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10 melhores mash-ups de Glee

Série vai completar 10 anos desde sua primeira exibição em maio de 2019.

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A série Glee, em breve, vai completar 10 anos desde que foi lançada. Trazendo para a TV temas tabus na época, como deficiência, gravidez na adolescência, homossexualidade e, tudo isso regado a muita música e amor, decidimos entrar no clima de nostalgia e fazer uma listinha especial.

Glee ficou conhecida por fazer ótimos mash-ups durante todas as temporadas. A série, que saiu da mente brilhante de Ryan Murphy, juntou músicas icônicas e as transformou em algo quase inimaginável.

Foi lembrando desses momentos maravilhosos que o redator que vos escreve listou 10 mash-ups preferidos e marcantes. Vamos lá!

10 – Thriller / Heads Will Roll

9 – Start Me Up / Livin’ on a Prayer

8 – Stop! In The Name Of Love / Free Your Mind

7 – Americano / Dance Again

6 – Crazy / You Drive Me Crazy

5 – Survivor / I Will Survive

4 – Halo / Walking On Sunshine

3 – It’s My Life / Confessions

2 – Umbrella / Singing In The Rain

1 – Rumor Has It / Someone Like You

Games

Especial Resident Evil | 5 lugares inesquecíveis

Cada canto, um poço de nostalgia para os fãs.

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Foto: Divulgação/Capcom

Repleto de memórias nostálgicas, ou rancores de muitos fãs ao redor do globo, algumas locações de Resident Evil apresentam tudo que uma franquia de terror necessita para marcar, traumatizar ou nos deixar atônitos diante a perfeição arquitetônica, ou sinas perturbadoras do local.

E com a proximidade do lançamento de Resident Evil 2, nada melhor do que celebrar a franquia relembrando alguns desses locais que guardam melancolias, felicidades, traumas, e tudo que as fazem inesquecíveis para a nossa história e a história de Resident Evil.

Prontos? Vem com a gente!

MANSÃO SPENCER

Não há nada de aterrorizante em uma mansão abandonada em um canto isolado do mundo, repleta de armadilhas e monstruosidades mutantes prontos para nos assassinar. Eu toparia este passeio e vocês?

Infelizmente, esta não foi opção para a trupe de Jill Valentine, Chris Redfield, Albert Wesker e Barry Burton, que infelizmente não possuíam muitas alternativas a não ser aventurarem-se na Mansão Spencer no primeiro Resident Evil. O que nenhum deles (ou quase nenhum) imaginaria é que dali para frente as suas vidas mudariam para sempre.

Aliás, o mérito de toda a popularidade da mansão vai para George Trevor, que, como arquiteto, projetou diversos truques entre os corredores estreitos e escuros da mansão. Aliás, designada, também, para guardar os segredos mais temíveis de Spencer e de sua Corporação, Umbrella, o local esconde tudo à 7 chaves, com enigmas complexos, fatais, junto de armadilhas ainda mais bizarras e ameaçadoras.

Como se não bastasse a salada mista de violência gratuita, o local está repleto de adoráveis criaturas. Entre eles, os clássicos zumbis, entre humanos e animais, mutações grotescas, que investindo na inclusividade, envolve até plantas colossais, e um Tirante, que viria a torna-se um inimigo clássico da franquia.

Com isto, repito a pergunta: Toparia este passeio?

A VILA – ESPANHA

A vila, um local desolado do mundo comandando por um culto religioso que prega o bioterrorismo. Há destino melhor que este?

Aparentemente para Leon S. Kennedy, não.

Entre homicídios e locais à beira da imundice, Leon depara-se com estranhos moradores da localidade, que não prezam estrangeiros, incluindo o protagonista, que é logo ameaçado por palavras cruéis: “detrás de ti, imbecil!

Mas nada abala a autoestima e impecável franja de Leon em Resident Evil 4, que segue o seu rumo entre diversas subáreas da vila, incluindo lago, vale, caverna, igreja e tudo que você puder imaginar que incremente uma boa história de terror.

Os nossos companheiras espanhóis também não deixam a desejar, sofrem de diferentes formas de mutações ao longo do jogo. Para reforçar à ameaça, utilizam armas de combate, como machados e motosserras. Aposto que muitos perderam a cabeça por aí, não? (Ba dun ts). Mas não satisfeitos, os desenvolvedores do jogo também criaram inimigos de estaturas colossais, que encontramos pela terra, e até mesmo em ambientes aquáticos.

Ou seja, 0 lugares seguros para se habitar neste vila.

QUEEN ZENOBIA

Quem aí nunca desejou passar férias em um navio luxuoso?

Criado em 1978 pelo renomado arquiteto da Mansão Spencer, George Trevor, o Queen Zenobia foi projetado seguindo os moldes de seus trabalhos: corredores estreitos, confusos e difíceis de navegar.

Ainda assim, o navio mantem um resquício de que foi, há algum tempo, um local de luxúria e formosidade. Aliás, ele ainda resguarda consigo, um ar de elegância e requinte, que só alguém da realeza, de fato, poderia viver. Características que fazem jus a homenagem do navio à rainha do império Palmira do século III, Zenóbia, da onde o seu nome se origina.

Outro fato curioso, que eleva tais apurações, é a inspiração arquitetônica no Palais Garnier, a popular casa de ópera da França, construída no século XIX.

