Connect with us

Filmes

10 filmes mais vistos no streaming do Telecine em 2019

Assinantes apertaram o play mais de 100 milhões de vezes na plataforma do Telecine.

Filme de 2018 foi o mais visto em 2019 na plataforma do canal (Foto: Divulgação)

2019 foi um ano intenso para os usuários do Telecine: do terror a comédia, as estreias da plataforma fizeram os assinantes se arrepiarem e sorrirem ao mesmo tempo com grandes histórias do cinema. Apenas em 2019 o público deu o play e viveu o seu momento cinema mais de 100 milhões de vezes no streaming do Telecine. 

O top 10 dos títulos mais vistos neste período na plataforma mostra que os usuários amam um bom filme de ação, principalmente quando se tem um grande time de heróis envolvidos. “Vingadores: Guerra Infinita”, “Pantera Negra”, “Deadpool 2” e “Homem Aranha: De Volta Ao Lar” estão entre os enredos heróicos favoritos.

E os fãs de adrenalina também dominam o ranking de diretores mais buscados: Quentin Tarantino, Alfred Hitchcock e Steven Spielberg estão no topo da lista dos cineastas preferidos. 

As maratonas de filmes de 2019 não ficaram somente na ação. Anastasia e Christian Grey envolveram o público em uma história de amor e conquistaram um espaço no ranking com “Cinquenta Tons de Liberdade”. 

E as animações também não ficam de fora: “Os Incríveis 2”, “Viva: A Vida É Uma Festa”  e “O Touro Ferdinando” também estiveram entre os títulos preferidos. Neste período, a cinelist “kids” esteve entre as três mais acessadas da plataforma, mostrando que o cinema também pode ser para os pequenos. 

E por falar em animação, já imaginou visitar a fenda do bíquini 341 vezes? Um assinante fez essa façanha e não se cansou de assistir “Bob Esponja – O Filme”. Já temos o troféu “fã de carteirinha” do ano. 

Confira, abaixo, os 10 filmes mais vistos no Telecine em 2019:

Cinquenta Tons de Liberdade

Deadpool 2

Homem Aranha: De Volta ao Lar

Homem-Formiga e a Vespa

Jurassic World: Reino Ameaçado

Os Incríveis 2

O Touro Ferdinando

Pantera Negra

Vingadores: Guerra Infinita

Viva: A Vida é uma festa

Continue Reading
Advertisement Image Map

Crítica de Filme

Crítica | Parasite (2019)

Filme nos provoca sobre nosso próprio parasitismo social.

Planejar é um ato falho. Bong Joon-ho propõe uma reflexão – em cima de uma crítica – ao nos contar a história da família Ki-taek. Talvez eles possam ser encarados como a escória da sociedade, talvez ele sejam mesmo (ou talvez não). Isso porque se compararmos sua afetividade em relação aos Park, a outra família retratada em Parasite (2019), é nítido que o laço construído entre os Ki-taek é correspondente entre todos os membros.

Retratando duas facetas da sociedade sul-coreana, naquilo que seu repertório lhe proporciona, o diretor entrega um diálogo audiovisual muito intenso. A todo momento os Ki-taek estão aplicando ou revisando conceitos pragmáticos filosóficos e sociológicos em seus atos sórdidos de charlatanismo que não nos horrorizam (embora devessem), mas sim arrancam gargalhadas nas primeiras horas do longa-metragem. A parte mais engraçada nisso tudo é que você não consegue terminar o filme rindo (com exceção de um único personagem que na contramão do nosso estado havia iniciado o filme sem esboçar sorrisos).

Para a Biologia o parasitismo é a “interação entre duas espécies, na qual uma delas, o parasita, se beneficia da outra, o hospedeiro, causando-lhe danos de maior ou menor importância, mas raramente a morte“. Bong Joon-ho entrega a nós uma história que não escapa em nenhum momento dessa definição, a não ser pelo fato do parasita (ou dos parasitas) serem racionais o suficiente para conceber a própria imoralidade, julgá-la e aceitá-la. E aqui fica um questionamento sobre quem de fato é o parasita: o pobre que vive sobre a sobra dos sobejos dos ricos, ou os ricos que nem se dão conta do qual organizados são os pobres dentro de seu próprio território.

Com planos lentos e câmeras com movimentação contemplativas, a fotografia do filme está sempre ressaltando as diferenças entre as duas famílias (os Ki-taek e os Park), por meio de ângulos e linhas “invisíveis” na tela reforçando os esteriótipos delineados no filme. Obviamente que a proposta aqui não é a a aceitação desses esteriótipos, mas sim torná-los nítidos para o espectador. Cabe então a este fazer a observação do quão as diferenças preexistentes escondem semelhanças nos dois grupos, que se julgam distantes por maniqueísmos construído pelo status e o dinheiro. Enquanto um julga por considerar inferior e sujo, o outro julga por considerar superior e limpo demais. Não apenas na aparência, mas no comportamento. Julgar é o ato falho de maior semelhança entre humanos.

