitas alternativas a não ser aventurarem-se na Mansão Spencer no primeiro Resident Evil. O que nenhum deles (ou quase nenhum) imaginaria é que dali para frente as suas vidas mudariam para sempre.

Aliás, o mérito de toda a popularidade da mansão vai para George Trevor, que, como arquiteto, projetou diversos truques entre os corredores estreitos e escuros da mansão. Aliás, designada, também, para guardar os segredos mais temíveis de Spencer e de sua Corporação, Umbrella, o local esconde tudo à 7 chaves, com enigmas complexos, fatais, junto de armadilhas ainda mais bizarras e ameaçadoras.

Como se não bastasse a salada mista de violência gratuita, o local está repleto de adoráveis criaturas. Entre eles, os clássicos zumbis, entre humanos e animais, mutações grotescas, que investindo na inclusividade, envolve até plantas colossais, e um Tirante, que viria a torna-se um inimigo clássico da franquia.

Com isto, repito a pergunta: Toparia este passeio?

A VILA – ESPANHA

A vila, um local desolado do mundo comandando por um culto religioso que prega o bioterrorismo. Há destino melhor que este?

Aparentemente para Leon S. Kennedy, não.

Entre homicídios e locais à beira da imundice, Leon depara-se com estranhos moradores da localidade, que não prezam estrangeiros, incluindo o protagonista, que é logo ameaçado por palavras cruéis: “detrás de ti, imbecil!

Mas nada abala a autoestima e impecável franja de Leon em Resident Evil 4, que segue o seu rumo entre diversas subáreas da vila, incluindo lago, vale, caverna, igreja e tudo que você puder imaginar que incremente uma boa história de terror.

Os nossos companheiros espanhóis também não deixam a desejar, sofrem de diferentes formas de mutações ao longo do jogo. Para reforçar à ameaça, utilizam armas de combate, como machados e motosserras. Aposto que muitos perderam a cabeça por aí, não? (Ba dun ts). Mas não satisfeitos, os desenvolvedores do jogo também criaram inimigos de estaturas colossais, que encontramos pela terra, e até mesmo em ambientes aquáticos.

Ou seja, 0 lugares seguros para se habitar neste vila.

QUEEN ZENOBIA

Quem aí nunca desejou passar férias em um navio luxuoso?

Criado em 1978 pelo renomado arquiteto da Mansão Spencer, George Trevor, o Queen Zenobia foi projetado seguindo os moldes de seus trabalhos: corredores estreitos, confusos e difíceis de navegar.

Ainda assim, o navio mantem um resquício de que foi, há algum tempo, um local de luxúria e formosidade. Aliás, ele ainda resguarda consigo, um ar de elegância e requinte, que só alguém da realeza, de fato, poderia viver. Características que fazem jus a homenagem do navio à rainha do império Palmira do século III, Zenóbia, da onde o seu nome se origina.

Outro fato curioso, que eleva tais apurações, é a inspiração arquitetônica no Palais Garnier, a popular casa de ópera da França, construída no século XIX.

Suas estruturas, que mesclam a arte barroca e renascentista, auxiliaram a equipe de desenvolvimento de Resident Evil: Revelations a construírem o salão principal do Queen Zenobia. E o resultado disso, vocês podem conferir a seguir:

Infelizmente, todo este requinte permanecerá nos anseios particulares e privilégios do imaginário, pois abordo do navio, estaremos à constância do perigo, diante das visitas indesejadas, os infectados pelo abominável T-Abyss. Além disso, enfrentaremos graves problemas técnicos e de manutenção; locais que expelem ar de homicídio, quando não estão inundados; e quedas de energia frequentes.

Infelizmente a arquitetura deslumbrante do Queen Zenobia ficará para depois.  

KIJUJU – AFRICA

Não há nada de tão amedrontador nas terras desoladas de Kijuju, na África, local fictício e sede de Resident Evil 5. Contudo, isto não quer dizer que esta belíssima representação, e pouco apresentada nos games, diga-se de passagem, não passe despercebida.

Aliás, a sua iluminação, uma das visualmente mais belas entre os jogos da franquia (ainda mais para a época), é de preencher os olhos. As paisagens deslumbrantes (e algumas sombrias), que variam entre cidades, aldeias, rios, cavernas e por aí em diante, nunca deixam a desejar, pelo contrário, são ricas em detalhes, não envelhecem e até hoje são motivos de orgulhos para a Capcom.

Também não é por menos, como se pode observar no making of acima, houve um investimento em peso nos aspectos cinematográficos do jogo, adotando tudo que há de melhor na respectiva indústria do cinema, o que incluiu técnicas da área, estúdios colossais e o primeiro uso da tecnologia criada para o filme Avatar (coisa pouca, não?).

A preocupação, neste título, como se pode observar, foi muito além e o resultado? Elogios da crítica especializada e muito, mas muito dinheiro.

RACCOON CITY

Entre a alegria e o infortúnio, Raccoon City é, indiscutivelmente, o palco dos momentos mais célebres da franquia. Em dois títulos (Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis), conseguiu reunir alguns dos rostos mais idolatrados da franquia (Claire, Jill e Leon) e desenhar, para os seus futuros, um novo destino, envolvido pela teia emaranhada de vírus, armas biológicas e organizações anti-bioterroristas.

Os eventos em Raccoon City, relembrado, ainda, nos títulos atuais, não só ajudou a definir um novo curso para estes heróis, mas também para o mundo sediado pela franquia. Desse momento em diante, o bioterrorismo seria definido como um assunto de emergência entre os acordos políticos mundiais, criando, a partir dali, novas leis, organizações e grupos especializados para combater as suas ameaças.

Há algumas reinterpretações e citações do incidente em Raccoon. Além de reviver em live-action, no filme Resident Evil Apocalypse, que preferimos não adotar e alongar nesse discussão, os eventos de Raccoon City foram revisitados, rapidamente, na animação, Degeneration. Quanto a citação, há diversas, como nesta mesma animação citada, além dos jogos posteriores: Resident Evil 4, 5 e 6, que retratam sobre o ocorrido e suas consequências no respectivos jogos. 

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