Suas estruturas, que mesclam a arte barroca e renascentista, auxiliaram a equipe de desenvolvimento de Resident Evil: Revelations a construírem o salão principal do Queen Zenobia. E o resultado disso, vocês podem conferir a seguir:

Infelizmente, todo este requinte permanecerá nos anseios particulares e privilégios do imaginário, pois abordo do navio, estaremos à constância do perigo, diante das visitas indesejadas, os infectados pelo abominável T-Abyss. Além disso, enfrentaremos graves problemas técnicos e de manutenção; locais que expelem ar de homicídio, quando não estão inundados; e quedas de energia frequentes.

Infelizmente a arquitetura deslumbrante do Queen Zenobia ficará para depois.  

KIJUJU – AFRICA

Não há nada de tão amedrontador nas terras desoladas de Kijuju, na África, local fictício e sede de Resident Evil 5. Contudo, isto não quer dizer que esta belíssima representação, e pouco apresentada nos games, diga-se de passagem, não passe despercebida.

Aliás, a sua iluminação, uma das visualmente mais belas entre os jogos da franquia (ainda mais para a época), é de preencher os olhos. As paisagens deslumbrantes (e algumas sombrias), que variam entre cidades, aldeias, rios, cavernas e por aí em diante, nunca deixam a desejar, pelo contrário, são ricas em detalhes, não envelhecem e até hoje são motivos de orgulhos para a Capcom.

Também não é por menos, como se pode observar no making of acima, houve um investimento em peso nos aspectos cinemáticos do jogo, adotando tudo que há de melhor na respectiva indústria do cinema, o que incluiu técnicas da área, estúdios colossais e o primeiro uso da tecnologia criada para o filme Avatar (coisa pouca, não?).

A preocupação, neste título, como se pode observar, foi muito além e o resultado? Elogios da crítica especializada e muito, mas muito dinheiro.

RACCOON CITY

Entre a alegria e o infortúnio, Raccoon City é, indiscutivelmente, o palco dos momentos mais célebres da franquia. Em dois títulos (Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis), conseguiu reunir alguns dos rostos mais idolatrados da franquia (Claire, Jill e Leon) e desenhar, para os seus futuros, um novo destino, envolvido pela teia emaranhada de vírus, armas biológicas e organizações anti-bioterroristas.

Os eventos em Raccoon City, relembrado, ainda, nos títulos atuais, não só ajudou a definir um novo curso para estes heróis, mas também para o mundo sediado pela franquia. Desse momento em diante, o bioterrorismo seria definido como um assunto de emergência entre os acordos políticos mundiais, criando, a partir dali, novas leis, organizações e grupos especializados para combater as suas ameaças.

Há algumas reinterpretações e citações do incidente em Raccoon. Além de reviver em live-action, no filme Resident Evil Apocalypse, que preferimos não adotar e alongar nesse discussão, os eventos de Raccoon City foram revisitados, rapidamente, na animação, Degeneration. Quanto á citação, há diversas, como nesta mesma animação citada, além dos jogos posteriores: Resident Evil 4, 5 e 6, que retratam sobre o ocorrido e suas consequências no respectivos jogos. 

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O recorde em comum das cantoras pop no Spotify

Ariana, Beyoncé, Rihanna e Nicki possuem algo em comum que poucos sabem.

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Você sabe o que Ariana Grande, Beyoncé, Rihanna e Nicki Minaj têm em comum? Além de serem extremamente lendárias, as divas possuem um mesmo recorde único.

Em um mundo de streamings, onde o Spotify tem vantagem sobre as demais plataformas musicais, as quatro cantoras são as únicas a possuirem, cada uma, três alguns com mais de um bilhão de streamings. Isso mesmo, UM BILHÃO!

Nicki Minaj foi a mais nova a adentrar nesse seleto grupo de artistas, com o álbum Queen batendo a marca neste último final de semana. Beyoncé foi a primeira a conseguir o recorde, em fevereiro de 2018. Rihanna atingiu os três álbuns em julho de 2018. Já Ariana bateu a marca em agosto.

Saiba, abaixo, quais são os álbuns de cada cantora que possuem mais de um bilhão de audições.

Ariana Grande

Beyoncé

Rihanna

Nicki Minaj

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As 10 eras femininas que mais venderam no Reino Unido

Lista conta apenas vendas puras de álbuns e singles.

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As vendas de eras musicais tem sofrido uma enorme mudança com a atual era de streamings. As vendas puras de álbuns e singles, que tinha maior força online via iTunes, tem deixado de valer tanto, sendo substituídas pelo número de execuções de faixas em serviços musicais pagos.

Ainda assim, nos bateu uma nostalgia e resolvemos listar as eras musicais que mais venderam em um dos locais onde a música é assunto sério: Reino Unido.

Vale ressaltar que essa contagem é apenas para número de vendas puras da soma de álbuns e singles, sem contar com número de execuções em streamings musicais.

1. Katy Perry – Teenage Dream: 51M

2. Rihanna – Goog Girl Gone Bad/ Adele – 21: 45.5M

3. Beyoncé – I am… Sasha Fierce: 43.5M

4. Lady Gaga – The Fame: 39.3M

5. Rihanna – Loud: 33.2M

6. Fergie – The Duchess: 31M

7. Taylor Swift – 1989: 29.2M

8. Ariana Grande – My Everything: 27.2M

9. Katy Perry – Prism: 26.4M

10. Rihanna – Talk That Talk: 25.4M

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