Parasite (2019), embora não seja sobrenatural, dialoga com o elemento da causa e efeito e nos entrega uma montagem que dinamiza a ação quando é necessário que vivenciemos ela. É na cena da inundação na casa dos Ki-taek, no porão de um prédio no subúrbio, que essa montagem fica mais acentuada a partir do link desagradável entre os vasos sanitários dos dois porões (o dos Park e dos Ki-taek). Uma montagem que remete ao mórbido quando tomamos o clímax do filme.

É nessa balança entre cômico e suspense, lentidão e ação, limpo e sujo, que Parasite (2019) se constitui num conjunto reflexivo sobre nós mesmos, que parasitamos os outros e nós mesmo a partir de um canal universal: os planos. O tragicômico dá lugar a um realismo introspectivo, pois não há momento algum após a experiência de ver o filme que você não se pergunte o quanto já se tornou o parasita de alguém.

Continue Reading

Filmes

Globo de Ouro elege melhores do cinema e TV neste domingo

Por

'História de um Casamento' é destaque neste ano (Foto: Divulgação/Netflix)

SÃO LUÍS – A temporada de premiações do ano começa neste domingo (5) com o Globo de Ouro, que será realizada em Beverly Hills, Los Angeles, a partir das 22h (horário de Brasília). A premiação conta com 25 categorias no total, onde 14 delas são dedicadas ao mercado de cinema e 11 de TV.

As obras favoritas da premiação costumam ser as mais indicadas, como é o caso de “História de um casamento”, com Adam Driver e Scarlett Johansson, que lidera com seis indicações. O filme “Era uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino, e “O irlandês”, de Martin Scorsese, também estão no pário com cinco indicações cada um.

O super popular “Coringa” também é destaque, foi indicado em quatro categorias, incluindo “Melhor Ator” para Joaquin Phoenix, e Diretor, para Todd Phillips. O filme do brasileiro Fernando Meirelles, “Dois Papas”, disponível na Netflix também tem quatro indicações.

Entre as séries de TV, são destaques produções como “The Crown”, “Chernobyl” e “Inacreditável”. Confira a lista completa de inficados da premiação:

Cinema
Melhor Filme de Drama

1917
O Irlandês
Coringa
História De Um Casamento
Dois Papas

Melhor Filme de Comédia ou Musical

Meu Nome é Dolemite
Jojo Rabbit
Entre Facas e Segredos
Era Uma Vez… Em Hollywood
Rocketman

Melhor Diretor

Bong Joon Ho – Parasita
Sam Mendes – 1917
Quentin Tarantino – Era Uma Vez… Em Hollywood
Martin Scorsese – O Irlandês
Todd Phillips – Coringa

Melhor Ator de Drama

Christian Bale – Ford v. Ferrari
Antonio Banderas – Dor e Glória
Adam Driver – História De Um Casamento
Joaquin Phoenix – Coringa
Jonathan Pryce – Dois Papas

Melhor Atriz de Drama

Cynthio Erivo – Harriet
Scarlett Johansson – História De Um Casamento
Soarise Ronana – Adoráveis Mulheres
Charlize Theron – O Escândalo
Renee Zellweger – Judy

Melhor Ator de Comédia ou Musical

Daniel Craig – Entre Facas e Segredos
Roman Griffin Davis – Jojo Rabbit
Leonardo DiCaprio – Era Uma Vez… Em Hollywood
Taron Egerton – Rocketman
Eddie Murphy – Meu Nome é Dolemite

Melhor Atriz de Comédia ou Musical

Awkwafina – The Farewell
Ana de Armas – Entre Facas e Segredos
Beanie Feldstein – Fora de Série
Emma Thompson – Late Night
Cate Blanchett – Cadê Você, Bernadette?

Melhor Ator Coadjuvante

Tom Hanks – Um Lindo Dia na Vizinhança
Al Pacino – O Irlandês
Joe Pesci – O Irlandês
Brad Pitt – Era Uma Vez… Em Hollywood
Anthony Hopkins – Dois Papas

Melhor Atriz Coadjuvante

Annette Benning – O Relatório
Margot Robbie – O Escândalo
Jennifer Lopez – As Golpistas
Kathy Bates – O Caso Richard Jewell
Laura Dern – História De Um Casamento

Melhor Roteiro

História De Um Casamento
Parasita
Dois Papas
Era Uma Vez… Em Hollywood
O Irlandês

Melhor Trilha Sonora Original

Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe
Adoráveis Mulheres
Coringa
1917
História De Um Casamento

Melhor Canção

Beautiful Ghosts – CATS
I’m Gonna Love Me Again – Rocketman
Into the Unknown – Frozen 2
Spirit – O Rei Leão
Stand Up – Harriet

Melhor Filme de Animação

Frozen 2
O Rei Leão
Link Perdido
Toy Story 4
Como Treinar Seu Dragão: O Mundo Escondido

Melhor Filme Estrangeiro

The Farewell
Dor e Glória
Parasita
Les Miserables
Traitor

Televisão
Melhor Série de Drama

Big Little Lies
The Crown
Killing Eve
Morning Show
Succession

Melhor Série de Comédia ou Musical

Barry
Fleabag
The Kominsky Method
The Marvelous Mrs. Maisel
The Politician

Melhor Minissérie ou Filme para Televisão

Catch-22
Chernobyl
Fosse/Verdon
The Loudest Voice
Unbelievable

Melhor Ator de Série Dramática

Brian Cox – Succession
Kit Harington – Game of Thrones
Rami Malek – Mr. Robot
Tobias Menzies – The Crown
Billy Porter – Pose

Melhor Atriz de Série Dramática

Jennifer Aniston – The Morning Show
Jodi Comer – Killing Eve
Nicole Kidman – Big Little Lies
Reese Witherspoon – The Morning Show
Olivia Colman – The Crown

Melhor Ator de Série de Comédia

Ben Platt – The Politician
Paul Rudd – Living With Yourself
Rami Yousef – Rami
Bill Hader – Barry
Michael Douglas – The Kominsky Method

Melhor Atriz de Série de Comédia

Christina Applegate – Dead to Me
Phoebe Waller-Bridge – Fleabag
Natasha Lyonne – Russian Doll
Kirsten Dunst – On Becoming a God in Central Florida
Rachel Brosnahan – The Marvelous Mrs. Maisel

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para Televisão

Alan Arkin – The Kominsky Method
Kieran Culkin – Succession
Andrew Scott – Fleabag
Stellan Skarsgård – Chernobyl
Henry Winkler – Barry

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para Televisão

Meryl Streep – Big Little Lies
Helena Bonham Carter – The Crown
Emily Watson – Chernobyl
Patricia Arquette – The Act
Toni Collette – Unbelievable

Melhor Ator de Minissérie ou Filme para Televisão

Chris Abbott – Catch 22
Sacha Baron Cohen – The Spy
Russell Crowe – The Loudest Voice
Jared Harris – Chernobyl
Sam Rockwell – Fosse/Verdon

Melhor Atriz de Minissérie ou Filme para Televisão

Michelle Williams – Fosse/Verdon
Helen Mirren – Catherine the Great
Merritt Wever – Unbelievable
Kaitlyn Dever – Unbelievable
Joey King – The Act

Continue Reading

Crítica de Filme

Crítica | Frozen II

Sequência do sucesso da Disney é boa, mas não tanto.

“Você quer brincar na neve?”. Talvez esse não fosse o tipo de situação que se esperava da sequência de Frozen (2013). Pelo menos os trailers já nos levavam a crer nisso. Contudo, mesmo com a expansão da trama e as muitas referências, Frozen II (2019) nem de longe é tão bom quanto o primeiro (e veja bem, esse que vos escreve não gostou do primeiro filme).

Há aqui um certo conflito na hora de escrever essa crítica, pois não dá para dizer que o longa-metragem animado é um fiasco. Muito pelo contrário! O filme é lindo, fluido e em certa medida emocionante. O problema é que ao esperarmos pelo fascínio que fez de Frozen um fenômeno mundial não percebemos a mesma sensação ou mesmo algo de novo.

A fórmula Disney está ali e a originalidade do roteiro (em cima do clássico A Rainha da Neve de Hans Christian Andersen) evoca muito bem as protagonistas Elsa e Anna em suas próprias jornadas. Seus tempos de tela são muito bem equilibrados e suas façanhas e dilemas balanceados com êxito. Tanto que a pouca presença de Kristoff e Sven não diminui em nada os seus papéis na trama. Olaf, como sempre é um ótimo escape cômico (e Fábio Porchat nos deleita com sua atuação icônica na versão dublada). Contudo…

Naquilo que se tornou o ponto alto da franquia Frozen, as canções, o sentimento deixa muito a desejar e nenhuma chega a impactar como Let it Go (Elsa) ou Do Want to Build a Snowman? (Olaf) fizeram se tornando hits. Está certo que ainda é cedo para afirmar isso, mas se considerarmos que o filme chegou ao Brasil mais de um mês depois da estreia nos Estados Unidos é possível medir a pouca atenção dada pelo público às faixas do novo filme e tentar cravar essa ideia de que a trilha sonora não cativou. Mas não é uma perda total!

Pela minha experiência posso afirmar que a canção mais legal do novo filme (Lost in the Woods) é justamente daquele com menos tempo de tela (Kristoff) que possui um forte elemento romântico a la Peter Cetera ou Bryan Adams (ao menos é a impressão que fiquei). É um dos momentos mais legais das cenas musicais da animação.

Assim, Frozen II entrega uma história bem profunda e que fortalece as suas protagonistas, mas não consegue manter a essência do primeiro filme quanto ao envolvimento do público com as canções e a própria trama em si (mesmo sendo reveladora de segredos). Antes do clímax a história acelera demais e não se sustenta muito. Também não deixa a certeza de que teremos um terceiro filme, que caso venha pode ser mais um erro que um acerto para a franquia.

Continue Reading

Em alta agora